Judiciário

Juiz afastado do caso Eike Batista é penalizado por desvio de conduta

Juiz Flávio Roberto de Souza

Juiz Flávio Roberto de Souza

O Juiz Flávio Roberto de Souza receberá a aplicação de pena disciplinar por aposentadoria com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço por desvio de conduta.

O juiz, que atuou no início dos processos em que o empresário Eike Batista responde por crimes contra o mercado, foi flagrado dirigindo o Porsche Cayenne de Eike, e admitiu ter guardado o veículo na garagem do prédio onde mora, junto com uma Range Rover, do filho do empresário, Thor Batista.

Logo após o incidente, Flávio entrou de licença médica e outro juiz assumiu o caso.

O pedido de aposentadoria foi solicitado pelo Ministério Público Federal (MPF), ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ/ES). O pedido faz parte de um dos cinco processos administrativos disciplinares contra o ex-titular da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

O MPF informou que além dos outros quatro procedimentos disciplinares, há uma denúncia criminal já oferecida contra o juiz, “aguardando o julgamento de um incidente de insanidade mental proposto pelo acusado, e dois inquéritos policiais”.

Caso condenado criminalmente, além de prisão e multa, o juiz Flávio Roberto de Souza perder o cargo ou a aposentadoria, declarou o ministério, em nota. O advogado informou ainda que “desconhece” os inquéritos policiais citados e que não pode informar do que se trata a denúncia criminal “porque corre em segredo de justiça”.


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Poder

PF apreende lancha avaliada em R$ 100 milhões de Eike Batista

A Polícia Federal (PF) apreendeu na manhã desta quarta-feira (11) três embarcações e três motos náuticas do empresário Eike Batista, por determinação da Justiça Federal. Segundo a Delegacia Federal de Angra dos Reis, os bens estavam na casa do empresário, localizada no bairro Vila Velha, na cidade de Angra, no sul fluminense.

Entre as embarcações apreendidas está uma lancha avaliada em R$ 100 milhões. A Justiça Federal determinou, no último dia 4, o bloqueio dos ativos e bens do empresário, dos filhos e das ex-mulheres, cujo valor supera R$ 3 bilhões.

No dia 6, a PF apreendeu seis veículos, relógios, dinheiro em espécie, uma escultura, um piano, um computador, um telefone celular e um Ovo Fabergé. Eike Batista responde a processos por falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e crimes contra o mercado financeiro. AGÊNCIA BRASIL


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Poder

Eike Batista vira réu e Justiça ordena bloqueio de 1,5 bilhão

Da Veja

O empresário Eike.

O empresário Eike.

O empresário Eike Batista virou réu na Justiça Federal do Rio de Janeiro nesta terça-feira, pelos crimes de manipulação de mercado e uso indevido de informação privilegiada. A 3ª Vara Federal Criminal do Rio também determinou o bloqueio de até 1,5 bilhão de reais em ativos financeiros, depositados em bancos brasileiros.

O bloqueio dos bens ainda precisa ser confirmado pelo Banco Central. Eike já possui 122 milhões de reais bloqueados pela Justiça desde maio. De acordo com o juiz Flávio Roberto de Souza, caso o empresário não tenha esses 1,5 bilhão de reais em bancos brasileiros, pode ser determinado o arresto de imóveis ou veículos. O advogado Sérgio Bermudes informou ao site de VEJA que Eike não possui tais valores em suas contas bancárias.

Eike foi acusado de crimes contra o mercado de capitais por sua atuação como controlador da petrolífera OGP, ex-OGX, de 2012 a 2013. De acordo com o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, ele obteve vantagem indevida durante a negociação de ações da empresa na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Segundo os procuradores da república Rodrigo Poerson e Orlando Cunha, o lucro ilícito variou de 136.319.477,00 a 153.925.182,00 reais. Os ganhos indevidos ocorreram quando ele negociou ações da OGX antes de divulgar ao mercado notícias negativas sobre a companhia.


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Maranhão

OGX, de Eike Batista, acerta venda da OGX Maranhão

MPX_maranhoA petroleira OGX, de Eike Batista, que entrou com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira (30), anunciou na manhã desta quinta-feira (31) que fechou acordo para vender a fatia que possui na OGX Maranhão – um braço da companhia, ainda considerado confiável, que explora gás na Bacia do Paranaíba.

O comunicado foi feito por meio de fato relevante, disponível na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A Eneva, antiga MPX e agora controlada pelo grupo alemão E.ON, com atuais 33,3% da OGX Maranhão, e a Cambuhy Investimentos comprarão 66,7% da OGX Maranhão por R$ 200 milhões. A negociação poderá levantar dinheiro na tentativa de salvar a petroleira de Eike.

“A companhia e a Cambuhy celebraram um acordo de compra de ações, por meio do qual a Cambuhy concordou em adquirir da companhia sua participação remanescente na OGX Maranhão por um preço de compra de R$ 200.000.000 (duzentos milhões de reais), sujeito a certos termos e condições que incluem, mas não se limitam à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica e da Agência Nacional de Petróleo, além da aprovação dos credores”, diz a nota da petroleira. A Cambuhy tem entre os sócios a família Moreira Salles.

De acordo com a OGX, a companhia possui oito blocos exploratórios terrestres na Bacia do Paranaíba, por meio da subsidiária OGX Maranhão. Todos os blocos, com área total de 24.500 km², são operados pela companhia. “Esta é uma bacia de nova fronteira, onde a OGX realizou importantes descobertas de gás natural e a produção comercial iniciou em janeiro de 2013”, diz a OGX, em sua página na internet.

No início da semana, bancos credores da OGX Maranhão fecharam uma opção de venda de 66,7% da empresa para a Eneva caso fosse necessária a execução de garantias dos empréstimos.

Os campos de gás no Maranhão estão entre as últimas opções disponíveis para Eike obter recursos para sua endividada petroleira OGX.

No acordo, a Cambuhy e a E.ON também concordaram em investir na OGX Maranhão um valor total de R$ 250 milhões. “O investimento será realizado via aumento de capital na OGX Maranhão, no qual a Cambuhy irá subscrever ações equivalentes a R$ 200.000.000 (Duzentos milhões de Reais) e a E.ON subscreverá ações equivalentes a R$50.000.000 (Cinquenta Milhões de Reais) (“Aumento de Capital”)”, afirma a nota.

Em nota divulgada também na manhã desta quinta-feira, a Eneva diz que “a nova estrutura societária o aumento de capital proporcionarão à OGX Maranhão os recursos necessários para dar seguimento às suas operações e projetos de exploração, assegurando a continuidade das operações e garantindo à Eneva o acesso contínuo ao fornecimento de gás para a usina de geração de energia e produção de gás de Parnaíba”.

“Adicionalmente, a unidade de Exploração & Produção da E.ON fornecerá conhecimento e experiência técnica e operacional ao negócio.”

Pedido de recuperação

Na véspera, a petroleira OGX entrou nesta quarta-feira (30) com pedido de recuperação judicial. O pedido foi feito pelo advogado Sergio Bermudes. O anúncio foi publicado em fato relevante nesta quinta-feira, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

“Em vista da situação financeira desfavorável em que se encontra, dos prejuízos por ela já acumulados, bem como do vencimento recente e vindouro de grande parte de seu endividamento, ajuizou, nesta data, na Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, pedido de recuperação judicial, em conjunto com suas controladas, OGX Petróleo e Gás S.A., OGX International GmbH e OGX Austria GmbH, nos termos dos artigos 51 e seguintes da Lei n.º 11.101/05, em medida de urgência, mediante deliberação de seu Conselho de Administração realizada na tarde de 30 de outubro de 2013”, diz o fato relevante

A medida já vinha sendo aguardada pelo mercado, com a proximidade do fim do prazo para que a empresa agisse e evitasse um calote formal de sua dívida. O processo de recuperação judicial da petroleira é o maior da história de uma empresa latino-americana, segundo dados da Thomson Reuters.

Como funciona a recuperação jucial

A recuperação judicial é um instrumento da legislação brasileira que permite que empresas que perderam a capacidade para pagar suas dívidas possam continuar operando enquanto negociam com seus credores, com a mediação da Justiça, para tentar evitar a quebra definitiva.

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o pedido deverá chegar na sexta-feira (1º) às mãos do juiz Gilberto Clóvis Farias Matos, da 4ª Vara Empresarial, que será responsável pelo processo.

Se o pedido for aprovado pela Justiça, a OGX tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação judicial ao juiz, ou pode ser decretada a falência. Apresentando o plano, o juiz vai divulgá-lo para que os credores se manifestem.  Se não houver oposição, ou seja, se ninguém disser não aceito, o juiz pode dar esse plano por definitivo.

O prazo para que os credores aprovem esse plano é de 180 dias (também contados a partir do despacho do juiz). Se o plano não for aprovado em assembleia, a empresa quebra, e o juiz decreta falência. Aprovado o plano, ele é implementado e precisa ser seguido à risca.

Ações

Em nota divulgada na noite desta quarta, a Bovespa informou que as ações da OGX deixarão de fazer parte dos índices do mercado, mas continuarão a ser negociadas na bolsa.

Comunicado datado de 30 de setembro informa que a negociação de ações deve ser suspensa quando o emissor (a empresa) apresentar pedido de recuperação judicial ou extrajudicial.

Negociação falhou Na terça-feira, a petroleira afirmou que, após meses de negociação, encerrara sem acordo as negociações com credores. No total, apenas em bônus no mercado internacional, a OGX tem de pagar US$ 3,6 bilhões.

Segundo documento obtido pela Reuters, a petroleira declarou dívida consolidada de R$ 11,2 bilhões no pedido de recuperação judicial e disse que não tem qualquer endividamento bancário nem créditos com garantias reais.

No início de outubro, a OGX havia comunicado ao mercado que não pagaria cerca de US$ 45 milhões das parcelas referentes a juros de dívidas emitidas no exterior, vencidas no dia 1º deste mês.

No comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na ocasião, a OGX informou que “a companhia possuía 30 dias para adotar as medidas necessárias sem que seja caracterizado o vencimento antecipado da dívida” de mais de US$ 1 bilhão.

A agência de classificação de crédito Fitch rebaixou o rating da OGX para “C”, de “CCC”, apontando que a inadimplência da companhia era iminente ou inevitável.

Sem dinheiro em caixa

Em documento sobre as negociações disponibilizado em sua página na internet, a OGX aponta que poderá ficar sem recursos em caixa na última semana de dezembro. A empresa também informa que precisará de US$ 250 milhões para satisfazer suas obrigações até o final do primeiro trimestre de 2014.

A OGX afirma que a empresa tinha US$ 82 milhões em disponibilidades no fim de setembro e seus assessores financeiros na negociação com os credores externos – Blackstone e Lazard – estimam desembolsos de US$ 89 milhões apenas a fornecedores até o fim do ano, considerando somente pagamentos críticos a prestadores de serviço no campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos. A expectativa é que Tubarão Martelo inicie produção em meados de novembro, com vendas do petróleo do campo em janeiro.

O valor atribuído à toda OGX, pelo plano, é de US$ 2,7 bilhões – principalmente composto pelo valor presente líquido de Tubarão Martelo (US$ 1,4 bilhão) e do campo Atlanta (US$ 1,1 bilhão).

O “início do fim”

A OGX, a empresa mais emblemática de Eike Batista, foi criada em 2007 quando o então sétimo homem mais rico do mundo se conferiu direitos para explorar 21 áreas petrolíferas no Brasil. A empresa abriu seu capital em junho de 2008 em uma operação que permitiu arrecadar R$ 6,7 bilhões.

As turbulências tiveram início 2012, quando a companhia divulgou que a vazão de óleo nos primeiros poços perfurados pela empresa em um campo na bacia de Campos era de 5 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia – apenas um terço do que o mercado esperava. No dia seguinte, as ações da companhia fecharam em queda de 26,04%.

Na época, o empresário afirmou que a empresa estava trabalhando para elevar a produtividade dos poços na Bacia de Campos e garantiu que a OGX era uma empresa sólida, com caixa e viável.

“A OGX é uma empresa muito viável”, disse Eike então. “Já descobrimos muito petróleo e realizamos uma campanha muito bem sucedida nos últimos três anos”, acrescentou, destacando que a empresa possui US$ 9 bilhões em caixa. “Vamos produzir muito petróleo”, afirmou na ocasião. A promessa não foi cumprida.

As sucessivas frustrações com o nível de produção da OGX e a queima de caixa pela petroleira têm motivado forte queda das ações da empresa, contagiando os papéis de outras companhias de Eike listadas na Bovespa.

Em 1º de julho de 2013, as ações da petroleira atingiram novas mínimas, acumulando uma queda de mais de 95% desde a cotação máxima registrada pelos papéis da companhia, em outubro de 2010, segundo levantamento da consultoria Economatica.

Três dias depois, a OGX informou que os poços atualmente em operação no campo de Tubarão Azul não teriam sua produção aumentada e poderiam parar de produzir ao longo de 2014. “A companhia concluiu que não existe, no momento, tecnologia capaz de tornar economicamente viável o desenvolvimento dos campos de Tubarão Tigre, Tubarão Gato e Tubarão Areia.

Após o anúncio, as principais agências de classificação de risco passaram a rebaixar a nota de crédito da petrolífera de Eike Batista. A Moody’s rebaixou o rating da OGX de B2 para CAA2 com perspectiva negativa. Essa nota indica alto risco de calote, segundo a escala. A Standard & Poor’s (S&P) rebaixou a nota de crédito da petroleira em dois degraus, de ‘B-‘ para ‘CCC’ – nível considerado como um grau de alto risco de inadimplência segundo a escala.

O desempenho da OGX, aquém do esperado, acabou afetando as outras empresas do grupo EBX, que são, de certa forma, interdependentes. A OSX, por exemplo, forneceria os navios para transportar o petróleo explorado pela OGX. Com isso, diante dos problemas da OGX, a LLX – empresa de logística responsável pela construção do Porto de Açú, no estado do Rio de Janeiro – também sentiria os reflexos dos resultados negativos, porque seu objetivo principal seria o de atender os petroleiros da OSX. (G1)


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Brasil

Eike Batista sai da lista dos 200 mais ricos do mundo

Do G1, em São Paulo

O empresário Eike Batista saiu da lista dos 200 maiores bilionários do mundo da Bloomberg, após vender ações de sua produtora de petróleo OGX, diminuindo a sua participação na companhia.

Segundo reportagem publicada pela Bloomberg, a queda de 9,3% nas ações da OGX na terça-feira ajudou a reduzir US$ 196 milhões do valor de mercado da companhia e deixou o bilionário com uma fortuna estimada em US$ 6,1 bilhões, segundo o Bloomberg Billionaires Index. A Bloomberg não informa a posição do brasileiro no ranking.

Eike chegou a ser o oitavo homem mais rico do mundo em março do ano passado, quando teve seu patrimônio avaliado em US$ 34,5 bilhões. Em janeiro deste ano, o empresário aparecia na 78ª posição.


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Política

Notas da manhã…

Missão impossível de Fernandes

O secretário de Educação, Pedro Fernandes, terá uma difícil missão: reunir os 217 prefeitos e secretários de educação para participar do 1º Seminário Educacional de Cooperação Estado e Municípios.

Promovido pelo governo Roseana, o evento será realizado na próxima quarta-feira (23), em São Luís, onde o titular da Pasta coordenará o seminário. Digamos que uma missal impossível.

 

Gastão no Alemão

O ministro do Turismo, Gastão Vieira, que é conterrâneo e observa o Maranhão caindo drasticamente 42% no setor turístico (reveja), visita na próxima semana uma comunidade do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro.

Escoltado pela PM do Rio, Bope, Polícia Pacificadora (UPPs), Polícia Federal, Civil e se possível o FBI, Gastão Vieira conhecerá ‘sem medo’ os principais atrativos turísticos do Morro.

 

Ainda os planos

Foi proferida decisão liminar obrigando o convênio médico Porto Seguro a custear procedimento cirúrgico a paciente com problemas cardíacos.

O paciente (consumidor) foi admitido em Hospital com cores e insuficiência cardíaca será atendida onde o Plano de Saúde deverá pagar as despesas. Uma boa iniciativa.

 

Transporte público I

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, deverá contratar nos 120 dias, empresa para atuar com novas tecnologias no transporte público de passageiros.

A empresa Transdata Smart, presta serviços no Sistema de Gestão Inteligente de Transporte permitindo que a Central de Operações acompanhe a localização de todos os ônibus da linha na tela em tempo real. Assim é possível evitar a formação de comboios.

 

Transporte público II

Caso Edivaldo Júnior contrate, o transporte coletivo passará por relatórios para monitoramento por telemetria (medições à distância) todas as solicitações de paradas.

 

Transporte público III

O sistema permite a cobrança de tarifas diferenciadas para cada trecho da viagem. Por meio de coordenadas de GPS, o sistema calcula a tarifa com base nos pontos de embarque e de desembarque de cada passageiro. O pagamento é feito com cartão e os créditos podem ser comprados pela internet – no caso de vale-transporte ou passe-escolar – e carregados dentro do próprio ônibus, ao aproximar o bilhete da catraca eletrônica.

 

Bilhetagem

Os usuários do coletivo da capital contarão com o sistema de bilhetagem eletrônica, que aumenta a agilidade nos embarques e proporciona segurança por reduzir a circulação de dinheiro nos veículos.

 

PF na mira I

Tem uma bomba de efeito retardado perto de estourar na cidade de Caxias. Agentes da Polícia Federal e técnicos apuram uma denúncia de que urnas eletrônicas funcionavam apenas em favor do prefeito eleito e sobrinho de Humberto Coutinho, o jovem Leo Coutinho. É nitroglicerina pura. Aguardem!

 

PF na mira II

A Polícia Federal do Maranhão conclui inquérito contra ex-prefeitos por desvio de recursos federais. Na relação dos investigados, aparecem peixes graúdos da política maranhense.

 

PF na mira III

A PF além de investigar prefeitos do interior do Estado, mantém uma sigilosa investigação sobre o ex-prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB).

 

Aniversário da semana

O jornalista Luis Pablo Almeida, dono do blog de notícias luispablo.com.br, aniversariou na última quarta-feira (16). Na ocasião, o blogueiro comemorou seus 27 anos com a família e com amigos em um restaurante na Zona Sul de São Luís.

 

Sociedade oculta

São fortes os rumores de que o senador Edinho Lobão, filho do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, ambos do PMDB, seria um sócio oculto do bilionário Eike Batista.

Considerado pela revista “Bloomberg Markets” como o homem mais rico do Brasil, Eike Batista foi visto tratando sobre negócios com Edinho, em São Luís.

 

Conspiração

Irmão e sócio da governadora Roseana Sarney, o empresário Fernando Sarney, voltou a praticar um dos seus hobbys prediletos: a conspiração.

A vítima do proprietário do Sistema Mirante de Comunicação chama-se Luis Fernando Silva (Chefe da Casa Civil). Logo mais o Blog do Neto Ferreira publicará matéria sobre a conspiração contra o candidato de Roseana em 2014.

 

Ex-prefeito na noite GLBT

Um conhecido ex-prefeito de uma cidade que é distante 179 km de São Luís, foi visto rodeado de mulheres e homossexuais no Bar Refugio Alternativo, que fica próximo do Restaurante Maracangalha, na Av. Litorânea em São Luís.

Segundo o leitor, a bagaceira foi grande no recinto de gays, lésbicas e transgêneros (GLBT).


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Poder

Simplício Araújo fiscaliza obras da empresa de Eike Batista no MA

O deputado federal Simplício Araújo e o engenheiro da Funasa e ex-Secretario de Meio Ambiente de Pedreiras, Dr.Edilson Branco, estiveram na quarta-feira (16), visitando o canteiro de obras da MPX que fica no povoado Paud’arco, Zona Rural de Pedreiras.

Simplício Araújo visita obras da MPX.

Simplício Araújo visita obras da MPX.

Empresa do bilionário Eike Batista, a MPX extrairá no município de Pedreiras a áagua do Rio Mearim que será utilizada no maior complexo termelétrico de geração de energia a gás natural da América Latina. Segundo informações, a parceria entre a MPX e OGX permitirá a exploração de gás natural existente nos blocos exploratórios da OGX Maranhão.

Simplício Araújo que assumiu o mandado de parlamentar no início do ano, acompanhou o trabalho de terraplanagem onde será instalada a captação de agua do Rio Mearim e parte do trajeto onde será montada a adutora que levará agua até Santo Antonio dos Lopes.


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Poder

Caso Thor: o grave acidente e a lição salva-vidas

Por Milton Corrêa da Costa

Uma decisão (liminar) da Justiça acaba de suspender o processo de homicídio culposo a que Thor Batista responde. Há cerca dez meses o jovem envolveu-se num grave acidente de trânsito em que um ciclista foi atropelado e morto. Thor estava na direção de uma Mercedes-Benz SRL Mc Laren e o acidente se deu no período da noite, na rodovia Washington Luis, na localidade de Xerém, Município de Duque de Caxias, na região do Grande Rio. A perícia indireta, contratada pela defesa de Thor, apontou que a velocidade máxima de deslocamento do carro de Thor era de 104,4 km/h.

Ressalte-se que nos últimos dez anos cerca de 350 mil pessoas morreram em acidentes de trânsito no Brasil, o equivalente a cerca de nove vezes a capacidade total do Estádio do Engenhão, no Rio, sem contar nos milhões de vítimas que resultaram feridas, algumas adquirindo sequelas irreversíveis pelo resto de suas existências. Acidentes fatais, na violência diária do trânsito brasileiro, acontecem. portanto, a todo instante, porém Thor Batista é filho de um empresário de sucesso e será sempre notícia, como herdeiro de um grande império.

Alguns fatos colocaram o jovem, de início, em situação de comodidade em relação a sua culpabilidade no acidente fatal. Primeiramente porque, segundo declarações de policiais rodoviários, Thor Batista não apresentava nenhum sinal de ingestão de bebida alcoólica. Em contrapartida, o exame cadavérico do ciclista Wanderson Pereira dos Santos, concluíra que a vítima fatal possuía, em sua corrente sanguínea, um alta dosagem de alcoolemia: 15,5 decigramas de álcool por litro de sangue. Ou seja, quase oito vezes o teor alcoólico tolerável ( 2dg) para condutores de veículo automotor. Ademais, noticiou-se que a vítima foi colhida pelo carro de Thor quando atravessava a via escura com sua bicicleta, no centro da pista de rolamento, e não no acostamento da rodovia como o relato inicial de algumas testemunhas.

No entanto, o auto de local de exame, elaborado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli, sobre a velocidade com que Thor conduzia o veículo, concluiu que Thor dirigia a cerca de 135 km/h, numa rodovia em que o limite máximo permitido era de 110 km/h. Thor, até prova em contrário, também passou a ter culpabilidade no acidente, face ao constante no laudo oficial.

A defesa contestou os critérios pelos quais chegou-se àquela conclusão no laudo pericial. Como não teve acesso a um novo documento, apresentado tão somente ao Ministério Público, com os critérios de natureza técnica (metodologia de cálculo utilizada) que levaram os peritos àquela conclusão, a defesa impetrou recurso onde uma liminar, em favor de Thor Batista, foi concedida pela autoridade judiciária competente. A defesa alegou inclusive que o laudo passaria a ser nulo.

Registre-se que a ampla defesa e o contraditório também incluem o acesso, sob pena de violação de direitos, a laudos periciais, para análise de todas as informações técnicas disponíveis do processo. Um direito tanto da acusação quanto da defesa, não há dúvida. É o que se chama de Princípio da Paridade, onde as oportunidades têm que ser iguais para ambas as partes.Todavia, se o laudo oficial do local do acidente é uma “peça de ficção” como alegado de início pela defesa do acusado, caberá a esta provar em juízo tal afirmativa.

Fica a dúvida, porém, se em razão da concessão da presente medida liminar, Thor Batista estaria ou não, neste momento, apto legalmente para dirigir, uma vez que até então existia contra si uma medida de suspensão do direito de dirigir ( vide Artigo 294 do Código de Trânsito Brasileiro) imposta pelo próprio Poder Judiciário. Na área administrativa Thor foi submetido a novos exames de habilitação e devidamente aprovado.

O fato é que Thor, por pura sorte, escapou ileso de um grave acidente. O importante também -sua culpabilidade ou não será decidida pela Justiça- é que assimile, daqui pra frente, o ensinamento de que o carro, mormente num país de imprudentes e descuidados motoristas, é uma perigosa arma mortífera. Jovens, ainda em período de formação social, no aprendizado da vida, têm no volante de um carro a possibilidade de demonstração de poder, de desafio ao perigo e do comportamento competitivo exacerbado, características que lhes são muito peculiares. De quando em vez acabam envolvendo-se em tragédias fatais, em rodovias e vias urbanas, enlutando inúmeras famílias. Convém lembrar também que ciclistas, motociclistas e pedestres dão causa a inúmeros acidentes de trajeto no país.

Dirigir, portanto, não é lazer. Ao volante de um automóvel todo o cuidado é pouco. Aprenda-se definitivamente a importante lição que salva vidas.

Milton Corrêa da Costa é tenente coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro


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Brasil

Programa de qualificação de Operadores e Mantenedores de Termelétrica em Codó

A MPX, empresa de energia do Grupo EBX, de Eike Batista, em parceria com o Senai, está reabrindo as inscrições para o Programa de Qualificação Profissional para o Complexo Termelétrico Parnaíba, que está sendo construído em Santo Antônio dos Lopes, interior do Maranhão. Estão sendo oferecidas 35 vagas no curso gratuito para formação de Operadores e Mantenedores de Termelétrica.

 As inscrições acontecem de 7 a 9 de dezembro, na cidade de Codó (MA), no prédio da Associação Comercial e CDL, que fica na Travessa Rotary Clube, 627, no  Bairro São Benedito. O curso será realizado em Codó e terá duração de cinco meses, com aulas de segunda-feira a sábado.

Para concorrer a uma vaga, é necessário ter o ensino médio técnico concluído ou em conclusão até dezembro deste ano, nas áreas de Eletrônica, Eletrotécnica, Eletromecânica, Mecânica, Elétrica, Automação Industrial ou Química.  Também são aceitos os cursos de Ensino Médio com certificação em Aprendizagem em Mecânica de Manutenção Industrial ou Eletromecânica.

A MPX oferecerá aos aprovados uma bolsa auxílio mensal de R$750,00 durante o período de duração do curso. Mais informações pelo telefone 0800 705 1010.


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Brasil

Eike Batista e o 'Rei' têm os barcos mais caros do Brasil

Do G1

Eike tem o barco mais caro do Brasil

Eike tem o barco mais caro do Brasil

O The New York Times fez ontem uma matéria em que falava da expansão do mercado náutico de luxo na América Latina. O jornal americano fez um lista dos iates mais cobiçados do mundo e, na reportagem, aparecem os nomes de dois brasileiros: Roberto Carlos e Eike Batista.

O bom momento da economia brasileira é apontado como uma das causas para o aumento do setor por aqui. O cantor comprou recentemente, pela bagatela de R$ 45 milhões, o Falcon 115 pés. A embarcação tem cinco suítes, duas salas de estar e uma de jantar. Já o biliopower é o proprietário do barco mais caro que circula pelos nossos mares, o Pershing 115, que custa módicos R$ 80 milhões e, detalhe, tem luxuoso espaço interno que equivale ao de um apartamento de 900 metros quadrados.


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