Poder

Edivaldo Júnior e a mediocricidade de uma gestão

A poucos meses das eleições municipais, Edivaldo Holanda Júnior tem tentado reverter a situação caótica das ruas e avenidas de São Luís; motivo de inúmeras queixas da população ludovicense. No entanto, a recuperação das vias, que foi negligenciada durante toda a gestão municipal, não vai ser resolvida de uma hora para outra.  Além disso, a indignação e revolta com o desserviço do prefeito já estão cravadas na mente dos motoristas, ciclistas, motociclistas e pedestres eleitores.

E a impossibilidade de maquiar a cidade a tempo do pleito, deve-se à falta de conhecimento, gerência, habilidade e articulação do prefeito. Sem contar que a equipe escolhida por ele, para auxiliá-lo, não ajuda muito. A gestão municipal parece estar perdida, sem foco. A população se sente enganada, esquecida, desprezada e saqueada. A inoperância impera na gestão municipal, que tanto pregou a mudança em São Luís.

Trafegar pelas vias de  São Luís é um grande desafio, e em muitos pontos é impossível. Uma questão simples de ser resolvida virou um pesadelo para os motoristas da cidade. Se Edivaldo trafegasse mais pelos bairros e periferia da capital maranhense constataria o caos das ruas. Sem falar no desperdício de recursos públicos despendidos com reparos mal feitos, em algumas localidades, que perduram só até a primeira chuva.

A buraqueira em São luís é o reflexo da gestão medíocre de Edivaldo Holanda Júnior, que ficou muito aquém das expectativas dos eleitores que depositaram as esperanças nele em 2012.

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Poder

Prefeitura de São Luís: o caos

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Editorial

Professores em greve, escolas sucateadas, creches desassistidas, educadores contratados com salários atrasados, falta de mobilidade urbana, reajustes nas tarifas dos ônibus, buraqueira nas ruas e avenidas, desrespeito nas filas de marcação de consultas, saúde precária, muitas reclamações, população insatisfeita e desacreditada. Esse cenário reflete a infeliz administração de Edivaldo Holanda Júnior no comando da Prefeitura de São Luís.

A população ludovicense paga um alto preço e se arrepende amargamente por ter confiado naquele que se dizia ser a mudança para a capital maranhense. Passam-se os anos, mudam-se os gestores, mas os problemas, esses sim, permanecem e se potencializam em São Luís. Ah, as promessas, como soam doces e suaves aos ouvidos dos esperançosos e como são proferidas tão facilmente pelos aproveitadores. No entanto, não passam de engodo.

“O político que pensa na cidade, na população deve pensar em trabalhar desde o primeiro dia de governo. O prefeito exercendo espírito de liderança e comandando toda a equipe”. Essas palavras empolgantes, por incrível que pareça, foram ditas pelo prefeito Edivaldo durante o período de campanha em 2012. É impressionante como o discurso dele foi esquecido por ele mesmo. Às vésperas de uma nova eleição municipal, Edivaldo parece que dorme um sono profundo e não percebe as mazelas enfrentas, diariamente, pelos ludovicenses. Afinal, onde está a tal mudança tão prometida?

O que dizer da prioridade defendida por ele durante a campanha, a educação? Senão que está seguindo os mesmos passos de quem criticou veemente. “Quero afirmar que no nosso governo o calendário escolar será respeitado, as reformas nas escolas acontecerão durante as férias e nenhuma criança ficará fora de sala de aula. Vamos dialogar com os professores, construir novas escolas, garantir o fardamento escolar, aumentar o programa do leite e implantar escola em tempo integral”. Quanta mentira!

Uma coisa é verdadeira e bem atual: “Para a educação de São Luís mudar só tem um jeito: mudar o prefeito”. É impressionante como as críticas e reclamações feitas em 2012 da gestão de João Castelo se aplicam e se encaixam perfeitamente na administração de Edivaldo Holanda Júnior. Lamentavelmente, a população ainda reivindica melhorias dos mesmos problemas de quatro anos atrás.

Diante de tanto descaso, os ludovicenses  concluíram que trocaram seis por meia dúzia.


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Cidade

Filas madrugam na perícia do IML

O IML de São Luís está causando revolta nas pessoas que de lá precisam. Desde que assumiu a Direção do IML, o Dr. Ribamar Wanderley Junior vem causando um clima de desarmonia e revolta no corpo e nos usuários da Instituição, culminando na desrespeitosa marcação de perícias que exigem a chegada das pessoas na madrugada do dia anterior.

A coisa é tão braba que mesmo idosos, deficientes ou quem quer que venha de viagens de madrugada do interior do Estado e chegarem depois do número 20 de atendimento, simplesmente vão embora sem qualquer satisfação. Nem agendamento conseguem.

A população de usuários e até funcionários fizeram um abaixo-assinado com milhares de assinaturas repudiando tal situação e querendo que a Direção seja ocupada por médicos com mais respeito humano.

Em toda história do IML nunca se chegou a medidas sem diálogo como hoje em dia. Atualmente o Governo do Estado se diz priorizar medidas para acabar com a miséria e desrespeito humano, mas parece que a direção daquele instituto não liga se ta criando problemas.

O cidadão maranhense exige respeito e não aceita mais essas condutas sem explicação nenhuma. Se até as agencias bancárias tem meia hora para atender, porque eles tem que esperar mais de 12 horas. Pelos bastidores sabe-se que os exageros atingem não só usuários como a insatisfação da maioria dos funcionários, que cada vez mais se sentem coagidos dentro de seu próprio ambiente de trabalho.

A Instituição, que trabalha com atividades relacionadas a mortes, estupros e agressões físicas vem piorando o clima em todos os setores e tornando o ambiente de trabalho insustentável. A população mais pobre e necessitada, desta vez, não vai pagar.


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Cidade

Prefeitura mudará lei municipal para permitir instalação de Faculdade em São Luís

Foto panorâmica da antiga fábrica da Merck no Ivar Saldanha

Foto panorâmica da antiga fábrica da Merck no Ivar Saldanha

Antes localizada no prédio do Colégio Batista no bairro Renascença, a Faculdade Maurício de Nassau, de forma silenciosa, reformou e vai ocupar o imóvel da antiga fábrica da Merck, no bairro Ivar Saldanha.

Até aí tudo bem, não fossem as leis que impedem a instalação da mesma e o que a prefeitura vem fazendo para driblar as circunstâncias, para permitir, de qualquer forma, a sua permanência no local.

Vamos aos fatos. No último dia 21 de julho, a prefeitura de São Luís deu início a uma série de 15 audiências onde serão debatidas a revisão do Plano Diretor da cidade e a Lei de Zoneamento, Parcelamento e Uso e Ocupação do Solo. Onde foram repassadas as informações sobre a modificação do Plano Diretor e a nova Lei de Zoneamento, que substituirá a aprovada em 1992.

Em outras palavras, a lei será mudada para que a Faculdade se instale no antigo prédio da Merk.

Não é um pensamento fraco ou de quem não pensa em melhorias para a própria cidade, mas a instalação da faculdade deixará o trânsito ainda mais caótico na região. E não pense o prefeito que todas essas mudanças do trêfego aliviarão em cem por cento os transtornos causados à população.

Temos um bom exemplo do que uma instituição de ensino pode causar no quesito acessibilidade, se pensarmos nas já instaladas no bairro do Anil.

Hoje o trânsito tem uma folga por causa das férias, mas em agosto os congestionamentos se multiplicarão com a volta às aulas. Será uma emenda – em frente à SMTT, com a obstrução da Facam e em frente à entrada do Maranhão Novo.

A Gestão Pública Municipal anda meio por fora do que deve ser uma boa medida em prol da sociedade. Levamos em consideração o que disse o Jornalista Sr. Praxedes Sousa Marques, ao Jornal Pequeno, em 12 de abril de 2015:

“Em relação à liberação de alvará para uma faculdade funcionar na Ivar Saldanha, informo que a faculdade Mauricio de Nassau, situada no antigo prédio onde funcionou a Merck, na Vila Ivar Saldanha, ainda não teve liberado o seu alvará de licença para adequação, de fábrica Merck a uma faculdade, e uma das exigências para liberação do alvará e do habite-se é a apresentação de Certidão do Corpo de Bombeiros, e Certidão de Diretrizes, fornecida pela SMTT, atestando a conclusão de obra das áreas de estacionamento e acessibilidade, e adaptação do empreendimento ao sistema viário local. Porém, como o imóvel se encontra na ZR-3, zona onde não é permitida a atividade de faculdade, não pode ser liberado.”

Agora, a pergunta que não quer calar – Edivaldo Holanda Júnior liberou o Habit-se?


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