Poder

Prefeito eleito de Nina Rodrigues na mira da Justiça Federal

Em virtude de irregularidades, enquanto era secretário municipal de Saúde.

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O prefeito eleito do município de Nina Rodrigues, Raimundo Aguiar Rodrigues Neto, ainda nem assumiu o cargo, mas já está na mira da justiça Federal. Isso porque ele é um dos ex-gestores, do referido município, apontados pelo Ministério Público Federal (MPF) no envolvimento de irregularidades na pasta da saúde,  no exercício de 2009 a 2013. Nesse período, Raimundo Aguiar comandava a Secretária Municipal de Saúde.

Documentos publicados pelo Blog do Kiel Martins mostra que foi instaurado Inquérito Civil Público com base no relatório de auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS), com vistas a apurar notícias de irregularidades ocorridas na Secretária de Saúde, durante a gestão da ex-prefeita Iara Quaresma do Vale Rodrigues, mãe de Raimundo Aguiar Rodrigues Neto.

Além do prefeito eleito, e da mãe dele, o MPF denunciou à Justiça Federal: Sâmara Correia Sá, ex-coordenadora do Fundo Municipal de Saúde; José Sousa Santos, ex-coordenador do Fundo Municipal de Saúde; Regina Célia dos Prazeres de Souza, pregoeiro; e Raphael Vale Rodrigues, irmão de Raimundo Aguiar.

Durante as investigações, foi identificada irregular emissão de cheque em favor do próprio emitente, assinado conjuntamente por Raimundo Aguiar, à época secretário, e por Sâmara Correia. ”

O documento abaixo mostra que de tudo o que restou apurado, foi constatada montagem e direcionamento de processos licitatórios; ausência de apresentação de documentação comprobatória de despesas efetuadas com a aquisição de combustível e com frete de veículos; e contratação irregular de parentes da prefeita para exercer cargo comissionado na administração municipal”

“Observa-se também o pagamento a supostos prestadores de serviço sempre através de transferências bancárias, em patente afronta às normas que regem o gasto de recursos públicos, que determinam a obrigatoriedade da utilização de ordem bancaria ou cheque nominal em tais operações”, reforça o MPF.

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