Política

Astro de Ogum será o primeiro na linha sucessória do Executivo Municipal

Glaucione Pedroza / Imparcial

Vereador Astro de Ogum

Vereador Astro de Ogum

A eleição de 2014 alterou o cenário da Câmara Municipal de São Luís. Além da substituição de vereador Sérgio Frota (PSDB), eleito deputado estadual, pela suplente Eidimar Gomes (PSDB), outra mudança deve ser notada no próximo ano.

O atual vice-prefeito da capital, Roberto Rocha (PSB) foi eleito senador do estado, e com isso, terá de renunciar ao cargo. Assim como aconteceu com o vice-governador do estado, Washington Luiz, que assumiu uma vaga no Tribunal de Contas do Estado, Rocha deixará de substituir o prefeito e o cargo ficará vago.

Nesse caso, de acordo com o que determina a Legislação, em caso de impedimento do Chefe do Executivo e de seu vice, automaticamente o cargo de prefeito será exercido pelo presidente do Poder Legislativo Correspondente, neste caso, o presidente em 2015, vereador Astro de Ogum.

É bom que seja lembrado que Astro não exercerá concomitantemente as funções de presidente da Câmara e vice-prefeito. Ele só comandará o executivo em casos de impedimentos do prefeito. Em todo o restante do tempo, o parlamentar continuará em suas funções normais.


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Poder / Política

Em meio a crise, Astro permanece na presidência da Câmara

Vereador Astro de Ogum.

Vereador Astro de Ogum.

O vereador Astro de Ogum, continua como presidente da Câmara Municipal de São Luís, após pedido de afastamento do vereador Isaías Pereirinha (PSL).

Em meio ao escândalo de agiotagem, Pereirinha pediu pela quarta vez licença pelo mesmo fator: motivos pessoais. Ele que foi eleito inúmeras vezes presidente da Câmara, ficará mais 30 dias afastado.

Há meses como presidente da casa legislativa, o vereador Astro de Ogum vai fortalecendo sua permanência no posto e vem recebendo apoio de parlamentares que pretendem antecipar a eleição da Mesa Diretora.

Embora antes grades amigos, comenta-se nos corredores do Legislativo sobre um racha entre Isaias e Ogum.


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Maranhão

Astro de Ogum nega que exista agiotagem em caso envolvendo o Bradesco

Vereador Astro de Ogum

Vereador Astro de Ogum

O presidente em exercício da Câmara Municipal, Astro de Ogum (PMN) resolveu falar a respeito do caso envolvendo o Bradesco e a Câmara Municipal de São Luís. Astro nega que exista agiotagem no caso. Em entrevista à Rádio Capital na tarde de ontem, o vereador se esquivou, e negou peremptoriamente conhecimento sobre todas as acusações. E disse que a Câmara até hoje não foi acionada por nenhum órgão sobre a investigação que estaria ocorrendo.

Astro afirmou desconhecer o caso e disse que os vereadores fazem empréstimos normais, principalmente para pagar débitos de campanha. “Desconheço essa história. Estou interinamente na presidência da Câmara e o que sei é que alguns vereadores usam das prerrogativas de cidadãos e pedem dinheiro emprestado de acordo com a necessidade de cada um. Acho até estranho transformarem vereadores em agiotas, já que, quando se termina uma campanha, geralmente o político chega com as finanças combalidas e geralmente recorre a empréstimo para quitação de débitos”, disse Astro de Ogum.

O vereador do PMN garantiu que o Legislativo da capital jamais foi acionado pela Polícia, Ministério Público ou Justiça a respeito da suposta agiotagem e disse também que já estive com a Assessoria Jurídica do Bradesco que também o informou desconhecer a história.

O vereador Pedro Lucas Fernandes (PTB), disse que cada parlamentar deve responder por si, já que é dito que existe a participação de 14 vereadores e nenhum nome é citado. Por isso, respondendo por si, Pedro afirmou que não mantém nenhuma relação com o Bradesco, a não ser por receber lá seu salário de vereador, mas que nunca contraiu empréstimo da instituição bancária. “Ainda tentei fazer a portabilidade para o meu banco, mas demora cinco dias a mais para cair o salário. Mas nunca fiz nenhuma transação com o banco”, afirmou.

Pedro também afirmou que se o esquema funcionaria com movimentações do Bradesco, este deveria se pronunciar. “O Bradesco que deve dar explicações oficiais, e dizer se existiu ou não empréstimo ilegal, já que pedir empréstimo não é ilegal quando o desconto do empréstimo vem descontado no contracheque. Enquanto o Bradesco não dá uma posição oficial, eu só posso falar por mim”, afirmou o vereador.

A Polícia Federal investiga um suposto esquema de cheques e empréstimos que teriam desviado mais de R$ 26 milhões da Câmara Municipal. O esquema envolveria uma ex-gerente da agência do Bradesco na Câmara e funcionários.

Há duas semanas, o vereador Marquinhos (PRB) protocolou um requerimento na Casa pedindo a saída do Banco Bradesco das transações por “transações suspeitas da instituição financeira Bradesco S/A e servidores da Câmara”, segundo o requerimento. Porém, Marquinhos não quis falar sobre quais seriam estas transações. (O imparcial)


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