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Governo Flávio Dino gastará R$ 10,4 milhões em medicamentos oncológicos

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R$ 10.460.240,07 milhões. Esse é o valor exato que a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), órgão ligado ao governo Flávio Dino (PCdoB), vai pagar para 5 empresas diferentes.

Os contratos firmados preveem o fornecimento de medicamentos oncológicos injetáveis, necessários na assistência prestada pelo Hospital do Câncer do Maranhão Dr. Tarquínio Lopes Filho.

As empresas contratadas foram a Conquista Distribuidora, localizada em Camboriú, Santa Catarina; United Medical, que fica em São Paulo; Uni Hospitalar, situada em Fortaleza; a Jorge Batista e CIA, localizada em Teresina; e a Mercúrio, situada em São Luís. Os valores que serão recebidos por elas são diferentes.

De acordo com o Diário Oficial, a Conquista Distribuidora, de propriedade de Geraldo Ribeiro Franco e Maria da Conceição Franco, ganhou um contrato de R$ 154.297,44 (Cento e cinquenta e quatro mil, duzentos e noventa e sete reais e quarenta e quatro centavos).

E para a United Medical, que pertence ao Grupo Biotoscana SL, a Cláudio Coracini, Perbal S.R.L, Luciana Pietro Lorenzo Ryan, Marcus Alexander Steffen, a Emserh pagará nada menos do que R$ 3.270.240,00 (Três milhões, duzentos e setenta mil e duzentos e quarenta reais).

A Uni Hospitalar, de propriedade de Pedro Ferreira da Silva Filho e Christian Mendes Oliveira Tavares, ficou com o contrato de R$ 50.349,60 (Cinquenta mil, trezentos e quarenta e nove reais e sessenta centavos).

A Empresa Maranhense vai desembolsar R$ 75.492,00 (Setenta e cinco mil, quatrocentos e noventa e dois reais) para pagar a empresa Jorge Batista e CIA.

E a empresa de São Luís, Mércurio, de propriedade de Patrícia Vasconcelos Ribeiro e Paulo Braid Ribeiro, ficou com a maior parte do “bolo” e deve faturar R$ 6.909.861,03 (Seis milhões, novecentos e nove mil, oitocentos e sessenta e um reais e três centavos).

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Poder

Empresa do Rio de Janeiro ganha contrato de R$ 6,8 milhões no governo Flávio Dino

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A Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), órgão ligado ao governo Flávio Dino, continua gastando uma fortuna em contratos mesmo com a crise financeira “batendo à porta” do Estado.

Segundo o Diário Oficial, a Emserh firmou um contrato de R$ 6.899.390,40 milhões com empresa Torres Valporto Comércio e Distribuição de Produtos Médicos, que fica localizada no Rio de Janeiro.

De propriedade de Renato Luis de Torres e Ana Paula de Torres, a empresa de materiais hospitalares deverá fornecer material de consumo médico hospitalar, entre eles algodão.

De acordo com a Ata de Preço, a compressa para campo operatório irá custar aos cofres do Estado cerca de R$ 2.392.416,00 milhões. Já para pagar o algodão, a Emserh terá que desembolsar o montante de R$ 1.179.360,00 milhão.

É necessário que os órgãos competentes apurem os contratos firmados pela Emserh, afinal são acordos que valem cifras milionárias e os hospitais estaduais são alvos frequentes de denúncias, pois o descaso se instalou nos locais.

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Construtora abocanha contrato de R$ 65 milhões para reformas em hospitais do Estado

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Em meio a crise que assola o país, o governo Flávio Dino parece não se importar com a recessão, afinal vem gastando milhões em contratos.

Na última segunda-feira (5), a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), órgão ligado à gestão estadual, publicou no Diário Oficial do Maranhão um acordo contratual de R$ 65.466.791,56 (Sessenta e cinco milhões, quatrocentos e sessenta e seis mil, setecentos e noventa e um reais e cinquenta e seis centavos).

O valor exorbitante é para pagar a empresa Meso Engenharia Ltda (MDL Engenharia), de propriedade de Rilma Maria de Oliveira Ribeiro e Daniel Silva de Sousa, que ficará responsável em fazer manutenção predial, preventiva e corretiva das unidades de saúde do Estado.

Somente para executar o serviços nas unidades de saúde da regional da Grande São Luís, que engloba as cidades de São José de Ribamar, Paço do Lumiar e São Luís, a empreiteira, que fica localizada no Calhau, na capital maranhense, vai lucrar cerca de R$ 30.437.463,99 (Trinta milhões, quatrocentos e trinta e sete mil, quatrocentos e sessenta e três reais e noventa e nove centavos).

Os valores que serão pagos pela Emserh para manutenção de hospitais de cada regional podem ser visto abaixo.

A vigência do contrato é de 12 meses.

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Governo contrata empresa de Chapadinha por R$ 147 milhões

R$ 147.113.720,00 milhões. Esse é o valor exato que a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), órgão ligado ao governo Flávio Dino, irá pagar à empresa T.R. Hortegal-EPP, e que tem como nome fantasia Centro Clínico Hortegal.

Localizada na cidade de Chapadinha, interior do Maranhão, a empresa foi a vencedora do Pregão Presencial nº 102/2016 e deverá fornecer materiais médicos hospitalares (seringas e outros) para a Emserh.

Segundo a Ata de Registro de Preços abaixo, os valores dos equipamentos são exorbitantes. Por exemplo, para adquirir Cateteres de Drenagem Ureteral, a Empresa Maranhense vai pagar R$ 27.375.000,00 milhões.

E para fornecer Dispositivos intravenosos, o Centro Clínico Hortegal, cujo proprietário não foi divulgado pela Receita Federal, irá faturar R$ 23.437.500,00 milhões.

O acordo contratual foi assinado em março e tem validade de 12 meses.

O valor total do contrato é uma verdadeira fortuna, portanto o Ministério Público tem que averiguar todo o processo licitatório, no qual resultou a contratação dessa empresa.

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TCE suspende licitação da Emserh

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) concedeu, na sessão do Pleno desta quarta-feira (17) medida cautelar suspendendo procedimento licitatório realizado pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – EMSERH. A decisão atende a denúncia com pedido de liminar formulada por um dos participantes do certame, a Empresa Laboratório de Análises Clínicas do Maranhão Ltda. – Lacmar.

Trata-se do Pregão Presencial regido pelo Edital de Credenciamento nº 013/2017-CSL/EMSERH, decorrente do Processo Administrativo nº 15.612/2017.

Na peça inicial, a denunciante alega que a licitação conduzida pelo presidente da Comissão Central de Licitação da EMSERH teria praticado atos administrativos contrários à lisura do processo. Entre outros fatos, a empresa alega ter sido inabilitada sob o argumento de não ter apresentado Atestado de Capacidade Técnica que contemplasse todo o objeto licitado.

Por outro lado, continua a denúncia, empresa concorrente teria se valido de “expediente reprovável” para garantir sua habilitação, na medida em que usou de forma mesclada documentos pertencentes à matriz e à filial, além de ter apresentado balanço contábil registrado apenas em cartório de Pessoas Jurídicas, quando deveria constar também o registro de praxe da Junta Comercial do Estado do Maranhão – Jucema.

Reconhecendo o risco de dano ao erário, o TCE, em processo relatado pelo conselheiro Edmar Cutrim, determinou a suspensão do procedimento licitatório até o julgamento do mérito, medida que inclui a citação da Presidente da Comissão Central de Licitação da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – EMSERH, Jéssica Thereza M. R. Araújo, do Pregoeiro Francisco de Assis do Amaral Neto e do presidente da empresa, Anderson Flavio Lindoso Santana, para que se pronunciem acerca da denúncia no prazo de até quinze (15) dias, contados da data do recebimento da decisão.


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Emserh contrata Instituto investigado em São Paulo

Os contratos da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – Emserh, órgão ligado ao governo Flávio Dino (PCdoB) estão cada vez mais chamando atenção.

Em fevereiro desse ano, a Emserh abriu uma licitação para contratar um empresa especializada na gestão de mão de obra, capacitação e qualificação dos colaboradores com desempenho de atividades nas Unidades pertencentes à Rede Pública Estadual de Saúde, administradas por ela.

Três entidades participaram do Pregão Nº 01/2017-CSL/EMSERH, o Instituto Superior de Educação Continuada -ISEC, o Instituto de Apoio ao Desenvolvimento da Vida Humana – IADVH, ambas com sede em São Luis, e o Instituto Bio Saúde, localizada em São Paulo.

Durante o processo, cada empresa justificou o motivo pelo qual a concorrente deveria ser desclassificada. O Bio-Saúde afirmou que o ISEC não poderia continuar participando do certame porque esta teria sido denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por fraudes na Prefeitura de São Luís.

No entanto, o Instituto de São Paulo também tem processo tramitando na Justiça paulista, mais precisamente na cidade de Ubatuba, por irregularidades no contrato de gestão de serviços de saúde celebrado entre o Município e a empresa Bio-Saúde.

Ao final do procedimento licitatório, a Bio-Saúde sagrou-se vencedora do Pregão.

Desse modo, é notório que há falha no critério de avaliação para contratar empresas que atuem na saúde estadual.

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Reagentes irão custar R$ 2,6 milhões ao governo Flávio Dino

Os contratos milionários não param de ser celebrados pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – Emserh, órgão ligado à gestão de Flávio Dino (PCdoB).

Para adquirir reagentes (cartelas, diluentes, painéis, etc.) utilizados na técnica gel centrifugação com cessão de equipamento automatizado para os Laboratórios de Imuno-hematologia do Hemocentro em São Luís e manual para os HEMONÚCLEOS de Caxias, Imperatriz, Balsas e Santa Inês, a Emserh vai gastar R$ 2.670.385,04 milhões.

A empresa que irá fornecer reagentes ao governo é a Expansão Diagnósticos Ltda, localizada em Belo Horizonte (MG). Os proprietários são Rommel Abel Vasconcelos, André Fraga Vieira, Leila Mara de Castro, Nelson Ronaldo Ribeiro e Harley Raul Rbeiro.

O contrato que tem vigência de 12 meses, iniciou em 29 de setembro de 2016 e irá terminar em 29 de setembro de 2017, podendo ser prorrogado.

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Vivamar Hospitalar lucrou R$ 6 milhões com dispensa de licitação no governo Flávio Dino

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Vivamar Hospitalar lucrou R$ 6 milhões com dispensa de licitação no governo Flávio Dino

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Fachada da Vivamar Hospitalar, segundo arquivo do Google Earth.

A M.A.Silva Equipamentos Hospitalares, conhecida como Vivamar Hospitalar, localizada no São Cristóvão, em São Luís, vem fazendo fortuna com “certos benefícios” concedidos pelo governo Flávio Dino (PCdoB).

Com capital social de R$ 400 mil (Quatrocentos mil reais), a empresa de equipamentos, cujo proprietário não foi divulgado pela Receita Federal, foi agraciada com 5 contratos em caráter emergencial, ou seja com dispensa de licitação, pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – Emserh, órgão ligado à gestão estadual.

Em 2016, a Vivamar faturou cerca de R$ 6.074.813,65 milhões, segundo documentos obtidos pelo Blog do Neto Ferreira.

Os contratuais foram firmados entre os meses de abril e agosto e findaram em novembro.

Em abril, a Emserh contratou a Vivamar por R$ 159.589,50 mil para garantir Nutrição Enteral, módulos e suplementos alimentares, para atender demandas de usuários atendidos pelas Unidades de Saúde. O contrato findou em julho de 2016.

Já em julho, a empresa faturou outro acordo no valor de R$ 176.378,90 mil para fornecer material de consumo médico hospitalar. O contrato acabou em 16 de outubro.

Antes mesmo que acabasse o segundo acordo contratual, a Vivamar foi agraciada com outro orçado R$ 5.332.151,85 milhões em 11 de agosto para fornecer medicamentos, que terminou em 9 de novembro.

Não satisfeita com enxurrada de contratos milionários concedidos à empresa de equipamentos, a Emserh celebrou mais dois, sendo um 3 dias depois e outro 15 dias após o terceiro acordo nos valores de R$ 369.950,00 mil e R$ 36.743,40 mil, respectivamente, para garantir o fornecimento de Dietas Parenterais e Oligoelementos e medicamentos do tipo oncológico para atender as demandas de usuários atendidos pelo Hospital de Câncer do Maranhão “Dr. Tarquínio Lopes Filho” – HTLF. Ambos findaram em novembro.

Mas o “benefício” concedido à Vivamar pela Emserh não parou por aí.

No início de 2017, a Empresa Maranhense celebrou outro contrato no valor de R$ 2.023.338,00 milhões. O blog chegou a publicar o contrato milionário. (Veja)

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Governo Flávio Dino irá gastar mais de R$ 4 milhões em reagentes químicos

O governo Flávio Dino (PCdoB) constantemente alega dificuldades financeiras por conta da crise que assola o país. Desse modo, usa desse artifício para aumentar impostos, como o ICMS, e negar reajuste salarial para a classe dos professores.

No entanto, a gestão comunista tem se contradito. À proporção que emite um discurso de crise financeira, os órgãos estaduais, a cada dia que passa, fazem gastos vultuosos. Como é o caso da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares -Emserh, órgão ligado ao governo, que vem gastando milhões em contratos.

Além de torrar cifras milionárias com equipamentos hospitalares, medicamentos, e demais materiais médicos, a Emserh contrata empresas investigadas e proibidas de ter qualquer tipo de relacionamento com o Poder Público, sempre com dispensa de licitação (saiba mais aqui, aqui, aqui e aqui).

Um exemplo claro de farra com o dinheiro público são os seguintes contratos celebrados no início de 2017. A presidente da Emserh, Ianik Rafaela Leal, firmou dois acordos contratuais milionários com o mesmo objeto, mas com empresas diferentes.

As detentoras dos acordos são as empresas Mercúrio Comércio de Produtos Hospitalares Ltda e a Diagnocel Comércio e Representações Ltda.

A Mércurio, que tem como proprietários Patrícia Vasconcelos Ribeiro e Paulo Braid Ribeiro, foi ganhadora do contrato de R$ 1.136.600,00 milhão . A empresa fica localizada em São Luís.

Já a Diagnocel, de propriedade Nei Magalhães Ferreira, Eudes José Bastos, Emanuele Schiavotelo Mendonça Silva, Ema Consultoria, Participações e Empreendimentos Ltda, e Gabriel Simão Ferreira, ficou com o contrato de maior valor e deve receber cerca de R$ 2.951.500,00 milhões. A empresa fica situada em Fortaleza, Ceará.

A Mércurio e a Diagnocel deverão fornecer reagentes para realização de exames de imunologia com metodologia compatível por Quimioluminescência, Eletroquimioluminescência ou Fluorimetria, pacto adjeto de comodato, para o Instituto Oswaldo Cruz/ Laboratório Central de Saúde Pública do Maranhão (IOC/LACEN-MA).

A vigência dos contratos é de 12 meses cada, e, se, somados dão R$ 4.088.100,00 milhões.

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Empresa do Piauí lucrou R$ 6,7 milhões no governo Flávio Dino sem participar de licitação

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Proprietário da Dimensão Distribuidora, Jadyel Alencar.

Em 2016, a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares-EMSERH, órgão ligado ao governo Flávio Dino (PCdoB) e que tem como presidente presidente Ianik Rafaela Lima Leal, firmou contratos com valores altíssimos em caráter emergencial, ou seja, sem licitação.

Uma das empresas agraciada com essa dispensa é a Dimensão Distribuidora, que tem como dono Jadyel Alencar e fica localizada em Teresina, Piauí.

Somente entre julho e novembro, a Dimensão lucrou R$ 6.729.562,48 milhões, segundo documentos obtidos pelo Blog do Neto Ferreira (leia abaixo).

Dois dos três contratos orçados em R$ 1.398.768,78 milhão, cada um, foram firmados em julho e findaram em outubro. O terceiro acordo foi celebrado em agosto e terminou em novembro e estava avaliado em R$ 3.932.024,92 milhões.

Todos foram realizados em 2016 e com vigência de apenas 90 dias.

Os acordos contratuais prevem o fornecimento de medicamentos e na aquisição de material de consumo médico hospitalar para atender as demandas de usuários atendidos pelas Unidades de Saúde administradas pela EMSERH.

A quantidade de contratos com dispensa de licitação é grande. Portanto, os órgãos competentes tem que abrir o olho para tais acordos celebrados pela empresa ligada ao governo Flávio Dino.

Vale ressaltar que não é somente na gestão estadual que a Dimensão Distribuidora está faturando alto. A empresa já mirou em Prefeituras do Maranhão e ganhou contratos que, somados, chegam a R$ 4.073.610,61 milhões. (Saiba mais)

O Blog trará, ainda, mais informações a respeito dessa “farra” de contratos milionários feita pela Emserh e também, sobre a Dimensão Distribuidora.

Veja abaixo os acordos firmados pela Empresa Maranhense:

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