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A revolução das "mídias sociais" no jornalismo

Fundadora do site de notícias The Huffington Post, a empresária Arianna Huffington disse não acreditar em uma separação estanque entre a mídia tradicional e as mídias sociais.

“Vai ser cada vez mais híbrido”, afirmou. “E há algo que falta na mídia tradicional que nós podemos capturar nas mídias sociais: a capacidade de contar histórias. Estamos preocupados demais com dados. É muito mais difícil capturar leitores com dados do que com histórias.”

Ela citou o Huffington Post como um exemplo de como aproveitar melhor as mídias sociais. “Nós não damos apenas informação ao leitor. Damos uma plataforma onde ele pode compartilhar seus pontos de vista e seus hobbies.”

Disse ainda que é preciso entender melhor como essa mudança altera o uso da informação. “Antes consumíamos as notícias sentados no sofá. Agora fazemos isso galopando. É muito diferente.”

Arianna disse que as mídias sociais revolucionaram também a maneira como as empresas se relacionam com os consumidores. “Não pense no Twitter como um mapa da vida das pessoas, mas sim como um mapa da mente delas.”

Em sua apresentação, fez uma segunda crítica ao jornalismo: disse que é preciso acompanhar mais uma mesma história. “Não é apenas publicar uma reportagem. É preciso continuar cobrindo.”

(Com informações da Folha)


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Sem comentários em “A revolução das "mídias sociais" no jornalismo”

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  1. rubens

    Ferreiraaaaaa..você é o cara das redes sociass…detona castelo ai!!!

  2. Jenee Ojito

    It is a subject shut to my heart cheers, in which are your make contact with facts although?

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