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Licitação em Coelho Neto vira caso de polícia

As licitações de Coelho Neto estariam supostamente sendo fraudadas.

Segundo o Boletim de Ocorrência, registrado pelo empresário da área de construção civil Carlos Barromeu de Resende Melo, a Prefeitura não disponibilizou o Edital dos procedimentos licitatórios nº 01 e 02/2017, ferindo assim o o Art. 37, da Constituição Federal, que dispõe o seguinte: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.”

De acordo com o empresário, ele foi até a sede da Comissão de Licitação para entregar um requerimento ao presidente da CPL, Lúcio André Galeno Simões, solicitando o adiamento do certame, baseado no fato de que não tivera acesso ao edital a tempo de se habilitar para a concorrência, pois não fora divulgado corretamente. No entanto, entanto o pregoeiro se recusou de receber o documento.

Carlos Barromeu afirma que a Prefeitura está agindo de má fé e que estaria direcionando licitações para certas empresas.

A licitação acontecerá no mês de maio.

BO

Procurado pela reportagem, a assessoria de imprensa da prefeitura negou a acusação do empresário. “Em uma tentativa de macular os procedimentos licitatórios em Coelho Neto empresário Carlos Barromeu de Afonso Cunha acusa levianamente a administração municipal de está fazendo direcionamento de licitação buscando favorecer empresas. Sem apontar empresas que seriam beneficiadas, o empresário esteve na delegacia de polícia civil registrando uma ocorrência administrativa”.


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