Poder

Por negligência de Helena Duailibe, saúde de São Luís vira um caos

hospital

A saúde de São Luís continua precária e está sendo negligenciada pela secretária de Saúde, Helena Duailibe. É o que mostra o vídeo abaixo gravado por um pai que está com o filho internado no Hospital da Criança, localizado na Alemanha, em São Luís.

De acordo com as imagens, o menino de 1 anos e 4 meses passa a noite em uma cadeira no corredor da unidade de saúde, pois não há leitos.

Segundo o pai, a criança deu entrada no último sábado (1º) no Hospital da Criança, e após exames foi diagnosticado com infecção urinária. A médica que o atendeu solicitou de imediato a internação, pois era um alto grau de infecção e não poderia ser tratado em casa.

“Meu filho terá que ficar por 7 dias internado e sabe onde ele está agora? No corredor do Hospital, deitado em cima de duas cadeira desde o último sábado. A minha esposa que está com ele não tem lugar para descansar e passa a madrugada acordada, vigiando para que a criança não caia das cadeiras enquanto dorme. Tivemos que amarrar o soro no prego na janela. Isso é um absurdo”, desabafou João Martins Guedes, pai da criança

“Que nós estamos com a saúde em nosso município fragilizada isso todo mundo sabe. Meu filho de 1 ano e 4 meses deu entrada no último Sábado, dia 01, no Hospital da Criança, e após exames foi diagnosticado com infecção urinária. A médica que o atendeu solicitou de imediato a internação, pois era um alto grau de infecção e não poderia ser tratado em casa. Meu filho terá que ficar por 7 dias internado e sabe onde ele está agora? No corredor do Hospital, deitado em cima de duas cadeira desde o último sábado. A minha esposa que está com ele não tem lugar para descansar e passa a madrugada acordada, vigiando para que a criança não caia das cadeiras enquanto dorme. Tivemos que amarrar o soro no prego na janela. Isso é um absurdo”, desabafou o pai da criança.

A situação é de extrema gravidade! No entanto, a secretária municipal de saúde, Helena Dualibe, parece que desconhece a precariedade do Hospital, afinal, até o momento, não tomou providência alguma para solucionar o problema, que já vem se arrastando há muito tempo.

Enquanto isso, crianças sofrem, ou até mesmo morrem, nos corredores da unidade de saúde a espera de leito. Um absurdo!


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Cidade

Hospital da Criança não oferece condições adequadas de atendimento para pacientes

Crianças sendo medicadas no corredor do hospital

Crianças sendo medicadas no corredor do hospital

Não faz três meses que o Hospital da Criança foi entrega a população de São Luís, após reforma e, a situação na unidade de saúde já é bem crítica.

Antes eram as inundações que atingiram o hospital com as fortes chuvas do início do ano. Agora, o descaso no atendimento aos pacientes após a meia noite.

Se uma criança procurar atendimento nesse horário só irá encontrar corredores vazios, sem médico e sem nenhuma acomodação adequada para o paciente ou para o acompanhante.

O registro de abandono foi feito por um leitor do blog. As imagens mostram pessoas sentadas no corredor, sem nenhum conforto, com crianças sendo medicada no colo.
Para piorar a situação, uma mãe foi obrigada a levar uma cadeira de casa para não sentir tanto desconforto com as que são oferecidas no local.

Enquanto isso, os responsáveis pela situação estão em suas casas, deitados em suas camas macias, aproveitando o ar condicionado com a cabeça relaxa em seus travesseiros.

Dizer que faz não é o suficiente é preciso manter.


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Poder

Hospital da Criança é interditado

G1.Maranhão

Em entrevista coletiva realizada, nesta sexta-feira (11), na sede das Promotorias da Capital, o promotor da Saúde Herbeth Figueiredo, o secretário-adjunto de Vigilância em Saúde, Alberto Carneiro, e o superintendente de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Paulo Jessé, esclareceram a interdição das enfermarias do Hospital Municipal Odorico Amaral de Matos (Hospital da Criança), ocorrida na tarde de quinta-feira (10). Eles afirmaram que as condições sanitárias do hospital são uma grave ameaça à saúde de funcionários e pacientes.

A interdição parcial foi resultado de uma reinspeção solicitada pelo promotor Herbeth, já que a Secretaria Municipal de Saúde havia sido notificada anteriormente para sanar as irregularidades detectadas no local. Porém, segundo ele, “a situação encontrada hoje é até mais grave que a anterior”.

Com a interdição, a Prefeitura de São Luís terá um prazo de 72 horas (que começou a contar desde a tarde de quinta-feira (10) para remover os pacientes que estão internados nos setores interditados do hospital. Caso a medida seja descumprida, a SES poderá, via Vigilância, lavrar um auto de infração, instaurar um processo administrativo sanitário, aumentar o tempo de interdição e impor uma multa a partir de R$ 2 mil e que aumentará de acordo com a passagem do tempo.

Reinspeção
Os inspetores chegaram ao hospital Municipal cerca de uma hora após uma forte chuva que caiu na capital. “Ao chegarmos constatamos problemas de infiltração e de drenagem. Um forte cheiro de urina e de fezes podia ser sentido no hospital. Verificamos, ainda, problemas com acondicionamento de lixo e outras irregularidades”, destacou o promotor Herbeth.

Má conservação do prédio, piso rachado, colchões rasgados, mobiliário oxidado e deteriorado, mato em volta do hospital, tampas de esgotos inadequadas, falta de drenagem e de roupa de cama, instalações elétricas e hidráulicas precárias, falta de vestiário para funcionários, lixo hospitalar acondicionado em locais e recipientes irregulares foram alguns dos problemas apresentados à imprensa por meio de um relatório fotográfico feito pela Vigilância durante a inspeção àquela unidade de saúde. “O que constamos foi um risco para pacientes e também para funcionários do Hospital da Criança, já que as instalações estão muito comprometidas”, disse o secretário-adjunto Alberto Carneiro.

Para falar sobre a interdição e as futuras providências que serão adotadas a partir de agora haverá uma reunião, marcada para a semana que vem, entre a Secretaria Municipal de Saúde, o Ministério Público e a Vigilância Sanitária estadual.


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