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Direito de resposta: ABRAESPS esclarece Lei da utilização de embalagens biodegradáveis

Conforme publicado no dia, 29, de dezembro, que traz no título. “Lei obriga estabelecimentos comerciais de São Luís a utilizarem embalagens plásticas biodegradáveis“, a Associação Brasileira das Empresas de Sacolas Personalizadas em Serigrafia, envia direito de resposta expressando a posição da ABRAESPS em que esclarece os motivos da aplicabilidade da lei orinda do poder público legislativo municipal. Leia abaixo:

ABRAESPS – Futura ” Associação Brasileira das Empresas de Sacolas Personalizadas em Serigrafia

Mais uma vez, nós vemos o poder público legislativo municipal se manifestar acerca de um assunto tão polêmico aqui no Brasil e no Mundo, que são sobre o destino das sacolas plásticas, sem ao menos consultar a opinião da sociedade, e das empresas e industrias do setor. Pois hoje se coloca as sacolas como a grande vilã do meio ambiente, tendo em vista que na década de 50, quando se usava sacos e sacolas de papel, o mesmo foi apontado como o grande incentivador ao desmatamento excessivo nas florestas, devido a sua matéria prima ser a celulose(madeira), foi quando as embalagens plásticas surgiu como a melhor alternativa pelos principais fatores: eram leve, barato e reciclável. Mas só que durante todos esses anos(60 anos), o poder público não fez a sua parte, que seria ter adotado as coletas seletivas nas residências, campanhas periódicas de educação ambiental ensinando as pessoas a fazer um descarte correto, e construção de locais para reciclagem das embalagens, e a ausência dessas medidas preventivas ocasionou o caos que vemos hoje no meio ambiente. Então nós defendemos que a solução não é banir as sacolas, ou substituir por uma alternativa que não tem nenhum estudo que comprove a sua eficiência, como é o caso da OXI-BIODEGRADÁVEL, que apenas resolverá o problema visual, pois o aditivo adicionado no plástico convencional, somente fará com que o plástico se esfarele, e se transforme em METAIS PESADOS que infiltrará no solo, poluindo os rios e o lençol freático. Mas a solução seria implantação das medidas acima já citado, que são a divulgação de campanhas educação ambiental a partir das escolas, coletas seletivas nas residências, criação de locais específicos para reciclagem do plástico, e uma lei de normalização de uma sacola com espessura mais resistente á ser usado nos supermercados para evitarmos a necessidade de se usar varias sacolas.


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