Poder

Empresa do Ceará ganha contrato de R$ 10 milhões na Prefeitura de Balsas

Para que seja feito o serviço básico de coleta de lixo e limpeza urbana, o prefeito de Balsas, Erik Augusto Costa e Silva, vai tirar dos cofres públicos nada menos do que R$ 10.262.069,69 (dez milhões, duzentos e sessenta e dois mil, sessenta e nove reais e sessenta e nove centavos.

A empresa detentora do contrato milionário é a Gold Serviços e Construções, localizada na cidade de Fortaleza-CE, que pertence à Antônio Luiz Rodrigues Mano Junior.

O acordo contratual foi assinado no dia 20 de abril e tem vigência por 12 meses.

Para a execução de um serviço básico o valor que será pago é astronômico. Os órgãos competentes tem que apurar tal contrato.

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Poder

Empresas do Pará ganham contratos de R$ 4,3 milhões na Prefeitura de Balsas

R$ 4.372.683,60 milhões. Esse é o valor exato que duas empresas da cidade de Marabá, no Pará, vão lucrar na Prefeitura de Balsas, no Maranhão, para promover eventos e ficarão responsáveis pelo palco, som, iluminação, tenda e outros.

As ganhadoras dos contratos foram a Flávio Show Produções, de propriedade de Fabrício de Melo Barros e Angélica Anayane de Melo Barros, e Armazém Eventos e Conteúdo, que pertence à Cinthia Ayako Kawashima de Oliveira.

Os acordos contratuais foram firmados com as Secretarias de Saúde, Educação e Desenvolvimento Social, Trabalho e Emprego. Cada empresa ganhou 4 contratos, o que deu no total 8 acordos, sendo 1 na Semus, 2 na Semed e 1 Sedestemp.

A Flávio Show vai faturar R$ 1.991.915,00 milhão e a Armazém Eventos, R$ 2.380,768,60 milhões.

Os contratos foram firmados em abril e deverá findar em dezembro de 2017.

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Poder

Empresa de Imperatriz ganha contrato de R$ 1,9 milhão em Balsas

A construtora Terramata, localizada em Imperatriz, faturou um contrato milionário na Prefeitura de Balsas.

Segundo o Diário Oficial do Maranhão, a empresa, que pertence a Antônio Angelino da Silva e José Arimatéa Gonçalves, foi a vencedora do pregão Presencial nº 007/2017 e deverá executar serviços de tapa-buraco e conserva vias públicas de Balsas.

Pelo trabalho, a Terramata deverá receber cerca de R$ 1.955.360,02 (um milhão nove- centos e cinquenta e cinco mil trezentos e sessenta reais e dois centavos).

O contrato tem vigência até 31 de dezembro de 2017.

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Educação

Moradores denunciam fechamento de escola em Balsas

Uma denúncia gravíssima foi enviada ao Blog do Neto Ferreira.

Segundo relatos, o secretário de Educação de Balsas, Márcio Rêgo, quer desativar a escola municipal, que fica no Povoado São Cardoso. Deixando assim dezenas de alunos sem ter onde estudar.

De acordo com o vídeo abaixo, o gestor manda retirar as carteiras escolares da unidade de ensino para serem levadas para outra escola, que fica na sede de Balsas.

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Na ocasião, pais de alunos e moradores se revoltam com a situação. E questionam ao gestor o motivo pelo qual os objetos estão sendo retirados e o secretário, de forma ríspida, questiona: Qual é a tua função no colégio? Me diz qual é a tua função no colégio? Tu é funcionário?

As imagens acima trazem mais detalhes do caso. Assista.


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Poder

Gêneros alimentícios irão custar R$ 1,058 milhão em Balsas

A Prefeitura de Balsas deve pagar R$ 1.056.419,05 milhão à empresa R.M da Silva Eireli-ME em 180 dias, segundo foi divulgado no Diário Oficial do Maranhão.

O acordo firmado entre a R.M e a gestão municipal tem como objetivo a aquisição de gêneros alimentícios para composição da merenda escolar, para atender as necessidades dos alunos da rede municipal e filantrópica de ensino público.

O prazo de vigência do contrato é de 6 meses. Veja o extrato do acordo contratual:

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Poder

Prefeitura de Balsas vai pagar R$ 2,6 milhões em limpeza urbana

R$ 2.625.776,85 (dois milhões, seiscentos e vinte e cinco mil, setecentos e setenta e seis reais e oitenta e cinco centavos). Esse é o valor que será pago pela Prefeitura de Balsa à empresa Ecolimp Limpeza Urbana Ltda-ME.

A quantia milionária refere-se a execução de limpeza de ruas da cidade.

Por mês, a Ecolimp receberá 875.258,95 (oitocentos e setenta e cinco mil duzentos e cinquenta e oito reais e noventa e cinco centavos). A vigência do contrato é de 90 dias.

A informação foi divulgada no Diário Oficial do Maranhão.

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Poder

Prefeitura de Balsas vai gastar mais de meio milhão com medicamentos

Antes de deixar a prefeitura de Balsas, o prefeito Luiz Rocha Filho autorizou a assinatura de um contrato de mais de meio milhão de reais para a compra de medicamentos. Para ser mais exato, o contrato foi de R$ 560. 218 (Quinhentos e sessenta mil, duzentos e dezoito reais). A informação consta na edição do dia 22 de dezembro do Diário Oficial do Maranhão.

A empresa contemplada foi a Sana-Comercial de Medicamentos Ltda. O que chama atenção, além do alto valor, é a validade do contrato. Assinado no dia 12 de dezembro, o contrato tem vigência até o dia 31 de dezembro. Ou seja: os R$ 560.218 serão gastos em um período de duas semanas.

Veja, abaixo, nos documentos. 

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Crime

Laudo diz que 30 tiros atingiram o veículo de jovens em Balsas

De O Estado do Maranhão

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Trinta tiros teriam alvejado o veículo em que estavam as irmãs Karina e Kamila Brito Ferreira. Foi o que mostrou o laudo preliminar feito no automóvel das jovens, que foram confundidas com criminosos durante uma perseguição policial na cidade de Balsas (distante aproximadamente 800 km de São Luís) na semana passada.

Na ação, Karina Brito morreu e Kamila foi alvejada com um tiro no braço. Na tarde de ontem, O Estado conversou com o perito criminal que veio do Instituto de Criminalística (Icrim) da cidade de Imperatriz e fez a perícia no automóvel em que estavam as duas jovens. O laudo conclusivo deve ficar pronto nos próximos dia.

Resultados

Conforme mostram os resultados do laudo pericial, foram cerca de 30 tiros que atingiram o veículo, na madrugada do dia 15 deste mês. A maioria dos tiros atingiu a traseira e também partes da lateral do veículo.

A situação comprova que elas estavam fugindo e os policiais vinham logo atrás quando começaram os disparos. Além disso, o laudo pericial também mostrou que a maioria dos tiros foi dada contra o passageiro do veículo. Por essa razão, Karina Brito, que estava no banco do carona, foi alvejada e morta, enquanto Kamila, que estava conduzindo o carro, foi atingida com um tiro no braço.

A perícia não encontrou marcas de tiros nos pneus do veículo. Por outro lado, durante as análises periciais, foi constatado que o pneu dianteiro direito estava danificado, fato esse provavelmente ocasionado quando Kamila Brito, que estava na direção, perdeu o controle e colidiu. Outra informação que também consta no laudo é sobre o tipo de arma usada pelos policiais durante a operação.

De acordo com as marcas de tiros presentes no carro, as balas saíram de pelos menos três armas de fogo diferentes. Todas as armas usadas pelos policiais na operação foram recolhidas e catalogadas na Delegacia Regional de Balsas e foram levadas para o quartel do Comando Geral da Polícia Militar (PM), no bairro Calhau, em São Luís, de onde seguiriam para o Icrim, no Campus do Bacanga da UFMA, para serem periciadas.

No entanto, até a tarde de ontem essas armas ainda não haviam chegado ao instituto. Investigações Todos os laudos, assim que concluídos, serão juntados ao inquérito policial, que tem um prazo de 30 dias para ser finalizado. A Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) está à frente das investigações.

Todos os trabalhos têm o objetivo de identificar de quais armas partiram os tiros que acertaram as jovens e, principalmente, quais eram os policiais que estavam com elas. Após a conclusão do inquérito, ele será remetido à Justiça, e assim será determinada a punição adequada para os responsáveis pelo delito.

Entenda o Caso

Vítimas voltavam de um velório quando foram perseguidas No dia 15 deste mês, Kamila e Karina Brito estavam vindo de um velório e indo para casa quando foram confundidas com criminosos e então iniciou­se a perseguição policial.

Kamila foi atingida no braço com um tiro enquanto que a sua irmã, Karina, morreu baleada dentro do automóvel.

A versão da Secretaria de Segurança Pública (SSP) é a de que as duas teriam furado uma barreira policial feita por viaturas caracterizadas e por isso foram perseguidas.

Já Kamila Brito afirma que em nenhum momento furou essa barreira e, durante todo o tempo, foi perseguida por carros sem qualquer tipo de identificação da polícia. Alguns dos policiais envolvidos na operação já estão de volta à atividade, dentro do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM), sediado em Balsas, no entanto, desenvolvendo funções administrativas no interior da unidade


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Poder

Secretário de Segurança admite erro em ação policial que matou jovem em Balsas

G1, MA

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O secretário de Segurança do Maranhão, Jefferson Portela, falou em entrevista ao repórter Alex Barbosa, da TV Mirante, sobre o caso da estudante Karina Brito Ferreira, 23 anos, morta por engano durante uma operação da Polícia Militar em Balsas, a 810 quilômetros de São Luís.

De acordo com o secretário, houve erro e o procedimento de ação não foi seguido no caso. “Nós temos procedimentos de ação policiai. Elas devem ditar nossa intervenção de rua, a nossa intervenção de combate. O procedimento não foi seguido. O inquérito policial vai, de modo oficial, dizer que aconteceu isso: ‘o posicionamento era esse, o raio de visão era esse, a postura adotada foi esta e o que aconteceu foi ali’. Porque não podemos alimentar versões, nós temos agora – como instituição pública de segurança – que apurar o fato” afirmou.

Na ocasião, o secretário disse que o carro das jovens fugiu de um carro policial descaracterizado, mas que mais a frente ‘furou’ uma barreira formada por veículos caracterizados, o que aumentou a tensão entre os policiais. “Um evento lamentável que iniciou com esse furo da barreira e teve esse resultado não desejado” disse na época durante entrevista coletiva na sede da SSP-MA.

A polícia ainda não recebeu o resultado da perícia feita no carro onde estavam Karina Brito, e a irmã dela, Kamila, que foi atingida no braço pelos tiros. O laudo da necropsia ainda não foi divulgado pelo Instituto Médico Legal de Imperatriz. Kamila Brito recebeu alta na manhã de hoje, retornou ao hospital no inicio da tarde para troca de curativo e depois prestou depoimento na delegacia.

Família contesta versão

A família da estudante contesta a versão da Secretaria de Segurança Pública de que o carro onde estava ela e a irmã dela, Kamila Brito Ferreira, que também foi atingida, teria furado uma barreira da Polícia Militar.

Segundo a professora Arlete Brito Ferreira, mãe de Karina e Kamila, a filha disse que em nenhum momento houve barreira policial. As filhas teriam se assustado com os policiais no meio da rua descaracterizados e apenas tentaram fugir.

Kamila confirmou a versão durante entrevista. “Se fosse a policia que tivesse combatido pra mim eu tinha parado, porque eu tenho CNH e o documento do carro é em dia. Eu não tenho motivo nenhum pra fugir da polícia. Agora, eu não ia parar para um desconhecido, não ia parar para o carro branco que parou na minha frente e desceu um monte de homem, porque numa cidade violenta, duas mulheres, duas horas da manhã, numa rua deserta, como eu ia parar?” questionou.

Entenda o caso

Karina Brito Ferreira foi morta na última quinta-feira (15) durante uma operação da Polícia Militar em Balsas para prender a quadrilha que tentou assaltar a agência do Banco do Brasil no município de Fortaleza dos Nogueiras. Na ocasião, Karina e a sua irmã, Kamila Brito Ferreira, foram confundidas com assaltantes.

O caso está sendo investigado por delegados da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) de São Luís. A polícia solicitou um laudo da perícia para tentar identificar de qual arma partiu o tiro que tirou a vida da estudante. O laudo deve ser divulgado em 20 dias.


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Crime

Perseguição policial termina em morte de jovem, em Balsas

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A cidade de Balsas amanheceu com uma tragédia. No início da madrugada desta quinta-feira (15), duas irmãs foram baleadas por policiais descaracterizados, pois foram confundidas com bandidos.

Karina Brito Ferreira e Kamila Brito Ferreira foram as vítimas do crime. Segundo informações, Karina faleceu no momento dos disparos e Kamila levou um tiro no braço, e está internada no hospital de Balsas.

De acordo com a testemunhas, as duas irmãs estavam voltando de um velório. Deram carona pra algumas pessoas e estavam se dirigindo a casa, quando policiais disfarçados, em um veículo não adesivado, deram ordem de parada, nas proximidades da Lagoa do Jardel.

As jovens, com medo, não atenderam a ordem de parar e foram perseguidas pelos policiais, que atiraram constantemente.

A perseguição durou até a praça do Banco do Brasil, quando o veículo bateu em uma calçada e a Kamila, que ficou ferida saiu correndo desesperada.

A Karina Brito trabalhava em uma escola de idiomas e sua irmã Kamila trabalha em uma faculdade em Balsas.

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