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Flávio Dino volta atrás e diz que aulas continuarão suspensas no Maranhão

Após anunciar que as aulas dos ensinos públicos e privados retornariam a partir do dia 15 de junho de forma gradual, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), voltou atrás e afirmou que as atividades escolares continuarão suspensas em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

A informação foi publicada nas redes sociais de Dino na manhã desta sexta-feira (05).

A nova data para retomada das aulas ainda não foi divulgada.

A volta das aulas fazia parte do novo pacote de medidas anunciadas pelo governo no dia 29 de maio, que previa uma maior flexibilização do isolamento social, como a volta do comércio que atua no ramo de atividades não essenciais.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que o Maranhão chegou a 43.313 casos confirmados de Covid-19 nesta quinta-feira (4). O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde diz ainda que o estado tem 1.095 óbitos e 15.629 curados.

Segundo dados da SES, nas últimas 24h foram registrados 33 novos casos na Ilha de São Luís (São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar), 152 em Imperatriz e 2.499 nos demais municípios.


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3 comentários em “Flávio Dino volta atrás e diz que aulas continuarão suspensas no Maranhão”

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  1. Renata

    Gostaria que ele revisasse também a política para o interior do estado. É contraditório ele criticar o presidente de ser omisso e deixar para os governadores a política de combate à pandemia, enquanto faz o mesmo aqui com os prefeitos. Ele deve estabelecer regras para os municípios e mandar a polícia (infelizmente cheia de Bolsominios) fiscalizar. O governador se antecipou nacionalmente no combate ao covid, mas depois perdeu a mão e os números estão aí para comprovar!

  2. João Santana

    Minha querida Renata ele queria projeção nacional para campanha política, quando alcançou relaxo , agora é cada um por si

  3. Francisco Assis

    Ué, para quê serviu o tal “Lockdown”? Para quê o Estado de emergência?

    O Lockdown serviu para justificar a ampliação de tempo do Estado de Emergência para que o governo de Flávio Dino possa fazer farra com o dinheiro público através de contratações e compras sem licitação.

    Depois que passar esse período do vírus chinês e, infelizmente, talvez somentedepois de deixar o governo é que descobriremos se essas contratações e compras tiveram o objetivo de privilegiar alguém de maneira não republicana.

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