Crime

Homem estaria aplicando golpe de financiamento de carro em São Luís

Um homem identificado como Marcelo estaria aplicando golpes de financiamento de veículos em São Luís, segundo denunciantes.

De acordo o Boletim de Ocorrência, na terça-feira (5), Marcelo alugou uma sala mobiliada, localizada na Rua do Alecrim, no Centro de São Luís, afirmando que estava implantando uma empresa financeira na cidade. Desse modo, contratou Gladis Vieira Amorim e Laiane Silva Penha como secretárias. A partir disso, Marcelo começou a vender financiamento de carro.

O golpe funcionava assim: ele usava carros anunciados no OLX, aprovava o cadastro de financiamento rapidamente e cobrava um valor que seria a primeira parcela do financiamento. Os valores cobrados como entrada eram de 2 a 3 mil reais. Ele chegou a levar algumas pessoas para ver o carro que seria comprado.

Marcelo já se evadiu do local e lesou várias pessoas.


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Geral

Trabalhadores resgatados em SP embarcam de volta a São Mateus

Do G1 MA

Trabalhadores que deixaram Maranhão com promessa de emprego em São Paulo se dizem enganados (Foto: Reprodução/ EPTV)

Trabalhadores que deixaram Maranhão com promessa de emprego em São Paulo se dizem enganados (Foto: Reprodução/ EPTV)

Os trabalhadores maranhenses resgatados em Ribeirão Preto (SP) embarcaram na noite desta terça-feira (23), para a cidade de São Mateus, no Maranhão. A ifnormação foi confirmada pela assessoria de comunicação do Ministério Público do Trabalho do Maranhão, que mantém contato com o MPT em Campinas, cidade do interior de São Paulo.

Ainda de acordo o órgão maranhense, as prefeituras de Ribeirão Preto e São Mateus irão custear as despesas de traslado. As despesas com a viagem de volta serão bancadas pela empresa de ônibus e a esposa do suposto aliciador.

O MPT-MA abriu inquérito para investigar o caso. O responsável pela averiguação será o procurador Luciano Aragão, da Procuradoria do Trabalho de Bacabal.

Dados do MPT-MA apontam que no Maranhão 1.641 trabalhadores foram aliciados, o que coloca o estado em 2º lugar no fornecimento de mão de obra escrava, atrás apenas de Minas Gerais. Entre as atividades com maior incidência estão pecuária, construção civil, indústria madeireira, agricultura e carvão.

Relembre o caso
Oitenta e oito trabalhadores de São Mateus do Maranhão foram abandonados, na madrugada de domingo (21), em um posto de combustíveis no quilômetro 320 da Anhanguera, em Ribeirão Preto (SP), após receberem uma proposta para trabalhar em obras de construção civil na cidade.

A polícia ouviu três trabalhadores e um dos motoristas dos ônibus informou que tanto a empresa aliciadora quanto o empregador devem responder pelo crime de aliciamento de trabalhadores, previsto no artigo 207 do Código Penal. A pena é de detenção de um a três anos e multa.


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Crime

Preso pela PF, advogado aplicava golpe milionário no RS

Da RBS TV

Preso na segunda-feira (22) em Passo Fundo, o advogado Maurício Dal Agnol levava uma vida de luxo com os milhões que lucrou ilegalmente ao aplicar um golpe milionário em cerca de 30 mil clientes que venciam ações judiciais no Rio Grande do Sul. Segundo as investigações da Polícia Federal, ele é proprietário de 950 imóveis. Um deles, em Nova York, custou cerca de R$ 14 milhões, como mostra a reportagem do Fantástico.

Entre tantos bens adquiridos com o dinheiro das vítimas do golpe, Dal Agnol também comprou um jato particular de luxo para oito pessoas ao custo de mais R$ 20 milhões e um haras em Passo Fundo.

Como funcionava o golpe
Para entender a fraude, é preciso voltar no tempo. Ter uma linha telefônica nos anos 1980 e 1990 era caro e raro em todo o país. No Rio Grande do Sul, a extinta Companhia Riograndense de Telecomunicações (CRT) era a empresa do governo gaúcho que vendia as linhas. Ao comprar o telefone, a pessoa – além de adquirir a linha – virava acionista da empresa. Ou seja, se tornava sócio, dono de um lote de ações.

Em 1996, a CRT foi privatizada, vendida para uma empresa particular de telefonia. Então, o preço das ações dispararam. Os donos de linhas telefônicas da antiga CRT não receberam nada e entraram na Justiça para exigir indenização, já que eram acionistas. E foi justamente nessa época que o advogado Maurício Dal Agnol começou a agir.

De acordo com a Polícia Federal, ele ia atrás dos clientes e entrava com os pedidos de indenização. Mas quando pegava o dinheiro, não repassava o valor combinado. A maior parte ia para o próprio bolso.

Quem se sentiu lesado, trocou de advogado. “Temos, por exemplo, um caso que representamos clientes que teriam de ter recebido R$ 4 milhões e receberam R$ 13 mil”, relata o advogado Itamar Marcelo Prates, que representa os clientes que foram vítimas do golpe.


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