Política

Senadores e deputados do Maranhão devem R$ 380 mil à União

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Deputados federais e senadores maranhenses integram um grupo de parlamentares inscritos na Dívida Ativa da União que é responsável por um rombo de R$ 1,4 bilhão nos cofres públicos (R$ 1.458.826.055,19, mais precisamente), sem contar a “relação de devedores da União que financiaram campanhas eleitorais” para a Câmara e Senado, entre pessoas físicas e jurídicas, muitas delas de propriedade dos próprios parlamentares ou apresentadas como partidos políticos.

A informação é da Revista Congresso em Foco.

De acordo com a lista, os devedores do Maranhão são os senadores João Alberto Souza (PMDB) com R$ 38.274,14 mil, e Roberto Coelho Rocha (PSB) com R$ 283.632,61 mil; os deputados José Reinaldo Tavares, com R$ 32.775,42 mil, Waldir Maranhão com uma dívida de R$ 18.127,14 mil e Eliziane Gama com R$ 7.509,70 mil.

Ao todo, os parlamentares maranhenses devem à União cerca de R$ 380.319,01 mil.

Caso a relação de doadores seja considerada na soma total da dívida ativa vinculada a políticos e campanhas, nas últimas eleições para deputado e senador, esse total pode ultrapassar as dezenas de bilhões de reais, uma vez que há diversas empresas doadoras em nome de parlamentares ou por eles representadas.

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Poder

Neta de João Alberto ganha cargo no Ministério de Minas e Energia

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O presidente da Comissão de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), emplacou sua neta no Ministério das Minas e Energia.

Ana Carolina Simões Piacesi de Souza vai exercer o cargo de Assistente de Assessoria de Comunicação Social do Gabinete do Ministério, com salário de R$ 3.143,27.

Não é a primeira vez que ela ocupa o cargo. Ana trabalhava na função até fevereiro, quando foi demitida. Desde então, tentava voltar ao emprego. Coincidentemente, conseguiu logo após o avô ser reeleito para a presidência.

João Alberto Souza é o mesmo parlamentar que, recentemente, arquivou o processo contra Aécio Neves alegando falta de provas.

Da Coluna Radar On-line, Veja


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Poder

Salvador de Aécio, João Alberto gasta R$ 90 mil em pesquisa de opinião no Maranhão

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Tábua de salvação de Aécio Neves, o presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza, do PMDB, torrou R$ 90 mil de sua verba de gabinete para encomendar duas pesquisas de opinião no Maranhão, em abril deste ano.

Agora, depois de trabalhar para salvar um colega que não tem vergonha de pedir 2 milhões de reais a um empresário investigado, talvez seja melhor não perguntar ao eleitor maranhense o que pensa sobre ele.

Caso contrário, corre o risco de ouvir o que não quer, e às custas do erário.

Da Coluna Radar On-line, Veja


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Poder

Conselho de Ética mantém arquivamento do pedido de cassação de Aécio

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O Conselho de Ética do Senado decidiu nesta quinta-feira (6), por 11 a favor e 4 contra, arquivar definitivamente o pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG) apresentado pela Rede e pelo PSOL. Ao analisar recurso assinado por cinco senadores, os integrantes do conselho avalizaram a decisão do presidente do colegiado, senador João Alberto (PMDB-MA), que, há duas semanas, havia determinado, em uma decisão individual, o arquivamento do caso.

Na ocasião, João Alberto havia justificado a decisão afirmando que não havia, no pedido de cassação protocolado pelos dois partidos oposicionistas, “elementos convincentes” para processar Aécio por quebra de decoro parlamentar.
Com base na delação dos executivos da holding J&F – dona do frigorífico JBS –, a Procuradoria Geral da República (PGR) acusa Aécio de ter pedido R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista para, supostamente, pagar despesas com advogados na Lava Jato. Em troca, segundo o Ministério Público, o tucano teria se comprometido a atuar em favor dos interesses da J&F.

O senador tucano foi denunciado pela PGR por corrupção passiva. Ele chegou a ser afastado do mandato de senador, em maio, por ordem do relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin. No entanto, na última sexta (30), o ministro do Supremo Marco Aurélio Mello autorizou Aécio a retomar as atividades parlamentares.

Inconformado com decisão monocrática do presidente do Conselho de Ética, o senador Randolfe Rodrigues coletou assinaturas de outros cinco colegas do Senado para tentar desarquivar o pedido de cassação. Assinaram o recurso os senadores Lasier Martins (PSD-RS), Pedro Chaves (PSC-MS), João Capiberibe (PSB-AP), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e José Pimentel (PT-CE).

O recurso também tem a assinatura das senadoras Regina Sousa (PT-PI), Ângela Portela (PDT-RR) e Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), que são suplentes no Conselho de Ética.

Em nota divulgada por sua assessoria, Aécio afirmou nesta quinta-feira que a decisão do Conselho de Ética, segundo ele “tomada pela ampla maioria de senadores de diversos partidos”, demonstra a “absoluta inexistência de qualquer ato que possa ser interpretado como quebra de decoro parlamentar”.

“Segundo o senador [Aécio], a decisão demonstra ainda o caráter estritamente político da iniciativa e impede que o Conselho de Ética do Senado se transforme em cenário de disputas políticas menores”, diz outro trecho do comunicado.


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Política

João Alberto livra Aécio do Conselho de Ética e fortalece chapa PMDB-PSDB no MA

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Nesta sexta-feira (23), o presidente do Conselho de Ética do Senado, senador João Alberto (PMDB), arquivou o pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG) apresentado pelo PSOL e pela Rede Sustentabilidade.

O arquivamento do pedido é uma clara demonstração do toma-lá-dá-cá. Afinal, O PSDB manteve o apoio ao presidente Michel Temer, e para retribuir a “gentileza”, João Alberto (PMDB) atuou em prol do senador.

Mas a troca de “gentilezas” não acaba por aí. Pensando também nas eleições estaduais, o presidente do Conselho de Ética praticamente já garantiu o apoio do PSDB à chapa do PMDB em 2018.

Portanto, os tucanos dificilmente formaram coligação com o PCdoB, como Flávio Dino desejava e mantinha esperanças que iria acontecer.


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Política

Edison Lobão e João Alberto estão apreensivos…

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Os senadores Edison Lobão (PMDB) e João Alberto Souza (PMDB) estão apreensivos. Tudo isso porque o terceiro da chapa maranhense, Roberto Rocha (PSB), tem sido elogiado por gente do governo Temer. Além de indicações, ele tem conseguido avançar em pagamentos de emendas e recursos para municípios do estado.

Rocha, licenciado para tratar de questões pessoais, eleito com o apoio de Flávio Dino (PCdoB), não esconde de ninguém o desejo de ser candidato ao governo em 2018, exatamente contra Dino. Aos dois peemedebistas sobraria apenas a reeleição.

Até ai, tudo certo. O problema é que o ministro Sarney Filho (PV) também ensaia concorrer a uma cadeira no Senado. Nessa conta, como em 2018 serão eleitos dois senadores por estado, alguém vai sobrar.

Da Veja


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Política

João Alberto e Roseana Sarney deverão formar aliança para 2018

Da Coluna Repórter Tempo

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O PMDB saiu fortalecido das eleições municipais e vai liderar uma grande aliança para as eleições de 2018, se preferência com a ex-governadora Roseana Sarney na cabeça. É esse o cenário com que trabalha o senador João Alberto, que comanda o partido no Maranhão.

O líder pemedebista acredita que a grande aliança liderada pela ex-governadora terá a simpatia de “uma boa parcela” do eleitorado, o que lhe dará as condições para “enfrentar qualquer um”, a começar pelo governador Flávio Dino (PCdoB), já definido como candidato irreversível à reeleição.

Na avaliação do senador João Alberto, a crise que afetou o PMDB maranhense por causa do fracasso nas urnas em 2014 está superada, situação que, segundo ele, ficou bem clara nas eleições municipais de outubro, quando o partido saiu das urnas autorizado a comandar 22 prefeituras, entre elas a de Imperatriz, a segunda maior do Maranhão. O chefe pemedebista acredita que, se esse projeto eleitoral for consumado, o PMDB poderá ganhar as condições para voltar ao comando do Estado. “Isso é possível”, disse.

De longe o mais ativo líder do Grupo Sarney, que atua em sintonia fina com o ex-presidente José Sarney, mas trabalha politicamente dentro das suas próprias regras, o senador João Alberto acredita que, apesar de todos os problemas que enfrenta, o PMDB sairá da crise nacional como o partido mais forte do país, mesmo que não venha a ter um candidato ao Palácio do Planalto. E prevê que os reflexos desse vigor politico do partido serão sentidos no Maranhão.

Ele acha, por exemplo, que boa parte dos prefeitos que se elegeram como aliados do governador Flávio Dino vai debandar, esperando que nove deles desembarquem no PMDB. “Esses companheiros estão insatisfeitos, no momento certo contaremos com o apoio de pelo menos nove deles”, disse, referindo-se a prefeitos que já estariam pensando em pular fora do barco governista.

O senador acredita que a “grande aliança” liderada por Roseana Sarney que espera viabilizar para 2018 será fruto do desgaste do Governo Flávio Dino. Diante da observação de que Flávio Dino se mantém forte e caminha para a reeleição, João Alberto reage afirmando que está acontecendo exatamente o contrário. “Esse Governo é fraco, e a oposição a ele está crescendo”, avalia. Diz que o desgaste do governador Flávio Dino já começa a se fazer sentir nos bairros de São Luís.

E cita um exemplo: “Veja a situação do abastecimento de água de São Luís. Roseana deixou a nova adutora 90% pronta. Ele não conseguiu fazer um metro além e a obra está paralisada. Isso é incompetência”, ataca, acrescentando que “muitos outros exemplos de incompetência estão no estado inteiro”. O senador assinala que a boa situação fiscal do Governo “é herança do trabalho deixado por Roseana, que sempre foi muito cuidadosa com a situação financeira do Estado”. E segue elencando uma série do que chama de pontos fracos do Governo.

O líder pemedebista acredita também que, mesmo enfrentando muitas dificuldades por causa da crise política e institucional, o presidente Michel Temer conseguirá estancar a crise econômica e retomar o crescimento. Considera imprevisíveis os desdobramentos da Operação Lava Jato, mas acredita que parte da solução dos problemas virá com as eleições de 2018, quando os brasileiros respirarão novos ares políticos.

No caso maranhense, manifesta convicção de que a tal aliança terá força suficiente para enfrentar a aliança comandada pelo governador Flávio Dino.

– Nós vamos juntar as nossas forças para disputar de igual para igual. Vamos disputar o poder e podemos vencer as eleições. Nós temos força política para isso, desde que nos juntemos na grande aliança – disse.

Ao longo da conversa com Repórter Tempo, João Alberto deixou claro que não vê nesse grupo nome mais forte para disputar o Governo do que a ex-governadora Roseana Sarney. Perguntado se não será ele o candidato, abriu um sorriso largo e desconversou, afirmando que sua preocupação maior é articular a grande aliança, deixando o seu futuro político para resolver depois. As suas avaliações deixaram evidente que se Roseana Sarney resolver disputar o Governo do Estado, ele será candidato a uma das vagas no Senado.


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Política

João Alberto assinou documento que mantém Renan Calheiros na chefia do Senado

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O senador maranhense João Alberto Souza (PMDB), é membro da Mesa Diretora do Senado da República e assinou o documento que afronta a decisão do STF contra o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB).

O peemedebista foi afastado do cargo, na última segunda (05), em caráter provisório pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello.

Porém, a ordem não foi cumprida, pois a Mesa Diretora do Senado decidiu nesta terça-feira (6) que irá aguardar a deliberação do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) para cumprir a liminar do ministro de afastar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do comando da Casa.

A decisão foi tomada durante uma reunião entre os integrantes da Mesa com Renan. Senadores que participaram do encontro disseram que o peemedebista acredita que tem respaldo jurídico para não assinar a notificação sobre a decisão de Marco Aurélio Mello, que ordenou o afastamento do senador do PMDB do comando do Senado.

Dez minutos depois de divulgar o documento, a Mesa Diretora divulgou um segundo documento, com uma alteração na decisão. O segundo texto é assinado por todos os integrantes da cúpula do Senado, inclusive pelo senador Jorge Vianna (PT-AC), primeiro-vice-presidente da Casa, e que assumirá o comando do Senado caso Renan venha a ser afastado definitivamente da presidência.


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Política

João Alberto é favorável a desconfiguração do pacote anticorrupção no Senado

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O senador João Alberto (PMDB) foi o único parlamentar maranhense a votar a favor de que as medidas de combate à corrupção desconfiguradas pela Câmara Federal fossem votadas com urgência pelo Senado da República.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), colocou em votação no plenário do Senado um requerimento de urgência urgentíssima para a votação ainda quarta-feira (30) do projeto de lei que trata das medidas de combate à corrupção. Apesar dos protestos de grande parte do plenário, o presidente insistiu em colocar a matéria em votação, mas o requerimento foi rejeitado por 44 votos contrários e 14 favoráveis.

As medidas de combate à corrupção foram aprovadas esta madrugada na Câmara dos Deputados, há menos de 24 horas. O texto nem mesmo constava no sistema do Senado quando o presidente anunciou a intenção de colocá-lo em votação ainda hoje, com quebra de interstícios, ou seja, do intervalo entre as votações. O requerimento tinha sido apresentado por PMDB, PTC e PSD. Apesar da previsão de que dois senadores pudessem a falar em favor do pedido de urgência, nenhum parlamentar dos três partidos quis usar a palavra.

Veja abaixo os 14 senadores que votaram a favor do requerimento de Renan Calheiros:

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Política

Senador diz que Eduardo Braide buscou apoio do grupo Sarney

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Em entrevista concedida ao jornalista Ronaldo Rocha, o senador da República, João Alberto, também desmentiu o deputado e candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PMN).

Durante a conversa, o senador se mostrou bastante chateado com a postura de Braide em relação às suas declarações sobre apoios políticos em sua campanha nas eleições municipais e declarou que o parlamentar está faltando com a verdade ao dizer que jamais buscou apoio do PMDB ou do grupo Sarney.

João Alberto confirmou o que foi dito pelo deputado Adriano Sarney, na última terça-feira (18), durante o discurso na Assembleia Legislativa (relembre).

“Não foi apenas uma vez. Foram duas vezes, todas na sede estadual do PMDB. E há testemunhas. Numa dessas reuniões o deputado João Marcelo inclusive estava presente. E lá o deputado Eduardo Braide buscou apoio do partido para a disputa da eleição”, disse.

O pedido de apoio foi negado pelo senador à Braide porque o PMDB já tinha um candidato a prefeito, que era Fábio Câmara e seria impossível forma coligação com o partido dele.

Ele afirmou que a legenda negou apoio a Braide, uma vez que tinha como candidato o vereador Fábio Câmara (PMDB).


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