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Prefeito de Imperatriz é investigado por irregularidades em contrato de R$ 10 milhões

A Prefeitura de Imperatriz, comandada por Assis Ramos, está no bojo de um inquérito que apura indícios de irregularidades na contratação da Engefort Construtora.

O Blog do Neto Ferreira teve acesso ao documento que detalha alguns pontos irregulares encontrados na licitação que resultou no contrato firmado com a empreiteira.

De acordo com os dados, a Engefort, que tem sede em Imperatriz, foi contratada pelo valor deR$ 10.291.985,25 milhões no final do ano passado pela gestão de Assis Ramos.

Segundo a documentação, o processo licitatório ignorou alguns preceitos legais, como ausência de anuência do órgão gerenciador, do aceite do fornecedor, regularidade fiscal e inconsistência na
pesquisa de preço.

A investigação se aprofundou e o Parquet converteu a Notícia de Fato em Inquérito Civil.

Portanto, estão na condição de investigados o prefeito Assis Ramos, o secretário de Infraestrutura, Transporte e Serviços, Zigomar Costa Avelino Filho e o dono da Engefort Fernando Teles Antunes Neto.

O inquérito está sob a responsabilidade do promotor de Justiça João Marcelo Moreira Trovão.

Os envolvidos no caso tem 10 dias para apresentar a defesa.


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2 comentários em “Prefeito de Imperatriz é investigado por irregularidades em contrato de R$ 10 milhões”

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  1. José Alves

    Como o prefeito Assis é oposição ao governador pode ter certeza que vão usar toda máquina estatal para desmoralizar o prefeito Assis nas eleições.
    Esses comunistas são covardes.

  2. Romerio

    Mas isso aí não é novidade e nem mentira o prefeito montou um esquema tão bem feito que envolve muita gente para protegê-lo ele tá certo da impunidade que até servidor público ele vem perseguindo e descumprindo o quê manda a Lei orgânica do município gerando assim para ele crime de responsabilidade do qual já tem uma denúncia na câmara pedindo a o afastamento dele por discumprir decisão judicial pelo simples fato do mesmo deixar de pagar o salário do servidor presidente do SINSERPIM, como forma de retaliação ao mesmo por ter cobrado os direitos do servidor

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