Saúde

Pacientes tomam soro em pé em Hospital Regional de Itapecuru

Caos. Essa é a palavra que define a atual situação do Hospital Regional Adélia Matos Fonseca, em Itapecuru-Mirim.

Segundo denúncias enviadas ao Blog do Neto Ferreira, a unidade hospitalar não está conseguindo atender a demanda de pacientes que chegam a todo momento devido às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. Há pessoas sendo medicadas em pé ou em cadeiras totalmente inapropriadas, como mostram as fotos abaixo.

A Prefeitura de Itapecuru-Mirim não tem deflagrado ações de combate ao mosquito pela cidade e, em consequência disso, as doenças se proliferam e a tendência é que os hospitais fiquem cheios. Porém, a direção do Adélia Matos também não tem tomado providências para melhorar as condições de atendimento da casa de saúde.

Enquanto isso, pacientes sofrem com o descaso do Poder Público para com a saúde do município.

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Saúde

Diretor abandona Hospital Regional de Itapecuru-Mirim

Mais uma denúncia chega a este Blog relacionada ao Hospital Regional Adélia Matos Fonseca, localizado em Itapecuru-Mirim.

Funcionários estão indignados com a conduta do atual diretor da unidade de saúde, Dr. Raimundo, que é ortopedista, pois se candidatou a deputado na eleição de 2014, mas não se elegeu e até o momento não compareceu ao hospital, que está abandonado, segundo informaram os servidores.

Outro ponto relatado é a situação em que ficou os salários dos trabalhadores, uma vez que todos prestavam serviço ao Hospital Regional pelo Instituto de Cidadania e Natureza (ICN), que está sendo investigada pela Polícia Federal e foi desligada do Governo Estadual.

“Esse diretor não tem tempo de administrar um hospital desse tamanho e dessa importância, ele é muito ocupado e quando passa algum tempo no Hospital é pouco, pouquíssimo para a ocupação que o cargo pede” afirmaram os funcionários da unidade de saúde.

Ainda de acordo com a denúncia, no setor cirúrgico falta funcionários na escala e protocolos de assepsia estão quebrados. “Esponjas de degermação são reutilizados e isso é um absurdo, lugar nenhum no mundo aceita isso é aceitável” reclamaram os servidores.

Além disso, o salário do mês de dezembro está atrasado, o 13º salário foi calculado errado e as horas extras tiradas pelos funcionários para cobrir a falta dos demitidos, também, não foram pagas.

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