Poder

Vereador de Maranhãozinho é assassinado em Santa Luzia do Paruá

Na manhã desta terça-feira (23), o vereador de Maranhãozinho, João Serra, conhecido como Jango, foi assassinado em Santa Luzia do Paruá.

O crime aconteceu quando o parlamentar saía de uma fazenda.

Após a execução, os autores saíram em um motocicleta em destino ignorado.

Eleito com 419 votos pelo PSD em 2016, João Serra foi presidente da Casa Legislativa e atualmente exercia o cargo de vice.

Jango é o segundo parlamentar morto nessa legislatura. Em novembro de 2017, o vereador Francisco das Chagas Sousa, o Francis do Sesp, morreu aos 46 anos, em um acidente de carro.


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Crime

Acusado de assassinar analista do Ministério Público é preso em São Luís

Gabriel Guimarães da Silva, vulgo “Gabrielzinho”, suspeito de matar o analista do Ministério Público.

Na segunda-feira (08), foi preso Gabriel Guimarães da Silva, vulgo “Gabrielzinho”, acusado de matar o analista do Ministério Público do Maranhão, André Arouche Fontoura, no dia 29 de dezembro de 2017, durante um assalto na Avenida Jerônimo de Albuquerque, em São Luís.

Um adolescente também foi apreendido por envolvimento no crime. Junto com ele, a polícia encontrou um revólver calibre 38 e drogas.

A prisão foi feita após investigações da Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP).

Entenda o caso

Um homem, identificado como André Arouche Fontoura, foi morto após reagir a um assalto no Roque Santeiro, em São Luís.

Segundo informações preliminares, dois bandidos tentaram roubar a motocicleta da vítima, que por sua vez reagiu.

Em seguida, os criminosos efetuaram tiros, sendo que dois dos disparos pegou na cabeça do jovem. Após a ação, os suspeitos empreenderam fuga sem levar a motocicleta.

A vítima foi socorrida pelo Samu e encaminhada para o Socorrão I, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.

André Arouche era economista e contador e exercia a função de analista ministerial do Ministério Público do Maranhão (MP-MA), trabalhando nas assessorias técnica das Promotorias de Justiça da Capital.


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Crime / Judiciário

Empresário acusado de matar fiscal da Sefaz é condenado a 25 anos

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A Justiça condenou, nesta segunda-feira (17), Jack Douglas Vieira Matos, o “Baiano” a pena de 25 anos em regime fechado, sem direito a apelar em liberdade. Ele é acusado de matar o auditor fiscal José de Jesus Gomes Saraiva durante uma fiscalização de uma carga de arroz avaliada em R$ 100 mil, em novembro de 2014.

Durante o julgamento, a defesa queria convencer os jurados de que Jack Douglas agiu em legítima defesa e que não planejou o crime. Para o Ministério Público, foi exatamente o contrário. Além de premeditar, o assassino não deu chances de defesa para a vítima.

Das seis testemunhas, apenas quatro compareceram ao julgamento. O guia identificado como Elionai Silva Costa foi preso cinco dias após o crime. Mas, segundo o Ministério Público, ele não responde ao processo. Já o atirador foi preso quase dois anos depois. Jack Douglas Vieira Matos tinha fugido para o interior da Bahia, onde foi localizado pela polícia.

Relembre o caso

O fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda do Maranhão (Sefaz) José de Jesus Gomes Saraiva foi morto na Vila Maracujá, zona rural de São Luís. Ele estava no ponto final do ônibus quando foi alvejado com dois tiros. Seu corpo foi encontrado dentro do veículo de uso exclusivo do governo estadual.

Saraiva, como também era conhecido, fiscalizava uma carga de arroz avaliada em 100 mil reais transportada de um caminhão, que vinha no sentido de Santa Catarina para a cidade São Luis, quando foi assassinado na capital maranhense.

Do G1,MA


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Crime

Acusado de assassinar fiscal da Sefaz vai a júri popular na segunda-feira

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Na próxima segunda-feira, (17), Jak Douglas Vieira Matos será submetido a júri popular no Fórum Desembargador Sarney Costa, em São Luís.

Jak Douglas, conhecido como Pinheiro, é acusado de assassinar, no dia 19 de novembro de 2014, com 03 tiros fatais, o fiscal da Secretaria Estadual da Fazenda do Maranhão, José de Jesus Gomes Saraiva.

O acusado pela prática do crime de homicídio triplamente qualificado, foi preso em Paulo Afonso no interior da Bahia, no dia 27 de outubro de 2016, após ficar 02 anos foragido.

Entenda o caso

O fiscal da SEFAZ foi assassinado em 19 de novembro de 2014. Vítima de uma emboscada, ele foi atraído ao suposto local onde estaria a mercadoria, na Vila Maracujá, zona rural de São Luís, onde foi encontrado o seu corpo.

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Saraiva, como era conhecido, fiscalizava uma carga ilegal de 1.300 fardos de arroz, avaliada em cem mil reais, que vinha de Santa Catarina para São Luís, e seria entregue para a empresa PINHEIRO COMÉRCIO E ALIMENTOS LTDA, com sede fictícia na Av. Principal do Povoado Maracujá.

Um vídeo obtido pela polícia ajudou a esclarecer o crime. O vídeo mostra o carro da SEFAZ conduzido pelo Fiscal, passando pela Avenida Principal da Vila Maracujá até um lugar sem saída. Em seguida, aparece um veículo Strada, conduzido pelo acusado, que sai do carro e dispara 03 tiros fatais contra o Fiscal.


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Crime

Polícia prende suspeito de matar agente penitenciário na Avenida Litorânea

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A Polícia Militar prendeu, na tarde de ontem (09), Idael Melo Roxo, suspeito de assassinar o agente penitenciário Jorge Luís Lobo da Cunha, 38 anos, próximo a um bar da Avenida Litorânea, em São Luís.

De acordo com informações policiais, o acusado teria disparado vários tiros contra a vítima, que faleceu no local.

Em seguida, uma equipe da PM chegou ao local do homicídio para averiguar o ocorrido, logo após os policiais deslocaram-se na direção apontada, quando nas proximidades do Restaurante Cabana do Sol avistaram o suspeito, que tentava fugir em uma bicicleta, de imediato foi realizado a abordagem policial, ocasião em que foi encontrado de posse do autor o armamento utilizado no crime, um revólver calibre 38 com numeração raspada e cinco munições deflagradas e um Revólver calibre 32 com numeração raspada e cinco munições intactas, em seguida foi dado voz de prisão ao suspeito e conduzido sem lesões corporais ao distrito policial para providências cabíveis.

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Já no Plantão Policial das Cajazeiras, o conduzido foi identificado por testemunhas como sendo o autor dos disparos efetuados contra a vítima, constatou-se ainda que o acusado já havia sido preso pela PM no ano de 2016 pela prática de homicídio.

Jorge Luís estava com a esposa e um amigo em um bar na Litorânea, quando foi surpreendido com vários tiros. Ele era morador do Bequimão e estava lotado no Centro de Detenção Provisória (CDP) em Pedrinhas.


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Poder

Delegados da PF que foram mortos estavam em puteiro

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Dois delegados da Polícia Federal morreram, nesta quarta-feira (31), depois de um desentendimento com um comerciante em uma casa noturna, em Florianópolis, segundo informou a Polícia Civil de Santa Catarina.

As vítimas são Adriano Antônio Soares, 47, e Elias Escobar, 60. O delegado Ênio de Matos, responsável pela investigação, atribuiu o crime a “motivos banais”.

Segundo a polícia, os delegados da PF se desentenderam com outro cliente, Nilton Cesar Júnior, proprietário de um trailer de cachorro-quente, localizado a poucos metros da casa de prostituição, no bairro Estreito. Adriano era o chefe da delegacia da PF em Angra dos Reis, cidade do litoral fluminense, e atuou na investigação da morte do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki.

O ex-membro da Corte morreu em um acidente de avião, em janeiro, quando a aeronave caiu no mar em Angra. A PF do Rio que não há uma conexão entre os fatos. A assessoria da instituição informou que, após o registro da tragédia envolvendo Teori, o inquérito do caso foi transferido do Rio para Brasília, onde se encontra atualmente sob coordenação de um outro delegado –cujo nome não foi divulgado.

Em janeiro, Adriano chegou a dar entrevistas à imprensa no qual comentava diligências realizadas a fim de apurar as circunstâncias da morte do ministro do STF. Em nota, a PF lamentou a morte dos dois delegados e informou que eles haviam viajado a Florianópolis para participar de uma “capacitação interna”.

“O falecimento dos policiais decorreu de uma troca de tiros em um estabelecimento na capital catarinense”, divulgou a PF. Segundo apuração da reportagem, as vítimas teriam discutido com o dono da barraca de cachorro-quente, dando origem ao tiroteio. Na ação, o comerciante que baleou os policiais também foi atingido por disparos. Nilton fez uma cirurgia na manhã de hoje e está internado em estado grave no Hospital Florianópolis. Um investigador, que preferiu não se identificar, disse que os delegados foram alvejados com um pistola 380 a curta distância.

O IGP (Instituto Geral de Perícias) de Santa Catarina, que participa do caso, informou que os dois delegados morreram no local do crime. Escobar levou três tiros, sendo dois no crânio e um no tórax; já Soares foi atingido por um disparo no tórax. A PF obteve a liberação dos corpos, que serão levados para o Estado do Rio de Janeiro ainda nesta quarta (31).

Na delegacia de Angra dos Reis, o clima é de consternação. Um treinamento de tiro foi cancelado porque, de acordo com um policial que trabalha no local, “ninguém estava com cabeça para isso”. Mas o atendimento ao público segue normalmente. O agente afirmou que Adriano deixa mulher e filhos. Ele morava em Niterói, região metropolitana do Rio.

Do UOL


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Poder

Policiais acusados de matar prefeito Bertin vão a julgamento

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Prefeito de Presidente Vargas, Raimundo Bartolomeu Santos Aguiar, o Bertin, assassinado em 2007.

A 2a Vara de Itapecuru-Mirim vai realizar os julgamentos de José Evangelista Duarte Sousa, Benedito Manoel Martins Serrão e Raimundo Nonato Gomes Salgado. Eles são acusados de tentativa de homicídio praticado contra Pedro Pereira (Pedro Pote) e pelo assassinato de Raimundo Bartolomeu Santos Aguiar, o Bertin, que era prefeito do Município de Presidente Vargas. O caso da morte do Prefeito Bertin ganhou destaque na imprensa local e nacional, esperando desfecho desde o ano de 2007, quando aconteceram os crimes.

Consta do inquérito policial que no dia 06 de março de 2007, por volta das 22:45 horas, aproximadamente à altura do Km 193, da BR 222 em Itapecuru-Mirim, precisamente na localidade denominada Cigana, as vítimas Raimundo Bartolomeu, o Bertin, e Pedro Pereira, o Pedro Pote, viajavam num veículo S10, placa HPI – 4779, conduzido pelo prefeito. Eles viajavam no sentido Itapecuru-Mirim / Vargem Grande quando foram parados por um outro carro, sob mira de armas de fogo.

De pronto, dois disparos foram efetuados na porta esquerda do veículo das vítimas. Em seguida, os três denunciados (todos militares) renderam as vítimas, tentando algemá-las uma a outra. Segue o inquérito: “O primeiro denunciado, Evangelista, então havendo rendido Bertin, teria efetuado nele dois disparos de arma de fogo, sendo um na região frontal, e outro na região mandibular, denotando, com eficiência, o estilo tiro encostado”.

O segundo e o terceiro denunciados, por suas vezes, tentaram imobilizar Pedro Pote, sendo que o Soldado Salgado teria efetuado um tiro no peito de Pedro Pote. As informações policiais dão conta de que Bertin morreu imediatamente. O Sargento Evangelista teria, então, entrado no veículo assumindo a direção e manobrando para fora da pista do lado oposto. O inquérito registra, ainda, que Pedro Pote teria lutado contra o Soldado Salgado. Ele teria conseguido fugir, mas foi alcançado e foi golpeado com estocadas de faca e coronhadas na cabeça. “Na execução dos crimes descritos, os policiais poderiam estar acompanhados de uma quarta pessoa, ainda não identificada”, ressalta a denúncia.

Destaca o Judiciário na pronúncia: “Conforme versa o Código de Processo Penal, a decisão de pronúncia deve ser proferida quando, ante as provas produzidas durante o sumário da culpa, convencer-se o magistrado da existência do crime e de que há indícios suficientes de que foi o réu o autor do crime em apuração. Cumpre asseverar, ainda, que a decisão de pronúncia é mero juízo de admissibilidade da acusação, portanto, não opera qualquer efeito condenatório, já que competente para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida é o Egrégio Tribunal do Júri”.


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Crime

Preso suspeito de assassinar estudante na UFMA

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Uma operação conjunta entre Polícia Civil e Militar prendeu o suspeito de matar o estudante Kelvin Rodrigues Ribeiro. O crime aconteceu no Centro de Ciências Humanas (CCH), na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), na última sexta‐feira, dia 05.

Após levantamento e busca realizados pelo GSA do 1º Batalhão de Polícia Militar, juntamente com o delegado Walter Wanderley, titular do 5° Distrito Policial, no Anjo da Guarda, foi identificado e preso o autor do crime contra o estudante. Mailton Irapuã Cardoso, 23 anos, conhecido como Cabeça, teria confessado o crime, apresentado versões diferentes. Em um dos relatos, o suspeito diz que tentou pegar o celular da vítima.

Após resistência houve luta corporal, e ele acabou golpeando o estudante com uma facada no peito. A vítima tentou fugir do banheiro e ele seguiu e o desferiu mais duas facadas. “A polícia já tinha conhecimento do endereço do Cabeça, residente da Vila Bacanga, mas ele não foi encontrado lá.

O suspeito foi localizado na Comunidade São Joaquim na Vila Maranhão. O homem conhecido como Batista estava dando guarita ao acusado”, informou o delegado Walter Wanderley. Além da prisão de Cabeça, o homem que estava lhe dando fuga foi encaminhado ao 5° DP, juntamente com outros dois homens identificados por Mailson (irmão do suspeito) e Faisão. Ambos estavam com o suspeito no dia do crime.

Cabeça e os dois comparsas são apontados na região por crimes de furto e roubo, principalmente a transporte coletivo. Todos foram apresentados no 5° Distrito Policial, no Anjo da Guarda, em São Luís.

O caso Na noite de sexta‐feira, dia 05, Kelvin Rodrigues Ribeiro, 22 anos, estudante do curso de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), foi assassinado com três facadas em um banheiro do Centro de Ciências Humanas (CCH). Kelvin estaria participando de uma festa no campus. Na mesma noite havia reuniões de dois grupos políticos antagônicos na UFMA.


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Crime

Casal que matou mãe da adolescente está sob tutela em São Luís

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O crime que chocou a população do estado e repercutiu nacionalmente em redes sociais do país, ainda causa comoção e revolta, principalmente após a apreensão dos dois adolescentes na manhã dessa segunda‐feira, dia 25. Populares se reuniram ontem, em frente Plantão de Polícia do Cohatrac para clamar por justiça.

A garota de 14 anos e o namorado, de 16 anos, apontados como autores do crime de assassinato de Tatiana Albuquerque Cutrim Alves, foram localizados em Santa Inês.

Revolta

Na noite dessa segunda‐feira, dia 25, guarnições de segurança se concentraram em frente ao Plantão de Polícia do Cohatrac, em São Luís. Diante da movimentação,populares se aglomeram no local. Em vídeos veiculados na internet, pessoas indignadas, aos gritos, chamam os adolescentes de ‘assassinos’ e clamam por justiça.

No entanto, o casal não chegou a ser levado até a unidade. Os adolescentes estão em São Luís. De acordo como superintende da Polícia Civil da Capital, Armando Pacheco, os dois adolescentes foram aprendidos em flagrante e conduzidos para Superintendência da Policia Civil da Capital (SPCC). “Eles não foram levados ao Plantão de Polícia do Cohatrac, para que não houvesse risco à segurança deles”, apontou.

Na manhã desta terça‐feira, o casal suspeito de homicídio foi encaminhado para a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, com a presença de advogados e do Conselho Tutelar.

O próximo passo do processo será a representação do caso pela promotoria e a decisão preliminar do destino dos acusados pela Justiça. “O promotor vai representar e o juiz vai decidir se os adolescentes serão internados ou entregues aos responsáveis legais. Acreditamos que o melhor seja a internação dos menores para manter a segurança deles”, declarou.

A Polícia Militar do Maranhão (PM‐MA) informou que realizará uma coletiva de imprensa às 15h para tratar sobre o caso na sede do Comando da Polícia Militar.

A apreensão do casal de adolescentes, aconteceu na manhã de ontem, dia 25, no bairro Saback, em Santa Inês. De acordo com informações da polícia, Tatiana era mãe adotiva da jovem de 14 anos, que confessou ter planejado o crime, com a ajuda do namorado de 16 anos.

Ainda segundo a PM, o rapaz teria esfaqueado a mulher enquanto a garota a segurava para facilitar a ação. Após o crime, eles fugiram para Santa Inês, onde estavam procurando uma casa para alugar. Ambos foram levados para São Luís.

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O crime teria sido motivado pela oposição da mãe ao relacionamento dos dois. Tatiana e a jovem discutiam com frequência por causa do namoro da garota. As duas teriam discutido dias antes do crime. Segundo o Coronel Machado, o namorado da adolescente confessou que deu os golpes de faca que levaram Tatiana Albuquerque Cutrim Alves à morte, e a garota o ajudou, segurando a mãe para que ele a esfaqueasse.

Após o crime, os jovens dormiram normalmente na residência, e somente na manhã de sábado, dia 23, fugiram para a cidade de Santa Inês. Jovem confessou autoria do crime “Eu comecei a sentir raiva dela desde o começo do namoro, quando começamos a discutir. Nós duas ficamos inimigas e trocávamos ‘murrada’ e a raiva foi crescendo dentro de mim. Fui eu quem planejou o crime e ele (o namorado) só me ajudou. Demos duas facadas nela e queríamos enforcar, mas ela já tinha morrido”, disse a jovem no áudio que circula pelas redes sociais.

Segundo a garota, a mãe pediu que o namorado fosse até sua residência, mas a conversa não foi agradável, resultando no crime hediondo. Detalhe, o corpo de Tatiana foi encontrado em casa, no sábado, dia 23, com uma corrente de
ferro enrolada no pescoço e perfurações nas regiões da cabeça, abdômen e braço.

Além do áudio com a confissão da suspeita, também foram divulgadas na internet algumas mensagens entre o casal no aplicativo WhatsApp, que mostra a insatisfação da mãe em relação ao namoro da filha.

Do Imparcial


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Crime

Adolescente afirma que planejou o assassinato da mãe

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Em depoimento a polícia, a adolescente de 14 anos (L.C.A) confessou ter matado a própria mãe, Tatiana Albuquerque Cutrim, de 49 anos, no ultimo final de semana, em sua residência no Parque Aurora, em São Luís.

Na delegacia de Santa Inês, a menor de idade disse que teve ajuda do namorado para assassinar a mãe. Afirmou ainda que ela foi quem planejou o crime.

“Fui eu que planejei e ele só me ajudou a matar ela. Aí a gente deu duas facadas nela. Aí ela parou, aí a gente ia enforcando ela, mas ela já tinha morrido”, confessou.

A adolescente era filha adotiva de Tatiana Cutrim.

Ouça o áudio:


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