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Fábio Braga destaca o crescimento da produção agrícola brasileira

thumbnail_18052017 Fábio Braga Produção Agrícola

Diz o ditado popular que notícia ruim dá ibope e notícia boa dá inveja. E o Brasil dos últimos anos tem sido muito mais pródigo e efervescente em produzir e propagar as más notícias do que as boas, sobretudo porque as ruins costumam se espalhar como um rastilho de pólvora, queimando tudo que encontram pela sua frente, principalmente uma boa notícia.

O país da “Lava Jato” a gente tem que admitir, não está criando tantas notícias boas quanto deveria e quanto precisaria criar, porque a política não ajuda a economia. Uma trabalha e constrói de dia, e a outra ataca e destrói à noite. É raro a gente acordar sem que os noticiários estejam mostrando uma operação policial em algum recanto do país, com mandatos para cumprir.

Entretanto, como o país é muito surpreendente, aqui acolá surge uma notícia boa e a gente tem que correr para divulgar, senão ela carboniza no fogo do rastilho.

Possivelmente pensando nisso, o deputado Fabio Braga – Solidariedade, subiu à tribuna da Assembleia Legislativa nesta quinta-feira, 18, e revelou que “tinha preparado um discurso sobre um assunto que chamaria atenção pelas boas notícias no País, notícias essas vindas do campo; do agronegócio; da agricultura familiar, boas chuvas no campo mesmo que elas tenham sido ofuscadas pelos relâmpagos e raios das péssimas notícias provocadas pela política, na noite anterior”.

O deputado, contudo, não se ofuscou e deu seu recado: “o crescimento da produção de grãos na safra 2016/2017, chegará aos 227 milhões de toneladas, superando em 22% a produção da safra anterior, o que mostra a força do campo porque o país está em recessão há dois anos” – comemorou.

Mostrou que o Brasil “estava estabilizando a moeda frente ao dólar; estava tendo um crescimento nas vendas; estava melhorando sua escala de produção, e lamentou porque as notícias ruins ainda vão dominar o noticiário por algum tempo, dando pouca divulgação ao bom desempenho, por exemplo, do setor agrícola” – disse.

Lembrou, também, que “ao produzir mais, o Brasil barateia o consumo de alimentos básicos, como a soja, que está presente no leite, na manteiga, no óleo de cozinha; o arroz, que é alimento obrigatório na dieta do brasileiro; o milho, que é uma commodity rica em vitaminas e sais minerais usados principalmente na culinária nordestina, e o trigo, utilizado na produção de ração animal, pães e massas, permitindo com essa produção, que o alimento chegue mais fácil e mais barato à mesa do consumidor”.

E concluiu sua fala dizendo: “existem notícias que são espantosas para qualquer cidadão brasileiro, porque o que se vê diariamente são políticos indiciados, investigados ou presos, e informações desse tipo é que alimentam e dominam o noticiário brasileiro e maranhense, enquanto as notícias boas vão ficando esquecidas. Por isso eu lamento muito essa situação, porque a gente acaba se acostumando com ela e não valoriza aquilo que está dando certo na nação, como é o caso da agricultura brasileira, por exemplo” – finalizou.


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Poder

Relatório detecta ausência de bens públicos de Secretaria do governo Flávio Dino

Relatório da Unidade Gestora de Atividades Meio (UGAM) verificou a ausência de vários bens móveis e incoerência no inventário de material da Secretaria de Estado de Indústria e Comércio do Maranhão (SEINC), no exercício de 2015.

Após a conferência física nos diversos setores da SEINC, foi constatada a ausência de vários itens nos Termos de Responsabilidade, apresentado pelo ex-encarregado do Serviço de Material e Patrimônio. A checagem também foi realizada nas unidades de Caxias, Timon e Bacabeira. O resultado não foi diferente do cenário da capital.

Diante da circunstância, foi criada uma comissão para averiguar o sumiço dos bens e identificar os autores dos ‘desaparecimentos’.  Durante a inspeção, foi realizada a atualização dos itens e colhidas as assinaturas dos responsáveis pelos setores.

No almoxarifado da pasta, também foram detectadas contradições com o inventário de material, inexistência de requisições de materiais e falta de controle. “Vários itens de materiais inexistentes e outros com quantidade variado para maior e menor do inventário. Os mesmos eram entregues por vários servidores da UGAM, algumas vezes eram entregues e anotados em mapa, sem a descrição e quantidade devida”, aponta trecho do relatório.

Também foi sugerida uma comissão para proceder os acertos necessários no setor de almoxarifado da Secretaria de Estado de Indústria e Comércio, comandada pelo secretário José Simplício Alves de Araújo.

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