Crime

Professor é preso em Carolina suspeito de estuprar e aliciar

A Equipe de Investigação de Carolina, composta pelos IPCs Noleto, Marcelo e Arcileu, comandada pelo delegado Elmerich, deu cumprimento a mandado de prisão preventiva de Edvan Castro Júnior e busca e apreensão na sua residência, acusado de estupro de vulnerável.

As investigações que duraram meses elucidaram ação criminosa do autor que se aproveitava da condição de professor para aliciar e abusar de garotos menores.

Após uma campana de horas os policiais prenderam o Indivíduo em sua residência, na mesma foram apreendidos celulares e notebook de sua propriedade. O crime chocou a cidade e a sociedade clamava pela prisão do infrator.


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Geral

Funcionário da Net usa dados cadastrais para assediar cliente por WhastApp

Cliente posta prints da conversa em post no Facebook;

Cliente posta prints da conversa em post no Facebook;

Um funcionário da empresa de telecomunicações Net teria usado as informações cadastrais de uma cliente para assediá-la pelo WhatsApp. A jornalista Ana Prado, 26, fez a denúncia em sua página no Facebook na noite desta terça-feira (26).

Segundo a jovem, o funcionário –que não teve o nome divulgado– teria ligado para ela na parte da manhã para oferecer um pacote promocional da empresa. Não interessada na oferta, a paulista disse ter agradecido e desligado o telefone.

Na sequência, Ana Prado foi surpreendida com uma mensagem do mesmo rapaz pelo WhatsApp. “Como ele disse que tinha falado comigo mais cedo e ele era a única pessoa com quem tive contato, fora dos meus colegas de trabalho, acabei identificando-o. Sem contar no prefixo que era o mesmo do da ligação da Net”, contou Ana, que disse ter ficado chocada, principalmente, pelo deboche do rapaz.

Ele confirmou ter acesso a todas as informações dos clientes, se recusou a deletar o número da paulista e ainda a desafiou a processá-lo. “Pela conversa, ficou evidente que isso parece ser bastante recorrente e não poderia deixar isso para lá”, contou a jornalista, que acabou recorrendo ao Facebook para tornar público o caso e cobrar um maior cuidado das empresas com as informações pessoais de seus clientes. (Do UOL).


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