Poder

Desembargador nega habeas corpus a assassino confesso da sobrinha-neta de Sarney

O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, negou, nesta quinta-feira (21), pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do empresário Lucas Porto, preso sob a acusação de ter estuprado e assassinado a cunhada, Mariana Costa, sobrinha-neta de Sarney.

No pedido de habeas corpus, a defesa de Lucas Porto defende que sua prisão preventiva seja convertida em prisão domiciliar, até o julgamento definitivo da impetração, sob o argumento de que, após um ano do crime, a instrução processual restaria concluída, não havendo razão para se falar em risco à ordem pública ou conveniência daquele procedimento.

A defesa alega carente de fundamentação válida a decisão de primeira instância que indeferiu o pleito liberatório ali formulado, afirmando que Lucas Porto, enquanto preso provisório, estaria indevidamente submetido ao contato com condenados, padecendo, assim, das mazelas do cárcere, tais como superlotação, alimentação inadequada, e condições precárias de higiene, entre outras.

Solicita que a custódia seja convertida em prisão domiciliar, para que Lucas Porto possa comungar do Natal e do ano novo em companhia de sua família, tal como os condenados beneficiados pela saída temporária natalina, e, no mérito, pede concessão da ordem de habeas corpus, para revogar a custódia ou, alternativamente, ter ao paciente aplicada medida cautelar outra, que não a prisão.

Os argumentos da defesa não convenceram o desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, cujo entendimento é de que a manutenção da prisão preventiva de Lucas Porto justifica-se para a garantia da ordem pública, em razão da periculosidade concreta do recorrente evidenciada pelo modo como o crime foi praticado, pois teria sido cometido em concurso com três menores, sendo uma delas, ao que parece, sua própria filha, o que torna ainda mais reprovável a sua conduta, tendo atingido diversas vítimas, havendo notícias, ainda, de que se utilizava de identificação falsa.

“O modus operandi, os motivos, a repercussão social, dentre outras circunstâncias, em crime grave – na espécie, inclusive, hediondo – são indicativos, como garantia da ordem pública, da necessidade de segregação cautelar, dada a afronta a regras elementares de bom convívio social”, assinalou o desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos.

O desembargador Jose Joaquim Figueiredo dos Anjos explicou que, ao homologar a prisão em flagrante, existindo a necessidade da custódia cautelar e presentes os requisitos previstos no artigo 312 do Código de Processo Penal, o magistrado deve decretar a prisão preventiva, mesmo sem provocação.

O presidente do TJMA enfatizou que a imposição da custódia preventiva encontra-se suficientemente fundamentada, em face das circunstâncias do caso que, pelas características delineadas, retratam a periculosidade de Lucas Porto, a indicar a necessidade de sua segregação para a garantia da ordem pública, em se considerando, sobretudo, o modus operandi dos delitos.

O desembargador frisou que não tem como reconhecer indevidamente ultrapassados os prazos processuais pertinentes, em tratando a espécie não apenas de procedimento bifásico por natureza, como também de Ação Penal sobrestada, em razão de incidente de insanidade requestado pela própria defesa.


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Crime

Perícia policial confirma conjunção carnal no caso da sobrinha de Sarney

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Na manhã dessa sexta‐feira, dia 16, foi apresentado o resultado da perícia médica do caso Mariana Costa na Secretaria de Segurança Pública (SSP). Ao todo seis laudos foram realizados pelo Instituto de Genética Forense(IGF) e quatro pelo Instituto de Criminalística e Medicina Legal(ICRIM).

Foi confirmado nos laudos que Lucas Porto estuprou Mariana, e nas vestes da vítima e do assassino foram encontrados presença de sêmen e sangue.

Fábio Castro diretor do ICRIM apresentou os quatro laudos realizados. Um de morte violenta, análise dos celulares de Mariana e Lucas porto e as imagens analisadas das câmeras de segurança. Não foi divulgado nem a identidade e nem o número que Lucas Porto falou ao sair do local.

“Foi analisado as Mensagens de Whatsapp, SMS e lista telefônica. Nas conversas não foi constatado nada com relação tão próxima de Lucas Porto com a senhora Mariana, e nem havia algo que enuncia algo relacionado ao crime. O laudo de morte violenta foi uma materialização da cena do crime e também uma busca vestígio.

Nesse caso uma mancha biológica foi encontrada nas vestes. No celular de Porto havia registro de ligações do senhor porto ao sair da cena do crime, porém não poderá ser revelado por devido quebra de sigilo”, relatou o diretor do ICRIM. Segundo o diretor, eles não tiveram acesso às câmeras de segurança do apartamento de Lucas Porto, porém foi encontrado na área de cobertura as vestes que ajudaria a desenvolver o crime.

Entenda o caso

O caso ganhou ampla repercussão nacional, segundo investigações realizadas pela Polícia Civil a publicitária foi morta por sufocamento.

Lucas Leite Ribeiro Porto (37), marido da irmã de Mariana Costa, assumiu a autoria do crime durante interrogatório, registrado na presença de três advogados, além do delegado responsável pela Superintendência Estadual de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP), Leonardo Diniz. O Instituto de Genética Forense realizou ao total seis laudos.

Cinco biológicos e um toxicológico. Segundo a chefe Janalle Rocha chefe de Serviço de Biologia Forense não foi identificado no exame toxicológico nenhum uso de drogas. “O primeiro material enviado foi a secreção da vítima, onde a gente foi possível detectar a presença de espermatozoide e sêmen nesse material.

Além disso o IML no enviou sangue onde foi possível detectar o resultado de não a gravidez e posteriormente as vestes da vítima e do acusado na qual estava contido a presença do sêmen”, relatou Janelle Rocha.

De O Imparcial


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Crime

Justiça nega sigilo processual a assassino confesso da sobrinha de Sarney

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O juiz Clésio Coelho Cunha, titular da 4ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís, negou pedido da defesa de Lucas Leite Porto, que requereu decretação de sigilo do processo durante a fase de instrução criminal no sentido de decretar sigilo processual no caso. Lucas é acusado de ter matado Mariana Costa, no último dia 13 de novembro.

A defesa alegou a necessidade de resguardar valores constitucionais vigentes , entre os quais a presunção de inocência, os direitos individuais e intimidade dos envolvidos, do acusado, da vítima e de seus familiares, bem como a proteção da vindoura instrução processual contra o sensacionalismo midiático.

“O Ministério Público Estadual, representado pelo promotor de Justiça Raimundo Benedito Barros Pinto, não entendeu que o pedido fosse compatível com o melhor direito, pois fora das hipóteses legais e constitucionais, do artigo 93, inciso IX da Constituição Federal de 1988”, relata a decisão judicial. De acordo com o magistrado, a publicidade dos atos processuais é a regra, sendo admitida a restrição quando presentes razões autorizadoras, como violação da intimidade ou se o interesse público assim o revelar.

No entendimento do Judiciário, “a violação à intimidade que reclama imposição do sigilo dos autos é aquela que afeta a esfera privada das pessoas, como vida pessoal e doméstica, seus segredos pessoais e profissionais, suas relações familiares e afetivas, o conhecimento acerca de suas contas bancárias e suas declarações fiscais”.

“Examinei os autos do processo e não verifiquei nenhum caso que pudesse se enquadrar nas hipóteses legais. No mesmo rumo, não se registram as situações expostas no art. 155 do CPC, para a decretação do segredo de justiça. Não há interesse público a impor tal conduta judicial. Não vislumbrei fatos relacionados a casamento, filiação, separação de cônjuges, conversão em divórcio, alimentos e guarda de menores a impor a medida restritiva”, relatou Clésio Cunha.

Sobre o sensacionalismo da mídia, o juiz ressalta: “No que concernente ao sensacionalismo midiático alegado, mas não provado como tendo origem no processo, o sigilo não foi previsto em lei para obstar a missão da imprensa ou muito menos represar a ação de jornalistas. Visa tão-só garantir as investigações. De modo contrário não se prestigiaria o princípio da publicidade, que é a regra no nosso sistema constitucional. Sequer o princípio da presunção de inocência, exclui a liberdade de informar dos meios de comunicação. Exige, em toda caso, a adoção de prudência na divulgação dos atos judiciais. Por razões de ordem prática, não verifico como o deferimento da medida pode obsequiar normas constitucionais protetoras de direitos individuais”.

Por fim, o Judiciário entendeu que o deferimento de pedido de Lucas Leite Ribeiro Porto marcaria dois pontos bem extremados entre os que têm tudo, os ricos, e aqueles que não têm nada, os pobres.

E conclui: “Ante ao que foi exposto por mim, bem como na manifestação do Ministério Público, que acolhi, indefiro o pedido, ressalvando a hipótese de reavaliação, se novos fatos e documentos ingressarem nos autos com o talento de configurar a necessidade do sigilo”.


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Crime

Lucas Porto, assassino confesso da sobrinha de Sarney, vira réu por homicídio

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O juiz auxiliar, que responde pela da 4ª Vara do Tribunal do Júri, Clésio Coelho Cunha, aceitou, nesta quinta-feira (1º) a denúncia contra o empresário Lucas Porto, que é assassino confesso da morte de Mariana Costa, sobrinha do ex-presidente da República, José Sarney. Ele é acusado de homicídio qualificado e estupro

Segundo o magistrado, a denúncia foi formulada pelo Ministério Público Estadual, que indícios de autoria e prova da materialidade do crime.

A decisão versa: “os indícios de autoria consistentes na presença captada por câmaras de vigilância, do acusado no local do crime, especialmente no apartamento da vítima, são fortemente corroborados pela confissão de Lucas Leite Ribeiro Porto nas fls. 57/59, e pelos depoimentos de testemunhas. A materialidade do crime imputado revelou-se pelo exame cadavérico da vítima MARIANA MENEZES DE ARAÚJO (fls. 136/142) e demais provas produzidas tecnicamente pela autoridade policial responsável pela investigação.

Leia mais

Assassino da sobrinha de Sarney é indiciado por homicídio e estupro

Laudo confirma que sobrinha de Sarney foi vítima de estupro

Cunhado confessa que matou sobrinha de José Sarney

Clésio Cunha afirmou que a perícia técnica respondeu positivamente às perguntas da Polícia Civil, sobre a presença do acusado no prédio e no apartamento da vítima no momento da prática do crime.

O juiz disse, ainda, que o a peça acusatória contém provas robustas contra Lucas Porto. “Há inúmeras laudas periciais produzidas no Inquérito da Polícia Civil dão conta de que houve morte da vítima decorrente da ação perpetrada em sua residência, e que indícios e provas captados na fase policial indicam o acusado como provável autor”.

Lucas Porto já está preso e se encontra no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde deverá aguardar o julgamento.

Entenda o caso

O empresário Lucas Porto é acusado de assassinar a cunhada Mariana Costa, sobrinha-neta de José Sarney, na tarde do dia 13 de novembro. Após rápida ação da polícia, Lucas foi preso no mesmo dia e negou a autoria do crime, até confessar no último dia 15.

No dia do crime, Lucas Porto entrou no apartamento de Mariana, sobrinha-neta de José Sarney, por volta das 15h e permaneceu por cerca de 40 minutos no local. Depois ele desceu pelas escadas de forma rápida. Fora do prédio, ele realizou uma ligação de cerca de oito minutos e foi embora. Lucas ainda retornou ao prédio depois, usando outra roupa, quando foi abordado pelos delegados, que já estavam de posse das imagens das câmeras de segurança.

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Crime

Assassino da sobrinha de Sarney é indiciado por homicídio e estupro

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O assassino confesso de Mariana Costa, sobrinha do ex-presidente da República, José Sarney, foi indiciado por homicídio triplamente qualificado e estupro. A informação foi confirmada pelo delegado-geral da Polícia Civil, Lawrence Mello, durante entrevista concedida sede Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA).

Segundo os laudos periciais, realizados pelo ICRIM, Mariana foi violentada sexualmente antes de ser morta pelo empresário Lucas Porto, no dia 13 de novembro.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, o crime foi extremamente violento. “Foi um crime cometido com extrema violência e crueldade contra uma mulher, sem chances de defesa. A vítima foi surpreendida enquanto dormia. Ele podia ter ido embora quando ela estava apenas desmaiada, mas ele a sufocou usando um travesseiro, decidindo finalizar a vida dela”, afirmou o secretário.

De acordo com as investigações policiais, Lucas Porto tinha informações de como entrar no apartamento da cunhada e sabia que ela estaria sozinha naquele momento. Quando ele entrou no domicílio, viu Mariana dormindo e despida. Os laudos concluíram que ele estuprou, depois esganou e por fim asfixiou. Houve luta corporal.

De acordo com Miguel Alves. chefe da Perícia do Instituto de Criminalística (Icrim), todo o material orgânico tanto da vítima quanto do suspeito foi analisado, bem como o local do crime.

Para Jefferson Portela, a crueldade com que Lucas Porto matou a cunhada chocou, inclusive, os profissionais que trabalharam no caso. “A violência do senhor Lucas Porto contra a vítima é chocante. Ela não tinha chance de qualquer defesa para o resultado morte. Ele reduziu qualquer chance que ela tinha, destacou.

“Após a consumação dos crimes, ele modificou o ambiente tentando dar uma aparência de normalidade, por isso gastou tempo arrumando o quarto da vítima para sugerir que foi suicídio ou outra coisa que não os crimes cometidos por ele”,
declarou o secretário Portela.

As câmeras de vigilância do condomínio revelam que Lucas Porto passou cerca de 40 minutos no apartamento de Mariana.


Entenda o caso

O empresário Lucas Porto é acusado de assassinar a cunhada Mariana Costa, sobrinha-neta de José Sarney, na tarde do dia 13 de novembro. Após rápida ação da polícia, Lucas foi preso no mesmo dia e negou a autoria do crime, até confessar no último dia 15.

No dia do crime, Lucas Porto entrou no apartamento de Mariana, sobrinha-neta de José Sarney, por volta das 15h e permaneceu por cerca de 40 minutos no local. Depois ele desceu pelas escadas de forma rápida. Fora do prédio, ele realizou uma ligação de cerca de oito minutos e foi embora. Lucas ainda retornou ao prédio depois, usando outra roupa, quando foi abordado pelos delegados, que já estavam de posse das imagens das câmeras de segurança.


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Crime

Laudo confirma que sobrinha de Sarney foi vítima de estupro

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A publicitária Mariana Costa, sobrinha do ex-presidente da República, José Sarney, foi vítima de estupro antes de ser assassinada pelo seu cunhado, Lucas Porto, no dia 13 de novembro. A informação foi confirmada durante entrevista coletiva concedida pelo secretário de Segurança, Jefferson Portela, na manhã desta quarta-feira (23).

Segundo o laudo, realizado pelo ICRIM, a vítima foi estuprada e asfixiada pelo empresário, que após cometer os atos, classificados como de “extrema maldade”, tentou modificar a cena para esconder o crime e insinuar normalidade ou suicídio, conforme explicação do secretário de Estado de Segurança Pública, Jefferson Portela.

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“Foi uma violência contra a mulher para satisfazer a sua lascívia. Uma crueldade com a vítima que foi surpreendida enquanto dormia”, declarou Portela.

De acordo com o superintendente da Polícia Técnica, perito Miguel Neto, os laudos periciais comprovaram a violência sexual.

“Aproximadamente 10 laudos concluídos e entregues à autoridade policial. O que a gente pode materializar e perpetuar ao inquérito policial para o processo criminal a caracterização do estupro contra a senhora Mariana Costa, e, a partir da aí a forma como ela foi morta”, detalhou Miguel Neto

A publicitária foi morta no dia 13 de novembro e o principal suspeito do caso, Lucas Leite Ribeiro Porto, marido da irmã de Mariana Costa, assumiu a autoria do crime durante interrogatório, registrado na presença de três advogados e do delegado responsável pela Superintendência Estadual de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP), Leonardo Diniz.

A motivação seria uma atração que ele tinha por Mariana.

Leia mais:

Cunhado confessou que tentou estuprar sobrinha de Sarney


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Crime

Laudos periciais da morte de Mariana Costa devem ser divulgados amanhã

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O resultado dos exames periciais aos quais foram submetidos a publicitária Mariana Menezes de Araújo Costa Pinto, de 33 anos, e o empresário Lucas Leite Ribeiro Porto, de 37 anos, está previsto para ser divulgado amanhã (23), em coletiva na sede da Secretaria de Segurança Pública, na Vila Palmeira.

Lucas Porto, cunhado da vítima, confessou de forma espontânea ter violentado sexualmente e assassinado a publicitária motivado por uma paixão incontida, ocorrido no último dia 13. O delegado geral da Polícia Militar, Lawrence Melo, disse que estava faltando apenas o resultado dos exames periciais realizado pelos profissionais da Superintendência da Polícia Técnica e Científica para encaminhar o inquérito policial para o Poder Judiciário.

O caso está sendo investigado pela equipe da Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção a Pessoas (SHPP), coordenado pelo delegado Lúcio Rogério. De acordo com Lawrence Melo, a autoria do crime está bem definida e por meio desses exames iriam ser preenchidas algumas lacunas da investigação. Uma delas é a ocorrência da violência sexual.

A polícia precisa saber o que procedeu no decorrer dos 40 minutos em ficaram juntos o acusado e a publicitária, no apartamento da vítima, no Turu. “O acusado declarou a polícia que teria violentado sexualmente a vítima, mas é necessário ter a comprovação de forma científica”, informou o delegado geral da Polícia Civil.

Exames

A equipe do Instituto Médico Legal (IML) realizou o exame cadavérico e colheu vestígios no local do crime, como lençol, travesseiro e até mesmo nas unhas da vítima.

Ainda foram analisadas a saliva do acusado e as roupas utilizadas por ele no dia do crime para tentar identificar se houve algum tipo de abuso sexual. O material foi analisado pelo Instituto de Identificação e pelo Instituto de Genética Forense. Os exames mostrarão, em caso positivo de estupro, se a vítima sofreu abuso antes ou após ser morta. Os técnicos do Instituto de Criminalística (Icrim) analisaram, de forma criteriosa e com meios tecnológicos, as imagens do circuito de câmera de segurança do prédio da publicitária.

Eles também estão sendo responsáveis em periciar o celular do acusado, que foi apreendido pela polícia.

De O Estado do Maranhão


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Crime

Polícia deve fazer a reconstituição da cena da morte de Mariana Costa

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Após a comprovação da motivação do assassinato que, segundo o próprio Lucas Porto teria sido uma paixão incontrolável pela vítima, a polícia do Maranhão segue as investigações para tentar elucidar de vez todos os fatos que compõe o crime. Depois de afirmar que o acusado teria revelado ter cometido ato sexual, o secretário de segurança do Maranhão, Jefferson Portela, ressaltou que deve ser feita, em breve, uma reconstituição do que aconteceu no quarto da Mariana Costa.

“Ele disse que tinha uma atração pessoal muito forte pela senhora Mariana, sua cunhada. Segu indo isso, ele resolveu ir até seu apartamento e lá a encontrou em seu quarto de descanso, sem roupas, e resolveu consumar seu desejo por ela”, contou Portela.

Em seguida, o secretário lembrou que, mesmo com a confissão, a linha de investigação não muda. “Houve violência de natureza sexual. Esta foi à manifestação dele. Negou no primeiro momento a autoria do crime, mas declinou agora. Contudo, não muda nada na ação da polícia”.

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Sobre a constituição, o secretário lembrou que será feita porque é necessário a polícia saber de tudo, com detalhes, o que aconteceu para, assim, dar as investigações como encerradas.

“O problema é que só terá o autor. Mas é fundamental [realizar a reconstituição] para entender o que aconteceu no apartamento, até para embasar o processo e a pena”, disse Portela

Entenda o caso

No último domingo (13), Mariana de Araújo Costa, de 33 anos, foi encontrada desacordada em seu apartamento, no bairro do Turu. Lucas Leite Ribeiro Porto, cunhado de vítima, foi conduzido pela polícia ao Centro de Triagem de Pedrinhas no dia seguinte, após imagens das câmeras do circuito de TV do condomínio o mostrarem correndo por escadas do local no horário que, segundo a perícia, teria sido cometido o crime.

Segundo investigações, ele teria matado a cunhada sufocada com um travesseiro após uma tentativa de estrangulamento. Lucas Leite Ribeiro Porto está no Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. (Com informações do Estado do Maranhão)


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Poder

Carolina Costa publica homenagem a irmã morta por Lucas Porto

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Em publicação no Facebook, Carolina Costa prestou uma linda homenagem a irmã mais nova Mariana Costa, na noite da última quarta-feira (16).

Na sua mensagem póstuma, Carolina, que é casada com Lucas Porto – principal suspeito de assassinar Mariana Costa- se declarou e disse que a sua irmã era a “sua líder e companheira”. “Você será eternamente lembrada pelo teu amor ao próximo, pela tua família, pela igreja e principalmente pelo Senhor”, afirmou.

Costa falou, ainda, que o legado deixado por Mariana nunca será esquecido e que a sua “honestidade e tua honra foi preservada”.

Veja abaixo:

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Crime

Família entrega roupas usadas por cunhado da sobrinha de Sarney no dia do crime

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As roupas usadas por Lucas Porto no momento do assassinato de Mariana Costa, foram entregues à polícia por familiares do empresário. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Lawrence Mello, que confirmou a informação, as vestes foram encontradas no fim da tarde da última quarta-feira (16).

De acordo com Mello, as roupas estavam em um apartamento vazio, de propriedade do pai de Lucas Porto, que fica no mesmo condomínio onde o acusado mora, no bairro da Ponta d’Areia.

Lawrence Melo informou, ainda, que as vestes já foram encaminhas para o Instituto de Criminalística e Medicina Legal (ICRIM). “As roupas estavam neste apartamento e acreditamos que elas foram usadas no dia do crime, mas isso só a perícia vai dizer”.

Sobre quem entregou as roupas, o delegado afirma que familiares do próprio Lucas entregaram o material para a polícia. “Parentes deles mesmo entregaram as vestes. Eles sabiam que nós já estávamos atrás e nos ajudaram. Temos a informação que este apartamento estava vazio e é de propriedade do pai do acusado”, disse.

Confissão

Lucas confessou para a polícia ter matado a jovem, além disso, narrou aspectos que teriam motivado ao ato. “Ele disse que tinha uma atração pessoal muito forte pela senhora Mariana, sua cunhada. Seguindo isso, ele resolveu ir até seu apartamento e lá a encontrou em seu quarto de descanso, sem roupas, e resolveu consumar seu desejo por ela”, disse o secretário de Segurança do Maranhão, Jefferson Portela.

Entenda o Caso

Mariana Costa tinha 33 anos, é sobrinha‐neta do ex‐presidente da República José Sarney, foi encontrada morta em seu apartamento, que fica localizado no condomínio Garvey Park, no último domingo (13). O principal acusado era o seu cunhado, Lucas Porto, que já confessou o crime.

Em sua confissão, o empresário afirmou que matou a jovem por motivos passionais. As imagens das câmeras de segurança do prédio foram fundamentais para que a polícia chegasse até o envolvido na ação criminosa.

A investigação continua, uma vez que a cúpula do Sistema de Segurança demonstrou que não acreditou na versão apresentada por Lucas Porto em seu depoimento.

Mariana deixou duas filhas pequenas e seu esposo, o também empresário Marcos Renato.


Saiba mais

Secretário demonstra que a polícia não acreditou na versão do cunhado de Mariana Costa

Cunhado confessou que tentou estuprar sobrinha de Sarney

Cunhado confessa que matou sobrinha de José Sarney


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