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Trizidela do Vale fica na 8ª posição no índice de efetividade da Gestão Municipal

A Prefeitura de Trizidela do Vale ficou na 8ª posição no ranking de gestão mais efetiva do Maranhão, segundo o Índice de Efetividade da Gestão Municipal, IEGM, referente o ano de 2018.

O município atingiu a marca dos 61,31%, subindo para a categoria B, ficando atrás apenas da capital do Estado, São Luis, São José de Ribamar, Imperatriz, Cantanhede, Bacuri, Coroatá, Grajaú.

Com esse resultado o município supera também todos os municípios que integram a Região do Médio Mearim e Central ficando no 1⁰ lugar. A validação das informações fornecidas para compor o IEGM foi realizada por meio de auditores do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão.

O cálculo do IEGM avalia a efetividade dos gastos municipais e analisa as políticas públicas dos gestores em sete áreas: Educação, Saúde, Planejamento, Fiscal, Meio Ambiente e Governança em Tecnologia da Informação, além do Desenvolvimento Econômico.

O prefeito Fred Maia comemorou a avaliação positiva de Trizidela do Vale e parabenizou sua equipe pela conquista. “Parabenizo todos os secretários e auxiliares que compõe a gestão municipal por esta boa avaliação nesse índice de gestão. A cada ano vamos melhorar ainda mais esse índice, afinal estamos em um ritmo acelerado”.


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PF prende grupo especializado em tráfico de drogas e execução de policiais e rivais

A Polícia Federal do Maranhão, por meio da Delegacia de Combate aos Crimes contra o Patrimônio – DELEPAT, deflagrou na manhã desta sexta-feira, (27), a operação “Letum” que cumpriu 30 Mandados de Prisão Preventiva e 25 Mandados de Busca e Apreensão nas cidades de Imperatriz, São Luís, Vitória do Mearim, todas no Maranhão, Palmas/TO, Dourados/MS e Três Lagoas/MS.

A ação tem objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas, armas e execução de membros de facções criminosas e policiais na região Tocantina.

As ordens judiciais foram determinadas pelo juiz Francisco Ronaldo Maciel Oliveira, titular da 1ª Vara Criminal de São Luís, e a operação teve apoio de 100 policiais federais das Superintendências Regionais do Ceará, Piauí, Tocantins, Pará, Amazonas, Amapá, Paraná e Mato Grosso do Sul, visando colher provas da materialidade delitiva.

As investigações foram iniciadas em razão da apuração de um homicídio ocorrido no dia 03/06/2019, que levaram à identificação de um braço da organização criminosa responsável por eliminar rivais. Observou-se que o grupo criminoso, dividido de forma estruturada possui um setor responsável por planejar e realizar mortes de membros de outras facções, bem como policiais, agentes penitenciários e demais atores da persecução penal que entendam serem contrários aos seus objetivos.

Durante a investigação, identificou-se aproximadamente 20 casos de homicídios consumados e tentados, estes evitados em razão da atuação da Polícia Federal em conjunto com a Polícia Militar.

A Operação foi denominada “Letum” em referência à personificação da morte na mitologia romana.


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Acusado de matar funcionários da Cemar vai a júri popular em Paço do Lumiar

Pablo Martins Silva, acusado de ter assassinado dois funcionários da Companhia Energética do Maranhão – CEMAR, em janeiro deste ano, vai a júri popular no dia 3 de outubro na 2ª Vara de Paço do Lumiar.

Narra a denúncia que no dia 15 de janeiro deste ano, os dois funcionários da concessionária estavam realizando diligências no conjunto Sítio Natureza, que fica próximo ao Maiobão, em Paço do Lumiar. As vítimas efetuaram o desligamento de energia elétrica da casa do acusado, fato este que teria desencadeado o crime. Segundo a denúncia, o acusado teria ameaçado e discutido com os dois funcionários.

Após o desentendimento, os funcionários continuaram as diligências na área. Nesse momento, o acusado teria ido até a casa de um chefe da facção da qual era integrante em busca de uma arma de fogo. Ele, então, teria convidado seu irmão menor de idade para irem em busca dos funcionários. Após procurarem, Pablo e o irmão encontraram o carro estacionado em outra rua, momento em que se aproximou e teria disparado contra o motorista do carro. Ato contínuo, ele teria entregue a arma ao menor e pedido para ele atirar no outro funcionário, que também morreu no local.


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Janot sobre Gilmar Mendes: “Ia dar um tiro na cara dele”

Em maio de 2017, a Operação Lava-Jato estava atingindo seu ponto mais alto. O ex-presidente Lula teve a primeira audiência com o juiz Sergio Moro no caso do apartamento tríplex, a Presidência de Michel Temer tremeu após a divulgação de um vídeo que mostrava um deputado puxando pelas ruas de São Paulo uma mala cheia de dinheiro e a delação premiada dos donos da JBS disparou ondas de choque devastadoras contra o mundo político. Houve também um quarto episódio, até agora desconhecido, que por pouco não mudou radicalmente a história da maior investigação criminal já realizada no país.

No dia 11 daquele mês, o então procurador-­geral da República, Rodrigo Janot, o chefe da operação em Brasília, foi a uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) decidido a executar o ministro Gilmar Mendes. O plano dele era dar um tiro na cabeça do ministro e depois se matar. A cerca de 2 metros de distância de Mendes, na sala reservada onde os ministros se reúnem antes de iniciar os julgamentos no plenário, Janot sacou uma pistola do coldre que estava escondido sob a beca e a engatilhou.

Mesmo para quem conhece o temperamento mercurial de Rodrigo Janot é difícil imaginá-lo praticando um ato de tamanha loucura. Naquele dia, porém, ele estava transtornado. O procurador-geral e o ministro viviam trocando alfinetadas em público. Gilmar Mendes era — e ainda é — um dos mais ferrenhos críticos dos métodos utilizados pela força-tarefa da Lava-Jato. As divergências chegaram a ponto de um se recusar a pronunciar o nome do outro.

O ministro se refere a Janot como bêbado e irresponsável. O ex-procurador costuma chamar Mendes de perverso e dissimulado. Em maio de 2017, o embate começou a entrar em ebulição quando Janot pediu ao STF que impedisse Mendes de atuar em um processo que envolvia o empresário Eike Batista. O procurador alegou que a esposa do ministro, Guiomar Mendes, trabalhava no mesmo escritório de advocacia que defendia Eike. Na sequência, foram publicadas notícias de que a filha de Janot era advogada de empreiteiras envolvidas na Lava-­Jato — o que, por analogia, também colocaria o pai na condição de suspeito. O procurador identificou Mendes como origem da informação — e, nesse instante, decidiu matá-lo.

“Ia dar um tiro e me suicidar”, disse Janot em entrevista a VEJA. É uma revelação surpreendente. O procurador vai lançar na próxima semana o livro Nada Menos que Tudo, escrito pelos jornalistas Jailton de Carvalho e Guilherme Evelin, em que narra episódios desconhecidos ao longo dos quatro anos em que esteve à frente das investigações do maior escândalo político do país. São histórias que se passam no coração do poder, envolvendo os homens mais poderosos da República e empresários influentes nos momentos mais agudos da operação.

Há casos de comportamentos indecorosos, como o de um pedido de Michel Temer e seus aliados para que o procurador não investigasse o então deputado Eduardo Cunha, e de uma bisonha tentativa de cooptação, quando o então senador Aécio Neves, em meio ao escândalo e já na condição de investigado, teve a desfaçatez de convidar Janot para compor com ele uma chapa a fim de disputar a eleição presidencial de 2018. Há também situações de sabotagem, traição, desconfiança, intrigas e suspeitas entre os próprios membros da força-tarefa.

No livro, o ex-procurador preserva o nome de alguns personagens pilhados em cenas constrangedoras, como o de um ministro do Supremo que, chorando, foi procurá-lo para perguntar se era alvo da investigação.

No capítulo em que trata do plano para matar Gilmar Mendes, Janot fala de sua motivação — “insinuações maldosas contra a minha filha” — e resume em seis linhas o fato que poderia ter provocado uma imprevisível reviravolta na Lava-Jato: “num dos momentos de dor aguda, de ira cega, botei uma pistola carregada na cintura e por muito pouco não descarreguei na cabeça de uma autoridade de língua ferina que, em meio àquela algaravia orquestrada pelos investigados, resolvera fazer graça com minha filha. Só não houve o gesto extremo porque, no instante decisivo, a mão invisível do bom senso tocou meu ombro e disse: não”. A identidade da “autoridade” que quase foi morta não é revelada.

Na entrevista a VEJA, o ex-procurador-geral fala do livro, das pressões, das ameaças e das perseguições que sofreu ao longo da operação e confirma que o alvo de sua “ira cega” era o ministro Gilmar Mendes:

“Esse inspetor Javert da humanidade resolveu equilibrar o jogo envolvendo a minha filha indevidamente. Tudo na vida tem limite. Naquele dia, cheguei ao meu limite. Fui armado para o Supremo. Ia dar um tiro na cara dele e depois me suicidaria. Estava movido pela ira. Não havia escrito carta de despedida, não conseguia pensar em mais nada. Também não disse a ninguém o que eu pretendia fazer. Esse ministro costuma chegar atrasado às sessões. Quando cheguei à antessala do plenário, para minha surpresa, ele já estava lá. Não pensei duas vezes. Tirei a minha pistola da cintura, engatilhei, mantive-a encostada à perna e fui para cima dele. Mas algo estranho aconteceu. Quando procurei o gatilho, meu dedo indicador ficou paralisado. Eu sou destro. Mudei de mão. Tentei posicionar a pistola na mão esquerda, mas meu dedo paralisou de novo. Nesse momento, eu estava a menos de 2 metros dele. Não erro um tiro nessa distância. Pensei: ‘Isso é um sinal’. Acho que ele nem percebeu que esteve perto da morte. Depois disso, chamei meu secretário executivo, disse que não estava passando bem e fui embora. Não sei o que aconteceria se tivesse matado esse porta-­voz da iniquidade. Apenas sei que, na sequência, me mataria”.

Leia a entrevista na íntegra aqui


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Filha denuncia na escola que é estuprada e pai é preso em São José de Ribamar

Na manhã desta quinta (26), uma menina de 10 anos de idade denunciou o próprio pai por estupro à diretora da escola onde estuda em São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luís. Depois de informar a mãe da menina, a diretora procurou a polícia.

“A mãe disse que não sabia de nada e tomou conhecimento dos fatos neste momento que a polícia falou nessa situação. Aí depois ela conversou com a filha dela e perguntou por que ela nunca tinha dito nada e a menina respondeu que era ameaçada pelo pai, que o pai ameaçava de matar tanto a menor, como a mãe, caso contasse”, afirmou a delegada Letícia Gama.

O pai da menina, identificado como José Francisco da Conceição Rodrigues, foi preso em casa ainda nesta quinta (26) e levado para a Penitenciária de Pedrinhas, onde vai aguardar o andamento das investigações.


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Umbelino Junior participa de ação educativa e alerta para segurança no trânsito

O Presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara Municipal de São Luís, vereador Umbelino Junior (Cidadania 23), participou, na tarde desta sexta-feira, 20, da segunda edição da campanha “O trânsito e a vida de alguém”, realizada pelo Instituto Inaldo Abreu.

A ação foi realizada na Avenida Vitorino Freire, via de grande movimentação que dá acesso a diversos bairros da capital.

Durante a ação, foram realizadas ações de conscientização aos motoristas e pedestres. Sensibilizado com o tema, o vereador Umbelino Junior, participou ativamente dos trabalhos e pessoalmente, entregou folhetos e conversou com a população.

“Esse é um momento muito importante, é a hora em que organizações e instituições se mobilizam para conscientizar os condutores e assim evitar acidentes. Todos nós devemos fazer a nossa parte, devemos valorizar a vida”, alertou Umbelino.


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Josimar reune lideranças políticas em Santa Inês

O ex-prefeito de Santa Inês, Valdevino Cabral em reunião com o PL, partido sob o comando do deputado federal Josimar Maranhãozinho. Cabral é mais um a aderir a “Onda Azul,” movimento político encabeçado pelo casal de deputados Josimar Maranhãozinho e Detinha que, nos últimos dias tem ganhando muitas adesões. Cabral é nome forte para a disputa das eleições de 2020 em Santa Inês.

Presentes no encontro de Cabral com o deputado federal Josimar, o empresário João Rolin (postos Magnólia), deputado estadual Leonardo Sá, deputado Vinicius Louro, o vereador de São Luís Aldir Junior, lideranças e vereadores de Santa Inês, prefeitos do PL e partidos aliados.


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Polícia prende suspeito de participar da explosão de agência do Bradesco

A Polícia Civil do Maranhão prendeu nesta quarta-feira (26), em São Luís, Patrick Horlando Viana Mendonça, por participação na explosão da agência bancária do Bradesco no bairro São Francisco em agosto. Segundo as investigações, o suspeito havia fugido para o interior do estado logo após a ação.

De acordo com o delegado Luciano Bastos, Chefe do Departamento de Combate a Roubos de Instituições Financeiras da Polícia Civil, o suspeito foi preso durante uma abordagem feita no bairro Estiva, enquanto retornava a capital maranhense. Em depoimento, Patrick Horlando Viana confessou que foi o responsável por fazer a segurança na porta da agência durante a ação, com uma pistola 380.

“As investigações continuaram e hoje conseguimos dar cumprimento ao mandado de prisão preventiva do Patrick. Ele confessou que participou da explosão e após isso, ele foi para o interior do estado na tentativa de se furtar da perseguição policial. Mas a gente conseguiu identificar ele e na data de hoje nós soubemos que ele estava regressando para São Luís, momento em que foi feita uma barreira policial na Estiva e realizamos a abordagem e demos cumprimento ao mandado”, disse o delegado Luciano Bastos.


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Prefeitura de Turiaçu asfalta principal avenida da cidade

Os serviços de pavimentação asfáltica foram iniciados na Avenida JK, em Turiaçu, interior do Estado. A via é considerada uma das mais importantes da cidade, dá acesso a grandes bairros e liga a sede ao Castanhal, comunidade mais antiga de Turiaçu.

A via que antes estava intrafegável recebeu camada de asfalto durante a gestão do prefeito Umbelino Ribeiro. Além disso, a Prefeitura de Turiaçu também realizou serviços de calçadas e meio fio para facilitar o acesso dos pedestres que transitam na via.
Os serviços beneficiaram os moradores da região, principalmente os comerciantes que trabalham na área. “Antes a via estava toda esburacada, prejudicava nossas vendas, mas com o asfalto melhorou muito para nós que trabalhamos aqui”, afirmou o empresário João Roberth que trabalha com a venda de carnes na avenida.

A previsão é que os serviços sejam concluídos em breve e outras vias sejam beneficiadas. “A gestão do prefeito Umbelino Ribeiro tem compromisso com os Turienses, a via é extensa, vamos dar continuidade aos serviços e posteriormente, asfaltar outras ruas e avenidas de Turiaçu”, afirmou Fausto Ribeiro, Secretário de Obras do Município.

O Prefeito de Turiaçu, Umbelino Ribeiro, destaca a importância da obra, mesmo com a escassez de recursos. “Todos nós sabemos a crise que o nosso país vem enfrentando, a dificuldade de verbas para o município e mesmo com todas as dificuldades, estamos asfaltando ruas, honrando o pagamento dos servidores em dia e garantindo mais dignidade para os moradores de Turiaçu”, declarou.


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Posto de Welker Rolim ganha aditivo na gestão de Talita Laci

Faltando apenas 3 meses para o fim da vigência do contrato de R$ 813.888,00 mil com a Rolim&Rolim, de propriedade de Welker Carlos Rolim e Berg Landia do Nascimento Almeida, a prefeita da Raposa, Talita Laci, decidiu aditá-lo, segundo informações publicadas no Diário do Município.

O 1º Termo Aditivo tem como objeto a aquisição de combustíveis e o acordo contratual teve um acréscimo de 25% e será pago com recursos das Secretarias de Administração, da Educação, da Saúde e da Assistência Social.

O contrato original tem vigência até dezembro desse ano e mesmo assim foram aditados.

Além do aditamento, no dia 2 desse mês, o Posto Pirâmide, nome fantasia da Rolim&Rolim, ganhou mais uma licitação para fornecer gasolina para a Secretaria de Educação da Raposa. O valor do contrato é de R$ 65.160,00 mil.

A Rolim&Rolim faz parte do grupo WR, que tem como proprietário Welker Rolim. Ela vem atuando nas Prefeituras de Paço do Lumiar e da Raposa, onde já faturou qause R$ 13 milhões (saiba mais aqui e aqui)


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