Política

Senador diz que Eduardo Braide buscou apoio do grupo Sarney

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Em entrevista concedida ao jornalista Ronaldo Rocha, o senador da República, João Alberto, também desmentiu o deputado e candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PMN).

Durante a conversa, o senador se mostrou bastante chateado com a postura de Braide em relação às suas declarações sobre apoios políticos em sua campanha nas eleições municipais e declarou que o parlamentar está faltando com a verdade ao dizer que jamais buscou apoio do PMDB ou do grupo Sarney.

João Alberto confirmou o que foi dito pelo deputado Adriano Sarney, na última terça-feira (18), durante o discurso na Assembleia Legislativa (relembre).

“Não foi apenas uma vez. Foram duas vezes, todas na sede estadual do PMDB. E há testemunhas. Numa dessas reuniões o deputado João Marcelo inclusive estava presente. E lá o deputado Eduardo Braide buscou apoio do partido para a disputa da eleição”, disse.

O pedido de apoio foi negado pelo senador à Braide porque o PMDB já tinha um candidato a prefeito, que era Fábio Câmara e seria impossível forma coligação com o partido dele.

Ele afirmou que a legenda negou apoio a Braide, uma vez que tinha como candidato o vereador Fábio Câmara (PMDB).


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Poder

João Alberto diz que votou contra Dilma para não ficar isolado no Maranhão

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Baixa que complicou ainda mais a situação da presidente afastada Dilma Rousseff na votação do impeachment no Senado, o presidente da Comissão de Ética da Casa, João Alberto de Souza (PMDB-MA) culpou o isolamento político no estado, e a hostilidades do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB), pela virada de seu voto ontem a favor da cassação do mandato da petista. Ele rejeita a pecha de “traidor” e diz que votou também em função da conjuntura política: a presidente afastada, sem votos na Câmara e Senado, não tem condições de voltar a governar.

Ele nega também que tenha mudado o voto a pedido de seu mentor político, o ex-senador José Sarney. João Alberto votou contra a admissibilidade do impeachment na primeira votação em plenário por considerar que não houve comprovação da prática de crime de responsabilidade.

— No PMDB, de 18 senadores, só a Kátia Abreu e o Requião ficaram com Dilma. Eu não posso ficar isolado num estado em que o governador nos hostiliza. Ninguém me cobrou por minha escolha. No Senado sou muito bem respeitado. Faço tudo de cabeça erguida — disse o senador João Alberto.

Ele disse que não esteve com Dilma. Líderes do PT disseram que João Alberto foi procurado pelo governador Flávio Dino para tentar segurar seu voto contra o impeachment, sem sucesso.

— O Flávio Dino foi falar com ele. Mas seus aliados disseram que ele ia ficar mal com o lado de lá e nem seria bem recebido no grupo de Dino — contou um dos senadores do PT.

João Alberto disse que decidiu seu voto ontem depois de conversar com colegas senadores, que lhe alertaram sobre os problemas para o país com a possível volta de Dilma.

— Votei pelo afastamento da presidente Dilma mais em função da conjuntura. Se ela não tiver maioria no Senado e na Câmara fica muito difícil governar. Eu gosto muito de Dilma, não tenho absolutamente nada contra ela, mas a conjuntura não lhe é favorável — disse João Alberto.

Do jornal O Paraná


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Política

Roseana Sarney quer o PMDB com Wellington do Curso

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Mesmo com o apoio incondicional do senador João Alberto, o vereador Fábio Câmara luta para manter a ex-governadora Roseana Sarney engajada em sua pré-candidatura à prefeitura de São Luís.

Segundo o Blog do Marco Aurélio D’Eça, na tarde da última segunda-feira (25), Câmara teve uma conversa tensa com Roseana Sarney, onde dialogaram sobre o futuro do PMDB nas eleições da capital maranhense. O encontro aconteceu na casa do senador João Alberto (PMDB).

Na ocasião, Roseana tentou de todas as formas convencer o vereador a desistir da candidatura e apoiar Wellington do Curso (PP), devido os últimos levantamentos das pesquisas de opinião já divulgadas na imprensa.

A ex-governadora alegou que o vereador não deslanchou como pré-candidato, mas entende que a legenda peemmedebista precisa de protagonista nas eleições municipais e que o apoio a Wellington praticamente consolidaria seu nome no segundo turno.

Fábio Câmara argumentou que, mesmo sozinho, sem apoio de nenhuma liderança do PMDB – e bombardeado dia e noite por essas próprias lideranças – conseguiu chegar em um patamar de 3% a 5% das intenções de votos.

Resta agora saber qual rumo tomará o PMDB de João Alberto, Rosesna Sarney e Ricardo Murad, que possui vários caciques.


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Poder

João Alberto é chamado por Sérgio Moro para depor no caso Gim Argello

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Senador João Alberto.

O senador maranhense, João Alberto (PMDB-MA), foi notificado pelo juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, para depor como testemunha do ex-senador Gim Argelo (PTB) na ação em que o petebista é acusado de receber ao menos R$ 5,3 milhões em propinas para evitar convocar empreiteiros nas CPIs da Petrobras no Congresso e no Senado em 2014. O senador Paulo Paim (PT-RS) também foi notificado.

O senador está entre os quinze parlamentares arrolados pela defesa de Argello, mas pediram ao juiz da Lava Jato para não ser ouvidos como testemunhas dele alegando, dentre outros motivos, que não possui “condições de colaborar” com o esclarecimento dos fatos.

Porém a defesa do ex-senador recorreu e apontou João Alberto de Souza, que hoje é suplente na Comissão do Impeachment, que ele foi presidente da primeira reunião do colegiado, que elegeu o então senador e hoje ministro do TCU Vital do Rêgo (PMDB) presidente da comissão. Além disso, o senador maranhense também participou de outras regiões do colegiado, que concluiu os trabalhos sem convocar nenhum empresário das empreiteiras na mira da Lava Jato.

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Ex-senador Gim Argello.

Diante dos argumentos, o juiz mandou chamar João Alberto para que informasse um horário para depor. Como não é de Curitiba, ele pode ser ouvido também por meio de videoconferência.

“Agregue-se que, apesar da solicitação de dispensa, a Defesa ouvida insistiu na oitiva, alegando que não arrolou os Exmos. Senadores como testemunhas de caráter e que diante do esclarecimento não pode o Juízo dispensar a sua oitiva”, assinalou Moro. Parlamentares possuem foro privilegiado e só podem ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal. Como foram convocados como testemunhas, porém, Paulo Paim e João Alberto não são investigados e podem depor para o juiz da Lava Jato.


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Poder

João Alberto tem a 3ª maior equipe do Senado Federal

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Senador João Alberto

Quando o assunto é a quantidade absurda de assessores no Senado Federal, o senador João Alberto (PMDB) aparece na terceira colocação, com uma equipe composta por 76 pessoas, distribuídas entre Brasília e o Maranhão.

O maranhense só perde para os senadores Hélio José (1º) e Elmano Férrer (2º). Os dados são do levantamento da Revista Congresso em Foco, com base nos registros do portal da Transparência do Senado.

De acordo com a publicação, o senador João Alberto nomeou apenas quatro servidores de carreira do Senado para sua equipe de 49 assessores no gabinete em Brasília. Todos os outros, inclusive aqueles que trabalham no Maranhão, são comissionados.

De acordo com as regras do Senado, cada membro pode manter até 55 cargos de confiança, contanto que o valor mensal total da remuneração não ultrapasse os R$ 70 mil. Muitos senadores usam de artifícios para não fugir à matemática estabelecida.

Certo é que já são mais de três mil funcionários à disposição dos senadores. Uma conta gigantesca custeada com o dinheiro do contribuinte. Um amontoado de cabides eleitorais, que só servem para usurpar a população.


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Política

João Alberto diz que vírus da Zica vinha mantendo a crise política sob controle

Aquiles Emir

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O senador João Alberto de Souza (PMDB-MA), que preside o Conselho de Ética do Senado, disse na manhã desta sexta-feira (04) que vê com preocupação os desdobramentos da operação da Polícia Federal que levou coercitivamente o ex-presidente Lula para depor sobre possível favorecimento financeiro com o esquema do Lava Jato e a delação premiada do senador Delcídio do Amaral, pois estes fatos podem aquecer o debate sobre o impeachment da presidente Dilma, que estava praticamente contornado.

Segundo o senador, a crise política estava pacificada pela exploração, pela mídia, dos casos do aedes adgypti, transmissor da dengue, zica e chikungunya, com reflexos nos casos de microcefalia. A partir de agora, disse ele, ninguém sabe o que pode ocorrer, pois o debate político vai se acirrar.

João Alberto disse que chegou a ser convocado para retornar a Brasília neste fim de semana, mas optou por ficar em São Luís. Ele disse que quarta-feira (09), tem difícil missão no Conselho de Ética do Senado, que vai apreciar mais uma vez o julgamento do senador Delcídio do Amaral. O relator Delmar Mota (PDT-RR) vai apresentar seu parecer e receber a defesa do acusado. A situação do senador pelo Mato Grosso do Sul, segundo ele, se complicou com esta reportagem da Istoé.


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Política

João Alberto confirma Fábio Câmara candidato a prefeito de São Luís

camara

O senador João Alberto definiu, nesta quarta-feira (27), durante uma reunião, que Fábio Câmara será o candidato à prefeito de São Luís.

Em contato por telefone com o titular do Blog, o senador confirmou que Câmara é o candidato dele e também da ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney, para administrar a capital maranhense. “É evidentemente que Fábio é melhor nome que tem, é o meu candidato, é o candidato de Roseana para prefeito de São Luís”, afirmou João Alberto.

Além disso, o vereador será empossado presidente do diretório municipal peemedebista. A convenção de posse será realizada amanhã (28), às 9h30, na sede do partido em São Luís, localizada na Rua das Quaresmeiras, quadra 4, casa 20, no Jardim Renascença.


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Política

João Alberto faz manobra e pede licença do Senado

Senador João Alberto.

Senador João Alberto.

O senador João Alberto (PMDB), decidiu tirar licença do Senado adiando o processo que deve resultar na cassação do mandato do senador Delcídio do Amaral (PT-MS). A atitude do peemedebista foi classificada como manobra política.

Presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto alegou como motivo de sua saída temporaria que tem compromisos (agenda política). Mas, a saída foi para dificultar a representação da Rede e o PPS, que pedem a cassação do senador petista baseados na denuncia da Procuradoria Geral da República.

Delcídio do Amaral foi gravado oferecendo propina no valor de R$ 50 mil mensais ao filho do ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró. A Polícia Federal prendeu Delcídio por determinação do Supremo Tribunal Federal.

João Alberto alegou compromissos inadiáveis, inclusive, no município de Araioses. “Eu estava já com esse compromisso. Estava agendado há muito. Não tinha a menor condição de faltar”, disse.


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Poder

André Campos é escolhido por João Alberto para prefeito de São Luís

André Campos e o senador João Alberto foto: blog do Neto Ferreira)

André Campos e o senador João Alberto foto: blog do Neto Ferreira)

O senador João Alberto, que preside o Conselho de Ética do Senado, revelou que o PMDB no Maranhão terá candidatura própria nas eleições de 2016, em São Luís.

Superintendente Estadual da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), André Campos, teve o nome confirmado como o candidato, na noite desta quarta-feira (09), em entrevista ao Blog do Neto Ferreira.

Campos é ex-diretor do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e deve brigar pelo posto de pré-candidato com o vereador de São Luís, Fábio Câmara. Eles também disputaram o diretório municipal do PMDB da capital, em janeiro do próximo ano.


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Brasil / Poder / Política

João Alberto conduzirá possível cassação do senador Delcídio

Senador João Alberto e Presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto.

Senador João Alberto e Presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto.

O senador maranhense João Alberto (PMDB-MA) foi um dos 13 que votaram contra a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso pela Polícia Federal por tentar obstruir investigações da operação Lava Jato.

O parlamentar também o presidente do Conselho de Ética do Senado, então caberá ao colegiado comandado por ele analisar um possível pedido de cassação contra Delcídio por quebra de decoro parlamentar.

Mas para isso acontecer, algum partido precisa acionar o Conselho de Ética, o que não foi feito até agora. Porém, quem vai decidir se o processo vai seguir adiante é o senador João Alberto.

E tudo indica que não, uma vez que o senador já emitiu, por meio do seu voto, apoio a Delcídio do Amaral.


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