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Projovem Urbano do Maranhão é investigado pelo CGU

Roberto Costa (PMDB) ex-secretário de Juventude e atual deputado estadual

Roberto Costa (PMDB) ex-secretário de Juventude e atual deputado estadual

A mais de um ano sem receber o pagamento de seus vencimentos os professores e técnicos que participam do programa do Governo Federal, Projovem Urbano reclamam da falta de organização e do processo organizacional no Maranhão.

O projeto é coordenado pela Secretaria Extraordinária de Juventude que tem como secretário André Campos, indicado pelo deputado estadual, Roberto Costa (PMDB).

No inicio do ano o líder da oposição, Marcelo Tavares (PSB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa para defender os funcionários do programa e cobrou do peemedebista uma explicação sobre o atraso no pagamento dos professores do Projovem. Para se defender Costa atribuiu a culpa dos graves problemas que afetam a execução do programa no Maranhão ao governo Jackson Lago.

Marcelo Tavares lembrou ainda que Roberto Costa é amigo do ex-coordenador do Projovem no Maranhão, o ex-secretário de Juventude do governo Jackson Lago, Weverton Rocha, que atualmente é deputado federal e aliado do ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Desconcertado o Roberto Costa negou as acusações.

Porém nesta semana aliados do peemedebista revelaram ao blog que a Controladoria Geral da União (CGU) está investigando o programa coordenado por Roberto Costa, na época secretário de Juventude.

MANIFESTAÇÃO – Membros do movimento estudantil e de juventude de todo o estado vão realizar um grande ato de protesto durante a 2º Conferência Estadual de Juventude. Segundo informações, as caravanas vão lançar um manifesto cobrando das autoridades um maior empenho das investigações sobre o caso “Projovem Urbano” e transparência no processo de escolha dos conferencistas que vão participar da 2º Conferência Nacional que será promovida pela Secretaria Nacional de Juventude no mês de dezembro em Brasília.


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Poder

CGU: 100% dos convênios do Turismo são irregulares

A história é só uma entre dezenas apontadas em relatórios da Controladoria Geral da União (CGU), fruto da balbúrdia administrativa e da falta de fiscalização sobre a aplicação de verbas transferidas a prefeituras do Maranhão e entidades sem fins lucrativos.

Sob a gestão de quatro ministros e três partidos (PTB, PT e PMDB), a pasta já usou recursos do contribuinte para bancar estudos com trechos copiados da internet, festas cujos convites são vendidos ao público e até anúncios de operadora privada de turismo em jornais.

Um relatório concluído ano passado mostra que muito disso poderia ser evitado, caso o ministério apreciasse as prestações de contas obrigatoriamente apresentadas por seus conveniados em tempo hábil e com rigor.

A CGU examinou 1.644 convênios, cuja vigência se encerrou em outubro de 2009, e constatou que todos os convênios há mais de 60 dias pendentes de análise, contrariando normas da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

É justamente o parecer sobre as contas que bloqueia, em caso de irregularidades, o repasse de mais dinheiro para entidades suspeitas.

A demora salvaguarda os responsáveis para continuar contratando com a Pasta e, não raro, praticando fraudes.

Na terça-feira o blog denunciará algumas prefeituras do Maranhão envolvidas com envio de recursos a empresas fantasma.

O titular do blog já obtém da documentação em que mostra prefeituras destinando mais de 400 mil para construtoras que nunca existiram, empresas com processo na justiça federal, com fisco e os encargos sociais irregulares para participar de licitações pública.

É nitroglicerina pura. Aguardem!


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