Poder

Pai de Eduardo Braide entra em cena e articula apoios para o filho

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Carlos Braide, pai de Eduardo Braide.

O ex-deputado Antônio Carlos Braide, pai do candidato a prefeito pelo PMN, Eduardo Braide, decidiu entrar na campanha do filho após o resultado das urnas que levou Eduardo juntamente com Edivaldo Holanda Júnior (PDT) para o 2º turno das eleições em São Luís.

Segundo fontes fidedignas, Carlos Braide já está articulando apoios para o parlamentar pelos bastidores. Eduardo Braide também começou a costurar os apoios e já chegou até procurar a candidata derrotada Eliziane Gama (PPS) e o senador Roberto Rocha (PSB) para uma futura aliança política.

Diante de tais informações, tudo indica que o pai de Eduardo Braide terá um papel fundamental em sua gestão, caso seja eleito.


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Política

Ex-deputado Carlos Braide operava no empresarial da corrupção de Anajatuba

Carlos Braide é apontado como um dos chefes da organização

Carlos Braide é apontado como um dos chefes da organização

Profissão? Político. Competência: traçar estratégias e elaborar metas para usar o dinheiro público em benefício próprio e de terceiros.

Esses questionamentos definem bem mais uma página das investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao crime Organizado (Gaeco), sobre o esquema de corrupção que desviou mais de R$ 14 milhões dos cofres públicos de Anajatuba.

Os principais acusados de fazerem parte da quadrilha são o prefeito de Anajatuba, Helder Aragão, o empresário Fabiano Bezerra e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado e pai do deputado estadual Eduardo Braide, Carlos Braide.

No documento, segundo as apurações, fica claro que a organização criminosa operava com o propósito de desviar verbas públicas em proveito próprio e de terceiros. Sendo assim, de forma negligente, estruturam o esquema em dois núcleos: um empresarial, que criava e operava as empresas de fachada para participar das licitações e o núcleo político, que estava ligado à administração municipal.

A maneira como o esquema de desvios de verba funcionava é muito fácil de ser compreendido. Em uma ação conjunta com o prefeito, secretários municipais e a Central Permanente De Licitação (CPL), as empresas eram contratadas após licitação fraudulenta, apenas para lavar o dinheiro desviado de forma que não fosse percebida a ilegalidade.

Carlos Braide operava no núcleo empresarial como mentor e é um dos chefes da organização, juntamente com o empresário Fabiano Bezerra, como aponta o documento.

O texto revela ainda que Carlos Braide e Helder Aragão são vizinhos de condomínio, o que estreita ainda mais a relação de ambos.


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Poder

Grampo da Gaeco flagra prefeito de Anajatuba preocupado com “investigação”

Helder Aragão procura advogado para falar sobre investigações

Helder Aragão procura advogado para falar sobre investigações

Em alerta com a denúncia feita sobre os desvios de verbas em Anajatuba, no Fantástico, em novembro de 2014, o prefeito da cidade, Hélder Aragão teve seus telefones grampeados pela justiça dias depois da denúncia. Assim como outros envolvidos no esquema de corrupção – Carlos Braide, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado e pai do deputado estadual Eduardo Braide e o empresário Fabiano Bezerra, apontado como articulador do esquema.

Em uma das escutas obtidas com exclusividade pelo Blog do Neto Ferreira e analisadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao crime Organizado (Gaeco), é possível perceber a preocupação de Helder em relação ao avanço das investigações, durante uma conversa: “[…] O senhor não ‘tá’ achando muito estranho a velocidade dessa investigação, com oitavas de testemunhas, pra… pra depoimentos. Né?!…”.

A pessoa tranquiliza o prefeito afirmando que o procedimento faz parte de uma determinação da procuradoria, que elegeu uma comissão para alavancar diversos processos, inclusive de outros munícipios. Ele ainda afirma que os promotores são do interior e tenta acalmar Helder.

O homem afirma que está acompanhando toda a questão, como tudo está funcionando em relação às investigações, mas que prefere conversar com Helder pessoalmente para explicar algumas questões.

O prefeito já havia sido afastado do cargo no início do mês, mas retornou no último dia 25, por uma decisão judicial do desembargador Luiz Gonzaga Almeida Filho, que concluiu que haver provas suficientes para mantê-lo afastado.

Helder Aragão ainda suspeita, no início da ligação, que seus telefones possam estar sendo grampeados: “[…] Fala nesse telefone estranho aí, pode ser que… não tem ninguém grampeando!…”


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Política

Bomba! Interceptação revela participação de ex-presidente da Assembleia em corrupção

Três dos principais envolvidos no esquema de Anajatuba - Helder Aragão, Fabiano Bezerra e Carlos Braide

Três dos principais envolvidos no esquema de Anajatuba – Helder Aragão, Fabiano Bezerra e Carlos Braide

O blog do Neto Ferreira teve acesso com exclusividade a documentos que revelam declarações feitas pelo empresário Fabiano Bezerra, apontado como articulador do esquema de Anajatuba, a partir de uma interceptação telefônica autorizada pela justiça, um dia após ser exibida matéria no Fantástico, no quadro “Cadê o dinheiro que estava aqui?”, que denunciou o forte esquema de corrupção no município.

Mais de R$ 14 milhões foram desviados por um grupo de políticos e empresários, que envolvem o prefeito Helder Aragão, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Carlos Braide, o empresário Fabiano Bezerra, entre outros.

Na gravação, Fabiano deixa claro que vai procurar o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), para contar tudo que sabe: “[…] Eu vou lá e vou falar tudo. Tudo que eu sei, tudo que aconteceu […]”, diz o empresário ameaçando revelar todo o esquema, com os nomes de quem ganhou dinheiro e de quem não ganhou.

Em outra escuta, o ex-presidente da Assembleia, Carlos Braide, que é pai do deputado estadual Eduardo Braide, demonstra estar bastante preocupado com a reação de Fabiano Bezerra em fazer as revelações e cita o nome do prefeito de Anajatuba, Helder Aragão: “[…] Sim depois que Fabiano Souber ‘Negão’… Aí Helder […]”, momentos antes de a ligação cair. Durante o grampo ainda é citado o Jornal Pequeno, com quem os envolvidos fariam uma possível negociação.

Os grampos telefônicos disseminam a proximidade entre os investigados e levantam suspeitas para uma investigação mais apurada em torno do envolvimento de ambos no esquema de desvio de verbas. Helder Aragão, que estava afastado a 12 dias da prefeitura de Anajatuba, retornou ao cargo ontem (26), após decisão do desembargador Luiz Gonzaga Almeida Filho, que entendeu não haver provas suficientes para manter o prefeito afastado do cargo.

Fabiano Bezerra ameça falar tudo que sabe ao GAECO

Fabiano Bezerra ameça falar tudo que sabe ao GAECO

Carlos Braide demonstra preocupação com as revelações que Fabiano pode fazer

Carlos Braide demonstra preocupação com as revelações que Fabiano pode fazer


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Judiciário

Polícia deve prender ex-presidente da Assembleia por financiar corrupção

Braide pode ser preso a qualquer momento

Braide pode ser preso a qualquer momento

Corre nos corredores do Tribunal de Justiça uma intensa movimentação para tentar evitar a prisão do ex-presidente da Assembleia, Antônio Carlos Braide. Ele é apontado como o “cabeça” de uma quadrilha, composta por 27 membros, que desviou quase R$ 14 milhões dos cofres públicos de Anajatuba. Caso que ganhou repercussão nacional no quadro do Fantástico – Cadê o dinheiro que estava aqui?

O desembargador que cuida do caso, João Santana, tem se mostrado disposto a assinar o decreto de prisão, que foi pedido por promotores de justiça.

João Santana assumiu o processo do escândalo de Anajatuba em decorrência dos seus amigos da 1ª Câmara Criminal, Antônio Fernando Bayma de Araújo e Raimundo Nonato Magalhães Melo, terem optado, misteriosamente, pela suspensão do julgamento.

O mesmo tem recebido pressão por parte dos advogados de Braide, que tentam usar de influência para evitar sua prisão. Contudo, o desembargador mantém uma conduta séria e não deve se submeter à chantagem para favorecer o réu, principalmente por ter sido empossado como membro da corte por mérito.

O desembargador foi eleito no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), em novembro de 2014, sendo o único candidato à vaga pelo critério de antiguidade. Ele venceu por unanimidade, com 1.948 votos.

A qualquer momento deve ser dada a canetada para que o mandado de prisão de Braide e companhia sejam cumpridos.


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Política

A relação perigosa entre Carlos Braide e Helder Aragão em Anajatuba

Helder Aragão e Carlos Braide, um elo perigoso

Helder Aragão e Carlos Braide, um elo perigoso

A afinidade entre corrupção e políticos parece nunca ter fim. Em 2014, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgou um relatório sobre a situação real dos casos de improbidade e crimes contra a administração pública no país. Apenas 31 por cento dos processos sobre o crime de corrupção nas justiças estaduais tiveram condenações dos réus. No Maranhão, o estoque de processos foi de 2.424, com 1.030 julgados e 33 condenações.

Embora sejam apontados como membros de organizações criminosas, muitos governantes driblam a justiça até as coisas esfriarem. Em alguns casos, apenas para agravar apurações e aumentar o cerco contra as fortes denúncias. Como acontece na relação não somente política, mas financeira entre o ex-presidente da Assembleia, Carlos Braide e o prefeito de Anajatuba, Helder Aragão.

Alvos de Inquérito, a dupla faz parte de uma da organização criminosa que atuava em diversos municípios do estado, tendo como rota principal no último ano, a cidade de Anajatuba.

Entre a troca numerosa de favores, o apoio de Helder Aragão a Eduardo Braide, filho de Carlos Braide, que foi o deputado mais votado em Anajatuba na eleição de 2014, com 3.159 votos. Uma doação do pai no valor de R$ 50 mil teria ajudado na campanha. Eduardo Braide recebeu também R$ 1.400,00 de Carlos Jesus de Carvalho e R$ 2 mil de Fábio de Henrique de Jesus França.

Eduardo Braide ainda nomeou como seu assessor Fabiano de Carvalho, um dos cabeças do esquema que foi alvo da investigação que desviou R$ 13 milhões dos cofres públicos de Anajatuba, quatro meses depois da intitulação. Fabiano e mais 26 membros organização podem ser presos a qualquer momento.

Com este elo perigoso os escândalos revelados são apenas a ponta do ice Berg.


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