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Após vitória, José Joaquim afirma que não há desarmonização no Tribunal

O presidente eleito do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, garantiu que não foi candidato por si só, pois teve pleno apoio de seus pares para que a sua candidatura fosse vitoriosa. “Não fui candidato de mim mesmo, eu fui ungido pelos meus pares e hoje foi exatamente isso, e a desembargadora Nelma [Sarney] sabe disso.”, frisou.

O magistrado obteve 16 votos, contra dez destinados à desembargadora Nelma Sarney. Apenas um voto foi em branco.

Ao ser questionado sobre a tradição do desembargador mais antigo assumir o cargo de presidente do Tribunal por aclamação, José Joaquim explicou que existe a tradição de indicar o mais antigo, mas há também casos em que a presidência foi ocupada por aquele que foi o mais votado pelo colegiado.

“Vemos o caso do Milson Coutinho com a Etelvina, tivemos o de Cutrim com o Stênio, e também de Cutrim com a Madalena, então nós não estamos rompendo nada, é uma tradição; pelo contrário, nós vivemos num país democrático, onde nós podemos externar nossas vontades, nós não temos que ficar aqui presos a nada, então, o Tribunal de forma bem soberana decidiu”, disse Figueiredo.

Durante a entrevista, o presidente eleito comentou que o fato da candidata natural ao cargo – desembargadora Nelma Sarney- não ser eleita não causa nenhuma desarmonização do Tribunal de Justiça, pois foi uma decisão democrática.

Ao final, o desembargador afirmou que irá administrar para todos e espera contar com a ajuda do governador Flávio Dino, do presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho, da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Maranhão, Defensoria Pública e Ministério Público, e demais órgãos de Justiça.

José Joaquim foi eleito para comandar o Tribunal de Justiça pelo biênio 2018/2019.


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