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Marcelo Tavares reapresenta requerimentos contra a Secretaria de Saúde

Deputado Marcelo Tavares

Deputado Marcelo Tavares

Em pronunciamento na sessão, o líder do Bloco Parlamentar de Oposição (BPO), Marcelo Tavares (PSB), anunciou que vai reapresentar três requerimentos rejeitados pela bancada governista, pedindo as cópias dos documentos que agora o secretário de Saúde do Estado, Ricardo Murad, entregou à Polícia Federal e outros órgãos.

Diante da iniciativa do secretário, Marcelo Tavares disse que não vê mais razão para a base do governo reprovar os pedidos de informações e de cópias dos processos “da Proenge, das UPAs superfaturadas, da construção superfaturada dos hospitais que não termina nunca, dos contratos, por exemplo, com Coroatá de uma Oscip — esse pelo menos está no Diário Oficial, que foi contratada por R$ 1,7 milhão por mês com hospital fechado – e da reforma bilionária do Hospital do Ipem, que jogou o servidor para outro hospital também com uma licitação suspeita que denunciei da tribuna”.

O líder do BPO ironizou, ao dizer que viu, na semana passada, que, “de forma até bastante evidenciada e com muita ênfase o secretário Ricardo Murad”, protocolou na Justiça Federal e na Polícia Federal documentos se colocando à disposição dessas duas entidades, dizendo que a oposição estava por traz de uma grande armação para prendê-lo. Marcelo Tavares afirmou que “a oposição do Maranhão ainda não tem este poder, não tem esta força”, mas se o secretário Ricardo Murad está colocando todos os documentos da secretaria à disposição da Polícia Federal, da Controladoria Geral da República e da Justiça Federal, que não é o mesmo órgão da Polícia Federal, que a oposição tenha acesso também a esses documentos.

O deputado do PSB garantiu que diante do fato novo espera pela aprovação unânime dos deputados da Casa autorizando a Secretaria de Saúde a mandar para a oposição os documentos e anunciou também requerimento pedindo que o secretário Ricardo Murad responda as 20 perguntas que Marcelo Tavares fez a ele quando o secretário esteve no plenário, mas não teria respondido nenhuma delas. “Ele levou o papel para casa e disse que ia responder e até hoje nunca respondeu. Que ele finalmente responda”, cobrou.


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