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Apresentadora ‘dubla’ colega após erro em programa ao vivo

A apresentadora Anne Dwyer mostrou senso de humor e fez apenas movimentos com os lábios depois que as câmeras da emissora “Fox 13″ mostraram ela ao vivo enquanto um colega de bancada apresentava uma notícia. O vídeo mostra Anne Dwyer fazendo a “dublagem de improviso” enquanto se ouve uma voz masculina.

Anne Dwyer mostrou senso de humor

Anne Dwyer mostrou senso de humor

Do G1


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Poder

Após descoberta do câncer, Lula deixa hospital

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou, às 20h16, o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após a realização de exames que detectaram um tumor na laringe. Ele e sua mulher, Marisa Letícia, saíram por uma porta lateral do hospital em direção a São Bernardo do Campo, onde moram.

Lula começa a quimioterapia na segunda-feira (31). Os médicos optaram por esse tratamento para tentar preservar o órgão.

O tumor na laringe tem cerca de 3 cm, segundo a Folha apurou com médicos do hospital.

Segundo o médico oncologista Artur Katz, o tumor “não muito grande” foi descoberto na manhã de hoje. “As chances de cura são excelentes”, completou. Lula é ex-fumante e tinha o hábito de fumar cigarrilhas.

Katz informa que uma das causas importantes para o câncer na laringe é o fumo. Mas também existem causas virais e não é possível ainda dizer o que levou ao desenvolvimento do tumor de Lula.

Lula recebeu a visita do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, que relatou tranquilidade do ex-presidente.

“Dona Marisa, Lula estão tranquilos, confiantes, porque o problema dele tem cura. Foi pego no início, então as perspectivas são boas.”

Na quinta-feira (27), Lula comemorou seu aniversário de 66 anos no instituto que leva seu nome. Em uma pequena cerimônia com funcionários, na sede da organização, em São Paulo, o ex-presidente ganhou um bolo.

 


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Poder

Corrupção na secretaria de Juventude do Estado

Por Márcio Santos

A Fundação Gomes de Sousa entidade contratada sem licitação, que já executou o Pro Jovem Trabalhador, recebendo mais de 10 Milhões, e atualmente está executando o Pro Jovem Urbano, por mais de 20 Milhões tem como diretor financeiro André Meireles, que é cunhado de do Secretário de Juventude André Campos.

André Meireles namora a mais a anos com Kátia Campos, irmã de André Campos, foto com o namorado, praticamente moram juntos e tocam os negócios da Secretaria e da Fundação Gomes de Sousa.

Kátia Campo é a toda poderosa do Gabinete de Roberto Costa, recebendo mais de 13 mil reais por mês é ela é que é a principal ligação entre a Fundação Gomes de Sousa e a secretaria de juventude e Lêia-se os milhões do Pro Jovem.

Roberto Costa, conhecia Kátia Campos antes de assumir a SESPJUV, pois, sua família já havia votado em Roberto na eleição em que ficou na suplência, mas quando a Governadora Roseana assumiu o mandato, Roberto foi para a SESPJUV e logo procurou contemplar seus amigos, pois, André Campos, foi nomeado para a SESPJUV para cuidar exclusivamente do Pro Jovem, sendo o responsável direto pela contratação sem licitação da Fundação Gomes de Sousa para cuidar do Pro Jovem Trabalhador e logo em seguida do Pro jovem Urbano.

André Campos logo se tornou com a saída de Roberto para ser candidato na principal peça na estrutura financeira da campanha, por isso suspeita-se, que parte do dinheiro gasto na campanha do então candidato Roberto Costa teria vindo da Fundação Gomes de Sousa.

Logo Roberto Costa se tornou amigo pessoal de André tesoureiro da Fundação, e na verdade a pessoa que manda e desmanda na entidade e que atualmente dá as cartas na SEJUV.

André tesoureiro da Fundação era visto direto trabalhando na campanha do deputado Roberto Costa.

A Fundação Gomes de Sousa, ou seja, André Meireles foi decisivo na escolha do cunhado André Campos, para ser secretário de juventude, pois assim ficava tudo em família, nem Ricardo Murad foi tão inteligente, pois, não havia ninguém, que pudesse ser mais indispensável para o projeto em execução do que André Campos, e assim foi, não teve jeito, Roberto Costa, fez de tudo, queimou pessoas, impediu outras, chantageou a Governadora, que morre de medo da juventude e acha que Roberto tem o controle de tudo, mas manteve o Adjunto André Campos, como já havia combinado, sem, contudo informar a Governadora do grau de aproximação entre a Fundação e o Secretário.

E assim, André Campos libera os milhões para André Meireles da Fundação Gomes de Sousa, e tudo fica bem para eles, e, muito ruim para os alunos e professores do Pro Jovem.

O secretário de Juventude André Campos, a mãe, trabalha na Casa Civil, o pai na Secretaria de Esporte, um primo é diretor do Ciretran de Viana, outros três primos estão no Detran, cunhados também, tem também parentes na Caema, e em outros órgãos, além da irmã Kátia Campos, que é um funcionária do Gabinete do Deputado Roberto Costa. 

Ao que parece os interesses pessoais são intenções, porém, são mais de oito meses de atraso no pagamento do projovem, mas se sabe que recentemente foi assinado por André Campos a ordem para pagamento para a Fundação Gomes de Sousa de mais de R$ 6 milhões e ainda atestou notas sem a devida comprovação.

Já existe investigação em curso no Tribunal de Contas do Estado, na CGU.

São inúmeras as irregularidades apontadas, notas assinadas sem comprovação, desvio de dinheiro, que uma simples análise de qualquer auditoria mandaria todos para a cadeia, imagine se o MP Federal começasse a investigar?

A posição deve convocar o Secretário André Campos, para explicar o atraso no pagamento dos professores na Assembléia Legislativa.

A juventude deve fazer manifestação na Conferência Estadual de Juventude contra a corrupção praticada por André Campos e Roberto Costa. No entanto, foi instalado na SEJUV, uma especie de caixa 2. 

Todos os familiares de André Campos, que era modestos moradores do Desterro, e não possuíam carros, logo começaram a esbanjar, com Amarokes, Fiestas, Gols, Hilux, Fords. Tudo isso chamou atenção dos vizinhos que viram de uma hora para outra a mudança da família Campos.


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Poder

Governador Agnelo Queiroz é suspeito de auxiliar fraude

Governador Agnelo Queiroz

Governador Agnelo Queiroz

Orlando Silva perdeu o cargo de ministro do Esporte, na semana passada, abalado por denúncias de desvio de dinheiro. Seu substituto, Aldo Rebelo, também do PCdoB, recebeu do Palácio do Planalto a missão de moralizar a pasta. Para a Justiça, no entanto, a questão é outra. Nos próximos dias, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) receberá um processo com nove volumes e quatro apensos, que corre na 10ª Vara Federal, em Brasília. As informações, a que ÉPOCA teve acesso, mostram que o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), antecessor de Silva, é suspeito de ter se beneficiado das fraudes.

O conjunto contém gravações, dados fiscais e bancários, perícias contábeis e relatórios de investigação. As peças da ação penal vistas por ÉPOCA incluem o relatório nº 45/2010, que contém os diálogos captados em interceptações telefônicas, com autorização judicial, feitas entre 25 de fevereiro e 11 de março do ano passado. As conversas mostram uma frenética movimentação de Agnelo Queiroz e do policial militar João Dias para se defender em um processo. Diretor de duas ONGs, Dias obteve R$ 2,9 milhões do programa Segundo Tempo para ministrar atividades esportivas a alunos de escolas públicas. Nas conversas, Dias quer ajuda para acobertar desvios de conduta e de dinheiro público. Ele busca documentos e notas fiscais para compor sua defesa em uma ação cível pública movida pelo Ministério Público Federal. O MPF cobra de Dias a devolução aos cofres públicos de R$ 3,2 milhões, em valores atualizados, desviados do Ministério do Esporte.

João Dias a esquerda

João Dias a esquerda

Personagem da crônica política de Brasília, João Dias ajudou, com suas declarações, a derrubar Orlando Silva na semana passada. Dias nem precisou apresentar provas de que Silva teria recebido pacotes de dinheiro na garagem do ministério. Suas acusações levaram à sexta baixa no primeiro escalão da equipe da presidente Dilma Rousseff. O pretexto para a demissão foi a abertura, na terça-feira, de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar a acusação de Dias e denúncias de que o Ministério do Esporte se transformara num centro de arrecadação de dinheiro para o PCdoB. Com a queda de Orlando Silva, o foco se transfere para o governador Agnelo Queiroz, contra quem existem suspeitas ainda mais consistentes.

Os principais interlocutores nas conversas gravadas pela polícia são João Dias, Agnelo Queiroz, o advogado Michael de Farias (defensor do policial) e o professor Roldão Sales de Lima, então diretor da regional de ensino de Sobradinho – cidade-satélite de Brasília onde atuavam as duas ONGs de João Dias. Era com Lima que Dias tratava do cadastro das crianças carentes que deveriam ser beneficiadas pelo programa Segundo Tempo. Na ação cível há um dado impressionante: as ONGs de João Dias receberam recursos para fornecer lanches para 10 mil crianças. Mas só atenderam, de forma precária, 160.

Pressionado pelo Ministério Público, Dias foi à luta para amealhar elementos capazes de justificar tamanho disparate. Às 12h36 do dia 4 de março de 2010, ele telefonou para Agnelo Queiroz, então diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Dias pediu a Agnelo para “dar um toque” em Lima e reforçar seu pedido de ajuda ao professor. Dias queria que Lima fornecesse documentos para sua defesa. Na gravação, ele avisa que vai marcar um encontro entre Agnelo e Lima, para que esse pedido seja feito pessoalmente. Menos de uma hora depois, Dias, que estava num restaurante com Lima, telefonou novamente a Agnelo. Entregou o celular para Lima falar com ele. De acordo com a transcrição dos diálogos, feita por peritos do Instituto de Criminalística do Distrito Federal, Agnelo diz a Lima que precisa de sua ajuda. Afirma que vai combinar com João Dias para os três conversarem, porque Roldão (Lima) “é peça-chave neste projeto”.

Qual seria o projeto? Segundo a investigação da polícia, trata-se de apresentar uma defesa à Justiça Federal capaz de livrar Dias da cobrança milionária. Pouco antes das 13 horas do dia 9 de março, o advogado Michael de Farias disse a Dias para ficar tranquilo, que tudo estaria pronto para ser entregue à Justiça três dias depois. Só faltaria, disse Michael, “agilizar a questão do Roldão (Lima)”. Na gravação, Michael afirma que eles “já vão confeccionar os documentos só para o Roldão assinar, já vai tudo pronto”. Dias diz que dessa forma fica melhor e, em seguida, liga para Agnelo e marca um encontro para uma conversa rápida e urgente. Cerca de duas horas depois, Dias volta a telefonar a Agnelo e adia o encontro.

No final da tarde do dia 9, Dias falou com Lima. O professor Lima disse que ficou até de madrugada numa reunião em que foram fechadas “as planilhas, os projetos”. De acordo com a polícia, Lima estava no escritório do advogado Michael. No dia seguinte à tarde,

Michael disse a Dias que já havia “confeccionado a defesa e as cartas de Roldão (Lima)”. Até aquele momento, Lima não assinara nada. À noite, Dias ligou para dois celulares de Agnelo e deixou o mesmo recado nas secretárias eletrônicas: “O prazo máximo para apresentar a defesa é sexta-feira, preciso muito de sua ajuda”. Às 20h22, Dias finalmente consegue falar com Agnelo e avisa “que sexta-feira tem de apresentar o negócio lá”.

A polícia descobriu, pelas conversas grampeadas, onde Lima se encontraria com Dias para entregar os documentos a ser incorporados a sua defesa. O encontro ocorreu no Eixo Rodoviário Norte, uma das principais avenidas de Brasília, no começo da tarde da sexta-feira 12 de março. Dias parou seu Ford Fusion e ligou o pisca-alerta. Em seguida, Lima parou seu Fiat Strada atrás e entrou no automóvel de Dias. Eles não sabiam, mas tudo era fotografado por agentes da Divisão de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil do Distrito Federal. As imagens mostram que Lima carregava uma pasta laranja ao entrar no carro de Dias. Saiu do veículo sem ela. Três horas depois, os advogados de Dias entregaram sua defesa na Justiça Federal.

Da Revista Época – Leia mais em Agnelo na mira


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Poder

MPF denuncia Marcos Valério e esposa por lavagem de dinheiro

O Ministério Público Federal (MPF) em Belo Horizonte denunciou, ontem sexta-feira (28), Marcos Valério e a mulher dele por lavagem de dinheiro.

Marcos Valerio

Marcos Valério

Entre setembro e novembro de 2005, o Conselho Administrativo de Atividades Financeiras (COAF) registrou movimentações de dinheiro e contas de titularidade atípicas em nome da esposa de Valério e de uma empresa, que tem como sócios administrados os acusados. De acordo com o MPF, após investigações, foi feito o pedido de quebra do sigilo bancário dela e da companhia.

O MPF também informou que os recursos movimentados pelos denunciados tinham origem em contas que operaram o esquema do “mensalão”, operação de compra de apoio político do qual Valério é suspeito.

De acordo com o MPF, grande parte dos valores originou-se de depósitos em contas mantidas no Banco Rural e no Banco do Brasil. Ainda segundo a denúncia do ministério, as contas eram utilizadas para praticar os crimes financeiros do “mensalão”. O MPF também informou que, em depoimento, a mulher de Marcos Valério afirmou que o marido era o único responsável pela movimentação das contas.

Do G1


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Poder

Diante da ameaça de greve, Governo convoca reunião com representantes dos PMs

Blog do Louremar

As entidades representativas dos Policiais Militares e Bombeiros tem se reunido há um bom tempo num movimento reivindicatório. Na pauta, além de reajuste salarial (com perdas desde 2009), constam também melhorias nas condições de trabalho.

Essa semana a situação evoluiu. Ontem policiais estiveram reunidos em assembléia na sede da Fetiema e decidirão paralisar as atividades a partir do dia 8 de novembro.

Agora a tarde o Comandante Geral da PM, coronel Franklin Pacheco, convocou os presidentes das Associações para uma reunião que será realizada na quinta-feira (3), às 15 horas, no Palácio Henrique de La Roque.


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Crime

Quadrilha de agiotas é presa no Rio de Janeiro

Líder da quadilha de agiotas

Líder da quadilha de agiotas

A Polícia Civil, revelou, nesta sexta-feira (28), que a quadrilha de agiotagem desarticulada na quinta-feira (27) durante a Operação Shylock controlava cerca de 60 escritórios no estado do Rio e ainda em Juiz de Fora, Minas Gerais. O grupo agia não só na Baixada Fluminense e na Região Metropolitana, mas também na Zona Sul do Rio – nos bairros do Flamengo e da Gávea – e ainda na Região dos Lagos, em municípios como Cabo Frio e Rio das Ostras.

Outro integrante da quadrilha criminosa de agiotas

Outro integrante da quadrilha criminosa de agiotas

“Nesse momento, surpreende não a quantia financeira, mas sim a quantidade de escritórios, os braços da quadrilha, praticamente por todo o estado. Nós chegamos à conclusão que seriam em torno de 60 escritórios”, afirmou o delegado-adjunto da 19ª DP (Tijuca), Leonardo Marchet.

Dinheiro escondido embaixo de colchão

Quinze suspeitos foram presos. Na quinta-feira (27), a polícia tinha a informação de que eram 15 salas e que elas lucravam cerca de R$ 1 milhão por mês. Segundo a polícia, na casa do homem apontado como chefe da quadrilha foram encontrados R$ 1 milhão em espécie, embaixo de um colchão.

Com o fim da operação e os novos escritórios descobertos, a polícia ainda calcula o valor que era arrecadado por mês. Milhares de pessoas foram prejudicadas. Segundo o delegado, está era a maior quadrilha de agiotas do estado.

“Certamente, ao final da operação podemos afirmar que é a principal quadrilha de agiotas do estado do Rio. Ela já estava ultrapassando os limites do estado, chegando a Juiz de Fora”, afirmou Leonardo Marchet.

Do G1


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Poder

OAB aprova ações contra mudanças da aposentadoria e na Fundação José Sarney

O Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Maranhão, aprovou na noite desta quinta-feira (27/10), por unanimidade, a proposta de ajuizar Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n0. 011/2005, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado, que amplia o limite de idade para aposentadoria do servidor público estadual e membros do Poder Judiciário, de 70 para 75 anos. O presidente da OAB/MA, Mário Macieira, antes da exposição do relator, mencionou que a expressão “PEC da bengala” não foi uma invenção da OAB do Maranhão, considerando que a mesma é ofensiva, inclusive a alguns membros do Conselho Seccional.

UNANIMIDADE – O relator da matéria, conselheiro Rodrigo Lago, argumentou em torno dos vícios contidos na emenda aprovada, ressaltando detalhadamente os aspectos em que a mesma ofende a Constituição do Estado e a Constituição Federal. Lago criticou ainda o enunciado dúbio na redação da lei que prevê “aposentadoria compulsória optativa” aos servidores públicos estaduais e, no entanto, exclui os magistrados da do direito de optar. O voto pela representação junto ao Conselho Federal da OAB pela proposta de ajuizar Ação Direta de Inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal (STF) foi, em seguida, apreciado pelos conselheiros. O conselheiro Francisco Reis, presidente da Comissão de Advocacia Previdenciária da OAB/MA, considerou a lei como uma medida antipopular. Em defesa do Exame de Ordem como instrumento para garantir a qualidade dos que prestam assessoria jurídica, o conselheiro Moreira Serra sugeriu que o voto do relator fosse enviado para que a Assembleia Legislativa apreciasse, considerando a PEC como uma “excrescência jurídica”. O tesoureiro Valdênio Caminha, por sua vez, teceu comentários em torno do respeito ao interesse público, das dificuldades enfrentadas pelos bons profissionais, perseguidos no Maranhão, e alertou: “os interesses paroquiais não devem jogar o Direito na lata do lixo”. Após a aprovação, por unanimidade, o presidente do Conselho Seccional da OAB/MA, Mário Macieira elogiou o relator da matéria: “Vossa Excelência, mais uma vez, demonstra um intimidade quase conjugal como o Direito, em especial com o Direito Constitucional”.

A segunda apreciação do Conselho Seccional deu-se em torno da proposta de ajuizar Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o projeto de lei n0. 259/2011, aprovado em regime de urgência pela Assembleia Legislativa do Maranhão, com uma série de alterações na natureza jurídica da Fundação José Sarney e a criação da Fundação da Memória Republicana Brasileira. Antes do parecer, o presidente Macieira alertou para que os conselheiros fizessem suas análises sob um viés estritamente técnico. Apesar da orientação, os debates em torno da proposta estenderam-se por cerca de três horas de acalorada discussão, resultando em uma primeira votação pelo pedido de vistas da matéria, proposto pelo conselheiro decano, Kleber Moreira, com 15 votos a favor da votação e 12 votos de conselheiros solicitando que fosse adiado o item da pauta.


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Poder

Vereador e PPS representam contra aumento da Caema na Prom. do Consumidor

Blog do John Cutrim

Batista Matos

Batista Matos

O vereador Batista Matos e o Partido Popular Socialista (PPS) entraram com uma representação na Promotoria de Defesa do Consumidor pedindo que o Ministério Público intervenha contra o aumento de 86,7% na tarifa de água anunciado recentemente pela Caema.

Matos solicitou ainda o fim do racionamento de água por parte da companhia e também que a mesma assuma a responsabilidade de deixar como encontrou as ruas e avenidas de São Luís (asfaltadas) após a execução de seus serviços.

O vereador e o PPS também solicitaram que o MP investigue as suspeitas de que a Caema estaria medindo, como se fosse água, o fluxo de ar na tubulação que chega no dia anterior ao racionamento bem como também que seja apurado se há regularidade ou não na cobrança de esgoto nas casas que possuem fossa própria de esgoto.

“O que queremos é que o Ministério Público acompanhe, apure e dê uma resposta satisfatória a população de São Luís e do Maranhão que sofre com a prestação de serviços por parte da Caema”, disse Batista Matos.


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