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ICN pretendia ampliar esquema criminoso para outros Estados

A Polícia Federal constatou também que o Inácio Guará conversou ainda com o governador do Piauí, Wellington Dias, e pessoas ligadas ao governo do Tocantins, assim como prefeitos de vários municípios do Rio de Janeiro, Amapá, Ceará e Maranhão.

Um dos envolvidos no esquema fraudulento que desviou cifras milionárias dos cofres da Saúde do Maranhão e que foi alvo da operação Sermão aos Peixes, deflagrada pela Polícia Federal , neste mês de novembro, já estava planejando ampliar o esquema criminoso para outros Estados.

De acordo com os autos do processo investigatório da PF, José Inácio Guará, um dos donos do Instituto de Cidadania e Natureza (ICN), e que faleceu nesse mês no estado de São Paulo, afirmou em diversas conversas interceptadas, que já estava dialogando com o governador do Espírito Santo, Paulo Hartug.

A Polícia Federal constatou também que o Inácio Guará conversou ainda com o governador do Piauí, Wellington Dias, e pessoas ligadas ao governo do Tocantins, assim como prefeitos de vários municípios do Rio de Janeiro, Amapá, Ceará e Maranhão.

Em um dos diálogos gravados, o antigo dono do ICN declara que já ganhou licitações de R$ 2 milhões na cidade de Maracanau, no estado do Ceará.

No relatório, a PF afirma que José Inácio negociou com uma fundação do Exército. “Verifica-se… o indivíduo que responde pelo nome de Murilo Albuquerque , conselheiro da suposta fundação, marca encontro entre Inácio e os coronéis do Exército Kelf e Paulo Roberto Costa e Silva para firmar parceria entre a Cruz Vermelha e a ICN do Maranhão”.

Ricardo Murad 3


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Um comentário em “ICN pretendia ampliar esquema criminoso para outros Estados”

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  1. M

    Ninguem ate agora sabe o que foi resolvido na reunião de terça feira passada sobre o caso icn ?

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