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Prefeito de Olho d’água das Cunhãs usa máquinas públicas em terrenos de familiares

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Mais uma denúncia chega ao Blog do Neto Ferreira envolvendo uso de objeto público em propriedade privada.

A vez é do gestor municipal de Olho d’água das Cunhãs, Rodrigo Oliveira, que tem utilizado máquinas da Prefeitura em terrenos do seu sogro, Genival Alcântara, localizados na zona rural da cidade.

A denúncia afirma que os equipamentos também foram usados em locais que eram de propriedade do tio do prefeito, Ademar Oliveira.

Vejam as fotos

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Um comentário em “Prefeito de Olho d’água das Cunhãs usa máquinas públicas em terrenos de familiares”

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  1. Antonio Celio

    O que pode diminuir a incidência de assaltos a banco no Ceará?

    Segundo levantamento do O POVO, feito com base em dados no Sindicato dos bancários, 29 agências já foram assaltadas

    CARLOS EDUARDO B. MARQUES

    Presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará
    Para os crimes de maior complexidade o poder público precisa agir de forma integrada, inteligente e preventiva desarticulando o tráfico de armas, explosivos e a formação de quadrilhas interestaduais que atuam nos ataques a banco. Além disso, a Polícia Civil tem que concluir as investigações e o judiciário tem que apresentar as queixas e processos penais, não permitindo que a impunidade estimule novas empreitadas criminosas. Quanto aos crimes de saidinhas bancárias devem os bancos, setor econômico que lucra bilhões de reais com o atendimento à população, cumprir a lei do Estatuto de Segurança Bancária e estender essa proteção em todo o Estado, pois esta garante maior controle de acesso, monitoramento dos ataques, privacidade no atendimento, elementos inibidores a atuação dos bandido.

    DANIEL BORGES

    Presidente do Sindicato dos Vigilantes do Estado do Ceará
    O problema da insegurança nos bancos não é novo. Vigilantes e bancários lutam para que haja mais responsabilidade por parte das empresas de segurança privada bem como dos bancos há bastante tempo, mas não temos observado muitos avanços, mesmo com o Estatuto de Segurança Bancária em vigor. Vigilantes, bancários e clientes continuam sendo vítimas da insegurança e negligência, enquanto empresas de segurança e bancos têm lucros altíssimos, cada vez mais elevados, todos os anos. Ainda hoje, há bancos funcionando com a ausência de biombos para os vigilantes, sem portas giratórias e blindagens nas fachadas.Muitas agências funcionam com apenas um vigilante na hora do almoço. Há uma série de normas que são descumpridas, pois bancos e empresas só visam o lucro em detrimento da segurança e da vida dos trabalhadores. Falta responsabilidade e comprometimento de bancos e empresas de segurança, além de interesse por parte do Município e do Estado em fiscalizar.

    FRANCISCO JOSÉ MATEUS

    Presidente do Sindicato dos Bancos do estado do Ceará, Piauí e Maranhão
    Acreditamos que a utilização das áreas de inteligências das policias, com o apoio das áreas de segurança dos Bancos, Empresas de Transportes de Valores e outras instituições de segurança pública, será o grande diferencial nessa luta contra os assaltos a bancos, principalmente no interior do Estado. Uma identificação prévia dos componentes das quadrilhas poderá gerar uma ação antecipada, preventiva da Policia antes que ocorra propriamente o assalto, preservando assim, a integridade física dos funcionários, dos clientes da população. E por sua vez, a Polícia Civil deverá ter delegacias bem equipadas com as condições mínimas necessárias para que trabalhem bem e com rapidez os inquéritos, fornecendo todas as condições necessárias para que os magistrados apliquem as leis com mais severidade, evitando assim que assaltantes pegos em ações criminosas sejam soltos por falta de prova ou por inquéritos imperfeitos.

    EXPEDITO JOSÉ DO NASCIMENTO

    Prefeito de Piquet Carneiro e presidente em exercício da Aprece
    O pouco efetivo policial nos diversos municípios cearenses, sem dúvidas, é um dos fatores que facilita o grande número de assaltos a bancos no interior do Estado, bem como as demais formas de violência. O investimento no aumento de policiais treinados e com condições de realizar o trabalho de segurança no Interior é o um dos caminhos para diminuir o problema. Acreditamos que o recém-formado efetivo de mil homens é o começo do caminho para essa solução. Outra alternativa seria a aquisição de câmeras de vigilância para as praças e demais logradouros públicos. Esses equipamentos já demonstraram, em diversas experiências, a real inibição da atuação de infratores dos mais diversos tipos. O que precisa ser fomentada, e de forma permanente, é a interação entre governos federal, estadual e municipal no sentido de viabilizar políticas públicas e ações efetivas voltadas para a juventude, sejam elas nas áreas da educação, cultura, ou geração de renda.

    PAULO QUEZADO

    Advogado e ex-presidente da OAB-CE
    Com a finalidade de reduzir a incidência de assaltos a instituições bancárias, algumas medidas práticas e estratégicas podem ser sugeridas. Uma delas é o investimento em equipamentos que evitem a suscetibilidade dos bancos a abordagens criminosas, tais como portas giratórias com detector de metais e investimento em um variado sistema de filmagem do ambiente bancário. Sob o ponto de vista Estatal, sugere-se uma política de investimentos na Delegacia de Roubos e Furtos, competente para a investigação de crimes desta natureza. É importante assimilar que as quadrilhas que praticam assaltos em bancos possuem método e estratégia próprias na execução deste delito. A fim de combater estas verdadeiras organizações criminosas é necessário dotar a Polícia de ferramentas de inteligência e monitoramento destes grupos, a fim de atuar não apenas de maneira repressiva, mas também prevenindo-se a futuros crimes.

    DELEGADO CAVALCANTE

    Deputado e presidente da Comissão de Defesa Social na Assembleia Legislativa
    Na época em que fui delegado tínhamos a Polícia Civil e Militar trabalhando juntas, sob meu comando. A delegacia, na época, trabalhava 24 horas. Criamos um serviço de inteligencia que funcionava de segunda a segunda-feira; era o único lugar do Brasil onde os policiais trabalhavam à paisana sobre a regência do delegado. E assim derrubamos nove quadrilhas no Estado; uma, inclusive, em flagrante, pela primeira vez na América Latina. Acho que deve ter integração sobre um comando só. Tínhamos sempre equipes de plantão na Delegacia, de sobreaviso. Além desse sistema de integração entre as policias, é preciso regionalizar esse combate ao crime, apesar de eu saber que é muito difícil. A informação deve vir de uma fonte apenas para um serviço de inteligência.

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