Política

Flávio Dino e Márcio Jerry são fraquíssimos em articulação

Para conseguir reeleger Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a cúpula do Palácio dos Leões tem atuado em todas as frentes com objetivo de conseguir aliados, apoios políticos e de tentar desconstruir a imagem do adversário.

Porém, as estratégias traçadas pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, e pelo secretário de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, ambos do PCdoB, tem fracassado.

Um exemplo é o apoio de Wellington do Curso (PP) ao candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PMN), adversário de Holanda Júnior.

Durante o anúncio feito no plenário da Assembleia Legislativa na tarde de ontem (24), o pepista deixou bem claro que iria apoiar Braide no 2º turno das eleições porque foi completamente desprezado pelo governo Flávio Dino.

Essa declaração jogou luz em um dos pontos mais fracos do chefe do Palácio dos Leões, a falta de habilidade política.

Flávio Dino sequer chegou a conversar com Wellington para obter apoio para Edivaldo ou até mesmo para conseguir a sua neutralidade. Pelo contrário, enviou os deputados Othelino Neto (PCdoB) e Rogério Cafeteira (PSB) para intermediar a busca pelo apoio, o que, visivelmente, não deu certo.

Dino deveria articular encontro com o presidente estadual do PP e deputado federal, André Fufuca, mas não o fez.

Erros políticos de Márcio Jerry e Flávio Dino transbordam também nas cidades de Grajaú, Caxias e Pinheiro, cidade na qual colocaram o candidato derrotado Leonardo Sá (PcdoB).

Os palacianos perderam a chance, mais uma vez, de garantir a reeleição de “seu afilhado”, Holanda Júnior, por pura soberba e fraqueza. Afinal, é público e notório que Wellington tomou essa decisão por falta de articulação direta do governador Flávio Dino.

Mas, se Edivaldo ganhar, os méritos serão de todos, inclusive, do próprio prefeito, secretário Diogo Lima e deputado federal Weverton Rocha, que atuaram fortemente para derrotar seus adversários.


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