Política

Júnior Verde busca estratégias para acabar com a greve da polícia

Deputado reuniu-se com representantes da categoria ontem, 04

 

Deputado Júnior Verde em reunião com representantes da Polícia Civil

Deputado Júnior Verde em reunião com representantes da Polícia Civil

Na tentativa de estabelecer um diálogo entre o Governo do Estado e os policiais civis, que estão em greve desde segunda, o deputado estadual Júnior Verde (PRB), acompanhado do deputado Wellington do Curso (PPS), reuniu-se ontem (04) com membros do Sindicato da categoria, no Plenarinho da Assembleia Legislativa. Nesta quarta, o movimento se reunirá para decidir se cumpre a decisão judicial que determinou o retorno das atividades, julgando a greve ilegal.

A reunião foi solicitada por Júnior Verde, que ouviu representantes da categoria sobre as reivindicações que motivaram o movimento. Segundo os policiais, as remunerações estabelecidas na Lei Estadual 10.266 são baixas e discrepantes.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Maranhão (Sinpol), Heleudo Moreira, lamentou a greve. “Infelizmente chegamos ao limite, e não temos mais condições  de exercer nossas atividades sem o devido reconhecimento”, desabafou, acrescentando que o Executivo Estadual não tem cumprido as decisões judiciais que determinam o pagamento de gratificações retroativas.

Segundo Júnior Verde, “estamos buscando uma solução para acabar com a greve, que afeta toda a sociedade. Acredito na força do diálogo, do entendimento, e é o que o Governo também partilha, como fez com os policiais militares e com os delegados. Embora não possamos resolver questões do executivo, vamos mediar e tentar resolver essa crise”.

O deputado Wellington do Curso contribuiu com as discussões. “Estamos aqui em favor do policial civil, do povo do Maranhão. Sou da base do Governo, mas não faço parte do Governo e toda e qualquer proposta que vá de encontro ao povo maranhense, sou contra”, afirmou.

O Maranhão possui hoje 2.166 policiais civis na ativa, entre delegados, investigadores, escrivães e peritos. Há, porém, 743 cargos vagos que deveriam ser preenchidos, como estabelece a Lei Estadual.


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