Poder

Marcelo Odebrecht fala à CPI da Petrobras

Marcelo Odebrecht

Marcelo Odebrecht

Preso no Paraná desde junho deste ano, quando foi deflagrada a 14ª fase da Operação Lava Jato, Marcelo Odebrecht falou hoje à CPI da Petrobras, mas recusou-se a falar sobre o processo judicial respondendo apenas algumas perguntas dos deputados.

Dispensado após 35 minutos, Marcelo limitou-se a dizer: “Para alguém dedurar, ele precisa ter o que dedurar. Isso não ocorre aqui”, afirmou.

A Operação Lava Jato, apura um esquema bilionário de fraude, corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras e outros órgãos públicos. Marcelo Odebrecht foi o penúltimo a ser chamado pelos deputados.

Márcio Faria da Silva, Rogério Santos de Araújo, Alexandrino de Salles Ramos e Cesar Ramos Rocha, além do ex-gerente da Petrobras Celso Araripe de Oliveira também foram convocados, mas permaneceram em silêncio.


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Poder

Silêncio foi predominante em depoimentos na CPI da Petrobras

José Dirceu é suspeito de praticar crimes como corrupção e lavagem de dinheiro

José Dirceu é suspeito de praticar crimes como corrupção e lavagem de dinheiro

A partir de hoje (31), até a próxima quinta-feira (03), integrantes da CPI da Petrobras ouvirão os presos e farão acareações entre eles durante sessões no prédio da Justiça Federal, no Paraná.

Os deputados ouviram Jorge Luiz Zelada, ex-diretor da Área Internacional da Petrobras; Otávio Marques de Azevedo e Elton Negrão de Azevedo, executivos da Andrade Gutierrez; e João Antônio Bernardi, funcionário da empresa Saipem.

Além destes, o ex-ministro José Dirceu, que é suspeito de praticar crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. Todos os presos que participaram da CPI nesta manhã ficaram calados.

Por recomendação da defesa, Dirceu permaneceu calado tanto na CPI durante a manhã, quanto perante a Polícia Federal (PF) na tarde desta segunda-feira. Dirceu foi preso no dia 3 de agosto, quando a 17ª fase da Operação Lava Jato foi deflagrada. Desde então, ele está detido na carceragem da PF.


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Política

Delação premiada de ex-diretor da Petrobras deixa base de Dilma aflita

O Globo

A decisão do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, de fazer delação premiada, divulgada sexta-feira, ocorreu quando a presidente Dilma Rousseff se preparava para um comício eleitoral em Porto Alegre. A 1ª reação de integrantes do governo e da campanha foi de apreensão.

— Vamos ver o que ele vai falar. Ninguém sabe a extensão disso tudo e onde chega — disse um auxiliar que estava com Dilma na capital gaúcha.

Apesar do susto, a ordem no governo é esperar o depoimento de Costa, preso na Operação Lava-Jato, para avaliar os eventuais danos. A avaliação inicial é que a delação de Costa deverá ser voltada ao Congresso. Porém, há a sensação de que o depoimento é imprevisível.

— Ele estava na Petrobras desde o governo Fernando Henrique Cardoso. Vai trazer à tona coisas daquela época? Muito se fala por aí que ele tinha relações com mais de cem deputados. Temos que esperar para ver para onde ele vai apontar, quem ele vai mirar — disse outro auxiliar.


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