Maranhão

Rio Paciência está sendo degradado em São Luís

São Luís tem se tornado uma cidade mais quente do que o natural, pois a ação do homem tem afetado drasticamente no clima da Ilha maranhense.

Crimes ambientais são vistos com frequência na capital, como incêndios provocados, lixos jogados em rios, desmatamento de locais proibidos. É necessário que haja mais fiscalização por parte dos órgãos que são responsáveis por cuidar da fauna e flora de São Luís.

Baseados na omissão do poder público para com o meio ambiente e tentando se proteger de alagamentos, moradores do Jardim São Cristóvão II, em São Luís, enviaram uma denúncia ao Blog do Neto Ferreira, onde acusam um corretor, identificado como Lourenço, de estar loteando terrenos às margens do Rio Paciência, local proibido de se construir casas.

Essa ação está prejudicando a população, afinal todos estão sofrendo com a derrubada de árvores. De acordo com o relato, o corretor afirma que o espaço é de propriedade dele.

É de extrema importância que a Secretaria Municipal do Meio Ambiente faça uma vistoria no local, para que essa prática criminosa seja coibida o mais rápido possível.


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Cidade

“Proibido pescar”, ironizam moradores sobre cratera no Jardim São Cristóvão

Do Imirante

Chegar à rua 16 de julho, no bairro Jardim São Cristóvão, na capital maranhense, e não perceber a falta de reparos na pavimentação é impossível. O asfalto quebrado, deixa à mostra muitas pedras e buracos, que formam poças d’água em dias de chuvas. Apesar disso, muitos motoristas trafegam pela região. A reportagem viu a situação de perto, nessa segunda-feira (16).

O problema não atinge, apenas, os moradores da 16 de julho. Basta seguir mais à frente para observar que, na rua Nunes Freire, no próprio bairro, o descaso é maior. Quem chega à rua se depara com crateras nos dois lados. Tomadas por água, elas podem trazer grandes prejuízos para o motorista que se arrisca em passar pelo local.

Segundo os moradores, há décadas o bairro sofre com este problema. Eles, ainda, brincam com a situação: uma placa foi fixada próximo a uma das enormes poças d’água com a expressão “Proibido pescar”.


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