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“São Luís em Prelúdio” é atração cultural deste domingo

Domingo é dia de praia, almoço em família, missa, culto, pizzaria, radiola e da inauguração da nova exposição “São Luís em Prelúdio”, do artista plástico e design multimídia João Ewerton. Depois de 12 anos, Ewerton volta a expor suas pinturas em acrílico sobre tela na cidade de São Luís. Sua nova coleção é formada por 15 pinturas e será aberta neste domingo, 15, às 10h, no Salão do Louvre do São Luís Shopping.

São Luís em Prelúdio é o tema da exposição que o artista plástico João Ewerton

São Luís em Prelúdio é o tema da exposição que o artista plástico João Ewerton

A exposição “São Luís em Prelúdio” ficará aberta ao público de domingo, 15, a 30 de abril deste ano. O cerimonial do evento informa que a abertura será às 10h para o público e às 20h haverá recepção com coquetel para convidados da imprensa, empresários e profissionais do mercado das artes plásticas, arquitetura, decoração e ambientação de interiores. As 15 pinturas são dedicatórias do artista à São Luís.

Saint Laurent – A nova coleção resume um conceito poético e livre com que o Ewerton trata as obras inspiradas nos arabescos e azulejos da arquitetura antiga da cidade de São Luís. “É um prelúdio ao 4º Centenário da Ilha dos Amores, Athenas Brasileira e à Upaon-Açu dos extintos Timbiras e Reinado Beniniano do Atlântico Norte e a essa Índia vestida no multinacional atelier de Saint Laurent”, observa Ewerton.

Segundo o artista “a exposição é um prelúdio para ninar as nossas almas aguerridas e entorpecidas pelo belo que paira em seus silenciosos subterrâneos e mirantes, envolvidos no êxtase dos orgânicos arabescos que serpenteiam na geometria reta dos azulejos e curvas sensuais dos murais e das sacadas, onde dias noites fundem o mito e a realidade num só corpo: a cidade”,define João Ewerton.

São Luís, 400 anos – O significado e contexto artístico de “São Luís em Prelúdio” são baseados em pesquisas feitas pelo artista sobre a arquitetura da cidade e seus aspectos míticos. “A pinturas revelam aspectos conceituais, sem compromisso com o realismo, buscando uma abordagem sempre contemporânea com sustentação na estética universal”, diz Ewerton. Para fugir do óbvio, o autor seguiu dois princípios.

Ele não utiliza a cor azul para tratar da azulejaria e também não retrata casarões para tratar da arquitetura da cidade. “A prospecção é focada na utilização dos elementos geométricos e orgânicos dos adornos barrocos, neoclássicos e dos azulejos ludovicenses como proposta de forma plástica nova à composição contemporânea e universal onde São Luís seja reconhecida e nunca retratada”.


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