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Força sindical contesta sindicato das empresas de ônibus em São Luís

A Força Sindical Maranhão, por meio do seu presidente estadual, Frazão Oliveira esta vindo a público contestar declarações feitas à imprensa em São Luis no ultimo fim de semana, pelo SET – Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo da Capital, informando que o sistema de transporte público operado pelas empresas de ônibus com concessão pública da Prefeitura Municipal de São Luis, entrou em colapso financeiro e operacional e está sem condição alguma de manter a atual operação, dando a entender que o sistema está falido.

O Sindicato declara ainda, o que é mais grave, que por essa razão, algumas empresas já deixaram de fornecer o ticket refeição e de pagar o plano de saúde dos trabalhadores, por falta de recursos financeiros em caixa. Para a Força Sindical isto é um despropósito e um verdadeiro acinte, pois tal fato está configurado a quebra de acordo da convenção coletiva assinada pelo SET – Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo e o Sindicato Laboral da categoria, cabendo já de imediato ações judiciais trabalhistas para a volta do cumprimento da convenção coletiva de trabalho, por parte das empresas infratoras.

Na prática as empresas de ônibus que operam o sistema de transportes coletivos em São Luis, buscam chantagear o poder público municipal por aumento de tarifas, fato alegado já nas declarações do Sindicato Patronal, cuja a primeira atitude que toma é punir os trabalhadores, tirando destes direitos já conquistados.

O SET quanto sindicato patronal, deveria orientar as empresas a ele filiado, a cortar gorduras, melhorar seus processos de gestão financeiro/administrativo, renovar e modernizar suas frotas sucateadas e brigar para melhorar a mobilidade dos ônibus coletivos no trânsito caótico de São Luis, entre outras medidas.

Não procede também outras alegações feitas a imprensa pelo SET que se mostram infundadas e escondem na verdade, defesas antecipadas desse setor patronal para não conceder aumentos salariais com ganhos reais para os trabalhadores, nas novas negociações coletivas que terão agora em 2012 com o sindicato representativo da categoria.


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