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Após “pagodão” do Posto A, morador da Península afirma que quer separação de públicos

Uma mensagem enviada em um grupo de WhatsApp por um morador da Península da Ponta d’Areia tem causado revolta entre os internautas.

O texto foi encaminhado após um “pagodão” ser realizado no Posto A, localizado nas areias da praia da área nobre de São Luís. O local foi interditado ontem (27) pela Polícia Militar, Vigilância Sanitária e Blitz Urbana por descumprir as medidas sanitárias e cometer diversos abusos.

Na mensagem, o morador, que é dono de um dos restaurantes instalado no Posto A, diz os standes foram montados para atender apenas às famílias da Península.

Ele afirma ainda que começou a ver “a demanda nada aceitável para os padrões sociais” da área.

Em outro trecho da mensagem, o empresário enfatiza que os preços dos produtos são altos e os garçons são orientados a escolher o cliente que devem atender.

“As nossas mesas tem espaçamento de 10 metros, cobramos taxa de consumação, trabalhamos com ticket médio alto, os nossos garçons são orientados a atender ou não o cliente visto que o mesmo se encaixe em nossos padrões sociais”, disparou.

O morador classifica um maior fluxo de pessoas no Posto A como “modinha” e diz que não aceita tal coisa e ele quer uma “separação natural dos públicos”.

Após vazar a mensagem, vários internautas reagiram com indignação ao texto na página do restaurante do empresário.

Veja abaixo algumas reações:


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4 comentários em “Após “pagodão” do Posto A, morador da Península afirma que quer separação de públicos”

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  1. jose carlos silva

    Meu caro Cardoso, bom dia! Sou morador da Ponta da Areia, nesse trecho que alguns bobões resolveram denominar de Península para enganar os incautos. Seria ótimo que a Receita Federal fizesse uma pesquisa nesses habitantes da Península para saber como tantos Funcionários Públicos conseguiram comprar esses apartamentos. Vou lhe contar uma coisa: vendi um dos meus imóveis na área para um determinado cidadão e ele me confessou que não poderia passar o apartamento para o nome dele porque ele não tinha como comprovar o ganho. Isso não é interessante? Abraço

  2. José Iran

    A “Península” na realidade não existe,foi criação dos especuladores.É só ver na página dos Correios a Av.Dr Jackson Kepler Lago,a principal que,o mesmo responde como Ponta da Areia.Moro no Renascença II um bairro mil vezes melhor que aquela porcaria que não tem nenhuma estrutura.Há pouco tempo inaugurou a Fribal só que,tudo lá é caríssimo,lógico entrando no embalo de bairro chic de merda.Isso mesmo,pois há pouco tempo a Caema aumentou a vazão dos esgotos,pois nem onde jogar merda eles tinham,90% dos prédios são abastecidos por carros pipas(com àgua de origem duvidosa).Agora…se a PF fizer uma “busca e apreensão”por lá,vai ter que levar vários carros fortes e muito camburão.Típico de provincia.

  3. Armando

    Ando frequentemente na península e fico impressionado como um dos metros quadrados mais caros da cidade, possui uma estrutura tão fraca.
    Buracos, asfaltamento mal feito e esgotos estourados pra todo lado.
    A prova disso são as inúmeras vezes que tentaram arrumar aquilo ali e nunca conseguem.
    Existem locais muito melhores tanto na localização, estrutura e pelo visto, de caráter das pessoas.
    Lamentável!!!

  4. hawkvir

    Se alguém aqui que não mora lá, mas depois morasse iria falar a mesma coisa.

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