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Carro capota e motorista morre na BR-222, em Açailândia

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Na noite da última quarta-feira (26), foi registrado um capotamento, que resultou na morte do condutor, na BR-222, em Açailândia.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma equipe foi acionada para verificar um acidente no Povoado Córrego, no KM 625 da BR-222. Ao chegar ao local, os agentes constataram que uma picape Saveiro Cross de placas OXT-0280 havia capotado por várias vezes e parado às margens da rodovia.

O condutor, Raimundo Novato Ferreira Barros, 57 anos, morador de Buritizinho, estava com a CNH vencida desde 2008 e veio a óbito no local.

Os outros dois ocupantes do veículo tiveram lesões leves e foram socorridos pelo SAMU.

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Delator entrega imagens de motos que recebeu de delegado regional de Açailândia

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Imagens obtidas pelo Blog do Neto Ferreira comprovam que o carcereiro Mauri Célio da Costa Silva possuía duas motos em sua residência. As motos foram dadas pelo delegado regional de Açailândia Murillo Lapenda.

A confirmação do recebimento dos veículos foi feita pelo próprio carcereiro durante o depoimento os delegados da Superintendência Estadual de Combate à Corrupção (SECCOR), Roberto Fortes, Renato de Sousa e Márcio Dominici, no dia 5 de julho.

Mauri relatou ter recebido benefícios ilegais do delegado que arquitetou para incriminar o titular do 1º Distrito Policial, Tiago Fellipini.

Além das motocicletas que são oriundas de apreensões feitas pela polícia, Mauri recebeu diversos aparelhos celulares e drogas, que chegou a vender por R$ 600,00.

Caso a prisão de Fellipini acontecesse de fato, o carcereiro iria receber, também, um “prêmio” de R$ 15 mil prometido por Lapenda.

“Mauri não tem dinheiro não, a delegacia, a parte financeira tá baixa. Eu falei: sim, doutor e agora? Vamos fazer o seguinte, eu te dou essa moto aqui para te ficar rodando nela até quando tu quiser, e aí tu pega 25 gramas de crack e tu vende, cara. Assim, tu ganha dinheiro vivo (sic)”, detalhou o carcereiro.

O esquema montado resultou nas prisões do delegado titular do 1º DP de Açailândia, Tiago Fellipini, a escrivã Silvya Helena Alves, o investigador Glauber dos Santos Costa e o advogado Éric Nascimento Carosi e do carcereiro.

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Dinheiro de caça-níqueis irrigou campanha do prefeito de Açailândia e delegado sabia, diz delator

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Delegado Murillo Lapenda e prefeito Juscelino Oliveira.

O prefeito comunista de Açailândia, Juscelino Oliveira e o delegado regional Murillo Lapenda são acusados de integrarem um esquema de corrupção que envolve dinheiro oriundo de caça-níqueis. As cifras teriam financiado a campanha eleitoral do gestor.

A revelação explosiva ocorreu durante o depoimento do carcereiro Mauri Célio da Costa Silva aos delegados da Superintendência Estadual de Combate à Corrupção (SECCOR), Roberto Fortes, Renato de Sousa e Márcio Dominici, no dia 5 de julho.

Trechos do depoimento obtido pelo Blog do Neto Ferreira mostra que a relação entre prefeito e delegado era pessoal, inclusive financeira.

O carcereiro relatou que, durante a campanha eleitoral, o gestor comunista chegava a ir à delegacia regional três a quatro vezes na semana.

As conversas que eram tidas entre Murillo e o prefeito não foram reveladas, no entanto Mauri Célio falou que o delegado sabia que o dinheiro que estava irrigando a candidatura de Juscelino era proveniente dos jogos de azar. O carcereiro disse que o delegado protelava a repressão contra os grandes donos de bingos, que por sua vez apoiavam o gestor.

“Quando se tratava de pequenas casas de jogos ilegais, o dr. sempre estava lá com o intuito de fechá-las. E quando isso acontecia, chamava a imprensa para divulgar o fato. Mas isso não acontecia com os grandes proprietários”, detalhou o carcereiro.

As máquinas caça-níqueis rendiam cerca de R$ 100 mil por mês, que iam diretamente para o gestor, segundo o depoimento.

O carcereiro afirma que no mês de setembro de 2016, Lapenda, em comum acordo com o prefeito, deflagrou a operação Sem Acordo, onde apreendeu diversos equipamentos de jogos ilegais. A intenção era desvincular a sua imagem do esquema criminoso.

Após esse episódio, o delegado regional começou a intensificar atuações contra o titular do 1º Distrito Policial, Tiago Fellipini, para que o esquema caísse sobre o ele.

O chefe de polícia era amigo da família de um empresário da cidade, na qual estava apoiando o candidato opositor ao atual prefeito. Em decorrência dessa aliança, criou-se uma rixa entre Lapenda e Fellipini, que envolveu o carcereiro. (reveja o caso).

O depoimento cita que o esquema montado por Murillo resultou na prisão do delegado titular do 1º DP de Açailândia, Tiago Fellipini, a escrivã Silvya Helena Alves, o investigador Glauber dos Santos Costa e o advogado Éric Nascimento Carosi e do carcereiro, que delatou a trama.

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Escândalo: carcereiro revela esquema envolvendo delegado regional de Açailândia

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Delegado regional de Açailândia, Murillo Lapenda.

O delegado regional de Açailândia, Murillo Lapenda, é acusado de comandar um esquema de corrupção e perseguição dentro das unidades policiais da cidade. A acusação foi formalizada durante o depoimento do carcereiro Mauri Célio da Costa Silva aos delegados da Superintendência Estadual de Combate à Corrupção (Seccor) Márcio Dominici, Roberto Forte e Renato de Sousa, no dia 5 de julho de 2017.

Mauri foi preso no final do mês passado juntamente com o delegado titular do 1º DP de Açailândia, Tiago Fellipini, a escrivã Silvya Helena Alves, o investigador Glauber dos Santos Costa e o advogado Éric Nascimento Carosi. Todos acusados de corrupção e organização de criminosa.

O Blog do Neto Ferreira teve acesso, com exclusividade, ao depoimento do carcereiro.

De acordo com delator, tudo começou porque Murillo Lapenda tinha uma rixa pessoal com o Tiago Fellipini, pois se sentia intimidado com a amizade que o delegado preso vinha mantendo com a família de um empresário opositor ao atual prefeito de Açailândia, Juscelino Oliveira, a quem sempre apoiou.

Então, a partir disso, o delegado regional iniciou uma série de perseguições contra Tiago.

Conforme foi detalhado no relato, Lapenda ofertou a quantia de R$ 15 mil e mais tudo que o Mauri Célio precisasse para que fosse informado tudo o que ocorria no 1º Distrito Policial. Como pagamento pelas informações colhidas, o carcereiro chegou a receber aparelhos celulares, drogas, que vendeu por R$ 600 e motocicletas apreendidas.

Além disso, o delegado ensinou ao carcereiro como se criava fatos para jogar nas costas de Tiago. “O dr. (Murillo Lapenda) torturou um preso e disse para o advogado do mesmo que teria sido o dr Tiago. Murillon tinha desavença pessoal com o advogado Éric Carosi, pois este o representou na Promotoria de Justiça após um episódio de tortura de um cliente seu”, explicou Mauri Célio.

Após diversos fatos criados pelo regional, denúncias contra Tiago começaram a chegar ao Ministério Público, que iniciou uma investigação contra o delegado. As provas dos supostos delitos foram plantadas por Lapenda, segundo o carcereiro.

Para garantir que o esquema não fosse vazado, o regional de Açailândia sempre dizia a Mauri o que ele iria falar para promotora e o acompanhava nas oitivas sobre as denúncias contra o delegado Tiago.

E como prêmio, caso desse certo a prisão de Tiago, o carcereiro iria receber a quantia de R$ 15 mil de Lapenda, já referida acima. O depoimento explosivo irá causar uma reviravolta nas investigações.

“Continua com aquela mesma história que nós iniciamos, tu vai só servir de testemunha, tu não vai passar nem dois dias lá. Ajuda eles (os delegados que conduzem o caso), tudo que eles perguntarem responde, que eles vão te ajudar no sentido de te liberar”, disse Murillo Lapenda ao Mauri Célio no dia da prisão, em 28 de junho.

Procurado pela reportagem, o delegado-geral da Policia Civil do Estado do Maranhão, Lawrence Melo, informou que o caso está sendo apurado. O delegado regional de Açailândia não foi localizado para esclarecer a acusação.

Leia e ouça ao relato:

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Crime

Delegado de Açailândia tem prisão mantida pela Justiça

Do Estado do Maranhão

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A prisão do delegado titular do 1º Distrito Policial de Açailândia, Thiago Gardoni Filipine, assim como de sua equipe – o investigador Glauber Santos da Costa, a escrivã Silvia Helena Alves e o carcereiro Mauricélio da Costa Silva, e do advogado Erick Nascimento Carosi foi mantida pelo Poder Judiciário.

Ontem, eles participaram da audiência de custódia, que ocorreu no Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau, presidida pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Francisco Ronaldo Maciel. “Ficou mantido a prisão do delegado e dos outros envolvidos”, afirmou o juiz.

A audiência começou ainda no período da manhã e se estendeu até o começo da noite de ontem. Um dos primeiros a ser ouvido foi o delegado, Thiago Filipini e sua equipe vão continuar presos em uma das celas da Delegacia de Polícia Civil da Cidade Operária, enquanto, o advogado Erick Carosi, no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Acusação

O delegado e sua equipe, assim como o advogado Erick Carosi, foram presos no último dia 28, na cidade de Açailândia, acusados de organização criminosa e corrupção.

Ainda de acordo com as informações do delegado geral da Polícia Civil, Lawrence Melo, a cúpula da Secretaria de Segurança Pública (SSP) foi informada, no começo deste ano, por meio de uma denúncia do Ministério Público de Açailândia, de que o grupo vinha cometendo atos criminosos.

A SSP, de imediato, determinou que o caso fosse investigado pela equipe da Superintendência de Combate à Corrupção (Seccor) e acabou constatando que várias irregularidades estavam sendo cometidas pelo delegado Thiago Filipini, com a participação de sua equipe de policiais e do advogado Erick Nascimento Carosi.

Eles estariam realizando prisões na cidade e, para liberar os suspeitos, na maioria das vezes acordado com a presença do advogado Erick Nascimento, era cobrado determinado valor, dependendo da situação financeira do detido. O grupo também efetuava prisões de pessoas sem qualquer procedimento contra elas, que eram soltas mediante pagamento. A polícia solicitou ao Poder Judiciário a prisão preventiva dos acusados e os mandados foram cumpridos. Todos os envolvidos foram presos em Açailândia e removidos para São Luís.


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Crime

Delegado de Açailândia é preso por formação de quadrilha

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Foram presos preventivamente, na manhã desta quarta-feira, 29, no município de Açailândia, o delegado da Polícia Civil Thiago Gardon Filippini, a escrivã Silvya Helena Alves, o investigador Glauber Santos da Costa, o carcereiro Mauri Celio da Costa Silva e o advogado Eric Nascimento Carosi. Eles são suspeitos de compor uma organização criminosa e das práticas dos crimes de concussão e corrupção passiva. Os presos já se encontram em São Luís.

Consta nos autos que os envolvidos cobravam dinheiro para livrar cidadãos da prisão em flagrante. Em algumas situações, o conduzido havia sido, de fato, surpreendido cometendo alguma prática ilegal. Em outras, a prisão em flagrante era forjada pelos envolvidos.

A prisão preventiva foi solicitada por meio de parecer da promotora de justiça Camila Gaspar Leite, da Comarca de Açailândia. Decretou a prisão o juiz Francisco Ronaldo Maciel Oliveira.

Os envolvidos Thiago Gardon Filippini, Silvya Helena Alves e Glauber Santos da Costa também tiveram suspensos o porte de arma de fogo e o exercício da função pública.

MODUS OPERANDI

Pessoas que estavam em situação de flagrante eram conduzidas até a delegacia pelo investigador Glauber da Costa e pelo carcereiro Mauri Celio Silva. No local, o delegado Thiago Filippini dava ou não a autorização para a cobrança de propina. Quando havia permissão, Silvya Alves e Glauber da Costa contactavam o advogado Eric Carosi, que se apresentava ao conduzido e intermediava o acordo com o delegado. Os valores eram divididos entre os suspeitos do crime.


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Poder

Condutor embriagado é preso pela PRF

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um motorista de 18 anos que apresentava visíveis sinais e sintomas de embriaguez, na BR-222, em Açailândia.

Segundo a PRF, o jovem estava com dor etílico, olhos vermelhos e fala desconexa.

Foi realizado o teste de etilômetro que apresentou o resultado de 0.404 mg/l. Diante dos fatos, o condutor foi encaminhado para a Polícia Civil em Açailândia.

Em 2017, a PRF flagrou 33 pessoas dirigindo sob efeito de álcool:

11 em Imperatriz;
19 em Açailândia*;
03 em Porto Franco.


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Ex-prefeito de Açailândia é condenado por improbidade

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Os desembargadores da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) mantiveram sentença do juiz Ângelo Alencar dos Santos (1ª Vara de Açailândia), que condenou o ex-prefeito do Município, Jeová Alves de Sousa, por improbidade administrativa.

A condenação inclui a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos, pagamento de multa civil equivalente a 20 vezes o valor atualizado da remuneração do cargo, além da proibição de contratar com o Poder Público ou receber incentivos e benefícios fiscais, pelo prazo de três anos.

Jeová Alves de Sousa foi acionado pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio de ação civil pública, atribuindo ao ex-gestor municipal a prática de irregularidades cometidas nos meses de janeiro, novembro e dezembro do exercício financeiro de 2003, quando exercia o cargo de prefeito.

De acordo com o MPMA, as contas foram reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), sendo constatadas a falta de retenção do Imposto sobre Serviços (ISS), contratação irregular de pessoal, fragmentação indevida de despesas e inconsistência do balanço geral.

Em sua defesa, Jeová Alves de Sousa alegou nulidade da sentença, afirmando que o Ministério Público descreveu de forma genérica a acusação, o que inviabilizou seu direito de defesa. Apontou também a inexistência de dolo em sua conduta, afirmando que não teria havido lesão ao erário, nem prova do ato capaz de deixar de reter o ISS.

O relator do processo, desembargador Guerreiro Júnior, rejeitou as alegações preliminares da defesa, entendendo que não houve nenhum prejuízo ao exercício do direito de defesa do ex-prefeito.

Quanto ao ato de improbidade, o desembargador ressaltou que a sentença utilizou a vasta prova constante do processo – inclusive documentos expedidos pelo TCE, somada à inércia do acusado em desconstituir as razões e fatos a ele atribuídos.

O magistrado também não acatou o argumento de aprovação das contas pela Câmara Municipal de Açailância, frisando que as irregularidades administrativas cometidas pelos gestores não são alcançadas pelo julgamento feito pelo Legislativo Municipal, tratando-se de julgamento político que não afasta a prerrogativa do Poder Judiciário em conhecer qualquer lesão ou ameaça a direito.

“A existência de indícios de ilícitos administrativos apurados pelos tribunais de Contas, como ocorre na espécie, pode dar ensejo à responsabilização por meio de ação de improbidade, mesmo quando a Câmara Municipal aprova as contas do prefeito, face à independência das instâncias” observou.

Guerreiro Júnior citou ainda jurisprudências dos tribunais superiores e do TJMA para justificar a rejeição das demais alegações da defesa. O voto do relator foi seguido pelas desembargadoras Nelma Sarney e Ângela Salazar (substituta).


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Deputado Marco Aurélio é vaiado em audiência em Açailândia

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O deputado estadual e professor Marco Aurélio (PCdoB), foi vaiado durante a audiência que tratava da reforma da escola Estadual Antônio Carlos Beckman, conhecida como Bandeirantes, em Açailândia, que começou há mais de 01 ano e, até agora, não foi concluída, prejudicando mais de 700 alunos.

A reunião foi realizada na Câmara Municipal e, na ocasião, estudantes, professores e pais de alunos se fizeram presente, bem como parlamentares e outros representantes da educação.

No momento em que o deputado Marco Aurélio foi se pronunciar sobre a reforma da escola, as pessoas que estavam no local começaram a vaiá-lo como forma de protesto.

“A Secretaria de Infraestrutura garantiu que a escola em 1 mês será construída”, garantiu Marco Aurélio. E nesse momento, o deputado foi interrompido com gritos e vaias “Cadê o dinheiro? Cadê o dinheiro?”

Assista abaixo:


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Léo Cunha reitera compromisso em encontro com vereadores de Açailândia

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O deputado estadual Léo Cunha (PSC) recebeu ontem (29), em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, a visita da comitiva de vereadores de Açailândia que foram em busca de recursos para o município.

A comitiva composta pelos vereadores: Presidente da Câmara, Josibeliano Ceará (PTdoB), Fanio Mania (PRB), Evandro Gomes (DEM), Caibim (SD), Joilson Cardoso (PRB), Zé Lito (DEM) e Heliomar Laurindo (PRB) solicitaram ao deputado Léo Cunha recursos para serem investidos em saúde, educação, segurança e infraestrutura.

“Os parlamentares trouxeram reivindicações de alguns problemas que afetam a população, entre eles, a erosão da rua São Francisco com a rua Maranhão, que há anos convive com o risco de desabamento” disse o parlamentar. Na mesma região, a situação de esgoto a céu aberto é alarmante, acumulando lixo e provocando doenças, principalmente em crianças.

O grupo de vereadores também cobrou mais atenção quanto a segurança pública da cidade. De acordo com o presidente da Câmara, Ceará, o índice de violência tem assustado a população. “As pessoas quase não saem mais de suas casas à noite, pois todos os dias existem ocorrências de assaltos e violência, algo urgente precisa ser feito”, explicou o representante.

Após ouvir as reivindicações, o deputado Léo Cunha afirmou ao grupo de vereadores que junto com o deputado federal Hildo Rocha (PMDB) irá em busca de medidas emergenciais com o intuito de levar recursos para Açailândia afim de que os problemas sejam sanados.

“Reitero meu compromisso com a cidade de Açailândia me colocando à disposição para contribuir na busca desses recursos pois estamos cientes do problema. Junto com o deputado Hildo, levaremos o fato até o Governo Federal e me empenharei em levar as demandas até o Estadual, para que os recursos sejam liberados e os anseios da população sejam atendidos o mais breve possível”, declarou o deputado Léo Cunha.


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