Política

Dinheiro de corrupção pertencia a Helder Aragão

Prefeito de Anajatuba, Helder Aragão

Prefeito de Anajatuba, Helder Aragão

Apesar de retornar ao cargo no último dia 25 de agosto, por uma decisão judicial do desembargador Luiz Gonzaga Almeida Filho, que concluiu não haver provas suficientes para manter Helder Aragão afastado do cargo, as investigações sobre o envolvimento do prefeito no esquema de corrupção em Anajatuba dizem totalmente o contrário.

Entre as diversas páginas do documento obtido com exclusividade pelo blog do Neto Ferreira, Helder Aragão figura a maior parte. São grampos, conversas telefônicas e documentos encontrados com o nome do prefeito que evidenciam sua participação junto aos demais envolvidos: o empresário Fabiano Bezerra e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado e pai do deputado estadual Eduardo Braide, Carlos Braide.

Em uma leitura mais recente foi constatado que Fabiano Bezerra trocava mensagens pelo aplicativo de mensagens instantâneas, WhatsApp, com Natascha, pessoa que ele usava como laranja para fazer depósitos e outras transações bancárias. Em uma das conversas a moça cobrou o empresário por débitos em seu nome que estavam gerando restrições e então ele revela que os R$ 20 mil que estavam depositados na conta dela pertencem a Helder Aragão, não a ele.

Fabiano Bezerra ainda revelou sua preocupação em ser morto, devido ao andamento das investigações e disse a Natascha que pretendia gastar R$ 100 mil com habeas corpus.

No inicio da conversa a moça ainda questiona se o empresário negará ao Ministério Público que trabalhava com a empresa M A Silva Ribeiro, e o mesmo afirma que sim, que as empresas não estão em seu nome e que se não negar ele se compromete.


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Crime

Quadrilha especializada em roubo de gados é presa‏

14 animais estavam em poder dos bandidos

14 animais estavam em poder dos bandidos

14 animais foram recuperados em uma operação conjunta com a Polícia Civil, que conseguiu desarticular uma quadrilha especializada em roubos de gado.

Os bandidos agiam nas regiões de Anajatuba, Bacabeira e Santa Rita.

Foram presos João José Florêncio, vulgo “João dos Seis”, Marcone Pereira Soares e Francisco das Chagas Filho, vulgo “Tinoco”.

Eles estão à disposição da polícia para prestar esclarecimentos sobre os roubos de gado que vinham acontecendo corriqueiramente nas regiões já mencionadas.


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Política

O silêncio de Eduardo Braide…

Deputado Eduardo Braide não comentou sobre possível envolvimento em esquema.

Deputado Eduardo Braide não comentou sobre possível envolvimento em esquema.

O deputado Eduardo Braide (PMN), manteve-se em silêncio durante sessão plenária desta segunda-feira (14), a respeito da matéria publicada pelo Blog do Neto Ferreira (reveja), onde seu nome aparece no relatório do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco).

Braide foi apontado como beneficiário de R$ 2.7 milhões, da verba fruto de corrupção da Prefeitura de Anajatuba. “Além disso, da análise do manuscrito encontrado na casa de Fabiano Bezerra, quando da realização da busca e apreensão, foram identificados diversos pagamentos, com valor total de R$ 2.760.600, 00, com a indicação Dep Braide como beneficiário”, diz o documento.

Diante da citação no relatório, o parlamentar preferiu não comentar sobre o caso, muito menos defender o pai ex-presidente da Assembleia, Carlos Braide, que é acusado de integrar uma organização criminosa (ORCRIM), da qual teria desviado R$ 14 milhões dos cofres públicos da cidade de Anajatuba.

Como líder do Bloco Parlamentar Unidos pelo Maranhão, Eduardo Braide tem obrigação de prestar esclarecimentos a sociedade e seus pares. Ao invés de ameaçar o titular do blog de processo, em uma clara demonstração de censura.


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Política

Ex-deputado Carlos Braide operava no empresarial da corrupção de Anajatuba

Carlos Braide é apontado como um dos chefes da organização

Carlos Braide é apontado como um dos chefes da organização

Profissão? Político. Competência: traçar estratégias e elaborar metas para usar o dinheiro público em benefício próprio e de terceiros.

Esses questionamentos definem bem mais uma página das investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao crime Organizado (Gaeco), sobre o esquema de corrupção que desviou mais de R$ 14 milhões dos cofres públicos de Anajatuba.

Os principais acusados de fazerem parte da quadrilha são o prefeito de Anajatuba, Helder Aragão, o empresário Fabiano Bezerra e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado e pai do deputado estadual Eduardo Braide, Carlos Braide.

No documento, segundo as apurações, fica claro que a organização criminosa operava com o propósito de desviar verbas públicas em proveito próprio e de terceiros. Sendo assim, de forma negligente, estruturam o esquema em dois núcleos: um empresarial, que criava e operava as empresas de fachada para participar das licitações e o núcleo político, que estava ligado à administração municipal.

A maneira como o esquema de desvios de verba funcionava é muito fácil de ser compreendido. Em uma ação conjunta com o prefeito, secretários municipais e a Central Permanente De Licitação (CPL), as empresas eram contratadas após licitação fraudulenta, apenas para lavar o dinheiro desviado de forma que não fosse percebida a ilegalidade.

Carlos Braide operava no núcleo empresarial como mentor e é um dos chefes da organização, juntamente com o empresário Fabiano Bezerra, como aponta o documento.

O texto revela ainda que Carlos Braide e Helder Aragão são vizinhos de condomínio, o que estreita ainda mais a relação de ambos.


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Poder

Grampo da Gaeco flagra prefeito de Anajatuba preocupado com “investigação”

Helder Aragão procura advogado para falar sobre investigações

Helder Aragão procura advogado para falar sobre investigações

Em alerta com a denúncia feita sobre os desvios de verbas em Anajatuba, no Fantástico, em novembro de 2014, o prefeito da cidade, Hélder Aragão teve seus telefones grampeados pela justiça dias depois da denúncia. Assim como outros envolvidos no esquema de corrupção – Carlos Braide, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado e pai do deputado estadual Eduardo Braide e o empresário Fabiano Bezerra, apontado como articulador do esquema.

Em uma das escutas obtidas com exclusividade pelo Blog do Neto Ferreira e analisadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao crime Organizado (Gaeco), é possível perceber a preocupação de Helder em relação ao avanço das investigações, durante uma conversa: “[…] O senhor não ‘tá’ achando muito estranho a velocidade dessa investigação, com oitavas de testemunhas, pra… pra depoimentos. Né?!…”.

A pessoa tranquiliza o prefeito afirmando que o procedimento faz parte de uma determinação da procuradoria, que elegeu uma comissão para alavancar diversos processos, inclusive de outros munícipios. Ele ainda afirma que os promotores são do interior e tenta acalmar Helder.

O homem afirma que está acompanhando toda a questão, como tudo está funcionando em relação às investigações, mas que prefere conversar com Helder pessoalmente para explicar algumas questões.

O prefeito já havia sido afastado do cargo no início do mês, mas retornou no último dia 25, por uma decisão judicial do desembargador Luiz Gonzaga Almeida Filho, que concluiu que haver provas suficientes para mantê-lo afastado.

Helder Aragão ainda suspeita, no início da ligação, que seus telefones possam estar sendo grampeados: “[…] Fala nesse telefone estranho aí, pode ser que… não tem ninguém grampeando!…”


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Judiciário

Juiz que retornou prefeito de Anajatuba pode ser denunciado ao CNJ

Juiz, Luiz Gonzaga Almeida Filho

Juiz, Luiz Gonzaga Almeida Filho

Quando é impossível acreditar que não há mais o que ser feito para resolver problemas que abalam profundamente a estrutura do ser humano, que se ver impotente em meio a situações sem resoluções, o senso comum apela para a sede de justiça.

De modo geral, a justiça diz respeito ao que é correto, com a conformidade de avaliar o que é justo. Contudo, em meio às crises e escândalos que o país vem enfrentado corriqueiramente fica cada dia mais difícil entender como o poder é usado de forma massiva, para defender interesses próprios, quando deveria ser usada a virtude para dar a cada um aquilo que é seu.

Infelizmente, a mesma justiça que pune e usa com precisão o significado da palavra é a mesma que falha, que sem consciência comete erros perceptíveis perante a sociedade que só queria uma resposta para saciar a dor e revolta causadas por quem não tem respeito e se aproveita de pessoas indefesas.

Ontem (25), o juiz Luiz Gonzaga Almeida Filho foi o responsável pelo retorno ao cargo de Hélder Aragão à prefeitura de Anajatuba. O prefeito é acusado de fazer parte de uma organização criminosa que fraudava licitações e desviava recursos públicos do município. Cerca R$ 14 milhões foram retirados do erário público por uma cúpula que usava as empresas Vieira e Bezerra, atual FCB Produções e Eventos, A4 Serviços e Entretenimento, Construtora Construir e MA Silva Ribeiro.

Quanto mais se fala sobre as irregularidades cometidas por Helder Aragão na prefeitura de Anajatuba, mais fatos curiosos aparecem a cerca de seu envolvimento. O que muitos não sabem é que o juiz em questão, Luiz Gonzaga, está no exercício da função de desembargador após decisão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Maranhão afastar temporariamente o desembargador Jaime Ferreira de Araújo.

Luiz Gonzaga foi um dos quatro juízes denunciados pelo empresário Alessandro Martins, no caso Euromar, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Além disso, o advogado Carlos Seabra, que representou o juiz no CNJ é o mesmo que atua na defesa do prefeito Hélder Aragão. Coincidência ou não, a liminar da juíza Mirella Cezar Freitas, que afastou Helder do cargo por suposto ato improbidade administrativa, era baseado em muitas provas. Vídeos e áudios que comprovam o envolvimento do prefeito em todo esquema.

Outro fato que chama atenção é o número de volumes que deveriam ser estudados pelo juiz – 61 no total, para que ele chegasse a uma conclusão sobre o caso. Mesmo assim, o desembargador entendeu não serem suficientes às provas para manter o prefeito afastado do cargo.

Agora, Luiz Gonzaga pôs em risco à carreira, quando seria de bom tom apenas dar-se por impedido e não julgar o caso. É perceptível que há um vínculo entre o magistrado, a defesa de Helder e o próprio prefeito. Uma amizade que pode parar em lugar nenhum ou os homens do poder acreditam que vivem uma história hollywoodiana que terá um final feliz. O ditado popular é certo – “a justiça tarda, mas não falha”.

Talvez o juiz deva ter esquecido que ao responder processo no CNJ fica impedido de torna-se desembargador de fato, mesmo que por antiguidade. Desta forma, Luiz Gonzaga está vulnerável a mais uma denúncia por não pensar na consequência do seu ato.


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Política

Helder Aragão retorna à prefeitura de Anajatuba

Helder Aragão retorna ao cargo

Helder Aragão retorna ao cargo

A terça-feira não poderia ser mais ousada que o desembargador Luiz Gonzaga Almeida Filho, que acabou de retornar ao cargo o prefeito de Anajatuba, Helder Aragão, afastado do cargo no último dia 14 de agosto, por suposto ato de improbidade administrativa.

A decisão que afastou o prefeito do cargo foi da juíza Mirella Cezar Freitas, que instaurou processo administrativo com base em representação trazida pelo então vice-prefeito Sydnei Costa Pereira. As manifestações permitiram a instauração de procedimento investigatório criminal conduzido pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As investigações tiveram apoio da Polícia Federal, Controladoria Geral da União e do Tribunal de Contas da União.

O esquema de Anajatuba envolve políticos e empresários e só começou a ser investigado após denúncia feita no Fantástico no quadro – “Cadê o dinheiro que estava aqui?”

O prefeito Helder Aragão, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Carlos Braide e o empresário Fabiano Bezerra são apontados como cabeças do esquema que desviou dinheiro do município, com fraudes em licitações, pagamentos de serviços não executados, empresas fantasmas e inexigibilidades ilegais.


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Política

Escândalo! Áudio revela propina de R$ 90 mil a prefeito afastado de Anajatuba

Em gravação obtida pelo Blog do Neto Ferreira, o prefeito afastado de Anajatuba, Helder Lopes Aragão (PMDB), que é alvo de investigação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), é citado várias vezes como beneficiário de uma propina com cifras exorbitantes.

Prefeito afastado de Anajatuba.

Prefeito afastado de Anajatuba.

O empresário Fabiano de Carvalho Bezerra, responsável pela gravação do diálogo, trata diretamente com um homem de nome Samuel. Bezerra faz o repasse de R$ 50 mil reais e afirma para o emissário de Aragão, que no dia seguinte efetuará o pagamento de mais R$ 40 mil.

“Ai tem cinquenta mil. Aí amanhã falta quarenta né?”, diz o empresário, que no final revela serem duas parcelas da propina.

Ainda na gravação, Bezerra se mostra preocupado com as investigações do Ministério Público e pede que o emissário converse diretamente com o Helder Aragão. “Cara, conversa com Helder cara. Tu ta lá o dia todo com ele lá, isso não é brincadeira não Samuel, o negócio ta sério bixo”.

O áudio divulgado acima é continuação do vídeo (veja aqui) que mostra o empresário Fabiano em sua residência afirmando que repassaria inicialmente a quantia de R$ 50 mil, como suposta propina. O dinheiro encaminhado foi apontado pelos investigadores como fruto do esquema que desviou mais de R$ 30 milhões dos cofres públicos de Anajatuba.


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Judiciário

Prefeito de Anajutuba é afastado do cargo

Helder Aragão

Helder Aragão

Uma decisão liminar da juíza Mirella Cezar Freitas determina o afastamento imediato, por 180 dias, do prefeito de Anajatuba (132Km de São Luís) Helder Lopes Aragão por suposto ato de improbidade administrativa. A decisão é resultado de uma ação civil pública (ACP) interposta pela Promotoria da Comarca de Anajatuba, onde o representante ministerial alega a existência de inúmeras irregularidades e ilegalidades na realização de processos licitatórios no município maranhense, que teriam resultado no desvio verbas públicas.

Também são citados por envolvimento no suposto esquema de desvio de verbas o secretário municipal de Administração e Finanças, Edinilson dos Santos Dutra; da secretária municipal de Educação Álida Maria Mendes Santos Sousa; do secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Leonardo Mendes Aragão; do secretário municipal de Saúde Felipe Costa Aragão; e os vereadores Marcelo Santos Bogéa e Domingos Albino Beserra Sampaio. Juntamente com o prefeito, eles teriam praticado atos de improbidade administrativa, causando danos ao erário e promovendo o enriquecimento ilícito.

A juíza, com base na ACP, destaca que o Ministério Público instaurou processo administrativo com base em representação trazida pelo então vice-prefeito Sydnei Costa Pereira. As manifestações permitiram a instauração de procedimento investigatório criminal conduzido pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As investigações tiveram apoio da Polícia Federal, Controladoria Geral da União e do Tribunal de Contas da União.

Consta na decisão a existência de empresas que seriam de “fachada”, dentre elas, as empresas A4 Entretenimento, M.R. Comércio e Serviços, Vieira e Bezerra LTDA e a Construtora Construir. Segundo a ACP, não foram obedecidos dispositivos legais para realização das licitações, conforme determina as leis 8.666/1993 e 10.520/2002. Durante os procedimentos investigatórios foram identificadas supostas irregularidades em diversas modalidades licitatórias realizadas pelo Executivo municipal.

Ainda segundo o representante do Ministério Público, para atingir o fim criminoso o grupo teria montado dois núcleos de atuação. O primeiro chamado núcleo empresarial, responsável pela criação e operação das “empresas de fachada” composta por “sócios-laranjas”. Já o segundo seria montado o núcleo político, constituído pelos agentes públicos demandados na ação. Uma das empresas vencedoras teria sido criada 17 dias antes de vencer a concorrência pública para administrar uma verba de R$ 865.000,00 (oitocentos e sessenta e cinco mil reais).

Mirella Freitas determina que o vice-prefeito Sydnei Costa Pereira assuma o cargo de prefeito. Para isso manda que o presidente da Câmara de Vereadores de Anajatuba proceda com a convocação e lavratura do termo de posse e exercício provisório, comprovando o atendimento da medida no prazo de 05 (cinco) dias.

Quanto ao pedido de indisponibilidade e sequestro de bens a juíza negou o pedido do Ministério Público, alegando que o mesmo não indicou, na ACP, o valor relativo ao suposto prejuízo que pretensamente deverá ser recomposto ao erário.


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Judiciário

Polícia deve prender ex-presidente da Assembleia por financiar corrupção

Braide pode ser preso a qualquer momento

Braide pode ser preso a qualquer momento

Corre nos corredores do Tribunal de Justiça uma intensa movimentação para tentar evitar a prisão do ex-presidente da Assembleia, Antônio Carlos Braide. Ele é apontado como o “cabeça” de uma quadrilha, composta por 27 membros, que desviou quase R$ 14 milhões dos cofres públicos de Anajatuba. Caso que ganhou repercussão nacional no quadro do Fantástico – Cadê o dinheiro que estava aqui?

O desembargador que cuida do caso, João Santana, tem se mostrado disposto a assinar o decreto de prisão, que foi pedido por promotores de justiça.

João Santana assumiu o processo do escândalo de Anajatuba em decorrência dos seus amigos da 1ª Câmara Criminal, Antônio Fernando Bayma de Araújo e Raimundo Nonato Magalhães Melo, terem optado, misteriosamente, pela suspensão do julgamento.

O mesmo tem recebido pressão por parte dos advogados de Braide, que tentam usar de influência para evitar sua prisão. Contudo, o desembargador mantém uma conduta séria e não deve se submeter à chantagem para favorecer o réu, principalmente por ter sido empossado como membro da corte por mérito.

O desembargador foi eleito no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), em novembro de 2014, sendo o único candidato à vaga pelo critério de antiguidade. Ele venceu por unanimidade, com 1.948 votos.

A qualquer momento deve ser dada a canetada para que o mandado de prisão de Braide e companhia sejam cumpridos.


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