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Fábio Gondim é eleito diretor do Conseplan para a região Nordeste

Secretário Fábio Gondim

Secretário Fábio Gondim

O secretário de Estado de Planejamento, Orçamento eGestão (Seplan), Fábio Gondim, foi eleito onte, 22, em João Pessoa (PB), diretor do Conselho Nacional de Secretários Estaduais do Planejamento (Conseplan) para a região Nordeste. O evento, que se estende até esta sexta-feira (23), reúne titulares da pasta de todo o país.

Além de coordenar os debates de planejamento das secretarias, Fábio Gondim ficará responsável por estudos e análises dos problemas e demandas relacionadas à região, e também representará o Nordeste junto ao Conseplan e na relação externa com outros órgãos, sobretudo com o Governo Federal.

O Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Planejamento visa promover o diálogo acerca de ações voltadas para o desenvolvimento sustentável dos Estados e do Distrito Federal. Também objetiva articular ideias e definir metas, troca de experiências, bem como promover um debate sobre o planejamento como importante instrumento da ação governamental.

Durante explanação acerca da criação do Painel de Indicadores como ferramenta para a solução de problemas quanto ao desenvolvimento econômico do estado, Fábio Gondim informou aos secretários de outros unidades da Federação os avanços na gestão pública do Maranhão a partir do foco na organização administrativa e no diagnóstico das necessidades.

Nesse esforço de governo para melhorar a gestão e promover o desenvolvimento sustentável, a população teve participação direta, ao informar suas demandas e necessidades por meio de seminários regionais, que alcançaram todos os 217 municípios maranhenses. “As sugestões foram analisadas, compatibilizadas e incluídas no Plano Plurianual (PPA)”,disse Fábio Gondim.


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Secretaria do Meio Ambiente envia direito de resposta

Após o Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) move ação civil pública contra a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) em virtude das condições de balneabilidade das praias dos municípios de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar, a Secretaria do Meio Ambiente envia direito de resposta. Leia abaixo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Acerca de matéria divulgada na tarde de hoje, 22 de março de 2012, com o título “MPF/MA quer que a Sema adote providências quanto às condições de balneabilidade nas praias de São Luís”, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Estado do Maranhão, Carlos Victor Guterres Mendes, vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:

Victor Mendes secretário do Meio Ambiente

Victor Mendes secretário do Meio Ambiente

Respeitando a iniciativa do Ministério Público Federal, no sentido de zelar pelo bem público, a Sema lamenta que o encaminhamento adotado por aquele Órgão tenha chegado ao extremo relatado na matéria, tendo em vista que ao longo do último ano e deste, o Órgão Ambiental Estadual tem buscado o diálogo e, ao passo, estruturar-se, tanto física quanto na área de recursos humanos, no sentido do cumprimento eficaz dessa missão.

Ao tempo, esclarece que os Índices de Balneabilidade da orla, conforme previsto em Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre a SEMA e o Ministério Público Federal no Maranhão, vêm sendo divulgados com a regularidade ali prevista, bem como disponibilizados semanalmente no endereço eletrônico da SEMA [www.sema.ma.gov.br].

Ao oferecer estes esclarecimentos, lembramos, ainda, que uma solução definitiva para o problema envolve outros entes públicos, como a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão, – CAEMA, uma vez que se trata de uma questão que, tangencialmente, perpassa as áreas de saúde pública e saneamento.

No entender desta Secretaria, uma solução eficaz para o problema deve contemplar o diálogo entre os municípios de São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar, bem entre todos os atores interessados em nesse objetivo comum, a SEMA e o MPF aí incluídos, em função da complexidade do assunto e da urgência em resolvê-lo, não havendo, assim, como resultar de ações isoladas do Órgão Ambiental Estadual

Defendendo o diálogo permanente e o respeito institucional, a SEMA, que até o momento não foi notificada acerca da Ação Civil Pública encampada pelo Ministério Público Federal, aguarda a competente notificação para apresentar sua defesa e justificativas.

Carlos Victor Guterres Mendes

Secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais


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Polícia Civil combate poluição sonora em São Luís

O Programa Polícia Civil nas Ruas, coordenado pela Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC), realizou ao longo desta semana diversas incursões de combate à poluição sonora na Região Metropolitana de São Luís.

Carro sendo apreendido

Carro sendo apreendido

Ao todo, as viaturas policiais percorreram 16 localidades da capital maranhense, alvos de denúncias feitas ao Plantão Especial de Repressão Qualificada à Poluição Sonora.

As operações foram realizadas nos Bairros Cohatrac, Anjo da Guarda, Vila Embratel, Vila Janaina, São Bernardo, Santa Efigênia, Bairro de Fátima, Jardim Tropical, Araçagi, Filipinho, Cidade Olímpica, Jaracati e Parque Universitário. Nas abordagens, a polícia realizou ações educativas e repressivas.

Durante as vistorias foram encontrados três estabelecimentos comerciais com aparelhagens de som mecânico apresentando volume acima dos oitenta decibéis.

Nos três casos foram lavrados auto de prisão em flagrante contra os donos dos estabelecimentos, situados nos Bairros da Vila Embratel, Anjo da Guarda e Cidade Olímpica.

Ainda durante a operação, três veículos foram encontrados com som acima do volume permitido e foram apreendidos pelos policiais. Uma das violações aconteceu em um posto de combustível do Bairro do Filipinho. Os outros dois casos, na Vila Embratel e no Anil. Os proprietários dos automóveis foram presos em flagrante com base no artigo 54 da LEI 9.605-98.

Todos foram encaminhados à Delegacia de Costumes e Diversões Públicas para disposições legais.

De acordo com a Lei do Silêncio é permitido no período diurno em áreas residências, som com volume até 55 decibéis (dBA) e no noturno até 45 dBA. Já para outras áreas, a Lei permite som com altura até 65 dBA, durante o dia, e 55 dBA, durante a noite. Em áreas industriais, o volume permitido é de até 70 dBA e noturno até  60 decibéis.


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O mau exemplo do PCdoB…

Blog do Marco D’Eça

Portelada: a vergonha da inelegibilidade

Portelada: a vergonha da inelegibilidade

Os partidos políticos são divididos entre as grandes agremiações, os chamados “nanicos” e os que se declaram “ideológicos”.

Estes últimos funcionam como espécies de reguladores da atuação dos demais, espécies de fiscais, apontadores de erros.

Mas para se manter íntegros, não podem cometer os mesmos erros que apontam nos demais.

Mas o PCdoB cometeu.

Ao lado do nanico PSL, os comunistas têm o maior número de ex-candidatos com contas rejeitadas pela Justiça Eleitoral – e, portanto, inelegíveis nas eleições e 2012.

São seis membros do PCdoB que disputaram as eleições de 2010 e não conseguiram explicar os gastos de campanha.

Entre eles, o ex-presidente do Conselho Regional de Engenharia (CREA-MA), Raymundo Portelada – que tenta se mostrar publicamente como palmatória do mundo.

Agora, não passa de um mau exemplo…


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A deusa das flores

Por Antonio Noberto

A sociedade contemporânea tem características consideradas bastante exóticas se comparada às demais. A partir do período Industrial (1750 – 1950 – arredondando as datas) passou a existir, por exemplo, a figura do desempregado. Antes, nos ofícios, na sociedade agrária, trabalhava-se no próprio espaço onde se habitava. O deslocamento diário para a jornada de trabalho, a ida e a volta, que atualmente não raro culmina em grandes engarrafamentos de veículos nas vias urbanas, àquela época, na Sociedade Industrial, ao final da jornada, os trabalhadores voltavam para casa, mas a empresas continuavam com todo o seu patrimônio retido no prédio da fábrica. O valor da empresa estava nos insumos, especialmente, no maquinário e na matéria-prima, e naquilo que foi produzido. Nestes tempos digitais, do computador e do homo conectus, em que os valores e demandas da sociedade migraram, as empresas de tecnologia não mais retêm seu patrimônio ao fim da jornada, pois o mesmo vai embora diariamente quando os colaboradores deixam o serviço, e retornam no dia seguinte. O valor da empresa, portanto, passou a ser medido pelo grau de tecnologia e, principalmente, pela competência e pelo nível de conhecimento do seu staff.

Todo este exórdio, confreiras e confrades, senhoras e senhores, tem a finalidade de abrirmos a cortina para acessarmos uma história bonita, singular, quase uma odisséia, repleta de detalhes emocionantes que, tenho certeza, tem um pedacinho de cada um dos presentes. A trajetória de Clores Holanda é marcada pelo amor, carinho, sucesso e pela competência, porém, de uma luta constante, onde o líquido e certo nem sempre era tão líquido e tão certo, visto que ela viveu a aridez da dureza da vida. Clores viu e sentiu na pele – no dizer do meu patrono Augusto Tasso Fragoso – “os travos da injustiça humana”. Mas, repetindo o imperador Júlio Cesar, hoje ela pode dizer: “Vim, vi e venci”.

Clóris é, segundo a mitologia grega, a ninfa dos campos, a deusa das flores e da primavera. Em Roma era chamada de Flora, possuindo o mesmo significado.

Nosso discurso, como visto, é muito atrativo, colorido, perfumado, gostoso de discorrer, mas sabemos que nem tudo são flores, até porque a primavera não dura o ano inteiro. Além de não ser um mar de rosas a vida é um intenso combate, renhido às vezes, que nossa historiadora e empossanda soube com maestria levar a bom termo.

O grande maranhense Humberto de Campos, nascido em Miritiba, lugar que hoje recebe o seu nome, em sua obra Destinos (OPUS EDITORA LTDA. 1983), certa vez nos contou a história de um gênio que, passando pela terra encontrou dois beduínos no deserto da Arábia, quando lhes deu, além de alguns palmos de terra em um oásis, a um, um saco de ouro, ao outro um saco de estrume. Ao voltar no ano seguinte, o gênio observou que o homem que recebeu o saco de ouro continuava com seu ouro. O que recebeu o saco de estrume possuía um jardim, todo coberto de flores. Humberto de Campos finaliza dizendo que “A sabedoria humana…, consiste não na conservação das coisas boas que recebemos, mas em transformar em coisas boas as más coisas que o céu nos dá”.

Esta estória, você perceberá, não é, nada mais, nada menos que o resumo da vida da nossa homenageada. Que não encontrou um mundo pronto, cercadinho, bonitinho, mas, impulsionada pela inquietação – comum aos vencedores, aos espíritos evoluídos e bons pesquisadores – e pelas palavras do apóstolo Paulo de Tarso, que, escrevendo aos romanos os admoestava: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Romanos 12:2). Todo este nhenhenhém você verá ao final, que muito diz respeito a Clores Holanda Silva.

Comecemos, então…

Inesquecível aquele 30 de novembro de 1979. Aos 19 anos, saindo da adolescência, portanto, muito insegura e com as pernas trêmulas, Clores deixou a residência na Rua de Santaninha e pegou o coletivo na Praça Deodoro. Seu destino era a sala do reitor da UFMA, professor José Maria Cabral Marques, para uma entrevista de primeiro emprego. Aquele tormento infernal, um estado de nervos que parecia lhe dizer que aquele recinto era certamente uma câmara de gás de um campo de concentração, só terminou quando ela adentrou ao local e o reitor, com toda a simpatia do mundo, chamou-a de criança. Ela respirou fundo, descontraiu, o chão retornou e tudo acabou dando certo.

O primeiro labor foi como arquivista no prédio que conhecemos como CEB Velho. Deu nova cara aos amontoados de pilhas de papéis. Racionalizou o lugar. E como nem tudo está tão bom que não possa melhorar (tenho certeza que todos aqui já ouviram o contrário desta frase, mas lembrem que estamos falando de Clores Holanda, que é extremamente positiva, pensa positivo e as coisas sempre dão certo), ela fez um curso de Documentação e Arquivo, um perfeito divisor de águas, que lhe deu um upgrade na carreira (permita-me o estrangeirismo). Imagine só, uma pessoa alegre e feliz, autodidata, criativa, apaixonada pelo que faz, que ainda por cima recebe um curso que tem tudo a ver com a sua personalidade e pretensão…. O que isto poderia resultar? Em trabalho bem feito, é claro! E trabalho bem feito, é sabido, sempre atrai a atenção das outras pessoas – para o bem e para o mal. Uma de suas características é nunca esperar cobrança do gestor, sempre se antecipando aos fatos. Observada por todos, não demorou muito para ser “confiscada” por outro setor mais destacado.

Tentou algumas vezes o vestibular para o curso de Medicina, e nada! Em um deles faltou só um pontinho. E depois, influenciada pelo irmão historiador Nacor Holanda Silva, investiu em Licenciatura em História e obteve, enfim, em 1985, a glória da aprovação. Hoje, Clores é graduada e pós-graduada em História pela Universidade Federal do Maranhão, além de ter iniciado mestrado em Franca-SP, mas o infortúnio da perda de um dos irmãos, trouxe-a de volta ainda nos primeiros meses do curso. Em 2005 concluiu especialização em Gestão de Arquivos, também pela UFMA. Publicou diversos artigos e livretos, geralmente ligados à administração da UFMA e ao Palácio Cristo Rei. Entre eles: Histórico do Palácio Cristo Rei (2005); Os significados e usos das vestes talares na Universidade Federal do Maranhão (2011); A bandeira da Universidade Federal do Maranhão (2011); Os reitores da Universidade Federal do Maranhão – Gestão Pedro Neiva de Santana – 1967-1968 (2011), dentre outros.

Nossa confreira – já posso chamá-la assim – é esta pessoa competente, de valor, que conhecemos. É totalmente dedicada e devotada ao trabalho, como é sabido pela maioria dos presentes. É romântica, agregadora e de incontáveis virtudes. Sempre solicitada, vez que tudo faz com singular amor e competência.

Senhoras e senhores, quem quiser saber mais sobre a vida profissional da nossa empossanda está convidado (a) a tomar um cafezinho com ela. Você vai ter muito a ouvir, a ficha é extensa. Ou poderá dar uma espiadinha no curriculum dela, que ficará à disposição no IHGM, pois agora vamos nos ater ao momento que moldou a personalidade gostosa, alegre, jovial, descontraída e vitoriosa da nossa estimada noviça confreira.

Meus avôs diziam que nunca se deve perguntar ou falar a idade de uma dama, por isso, digo que Clores tem um pouco mais de primaveras que este que vos fala e bem menos que nossos confrades Vavá Melo e Aimoré Alvim. Ela nasceu em Presidente Dutra – MA, “quando o sino batia as 18h30”, no dizer da sua adorável mãe. É a antepenúltima de uma família de dez irmãos. Usou azul e branco até aos sete anos, quando também cortou o cabelo – foi promessa materna! Boas lembranças são as roupas rodadas, o branco, o azul, a escola e os colegas, a fartura na mesa, o aconchego da mãe e dos irmãos. Seus pais Geraldo Holanda Cavalcante e Maria Nazaré Gomes Holanda Cavalcante, conhecida por Zazá Holanda, ambos falecidos, foram seus balizadores. Na verdade os pais de Clores foram obrigados a casar porque, em um baile, ele deu um beijo na boca da mãe dela. Isto passado apenas três dias daquela “imoralidade”. Beijar na boca já foi coisa muito grave. Se ainda hoje cada beijo resultasse em um casamento tenho um parente que, de cada balada, voltaria com umas dez sogras.

Dona Zazá amava Clores a mais da conta, tanto amor materno transpôs décadas e chegou aos nossos dias na forma de um olhar sereno e um sorriso alegre, que fala muito daquela infância bem vivida. Seu maior sonho era usar roupa encarnada. Desejo inesquecível. Na cidade natal estudou no Convento, que era uma escola de freiras, a melhor da cidade. Era muito sapeca. Brigava com a irmã, pois tinha ciúmes dela. A luz apagava as dez da noite, ocasião em que aproveitava para brincar de roda à luz da lua com seus belos cabelos cacheados.

O pai dava uma vida confortável aos filhos e a toda a família, viviam tranqüilos naqueles anos sessenta. A fartura era tanta que, para agradar a todos os filhos, cada um ganhava uma melancia. Mas, como falamos acima, a primavera não dura o ano inteiro. E o certo e líquido, foi deixando de ser tão certo e tão líquido, quando a política, felicidade de uns e tristeza de outros, mostraria sua face perversa àquele clã alegre e feliz. Seu pai, por esses revezes da vida, perdeu o tabelionato, e ficou abalado emocionalmente. O apoio outrora constante de amigos e parentes se tornou escasso. A família migrou para Santa Inês. Nada melhorou. No ano seguinte retornaram a Presidente Dutra sem o triunfo pretendido. A mãe colocou comércio. Aos doze anos Clores foi estudar em Aracaju, capital de Sergipe. O pai faleceu no ano de 1975. Nesse período os irmãos mais velhos já ajudavam no sustento da família. Entre eles destacou-se Pergentino, que se tornou jornalista e foi o pai de todos. Naquele mesmo ano do passamento do pai, trouxe a família para São Luís. Clores se tornou bolsista no colégio Santa Tereza. Depois estudou no colégio MENG.

Clores rima com UFMA, vez que praticamente toda sua vida profissional e acadêmica foi nesta instituição de ensino superior. Sempre teve medo de alma, mas adora cemitério, “lugar de paz”, diz com certa empolgação no rosto. Qualquer semelhança comigo não é mera coincidência. A diferença é que não tenho medo de alma. A missão dela é cuidar da irmã e da família. Considera o horário do almoço uma hora sagrada. Foi feliz duas vezes. Teve dois amores. Sua frustração é não dirigir, tem um carro que fica parado na garagem, mas prefere andar de ônibus.

É mãe e cúmplice da jovem e bonita Marcella Holanda Mendes, formada em Design de interiores e graduanda em Administração no UNICEUMA. Ela diz com olhar de mãe coruja – “Marcella é a razão da minha vida!”.

Vou ficando por aqui, até porque o patrono de Clores é um vulto gigante, que demanda muito tempo para apresentá-lo. Mas não poderia deixar de dizer que se a vida dela teve grandes percalços ou não foi um “perfeito mar de rosas”, ao menos agora ela pode cantar como Edith Piaf: Non, rien de rien, non, je ne regrette rien. Ni le bien qu’on m’a fait. Ni Le mal. Tout ça m’est bien égal – “Não, nada de nada! Eu não lamento nada. Nem o bem que me fizeram. Nem o mal. Tudo isso tanto faz!”. Portanto, minha amiga e confreira, pela competência, simplicidade, amor, serenidade, ternura, devoção, alegria e vitória é que o teu jardim está tão florido. Por tudo isto, pelo majestoso amor ensinado por Dona Zazá, a boa criação, providência e carinho dos irmãos, é que você exala o bom perfume. Puseram-te o nome Clores profetizando, quem sabe, que um dia você seria A deusa das flores. Por isso, em nome de todos os confrades e confreiras desta casa de Antonio Lopes, convido-te a entrar neste Instituto. Embeleze-o e perfume-o ainda mais.

Muito obrigado!

Antonio Noberto, Cadeira 43 – Augusto Tasso Fragoso.


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Veja a lista de aprovados em concurso para defensor público

A Defensoria Pública do Estado divulgou o resultado da avaliação de títulos e o resultado final do IV Concurso Público para Ingresso na Classe Inicial da Carreira de Defensor Público.

O edital pode ser acessado nos sites do Cespe/UnB www.cespe.unb.br/concursos/DPEMA2011 e da Defensoria Pública www.dpe.ma.gov.br

As respostas aos recursos interpostos contra o resultado provisório na avaliação de títulos estão à disposição dos candidatos no endereço eletrônico do Cespe.

Os defensores aprovados serão empossados no final de abril e lotados, preferencialmente, nas comarcas do interior do estado, conforme ordem de classificação no concurso.


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Ministério Público Federal move ação contra Secretaria comandada por Victor Mendes

Quase todas as praias de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar estão impróprias para banho

Secretário de Meio Ambiente, Victor Mendes (PV)

Secretário de Meio Ambiente, Victor Mendes (PV)

O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) moveu ação civil pública para que a Justiça Federal obrigue a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) a promover ampla divulgação das condições de balneabilidade das praias dos municípios de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar.

A medida visa resguardar a saúde da população com a sinalização dos trechos impróprios para o banho. Segundo o MPF,  como São Luís e as cidades em seu entorno não possuem sistema de tratamento de esgotos adequado, a maioria das praias e corpos hídricos estão contaminados.

A situação de poluição já foi reconhecida pela Justiça Federal, em sentença que condenou a Companhia de Saneamento Ambiental (Caema) a promover a despoluição das praias e corpos hídricos mediante a implantação de sistema adequado de tratamento de esgoto. A obrigação, porém, não foi atendida e a sentença hoje se encontra em fase de execução.

Para reiterar a condição de poluição, o MPF solicitou ao analista em biologia da Procuradoria da República no Maranhão, que analisasse os dados relativos à balneabilidade coletados pela Sema no ano passado. No laudo técnico, ele afirmou que “as atuais condições de balneabilidade estão relacionadas ao lançamento de efluentes sem tratamento adequado em rios, lagos e na faixa de praias. Na Bacia do Rio Bacanga, 68,8% do esgoto não é ligado à rede pública. Desses, o destino de 50,5% são fossas e 41,5% são fossas e valas a céu aberto”.

Ainda, ao analisar os dados, verificou-se o predomínio das condições impróprias para banho em repetidos pontos intensamente frequentados pela população local.

Como se observa, a Secretaria de Meio Ambiente não realiza seu papel

Como se observa, a Secretaria de Meio Ambiente não realiza seu papel

Os pontos de piores condições de balneabilidade são na Praia Ponta D’areia, ao lado do Forte Santo Antonio; na Praia de São Marcos, em frente à praça de apoio ao banhista e ao Hotel Brisa Mar, na Praia do Calhau, na Foz do Rio Calhau e em frente à Pousada Tambaú e na Praia do Olho d’água, à direita da Elevatoria Pimenta I.

Como não há sinalização e a população segue desinformada sobre os riscos do banho em locais contaminados, o MPF então encaminhou a ação à Justiça, requisitando a ampla divulgação das condições de balneabilidade das praias dos municípios da Ilha, inclusive com a aposição de placas nas praias.

Entre os pedidos, o MPF quer que o governo do Estado seja obrigado a promover, no prazo de 15 dias, a divulgação das condições de balneabilidade das praias de São Luís, mediante a publicação das informações em jornais de circulação estadual e a sinalização por meio de placas que especifiquem as condições de banho e alerte sobre pontos impróprios, com esclarecimento sintético dos riscos à saúde.

Além disso, o MPF quer providências da SEMA quanto aos trechos de praia onde for verificado o lançamento direto de esgotos, a serem identificados em 30 dias pela Sema. 

 


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Marcos Play é envolvido em polêmica no caso de prostituição no Piauí

Deputado Marcos Caldas, o "Play"

Deputado Marcos Caldas, o "Play"

Apontado como o contratante do escritório do advogado Ronaldo Ribeiro, de São Luís, para defender Nayra Veloso no caso Fernanda Lages, o deputado estadual Marcos Calda, o Marcos Play [foto à esquerda], desafiou que apontem qualquer ligação sua com o advogado, com Nayrinha ou com rede de prostitutas de luxo.

“Nunca tive e não tenho qualquer ligação com essa moça. Não tenho o telefone dela e ela não tem o meu. Já me frescaram muito com essa história (ligação com prostituição), mas eu não tenho nada com isso. Se eu vê-la, não sei quem é”, disse Marcos Play, pelo telefone, ao Portal AZ.

Vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado estadual Marcos Play deverá assumir o governo daquele Estado por dez dias, em função da viagem da governadora Roseana Sarney para os Estados Unidos e impedimento do presidente do legislativo, que tem a filha como candidata à prefeitura de Colinas e o presidente do Tribunal de Justiça, a mulher candidato no interior.

Fernanda Lages (esq.) e Nayrinha, presa a pedido da PF

Fernanda Lages (esq.) e Nayrinha, presa a pedido da PF

Reafirmando que é assíduo visitante de Teresina (“sou nascido em Brejo, à beira do Parnaíba”), com quem tem muitos amigos, Marcos Caldas disse que conheceu a estudante Fernanda Lages, morta em agosto de 2011, mas não tinha aproximação dela.

Prostituição – Sobre uma suposta rede de prostituição envolvendo políticos do Maranhão e Piauí, com mulheres recrutadas em Teresina, Marcos Play disse que renuncia ao mandato se comprovarem seu envolvimento.

“Eu desafio mostrarem alguma gravação minha ligando para cafetina”.

Em Teresina as presença de Marcos Caldas em baladas sempre foi comentada, devido a ostentação nos eventos, sempre acompanhado de muitas mulheres.

Uma amiga de Nayrinha chegou a revelar que ela sempre usava carro do deputado, com motorista, para recepciona-lo no aeroporto, em companhia de várias mulheres.

“Inúmeras vezes as amigas foram me receber, gosto muito de Teresina”. ( Com informações do Portal AZ)


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Veja a lista dos 50 candidatos 'ficha-suja' do Maranhão

A Presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), desembargadora Anildes Cruz, divulgou na tarde desta quinta-feira, 22, a  lista de candidatos que tiveram suas contas de campanha desaprovadas nas últimas eleições.

A maioria dos políticos barrados pela Lei da Ficha Limpa no Maranhão foram condenados por improbidade administrativa, ou seja, por atos de corrupção enquanto ocupavam cargos públicos. Outros políticos fichas-sujas se envolveram em casos de corrupção –como o mau uso do dinheiro, por exemplo. Candidatos foram barrados pela lei porque tiveram contas desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aprovará apenas os candidatos que estiveram com suas contas eleitorais de forma que seja aprovado as exigências nas eleições deste ano. Veja abaixo a lista completa:


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Carro de pecuarista de Imperatriz é encontrado em matagal

São cada vez mais fortes os indícios de crime por encomenda, após a Polícia encontrar em um matagal na manhã desta quinta-feira, 22, a camionete de modelo F-250, de cor prata, do agropecuarista Braz Josias Cabrini de Imperatriz que está desaparecido desde a última terça-feira (20).

Por volta das 11h, a polícia localizou a caminhonete na estrada vicinal que liga ao povoado Água Viva, próximo a Divinópolis.

Informações dão conta de que o empresário teria sido visto na manhã de terça feira, 20, em um posto de combustível na cidade de Entroncamento. Segundo familiares, o pecuarista chegou a entrar em contato no mesmo dia, onde afirmou estar na companhia de um amigo. Antes mesmo de o empresário desaparecer, foi realizado um saque da conta bancaria no valor de 68 mil reais.

De acordo com a Polícia, até o momento foram ouvidos o gerente da agência bancária e alguns parentes do pecuarista. O caso segue com a investigação da equipe do Serviço de Inteligência.


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