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Emserh vai gastar R$ 4,8 milhões em medicamentos oncológicos

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A Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – Emserh, presidida por Ianik Rafaela Lima Leal, continua celebrando contratos milionários mesmo com a crise financeira que assola o país.

Segundo o Diário Oficial, a empresa pública contratou a Uni Hospitalar, que possui sede em Recife (PE), e a Mundifarma Distribuidora, que fica localizada em Juiz de Fora (MG) pelo valor exorbitante de R$ 4.812.492,96 milhões.

O acordo contratual prevê o fornecimento de medicamentos oncológicos orais, necessários na assistência prestada pelo Hospital do Câncer do Maranhão, Dr. Tarquínio Lopes Filho, administrado pela Emserh.

Para executar o serviço, a Uni Hospitalar, que pertence á Pedro Ferreira da Silva Filho e Christian Mendes Oliveira Tavares, vai receber R$ 4.750.682,40 (quatro milhões setecentos e cinquenta mil, seiscentos e oitenta e dois reais e quarenta centavos).

Já a Mundifarma, de propriedade de Pedro Ricardo de Melo e Lucinda Arruda de Melo, vai faturar apenas R$ 61.810,56 (sessenta e um mil oitocentos e dez reais e cinquenta e seis centavos).

O contrato foi assinado em 30 de junho e tem validade de 12 meses.

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Emserh firma mais um contrato de R$ 3,4 milhões para compra de algodão e materiais médicos

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Mais uma vez,o governo Flávio Dino gastará milhões com a compra de algodão e outros materiais de consumo médico hospitalar para os hospitais do Estado.

O contrato milionário foi firmado entre a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – Emserh e a J.J.R Viana Eireli, localizada em São Luís e de propriedade de Joaquim José Ribeiro Viana, no dia 5 de junho e tem vigência de 12 meses.

Os materiais hospitalares custarão ao governo do Estado R$ 3.493.136,80 milhões. Mas essa não é primeira aquisição milionária feita pela Emserh.

No dia 19 de junho, o Blog do Neto Ferreira publicou uma matéria sobre a compra de algodão e materiais de consumo médico hospitalar, que custaram R$ 6.899.390,40 milhões. (relembre)

Veja a tabela de preços abaixo:

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Medicamentos vão custar R$ 47 milhões no governo Flávio Dino

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R$ 47.043.173,06 (quarenta e sete milhões quarenta e três mil cento e setenta e três reais e seis centavos). É o que a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – Emserh vai gastar com medicamentos via parenteral (frasco-ampola) grupo 2, necessários na assistência prestada pelas Unidades de Saúde do estado.

O contrato milionário foi dividido para várias empresas, de acordo com o Diário Oficial do Maranhão.

A Mundifarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos e Hospitalares, localizada em Juiz de Fora, Minas Gerais, e de propriedade de Pedro Ricardo de Melo e Lucinda Arruda de Melo, vai faturar com o acordo R$ 6.216.001,35 (seis milhão duzentos e dezesseis mil um real e trinta e cinco centavos).

Já a Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos, situada em Itapira, em São Paulo, deve lucrar cerca de R$ 7.819.727,80 (sete milhões oitocentos e dezenove mil setecentos e vinte e sete reais e oitenta centavos).

Pertencente à Rafael Vieira de Moura e Thiago Matos de Moura, a Distribuidora de Medicamentos Hospitalares e Oncológicos, de Fortaleza, Ceará, vai embolsar o montante de R$ 1.400.000,00 (um milhão e quatrocentos mil reais).

A Imperialmed Comércio de Produtos Hospitalares, de propriedade de Francisco José Santos Jacob e Fátima Regina Santos Jacob e localizada no Rio de Janeiro, vai lucrar R$ 899.760,96 (oitocentos e noventa e nove mil setecentos e sessenta reais e noventa e seis centavos) com o contrato.

De Anapólis, em Goiás, a NovaFarma Indústria Farmacêutica ganhou uma generosa fatia do acordo firmado com a Emserh, o valor gira em torno de R$ 5.091.806,07 (cinco milhões noventa e um mil oitocentos e seis reais e sete centavos).

Já a Costa Camargo Comércio de Produtos Hospitalares, localizada em Vila Velha, no Espírito Santo e de propriedade de Felippe David Mello Fontana e Ariana Mello Fontana, ficou apenas com a parte mais barata do contrato, R$ 192.899,00 (cento e noventa e dois mil oitocentos e noventa e nove reais)

E o valor mais alto que a Emserh vai vai pagar é R$ 16.344.979,20 (dezesseis milhões trezentos e quarenta e quatro mil novecentos e setenta e nove reais e vinte centavos). Que será destinado para a empresa Novartis Biociencias S/A, que fica em Tabão da Serra, em São Paulo.

A Comercial Valfarma, que fica em Fortaleza e é pertencente à Ricardo Lira Pimentel e Paula Francinete Macedo Marques Pimentel, ficou com o valor de R$ 3.914.124,71 (três milhões novecentos e catorze mil cento e vinte e quatro reais e setenta e um centavos).

Situada em Teresina, Piauí, a MedFarma Comércio de Medicamento, Luís Sebastião de Carvalho Júnior, vai faturar R$ 5.163.873,97 (cinco milhões cento e sessenta e três mil oitocentos e setenta e três reais e noventa e sete centavos) no governo do Maranhão.

Veja o contrato:

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Empresa de Paço do Lumiar ganha contrato de R$ 7,3 milhões no governo Flávio Dino

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A empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – Emserh, órgão ligado ao governo Flávio Dino, contratou a Vértice Construções e Terraplanagem, localizada em Paço do Lumiar, por cifras milionárias.

De acordo com o Diário Oficial, a empreiteira, de propriedade de Apolinário Rodrigues dos Santos e Apolinário Rodrigues dos Santos Filho, deverá prestar serviços continuados de manutenção predial, preventiva e corretiva nas unidades de saúde de Caxias e Timon.

O valor que será pago pela Emserh é de nada menos do que R$ 7.324.412,77 milhões.

O contrato tem validade de 12 meses.

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Governo Flávio Dino gastará R$ 10,4 milhões em medicamentos oncológicos

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R$ 10.460.240,07 milhões. Esse é o valor exato que a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), órgão ligado ao governo Flávio Dino (PCdoB), vai pagar para 5 empresas diferentes.

Os contratos firmados preveem o fornecimento de medicamentos oncológicos injetáveis, necessários na assistência prestada pelo Hospital do Câncer do Maranhão Dr. Tarquínio Lopes Filho.

As empresas contratadas foram a Conquista Distribuidora, localizada em Camboriú, Santa Catarina; United Medical, que fica em São Paulo; Uni Hospitalar, situada em Fortaleza; a Jorge Batista e CIA, localizada em Teresina; e a Mercúrio, situada em São Luís. Os valores que serão recebidos por elas são diferentes.

De acordo com o Diário Oficial, a Conquista Distribuidora, de propriedade de Geraldo Ribeiro Franco e Maria da Conceição Franco, ganhou um contrato de R$ 154.297,44 (Cento e cinquenta e quatro mil, duzentos e noventa e sete reais e quarenta e quatro centavos).

E para a United Medical, que pertence ao Grupo Biotoscana SL, a Cláudio Coracini, Perbal S.R.L, Luciana Pietro Lorenzo Ryan, Marcus Alexander Steffen, a Emserh pagará nada menos do que R$ 3.270.240,00 (Três milhões, duzentos e setenta mil e duzentos e quarenta reais).

A Uni Hospitalar, de propriedade de Pedro Ferreira da Silva Filho e Christian Mendes Oliveira Tavares, ficou com o contrato de R$ 50.349,60 (Cinquenta mil, trezentos e quarenta e nove reais e sessenta centavos).

A Empresa Maranhense vai desembolsar R$ 75.492,00 (Setenta e cinco mil, quatrocentos e noventa e dois reais) para pagar a empresa Jorge Batista e CIA.

E a empresa de São Luís, Mércurio, de propriedade de Patrícia Vasconcelos Ribeiro e Paulo Braid Ribeiro, ficou com a maior parte do “bolo” e deve faturar R$ 6.909.861,03 (Seis milhões, novecentos e nove mil, oitocentos e sessenta e um reais e três centavos).

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Empresa do Rio de Janeiro ganha contrato de R$ 6,8 milhões no governo Flávio Dino

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A Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), órgão ligado ao governo Flávio Dino, continua gastando uma fortuna em contratos mesmo com a crise financeira “batendo à porta” do Estado.

Segundo o Diário Oficial, a Emserh firmou um contrato de R$ 6.899.390,40 milhões com empresa Torres Valporto Comércio e Distribuição de Produtos Médicos, que fica localizada no Rio de Janeiro.

De propriedade de Renato Luis de Torres e Ana Paula de Torres, a empresa de materiais hospitalares deverá fornecer material de consumo médico hospitalar, entre eles algodão.

De acordo com a Ata de Preço, a compressa para campo operatório irá custar aos cofres do Estado cerca de R$ 2.392.416,00 milhões. Já para pagar o algodão, a Emserh terá que desembolsar o montante de R$ 1.179.360,00 milhão.

É necessário que os órgãos competentes apurem os contratos firmados pela Emserh, afinal são acordos que valem cifras milionárias e os hospitais estaduais são alvos frequentes de denúncias, pois o descaso se instalou nos locais.

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Construtora abocanha contrato de R$ 65 milhões para reformas em hospitais do Estado

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Em meio a crise que assola o país, o governo Flávio Dino parece não se importar com a recessão, afinal vem gastando milhões em contratos.

Na última segunda-feira (5), a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), órgão ligado à gestão estadual, publicou no Diário Oficial do Maranhão um acordo contratual de R$ 65.466.791,56 (Sessenta e cinco milhões, quatrocentos e sessenta e seis mil, setecentos e noventa e um reais e cinquenta e seis centavos).

O valor exorbitante é para pagar a empresa Meso Engenharia Ltda (MDL Engenharia), de propriedade de Rilma Maria de Oliveira Ribeiro e Daniel Silva de Sousa, que ficará responsável em fazer manutenção predial, preventiva e corretiva das unidades de saúde do Estado.

Somente para executar o serviços nas unidades de saúde da regional da Grande São Luís, que engloba as cidades de São José de Ribamar, Paço do Lumiar e São Luís, a empreiteira, que fica localizada no Calhau, na capital maranhense, vai lucrar cerca de R$ 30.437.463,99 (Trinta milhões, quatrocentos e trinta e sete mil, quatrocentos e sessenta e três reais e noventa e nove centavos).

Os valores que serão pagos pela Emserh para manutenção de hospitais de cada regional podem ser visto abaixo.

A vigência do contrato é de 12 meses.

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Governo contrata empresa de Chapadinha por R$ 147 milhões

R$ 147.113.720,00 milhões. Esse é o valor exato que a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), órgão ligado ao governo Flávio Dino, irá pagar à empresa T.R. Hortegal-EPP, e que tem como nome fantasia Centro Clínico Hortegal.

Localizada na cidade de Chapadinha, interior do Maranhão, a empresa foi a vencedora do Pregão Presencial nº 102/2016 e deverá fornecer materiais médicos hospitalares (seringas e outros) para a Emserh.

Segundo a Ata de Registro de Preços abaixo, os valores dos equipamentos são exorbitantes. Por exemplo, para adquirir Cateteres de Drenagem Ureteral, a Empresa Maranhense vai pagar R$ 27.375.000,00 milhões.

E para fornecer Dispositivos intravenosos, o Centro Clínico Hortegal, cujo proprietário não foi divulgado pela Receita Federal, irá faturar R$ 23.437.500,00 milhões.

O acordo contratual foi assinado em março e tem validade de 12 meses.

O valor total do contrato é uma verdadeira fortuna, portanto o Ministério Público tem que averiguar todo o processo licitatório, no qual resultou a contratação dessa empresa.

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TCE suspende licitação da Emserh

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) concedeu, na sessão do Pleno desta quarta-feira (17) medida cautelar suspendendo procedimento licitatório realizado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – EMSERH. A decisão atende a denúncia com pedido de liminar formulada por um dos participantes do certame, a Empresa Laboratório de Análises Clínicas do Maranhão Ltda. – Lacmar.

Trata-se do Pregão Presencial regido pelo Edital de Credenciamento nº 013/2017-CSL/EMSERH, decorrente do Processo Administrativo nº 15.612/2017.

Na peça inicial, a denunciante alega que a licitação conduzida pelo presidente da Comissão Central de Licitação da EMSERH teria praticado atos administrativos contrários à lisura do processo. Entre outros fatos, a empresa alega ter sido inabilitada sob o argumento de não ter apresentado Atestado de Capacidade Técnica que contemplasse todo o objeto licitado.

Por outro lado, continua a denúncia, empresa concorrente teria se valido de “expediente reprovável” para garantir sua habilitação, na medida em que usou de forma mesclada documentos pertencentes à matriz e à filial, além de ter apresentado balanço contábil registrado apenas em cartório de Pessoas Jurídicas, quando deveria constar também o registro de praxe da Junta Comercial do Estado do Maranhão – Jucema.

Reconhecendo o risco de dano ao erário, o TCE, em processo relatado pelo conselheiro Edmar Cutrim, determinou a suspensão do procedimento licitatório até o julgamento do mérito, medida que inclui a citação da Presidente da Comissão Central de Licitação da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – EMSERH, Jéssica Thereza M. R. Araújo, do Pregoeiro Francisco de Assis do Amaral Neto e do presidente da empresa, Anderson Flavio Lindoso Santana, para que se pronunciem acerca da denúncia no prazo de até quinze (15) dias, contados da data do recebimento da decisão.


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Emserh contrata Instituto investigado em São Paulo

Os contratos da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – Emserh, órgão ligado ao governo Flávio Dino (PCdoB) estão cada vez mais chamando atenção.

Em fevereiro desse ano, a Emserh abriu uma licitação para contratar um empresa especializada na gestão de mão de obra, capacitação e qualificação dos colaboradores com desempenho de atividades nas Unidades pertencentes à Rede Pública Estadual de Saúde, administradas por ela.

Três entidades participaram do Pregão Nº 01/2017-CSL/EMSERH, o Instituto Superior de Educação Continuada -ISEC, o Instituto de Apoio ao Desenvolvimento da Vida Humana – IADVH, ambas com sede em São Luis, e o Instituto Bio Saúde, localizada em São Paulo.

Durante o processo, cada empresa justificou o motivo pelo qual a concorrente deveria ser desclassificada. O Bio-Saúde afirmou que o ISEC não poderia continuar participando do certame porque esta teria sido denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por fraudes na Prefeitura de São Luís.

No entanto, o Instituto de São Paulo também tem processo tramitando na Justiça paulista, mais precisamente na cidade de Ubatuba, por irregularidades no contrato de gestão de serviços de saúde celebrado entre o Município e a empresa Bio-Saúde.

Ao final do procedimento licitatório, a Bio-Saúde sagrou-se vencedora do Pregão.

Desse modo, é notório que há falha no critério de avaliação para contratar empresas que atuem na saúde estadual.

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