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Termina a greve dos professores da rede municipal de São Luís

Na noite desta quinta-feira (04) chegou ao fim da greve dos professores de São Luís. Eles que estavam há 106 dias em paralisação geral, decidiram finalmente por o fim da greve em assembleia, desde que a prefeitura honre compromissos acordados com a categoria.

A assembleia, iniciada as 17:00 horas, teve o apoio de representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e alunos de escolas. Durante a reunião, foram expostos todos os termos negociados entre a classe e a Secretaria Municipal de Educação (SEMED).

Os professores afirmaram que o prefeito Edivaldo Holanda Junior não deu importância a luta dos professores e foi omisso durante todo o período que estiveram parados. Durante a assembleia o assessor jurídico do SINDEDUCAÇÃO, Antonio Carlos Araújo, declarou que o retorno dos professores ás escolas acontecerá na terça-feira (09).

Segundo informações, os professores decidiram desocupar o prédio da prefeitura assim que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) for formalizado entre SINDEDUCAÇÃO e a SEMED. Está previsto uma reunião para este fim na sexta-feira as 10:00 horas.


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5 comentários em “Termina a greve dos professores da rede municipal de São Luís”

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  1. Alessandra Scatena

    Até que enfim a crise deles passou. Sim isso foi crise deles, porque o que eles chamavam de greve na verdade virou algo bem particular. Há muitos rumores de que tal movimento grevista na realidade era uma articulação politica oposicionista. Mas que bom que terminou. Nossas crianças merecem voltar as aulas.

  2. Michelle

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk….. não aguentei, gargalhei… então quer dizer que os professores deposi desses 3 meses de palhaçada resolveram voltar com os 3% q já tinham recebido antes?? aceitaram?? oh tadinhos, tenho pena de quem acredita que esses corruptos estavam mesmo era interessados em dar uma melhor educação p povo de SL, a gente sabe que isso era obra eleitoreira p derrubar Flávio Dino sendo ele aliado do prefeito e Geraldo do seu partido, mas Deus é pai, não deu certo e a JUSTIÇA decretou ILEGALIDADE. mais uma farsa que acabou.

  3. Alessandro

    Engraçado que só falar em cortar o ponto e demissão eles acabaram né?!! isso mostra com quê estão realmente preocupados.

  4. abigail

    foi só dizer que iam contratar professores que resolveram aceitar os 3%? kkkkkkkkkkkkkkkkkk eu nao queria nem rir

  5. Anne

    (Aos companheiros a cima procurem ler mais se informar pra saírem do censo comum deixo aqui uma sugestão de leitura O MITO DA CAVERNA do filósofo Platão, se acharem difícil a leitura os convido pra fazer uma visita em algumas escolas municipais para vocês entenderem realmente o motivo da revolta dos professorepl)

    Ainda estamos consternados com o desfecho desta novela !!!

    Dizem que a fé remove montanhas, acredito que vai muito além, faz aparecer o que não existe e ainda multiplica. A semana da pátria em São Luís foi marcada por um glorioso milagre: a administração pública municipal conseguiu realizar uma façanha jamais vista na história desta cidade. Após mais de 100 dias alegando a inexistência de verbas para atender as reivindicações ( direitos) dos professores da Rede Municipal, o administrador mostrou que além de ser jovem, possuir boa aparência e receber auxílio de recursos federais, sua gestão é auxiliada também, por “dons espirituais”, pois milagrosamente brotou dinheiro nos cofres vazios da prefeitura. Assim, o mínimo do mínimo (2,92%) de complemento de reajuste, outrora impossível, foi estendido também, a todos os servidores públicos municipais. Este fato nos deixa animados, pois certamente não haverá mais a necessidade de realização de movimentos paredistas em São Luís. Possivelmente, diante de crises financeiras futuras, o gestor municipal fará uso de toda essa força espiritual para atender e garantir os direitos dos servidores municipais. Esperamos que esse feito possa se repetir por todo o seu mandato e que nos próximos anos o reajuste salarial dos educadores municipais possa migrar do âmbito da “esmola” para o âmbito do “justo”, contemplando assim, todo o compromisso, dedicação e respeito que categoria tem para com a educação pública municipal.

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