Poder

Pai do prefeito de São Luís é acusado de enganar cantores

O pai do prefeito de São Luis e deputado estadual, Edivaldo Holanda (PTC), está sendo acusado de enganar cantores da capital maranhense.

Segundo Fabrício da banda Forró Di Parêa, o parlamentar pediu o apoio de vários cantores maranhenses ao seu filho, Edivaldo Holanda Júnior, durante a eleição municipal de 2016, com a promessa de que todos seriam chamados para tocar em eventos da Prefeitura, caso o prefeito fosse reeleito.

No entanto, isso não aconteceu. Até o momento, nenhuma banda ou cantor foi chamado para os eventos.

Para Fabrício, o grupo de músicos foi enganado por Edivaldo, que bloqueou os contatos no WhatsApp para não dar qualquer tipo de satisfação a respeito do acordo.

“Todos sempre me falaram a mesma coisa a seu respeito, que você e um safado, enrolado e que não tem palavra. Eu não quis acreditar no que os outros falaram e me enganei com você. Realmente, você não tem PALAVRA DE HOMEM E NÃO PASSA DE UM MULEQUE. Me bloquear não vai resolver o seu problema. Pra que vc fez um acordo??? Pra não cumprir? Isso não é coisa de homem. E agora bloqueia o meu outro número pra não ouvir a verdade”.

A mensagem acima foi enviada por Fabrício ao deputado, que sequer respondeu.

O músico disse, ainda, que cansou de ir até a Prefeitura buscar uma resposta para o acordo. “Sempre falam que vai ser resolvido amanhã, ou na próxima semana. Absurdo!”


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Poder

“Não há sinceridade nas palavras dele” diz Edivaldo Holanda sobre Wellington

Edivaldo-Holanda-pai
“É questão de liberdade, de pensamento, liberdade de expressão, cada político, cada representante do povo, tem essa liberdade preconizada inclusive na Constituição,” falou o deputado estadual Edivaldo Holanda em relação às declarações do também deputado Wellington do Curso sobre o prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior.

Em entrevista para o titular do Blog, o parlamentar afirmou que não concorda com o discurso de Wellington, mas é um direito dele. “Nunca concordei e muita gente não concorda. Acho que não há sinceridade nas palavras dele em relação ao povo”, disse Edivaldo Holanda.

Para o pai de Edivaldo Holanda Júnior, o deputado Wellington não quer a solução para os problemas dos quais ele acusa o prefeito da capital maranhense. Durante a conversa, o parlamentar citou o caso da licitação do sistema de transporte público. “Cadê a convocação do povo pra rua, para defender o processo licitatório que só traz benefícios para a comunidade? Você não vê, porque o cidadão ataca , mas no fundo ele não quer a solução , ataca de forma hipócrita, demagógica, então sem sinceridade, mas eu to falando aqui em tese de forma genérica, nós não podemos julgar ninguém, cada uma fala , dizem que a boca fala do que o coração está cheio”, questionou Edivaldo Holanda.

Durante a conversa, o deputado estadual reiterou que não irá mais responder aos discursos acusativos de Wellington proferidos no plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão. ” A minha palavra é respeitar o pensamento dele, tanto que eu não o responderei mais , quase nunca respondi. Respondi dois discurso dele aqui, a minha atitude é assim , não respondê-lo, ele pode falar a vontade, é um direito dele e eu fico no meu silêncio, anunciando as obras que o prefeito está fazendo na cidade.” finalizou.


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Política

Credor de Pacovan toma posse como deputado na Assembleia Legislativa

Toca Serra toma posse na Assembleia Legislativa

Toca Serra toma posse na Assembleia Legislativa

O Brasil é um país corrupto. Isso é fato! São pequenas atitudes na política, que fazem com que a nação se atole cada vez mais na lama da vergonha. E quanto mais práticas impertinentes forem postas à prova, mais desmoralizado o congresso. A exemplo do que aconteceu hoje na Assembleia Legislativa do Maranhão, em que um político envolvido com agiotagem tomou posse.

Domingos Erinaldo Sousa, mais conhecido como Toca Serra (PTC), é 1º suplente do deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC), e assumiu o posto no lugar do parlamentar, que estará de licença médica durante quatro meses.

Acontece que o rapaz já esteve envolvido em escândalos, juntamente com o seu irmão, o prefeito de Rosário, Irlan Serra (PTC). Candidato a deputado estadual, Toca Serra figurou por algum tempo operações de combate a agiotagem, como credor do empresário Josival Cavalcanti, o Pacovan, que foi preso.

A polícia encontrou no cofre do empresário dois cheques do Banco do Brasil assinados por Toca Serra. Um no valor de R$ 1.060,000,00 e outro de R$ 1.500,000,00.Juntos, os valores ultrapassam dois milhões de reais. Acredita-se que o valor teria sido para financiar sua campanha durante as eleições passadas.

Infelizmente os fortes indícios que o levariam para trás das grades o colocaram em um lugar bem mais seguro e confortável, mesmo que por pouco tempo.


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Política

Envolvido com agiotagem, Toca Serra assume vaga de Edivaldo Holanda na Assembleia

Toca Serra, primeiro suplente da coligação PTC

Toca Serra, primeiro suplente da coligação PTC

Domingos Erinaldo Sousa Serra, mais conhecido Toca Serra (PTC), foi o escolhido para substituir o deputado estadual Edivaldo Holanda no plenário, durante sua licença de 120 dias, por problemas de saúde.

Toca serra já esteve envolvido com crimes de agiotagem, quando foram encontrados dois cheques do Banco do Brasil, assinados por ele, nos valores de R$ 1.060,000,00 e outro de R$ 1.500,000,00, durante as operações de combate ao crime de agiotagem que resultou na prisão do agiota Josival Cavalcanti, o Pacovan.

Além disso, o primeiro suplente da coligação é irmão do enrolado prefeito da cidade de Pedro do Rosário, Irlan Serra, que já foi citado diversas vezes por parlamentares na tribuna por irregularidades cometidas no município.

O mais curioso em tudo isso, é que a Assembleia Legislativa permita que um suspeito ocupe um cargo, mesmo que temporário, mas de extrema importância. É uma decisão questionável, cabendo aos demais parlamentares uma proposta que vete a permanência do suplente dentro do ambiente que serve para compactuar os valores morais de quem representa a sociedade.


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Poder

Edivaldo Holanda deve abrir vaga para “investigado na agiotagem”

Deputado estadual Edivaldo Holanda.

Deputado estadual Edivaldo Holanda.

O deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC) está prestes a tirar uma licença médica de cerca de quatro meses para tratar de sua saúde. Ocorre que a pessoa mais cotada para substituir Holandão no plenário é ninguém menos que Domingos Erinaldo Sousa Serra, o Toca Serra (PTC).

Domingos é irmão do prefeito de Rosário, Irlan Serra (PTC), e foi candidato a deputado estadual. Durante as operações de combate ao crime de agiotagem que culminou com a prisão do agiota Josival Cavalcanti, o Pacovan, a polícia encontrou no cofre do empresário dois cheques do Banco do Brasil assinados por Toca Serra. Um no valor de R$ 1.060,000,00 e outro de R$ 1.500,000,00.

Toca Serra, irmão do prefeito de Pedro do Rosário.

Toca Serra, irmão do prefeito de Pedro do Rosário.

Juntos, os valores ultrapassam dois milhões de reais. Durante as eleições passadas, Toca Serra comprou o céu e o inferno para tentar se eleger, mas acabou como primeiro suplente da coligação da qual Holandão se elegeu.

Agora, ele terá que se explicar na Polícia Civil sobre a origem e finalidade de dois cheques com valores tão absurdos estarem com Pacovan. Pela gravidade dos valores de cada cheque, existe forte indício de que o ex-candidato vá parar atrás das grades.

Diante deste fato, é imoral e inadmissível que a Assembleia Legislativa permita que um investigado por agiotagem ocupe um cargo, ainda que temporariamente, de altíssima relevância.

Se Domingos Erinaldo assumir a vaga de Holanda, certamente a moralidade da Casa do Povo será colocada em cheque, pois, permitir sua permanência é compactuar com o crime de agiotagem, é colocar o problema que mais tem assobrado o Maranhão dentro de um ambiente, que, teoricamente, deve haver honestidade.


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Poder

Yglésio Moyses acusa Holandão e Carioca de esquema na prefeitura

Do Atual7

O ex-diretor do Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I, Yglésio Moyses, em entrevista concedida na tarde desta segunda-feira (12), no hall da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, revelou que o principal motivo de sua exoneração foi uma articulação comandada pelo ex-deputado estadual Edivaldo Holanda (PSC), pai do prefeito de São Luis, Edivaldo Holanda Júnior (PTC).

O médico Yglésio Moyses, em coletiva na tarde desta segunda-feira (12), no prédio da Assembleia Legislativa do Maranhão. Foto: Gilberto Lima

O médico Yglésio Moyses, em coletiva na tarde desta segunda-feira (12), no prédio da Assembleia Legislativa do Maranhão. Foto: Gilberto Lima

Yglésio Moyses confirmou que Holanda pai, apesar de não ter nenhum cargo oficial na Prefeitura de São Luís, comanda um forte esquema dentro da gestão do filho. O ex-deputado estaria usando o suplente de vereador Paulo Roberto Lima, mais conhecido como Carioca (PRTB), desde o início do ano, para tirar o médico da diretoria do hospital.

Segundo ele, Carioca passou a manhã desta segunda-feira no Socorrão I, fazendo ligações de uma sala do setor administrativo do hospital.

O imbróglio com o pai de Edivaldo Júnior teria começando quando o suplente de vereador, a mando de Holandão, teria tentado que o ex-diretor do hospital fechasse contratos com algumas empresas do setor hospitalar. Yglésio não chegou a receber Carioca, o que provocou a ira de Holanda pai.

Yglésio Moyses informou ainda que vários projetos para a melhoria do atendimento no Socorrão I, como uma parceria com a Santa Casa de Misericórdia do Maranhão, teriam sido barrados pelo ex-deputado, que não autorizou o prefeito a sequer dar respostas sobre as propostas.

Com o desgaste e a quebra de confiança, o médico teria resolvido então repassar informações de bastidores sobre a administração municipal para um jornalista/blogueiro, como a antecipação da queda da ex-titular da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) de São Luís, Mirian Aguiar, além de base para críticas à gestão de Edivaldo Júnior.

Ele voltou a afirmar que faltou coragem e consideração do prefeito, por deixar a cargo do secretário municipal de Governo, Rodrigo Marques, a missão de informá-lo sobre sua demissão.

Sobre as polêmicas nas redes sociais, o ex-diretor do Socorrão I pediu desculpas públicas à família e ao jornalista Luis Cardoso, pelos comentários envolvendo o filho menor do profissional da imprensa.

Yglésio disse ainda que pretende criar a Associação de Amigos do Socorrão, para ações semelhantes a do início do ano, quando promoveu uma campanha de doação de alimentos para o hospital, mais aplaudida e apoiada pelo população ludovicense que criticada por alguns setores da imprensa ligados ao vereador Fábio Câmara (PMDB).


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Cidade

Escola de Edivaldo Holanda tem desempenho baixíssimo no Enem 2010

Rivana Berenice

Rivana Berenice

A escola de propriedade da família Holanda, que tem a frente o suplente de deputado estadual, Edivaldo Holanda (PTC) e sua esposa Vânia Adjine Holanda, não conseguiram se quer enquadrar no grupo das cem melhores escolas com pontuação acima do esperado pelo Enem 2010.

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira, 12, a pontuação das escolas pública e particulares que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2010).

Na lista das cem piores escolas a Universidade Infantil Rivanda Berenice Ltda., se destaca como uma das primeiras, onde obteve um péssimo desempenho em pontuação no Exame que foi realizado em 2010, como se observa abaixo:

Pontuação da escola de Edivaldo Holanda no Enem 2010

A escola que leva o nome da primeira esposa de Edivaldo Holanda, onde acabou falecendo na realização do parto de Edivaldo Holanda Júnior, hoje deputado federal pelo PTC.

O blog apurou de próprios alunos da instituição que alegaram problemas na infraestrutura, falta de ventilação nas salas de aula, falta de cobertura na quadra de esporte, falta de laboratórios de informática e bebedouros danificados. Este é o caso da escola particular Rivanda Berenice.


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