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Altemir Botelho é vítima de sequestro-relâmpago

Prefeito de Alegre do Pindaré

Prefeito de Alegre do Pindaré

O prefeito de Alto Alegre do Pindaré, Altemir Botelho, foi vítima de sequestro, na madrugada de domingo, (17), com namorada, no município de Santa Inês. Em entrevista ao jornalista Roberto Fernandes, no programa Ponto Final, na rádio Mirante AM, o prefeito disse que participava, acompanhado de amigos, do Santa Inês Folia [Carnaval Fora de Época], realizado, anualmente na cidade. Disse que se afastou do camarote do evento no intervalo de uma banda para passear com a namorada quando foi abordado por dois homens armados.

Os bandidos colocaram o prefeito e a namorada dele amarrados e encapuzados em um veículo Hilux, pertencente ao prefeito, no banco traseiro. Altemir Botelho conta que eles abasteceram o carro em um posto de combustível e saíram em alta velocidade em direção a uma estrada vicinal. A vítima declarou que os sequestradores estavam bastante nervosos e, a todo momento, falavam que o carro seria utilizado para assalto a uma agência bancária na cidade de Marabá, no Estado do Pará.

Depois de quase seis horas sob o domínio dos criminosos, o prefeito e a namorada foram liberados. Altemir relata que foi deixado, com a namorada, em um povoado nas proximidades do município de Açailândia. Eles foram socorridos por um motociclista que passava pelo local. O casal foi levado até o município de Açailândia. De lá, as vítimas foram trazidas por uma guarnição da Polícia Militar para o município de Santa Inês.

O prefeito Altemir Botelho disse que vivenciou momentos de tensão, mas garantiu que não foi molestado pelos sequestradores.

Atentado – Em setembro deste ano, a Hilux do prefeito Altemir Botelho, foi alvejada a tiros por dois homens encapuzados. No carro, estavam os funcionários da Prefeitura, o motorista, conhecido por Cabecinha, e o auxiliar Raimundo Melo. O atentado foi praticado por dois homens encapuzados.

Cabecinha percebeu a ação e acelerou forte o carro, no sentido dos bandidos, conseguindo escapar da armadilha, enquanto o carona (Raimundo Melo), desvencilhou-se da bala, deitando-se no banco. Os bandidos desferiram vários tiros. Dois deles atingiram o veículo: o primeiro, no para-brisa, do lado do passageiro, à altura da cabeça, atravessando o vidro e quase atingindo o carona. (Do Imirante)


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