Poder

Apenas promessas Edivaldo???

O prefeito reeleito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior voltou a fazer promessas grandiosas, bem como nas eleições de 2012, onde conseguiu ganhar os eleitores com o discurso da mudança e com promessas, a exemplo do elevado da Forquilha, que nem sequer foi para o papel.

Na quinta-feira (27), antes da eleição, Edivaldo postou em sua página do Facebook que, se eleito, vai construir passarelas com elevadores para facilitar a travessia dos pedestres nos pontos mais críticos e perigosos do trânsito de São Luís. Basta saber se essa proposta não é apenas eleitoreira para atrair o voto dos indecisos.

“Sei que a maior parte das vítimas de acidentes de trânsito são os pedestres. Por isso, vou implantar passarelas com elevadores em locais onde há grande fluxo de pessoas como as avenidas Carlos Cunha, Africanos e nos Shoppings Tropical, da Ilha e Rio Anil. Dessa forma, a população pode fazer a travessia com mais segurança e os motoristas poderão trafegar com mais fluidez. É assim que vamos continuar seguindo em frente pelos próximos quatro anos”, prometeu Edivaldo.

Agora, com a reeleição de Holandinha, a população ludovicense vai cobrar a promessa.

Se ele honrará com sua palavra, só o tempo dirá.

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Política

Edivaldo Júnior diz que ficará até 2020 na Prefeitura

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O prefeito reeleito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), rechaçou as suposições de que sairia como candidato nas eleições estaduais e afirmou que ficará até 2020, ano que acaba o seu 2º mandato como gestor municipal.

A declaração foi dada durante a entrevista no JMTV, da TV Mirante.

“Nosso compromisso é de ficar até o último ano da nossa gestão. Fui eleito com a bênção de Deus e com a vontade popular para ser prefeito de São Luís. Ficaremos por mais quatro anos administrando a nossa cidade”, declarou.

As hipóteses sobre uma possível saída de Holandinha da Prefeitura para se candidatar ou como deputado federal ou como senador da República surgiram durante a campanha para o 2º turno das eleições municipais.

Vários meios de comunicações disseram que essa seria a estratégia do governador do Maranhão, Flávio Dino, do secretário de Comunicação, Márcio Jerry, ambos do PCdoB, e seus correlegionários para que o agora vice-prefeito, Júlio Pinheiro (PCdoB), assumisse o Executivo de São Luís.


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Maranhão / Política

Futuro político de Edivaldo Júnior vai depender dos próximos 4 anos

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No último domingo (30), Edivaldo Holanda Júnior (PTD) saiu vitorioso das urnas no 2º turno em São Luís.

No entanto, a diferença entre o prefeito reeleito e o adversário, Eduardo Braide (PMN), foi de apenas 41.651 votos (7,88%). Esses números dizem muito sobre como a população está vendo o governo do pedetista na capital maranhense, e devem servir como uma reflexão a Edivaldo Júnior.

Os dados revelam que os cidadãos ludovicenses estão mais atentos e se informando cada vez mais acerca das ações de Holandinha enquanto gestor público. Portanto, está na hora de parar e refletir os reais motivos que levaram 46,06% do eleitorado de São Luís a votar no candidato Eduardo Braide para governar a cidade.

É necessário que o prefeito faça uma análise de todo o seu mandato anterior e reveja os erros e acertos, afinal os próximos quatro anos servirão de “vitrine” para que cada cidadão possa observar os passos do prefeito. Desse modo, permitir que ele alce voos mais altos na política maranhense.

Caso, cometa os mesmos erros da gestão passada, Edivaldo poderá encerrar a sua carreira política ao final de 2020. Portanto, terá que honrar os 285.242 mil votos que recebeu e cumprir o seu comprimisso com 100% da população de São Luís dando equidade às ações e investindo muito no bem‐estar da população.

Para sobreviver politicamente, precisará mais de aplausos do que de vaias pelos próximos quatro anos.


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Política

Eleições em São Luís impõem derrota a Sarney

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O ex-presidente José Sarney (PMDB), um dos importantes caciques políticos nordestinos, sai derrotado, respectivamente, das eleições em São Luís.

Na capital do Maranhão, tanto o prefeito reeleito, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), quanto o adversário Eduardo Braide (PMN) se recusaram a receber apoio da família Sarney, hoje rejeitada por parte da população de São Luís.

“Ninguém queria a família Sarney. O PMDB e a família Sarney apoiaram a candidatura do Eduardo Braide. Foi uma consolidação da vitória do [governador Flávio] Dino, com o governo do Estado e a prefeitura da capital contra a família Sarney. Pela primeira vez, você tem a consolidação de uma força antifamília Sarney”, observou o cientista político Vannuncio Pimentel.

Dois anos após perder o governo do Maranhão para Flávio Dino (PC do B), o grupo político do ex-presidente chegou às eleições municipais dividido entre os quatro principais candidatos à Prefeitura de São Luís.

Sem um nome competitivo para disputar as eleições na capital, o grupo do ex-presidente viu o PMDB lançar a candidatura do vereador Fábio Câmara à revelia de caciques do partido, como a ex-governadora Roseana Sarney e o senador Edison Lobão. O candidato não chegou ao segundo turno.

Do UOL


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Política

2º turno das eleições tem mais de 100 mil abstenções em São Luís

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Diferença de 41.651 mil votos reelegeu Edivaldo Holanda Júnior (PDT) como prefeito de São Luís, onde, neste domingo, 30 de outubro, ocorreu 2º turno das eleições 2016. Ele disputava com Eduardo Braide do PMN, totalizando 285.242 (53,94%) contra 243.591 (46,06%) do segundo colocado. A diplomação ocorre no dia 19 de dezembro.

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão encerrou a apuração dos votos às 19h11, quando foram recebidos todos os votos das 1.968 seções de 260 locais de votação distribuídos em 9 zonas eleitorais da cidade. Deixaram de votar 8.758 (1,58%) e anularam 15.944 (2,88%). A abstenção registrada foi de 106.244 (16,10%) e o comparecimento de 553.535 (83,90%), sendo que nenhuma urna deu problema.

Em coletiva de imprensa, presidente e corregedor do TRE-MA, desembargadores Lourival Serejo e Raimundo Barros, elogiaram o trabalho de todos os envolvidos no processo eleitoral, destacando o esquema de segurança que garantiu tranquilidade antes, durante e após a votação.

“Temos a satisfação de fazer este anúncio coroado de êxito. Atravessamos esse processo com coragem, planejamento, organização e muita disposição de nossos servidores e isto é um orgulho para a Justiça Eleitoral de prestar esse serviço à comunidade de São Luís, à democracia. Temos certeza de que afirmamos em cada eleição dessa o compromisso com a ética, transparência, celeridade e com a solidificação de nossa República”, elogiando, ao encerrar sua fala, o papel da imprensa novamente, que agiu como aliada porque contribuiu para a transparência das eleições.

Para o desembargador Raimundo Barros, a palavra da Justiça Eleitoral já havia sido dada pelo presidente, “da minha parte, da Corregedoria, nós só queríamos registrar que depois de dias, que denominei de dias tensos no primeiro turno, nós tivemos uma eleição absolutamente tranqüila neste segundo turno, sem nenhuma ocorrência, sem nenhum ato de violência ou de vandalismo. Mantivemos todo o planejamento do primeiro para este segundo turno e naturalmente, como disse nosso presidente, com a união de forças e a mobilização do quadro de pessoal e dos membros da Corte, de modo de que nos sentimos realizados, parabenizamos o prefeito reeleito e toda a comunidade por esse resultado”.

Edvaldo Holanda Júnior, acompanhado de correligionários, fez visita de cortesia ao Tribunal após o anúncio oficial do resultado, agradecendo o trabalho transparente desenvolvido pela Justiça Eleitoral do Maranhão.


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Política

Edivaldo Holanda Júnior é reeleito em São Luís

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O atual prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), foi o grande vencedor das eleições na capital maranhense. Holandinha foi reeleito com 53,94% dos votos válidos. Eduardo Braide (PMN) ficou em segundo lugar com 46,06% dos votos.

A disputa foi acirrada. No começo da apuração, Eduardo Braide chegou a liderar, mas com mais de 30% das urnas apuradas, Edivaldo Holanda Júnior virou o jogo e se manteve em primeiro lugar, alargando a diferença sobre o oponente. Com pouco mais de 95% das seções eleitorais apuradas, o resultado das eleições em São Luís já estava definido.

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O número de abstenções neste turno também surpreendeu, foram 106.244 contra 92.804 do pleito anterior. Número muito superior à votação obtida pelo candidato Wellington do Curso no primeiro turno, por exemplo, que foi 103.951 votos. Nulos e brancos também tiveram uma taxa expressiva, ao todo foram 24.702 votos.

Essa eleição, sem sombra de dúvidas, vai entrar para história em São Luís. Um candidato inexpressivo durante a jornada para o primeiro turno conseguiu mudar o cenário e o jogo a seu favor, simplesmente com um discurso afiado e alinhado em apenas dois debates televisivos. Isso foi suficiente para cativar o eleitorado ludovicence e levar Eduardo Braide ao segundo turno.

Ah, o segundo turno. A caminhada até essa etapa não foi nada fácil para os candidatos. Ambos trocaram inúmeras acusações. Os ânimos se exaltaram e o clima ficou tenso. Sobrou até para jornalistas, que foram duramente atacados pelo candidato vencido neste turno, inclusive o titular deste blog, que chegou a ser acionado judicialmente por Eduardo Braide.

Depois do sufoco, Edivaldo Holanda Júnior respira aliviado, e Braide se projeta para 2018.


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Poder

Edivaldo e o trunfo do Nhozinho Santos

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A reforma no estádio Nhozinho Santos era cobrada e esperada há tempos pelos desportistas, torcida e demais amantes do futebol. A Prefeitura de São Luís amarrou a entrega do estádio, prevista para o mês de julho, o quanto pode e decidiu entregar justamente próximo ao segundo turno das eleições.

As fotos, acima, foram divulgadas pela Prefeitura na semana do acirrado pleito eleitoral. A entrega deve acontecer nos próximos dias. O prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), deve garantir o votos dos desportistas.


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Política

Prisão de eleitor está proibida a partir de hoje

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Faltando cinco dias para a realização do segundo turno das eleições municipais, a partir de hoje (25) nenhum eleitor poderá ser preso ou detido. A exceção é para os casos de flagrante. A regra está prevista no Código Eleitoral.

De acordo com o Artigo 236, “nenhuma autoridade poderá, desde 5 (cinco) dias antes e até 48 (quarenta e oito) horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou ainda por desrespeito a salvo-conduto”.

No próximo dia 30, eleitores de 18 capitais e mais 37 municípios voltarão às urnas para o segundo turno das eleições. Após a apuração dos votos do primeiro turno, realizado no dia 2 deste mês, 55 municípios de 11 estados não tiveram a eleição definida e escolherão prefeito e vice-prefeito. (Agência Brasil).


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Poder

A tese de Eduardo Braide…

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De irrelevante a surpreendente, a desenvoltura da candidatura de Eduardo Braide (PMN), na disputa pela Prefeitura de São Luís, pegou a todos de surpresa, quiça ele mesmo. Uma reviravolta imaginável, no 1º turno das eleições municipais, deixou muita gente boquiaberta. Em nenhum momento, Braide chegou a ser cogitado como oponente de Edivaldo Holanda Júnior (PDT) no 2º turno do pleito eleitoral.

Contra todas as expectativas e cenários errôneos, amplamente divulgados, Braide consolidou-se na vice-liderança pela Prefeitura de São Luís e reservou seu espaço para o outro nível do embate, muito mais acirrado e (in)tenso. De nome apático a candidato revelação, Braide se fez ver e ouvir pelo eleitorado ludovicense.

As pesquisas eleitorais, que erraram feio no 1º turno em São Luís, mostram uma disputa apertada entre os dois candidatos. Alguns institutos chegam a arriscar que Braide leva essa disputa. Mas, o resultado só será conhecido mesmo no próximo dia 31. Até lá esse cenário favorável não passa de especulação, haja vista o vexame das pesquisas no 1º turno.

Uma coisa é certa: independente do resultado das urnas, Eduardo Braide já é vitorioso. Isso porque ele conseguiu projetar seu nome de forma exponencial em toda São Luís. Com toda repercussão que conseguiu, tem condições reais de alçar voos bem maiores nas eleições de 2018.

A retórica levou a ludibriar o eleitorado. Sem sombras de dúvida, Braide fortaleceu seu nome em São Luís. E parece que esse era o real objetivo. Visto que não fez questão de firmar e nem expor alianças políticas para o 2º turno, como estratégia para fortalecer sua candidatura.

Prova disso é que Braide não conseguiu aglutinar o apoio de todos os candidatos derrotados no 1º turno – somente de Wellington – e nem de boa parte dos comunicadores que eram favoráveis à derrota de Edivaldo.

Por isso, a tese de Braide e que muitos analistas políticos dizem é óbvia: derrotando Edivaldo ou perdendo no 2º turno, ele está ganhando.


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Política

Silêncio de Flávio Dino revolta prefeito Edivaldo Holanda Júnior

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O silêncio do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em relação a sua posição no pleito municipal de São Luís tem gerado revolta no candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Apesar de ser de conhecimento de todos o real posicionamento do governador nessas eleições, Dino concedeu uma entrevista após a votação do 1º turno e declarou que iria se pronunciar oficialmente o quanto antes sobre quem iria apoiar, pois ambos os candidatos ao cargo de prefeito são da sua base de apoio, porém não o fez. “Eu farei uma reflexão e tomarei uma decisão pessoal”, declarou o governador Flávio Dino à época.

Esse fato tem deixado Holanda Júnior indignado, afinal o pedetista contava como certa a declaração de apoio do gestor estadual para alavancar a sua candidatura nesse 2º turno das eleições para que assim garantisse de vez a vitória na disputa.

Mas ao que parece, Dino tem preferido o silêncio e a neutralidade.


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