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Raimundo Cutrim contesta artigo de jornal da família Sarney

O deputado Raimundo Cutrim (PSD) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa,  para contestar um artigo publicado no dia 17 deste mês, no jornal o Estado do Maranhão, acerca do sistema de segurança pública do Maranhão. No mesmo pronunciamento, o parlamentar governista denunciou que a segurança do Estado está fragilizada e se transformou em um caos.

Deputado Raimundo Cutrim

Deputado Raimundo Cutrim

No artigo, o jornalista disse que o aumento da violência é inevitável e indaga quem poderia evitar homicídios, decorrentes de brigas de bar, de trânsito e de ajustes de contas. O texto diz ainda que, sozinha, a Secretaria é impotente para fazer frente ao aumento da criminalidade, e invoca a criação de Conselhos Comunitários, para envolver a comunidade na prevenção de crimes.

Raimundo Cutrim lembra que ao sair da Secretaria de Segurança, em março de 2010, deixou mais de 100 conselhos comunitários de segurança instalados no interior do Estado do Maranhão, e mais outros 25 na grande São Luís. “Conselho de Segurança não é uma coisa nova no Maranhão. Eles já existem há mais de dois anos”, observa.

Cutrim ressalta que os conselhos comunitários de segurança são entidades comunitárias privadas, de cooperação voluntária com a política de segurança pública, constituídas por pessoas de uma mesma comunidade, que se reúnem com autoridades públicas para discutir, analisar, planejar, avaliar e acompanhar as soluções de seus problemas de proteção de serviço social, assim como para estreitar laços de entendimento e cooperação entre as várias lideranças locais.

O parlamentar esclarece que os conselhos comunitários de segurança constituem canal privilegiado para um direcionamento dessas ações, mediante parceria do governo com a comunidade na consecução do objetivo comum, que é o bem estar de toda a população.

“O artigo foi bem escrito, mas não se faz segurança pública só com investimentos.  Precisamos primeiro de credibilidade e comando. O que é bom em nosso Estado? Nós não temos nem comando e tampouco a credibilidade.”, afirmou.


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