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Veja como se frauda licitações na saúde pública

Do Fantástico

Em uma reportagem especial feita por Eduardo Faustini e André Luiz Azevedo, o Fantástico mostra como funciona um esquema para fraudar licitações de saúde pública, feito entre empresas fornecedoras e funcionários públicos.

Com o conhecimento do diretor e do vice-diretor do hospital pediátrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o repórter Eduardo Faustini fingiu ser o novo gestor de compras da instituição. Todos os outros funcionários acreditavam que ele era mesmo o responsável pelo setor de compras, onde pôde acompanhar livremente todas as negociações e contratações de serviços.

“Todo comprador de hospital, a princípio, é visto como desonesto. Acaba que essa associação do fornecedor desonesto com o comprador desonesto acaba lesando os cofres públicos. E a gente quer mostrar que isso não é assim, em alguns hospitais não é assim que funciona”, disse Edmilson Migowski, diretor do hospital.

As negociações foram todas filmadas de três ângulos diferentes e levadas até o último momento antes da liberação do pagamento. Nenhum negócio foi concretizado, nenhum centavo do dinheiro do contribuinte foi gasto.

O delegado Victor Poubel, titular da delegacia de repressão a crimes financeiros da Polícia Federal do Rio de Janeiro, informou que vai abrir um inquérito para investigar a denúncia do Fantástico. Segundo ele, todas as pessoas que aparecem na reportagem serão intimadas a prestar depoimento e todos os contratos serão investigados.


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Acidente deixa dois feridos na Avenida dos Africanos

Um acidente envolvendo uma moto e um ônibus deixou dois feridos na Avenida dos Africanos, na Areinha (próximo à Ferro Norte), nesta segunda-feira (19). Segundo testemunhas que passavam pelo local no momento da batida, o motorista do ônibus teria fechado o motociclista.Revoltados com o ocorrido, algumas pessoas apedrejaram o ônibus. (Do Imirante)


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Caem, em 80%, casos de dengue em São Luís, diz Vigilância Epidemiológica

Do G1 MA, com informações de O Estado do MA

A Superintendência de Vigilância Epidemiológica de São Luís divulgou, nesta semana, um dado positivo sobre o registro de casos de dengue na capital.  Em comparação a igual período do ano passado, o índice caiu em 80%. Até o dia 13 deste mês, foram registrados 127 casos da doença, contra 650 em 2011. Desses, apenas 14 casos foram confirmados.

O principal fator para esta queda, segundo aponta a Superintendência, foi o baixo índíce de chuvas neste período, o que anulou a chance de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

O Ministério da Saúde recomenda que o índice de infestação não ultrapasse o valor de 1%, o equivalente a uma moradia a cada 100 no número de infestadas. Em São Luís, este índice é, atualmente, de 1,4%.”Na próxima semana, faremos um novo levantamento  para verificar se o  indíce continua em baixa”, ressaltou o coordenador do Programa Municipal de Combate à Dengue, Pedro Tavares.

Registro da doença em São Luís
127 casos de dengue notificados
14 casos confirmados
102 casos de dengue clássica
6 casos de dengue com complicações

Combate ao mosquito
Até a próxima terça-feira (20), São Luís contará com 20 novos carros fumacê e 51 motocicletas para combater a dengue na capital. Mas a prevenção começa em casa. Veja alguns cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito:

1. Substitua a água dos vasos das plantas por terra e esvazie o prato coletor, lavando-o com auxílio de uma escova a cada sete dias;
2. Utilize água com água sanitária para regar plantas duas vezes por semana;
3. Não deixe acumular água nas calhas do telhado;
4. Não deixe expostos à chuva pneus ou objetos que possam acumular água (latas, garrafas e cacos de vidro);
5. Acondicione o lixo domiciliar em sacos plásticos ou latões com tampa;
6. Tampe cuidadosamente caixas-d´água, filtros, barris e tambores.


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Shows e peças marcam programação no Arthur Azevedo

Teatro Arthur Azevedo será palco de várias atrações

Teatro Arthur Azevedo será palco de várias atrações

A partir da próxima terça-feira (20), o Teatro Arthur Azevedo abre as portas para uma programação diversificada e para todos os gostos. Concerto, lançamentos e shows vão movimentar a semana em São Luís.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro, de terça-feira a domingo, a partir das 14h, em conformidade com a Lei Municipal nº 4.729 de 28 de dezembro de 2006 (Lei da Meia-Entrada), segundo a qual, 1/3 (um terço) dos bilhetes de qualquer ordem da platéia deverão ser disponibilizados para a meia-entrada para estudantes com carteira e idosos (60 anos). Os estudantes devem apresentar a carteira no ato da compra do ingresso e na entrada para o espetáculo.

Confira e programe-se:
CONCERTO PARA JUVENTUDE – Concerto de música erudita com a Cia. Canta Vale Canta Bach com grandes clássicos e obras brasileiras em performances que misturam a música clássica e a descontração da música nordestina, incluindo a cantata popular “A Lenda da Serpente” de Gustavo S. Correia para coro, orquestra e solistas. (São Luís).

Dias 20 (terça) e 21 (quarta) às 14h e às 16h40
Ingressos: Preço Único R$ 40,00 e meia-entrada R$ 20,00
Indicação: 12 anos
Duração: 100 min.

BINÉ DO BANJO – Show de lançamento do primeiro cd do músico instrumentista Biné do Banjo. Tributo ao chorinho e à música maranhense.

Dia 22 (quinta) às 20h30
Ingressos: Preço Único R$ 20,00 com direito a 01 CD
Indicação: LIVRE
Duração: 90 min.

ELIS E EU – Show de música popular com o cantor Gabriel Melônio e banda lembrando 30 anos sem a cantora Elis Regina

Dia 23 (sexta) às 21h
Ingressos: Plateia e Frisa R$ 30,00 / Camarote e Balcão R$ 20,00 / Galeria R$ 15,00
Indicação: LIVRE
Duração: 90 min.

FEIURINHA – A SEMENTE DAS BRUXAS – Espetáculo de teatro infantil

Dias 24 (sábado) e 25 (domingo) às 16h
Ingressos: Preço Único R$ 20,00
Indicação: Livre
Duração: 45 min.

5ª CATEGORIA AO VIVO – Espetáculo de teatro humor com Tatá Werneck, Paulinho Serra, Rodrigo Capella e Felipe Ruggeri do elenco do programa 5ª Categoria da MTV. (São Paulo)

Dias 24 (sábado) às 21h e 25 (domingo) às 18h
Ingressos: Preço Único R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia-entrada)
Indicação: 12 anos
Duração: 80 min.

(Com informações do G1)


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Presos fogem de delegacia na Liberdade

Na madrugada deste domingo, 18, sete presos fugiram da Delegacia do bairro da Liberdade, em São Luís. Os presos chegaram a serrar a grade dos detentos de alta periculosidade no Regime Diferenciado de Detenção.

Segundo informações, durante a fuga os detentos levaram armas de agentes que trabalham na delegacia que no momento estavam de plantão.

Na fuga, um agente foi agredido pelos bandidos e onde posteriormente teve sua motocicleta roubada.

Até o momento 3 detentos foram recapturados e conduzidos para a Penitenciária de Pedrinhas.


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Gil Cutrim autoriza asfaltamento de vários bairros ribamarenses

Recursos, oriundos de convênios celebrados entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Ribamar, estão sendo utilizados para pavimentar dezenas de ruas e avenidas.

Prefeito de Ribamar Gil Cutrim (fotos: Willian Tindale)

Prefeito de Ribamar Gil Cutrim (fotos: Willian Tindale)

O prefeito Gil Cutrim (PMDB) autorizou o início de novas obras de asfaltamento de ruas e avenidas de vários bairros do município de São José de Ribamar.

As obras são frutos de convênios celebrados com o Governo do Estado que, juntos, somam um total de R$ 5.753.510,52 e que estão sendo utilizados na pavimentação de um trajeto de aproximadamente 20 km, compreendendo os bairros Parque Araçagy, Vila Alonso Costa, Vila Flamengo, Vila Cafeteira, Vila Santa Terezinha, Recanto da Paz, Villagio do Cohatrac, Alvorada e Itaguará.

Na última sexta-feira (16), o prefeito assinou ordens de serviço autorizando os serviços de drenagem e asfaltamento de vias da Vila Alonso Costa (Rua Sol Nascente, Rua da Floresta, Rua da União, Rua das Flores, Rua das Margaridas, Rua Santa Bárbara, Rua Santa Rita, Rua São José, Rua São Pedro e Rua São Sebastião) e do Parque Araçagy (Avenida São Paulo, Rua Bauru, Rua Itaúna e Rua do Sampaio Corrêa).

Já neste sábado (17), Gil Cutrim, que participou das solenidades acompanhado do ex-prefeito e atual secretário-chefe da Casa Civil, Luis Fernando Silva, autorizou a execução das obras de drenagem e pavimentação de vias do Villagio do Cohatrac (Ruas 12, 13, 14, 15,16 ,17 ,18 e 19; além das Ruas Y, X e Z) e das vias principais e secundárias do Itaguará e Alvorada (Rua D, Avenida Central do Itaguará, Avenida Central do Alvorada e Rua São José; Ruas 1,2,3,4 e 5 do Itaguará e Ruas 19, 20, 21, 22, A, B, C e O do Alvorada).

Já próxima quinta-feira (22), o prefeito autorizará o início das obras de drenagem e asfaltamento de vias da Vila Cafeteira (Ruas 2 – complementação Residencial Pinheiro —  3 ,4,5,6,7,8 e 9, além da Rua C); Vila Santa Terezinha (Rua do Campo, Travessa Santa Terezinha, Rua São Raimundo, Travessa Tancredo Neves e Rua Lea Santos), Recanto da Paz (Ruas 1, 2 e 3);  e Vila Flamengo (Rua Sandra Costa, Rua D.Pedro I, Rua D.Pedro II, Rua Edir Garcia e Rua Dr.Isaias).

“O Governo do Estado investe em São José de Ribamar porque sabe que os recursos públicos são bem aplicados. Mais uma vez, o prefeito Gil mostra que o trabalho de desenvolvimento do município continua em ritmo acelerado”, afirmou Luis Fernando, que representou a governadora Roseana Sarney (PMDB) nas solenidades de assinatura das ordens de serviço.

Entre os moradores dos bairros, o clima era só de alegria e satisfação. “Os moradores destes bairros, até 2004, nunca haviam, sequer, visto a cara dos gestores que passaram por Ribamar. Isso mudou em 2005, quando o ex-prefeito Luis Fernando descentralizou a administração e levou obras e ações para todos os cantos da cidade. E está tendo continuidade na gestão de Gil Cutrim, que governa ouvindo o povo e para o povo”, disse o comerciante José Arnoldo Lima, morador da Alonso Costa.

Gil Cutrim fez questão de agradecer o apoio que recebe diariamente da governadora Roseana e do ex-prefeito Luis Fernando. De acordo com ele, São José de Ribamar, terceira maior cidade do Maranhão em número de habitantes, continua se desenvolvendo porque, além das ações executadas com recursos próprios do município, conta, desde 2009, com a parceria do Governo do Estado. “Além de recursos para serviços de pavimentação, o município já tem garantidos, através desta parceria com o governo estadual, um Centro Tecnológico e um Distrito Industrial, por exemplo. A governadora ama o povo ribamarense e sabe que nossa administração tem compromisso com a população. Aliado a isso, tem o excelente trabalho do Luis Fernando que, além de São José de Ribamar, está ajudando a levar as políticas públicas necessárias para os demais municípios maranhenses”, avaliou o prefeito.


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Língua portuguesa?

Por Antonio Noberto

Antônio Noberto

Antônio Noberto

Um amigo europeu que sempre passa férias no Brasil, não faz muitos meses, trouxe-nos uma questão que não é nova. Queria saber o porquê do nosso idioma ainda se chamar português. Ele resumiu que, para os europeus mais inteirados da cultura brasileira, em razão da maiúscula participação de termos indígenas, africanos e estrangeiros na língua brasileira, é incompreensível o país ainda manter algo que não interessa à cultura, a política e, muito menos, à economia nacional. Finalizou dizendo que nossa língua é O BRASILEIRO, e não o português. “É uma questão de justiça e independência”, arrematou.

As palavras do nosso amigo, entre outras coisas, nos fizeram refletir também sobre a recente adequação ou revisão ortográfica da língua portuguesa. Em Portugal a resistência à alteração na gramática é assaz acentuada. Tem gente chiando barbaridade, como uma portuguesa que, em um site, sobre a reforma, postou o seguinte: “Mais uma vez Portugal rebaixa-se, porque razão é que temos que ser nós a mudar e não os brasileiros, eles é que não tiveram inteligência suficiente para aprender a língua correctamente, e agora por causa disso somos nós que temos que aprender nossa língua novamente? Como é que vamos pôr nas cabecinhas das nossas crianças que a maneira como aprenderam a escrever agora já não é a correcta. Quanto a mim vou continuar a escrever como sempre escrevi, sou portuguesa não sou brasileira”. Ela chega a nos chamar de “burros brasileiros”. Mas, como toda moeda tem dois lados, perguntamos: será que ela não tem lá suas razões? O seu sagrado direito de, no mínimo, espernear? Portugal errou quando fez sua primeira grande reforma a um século e – como era de se esperar – não consultou o Brasil, aumentando, com isto, a distância lingüística entre o dois países. O certo é que o Brasil tem quase duzentos milhões de habitantes e Portugal apenas dez. Ou este se adéqua a mudança ou “não sabemos” o que lhe poderá acontecer. A adequação é questão de sobrevivência para o país do Velho Mundo, que, mesmo com a irrelevante e frágil economia, nunca perdeu o hábito de querer ser colonizador.

Mas não percamos o foco… Até meados do século XVIII vigorava no Brasil o escambo, vez que, pela escassez de cédulas e de moedas de metal, a moeda corrente era o pano ou rolo de algodão. O famoso escritor Laurentino Gomes, repetindo as palavras de um viajante francês, disse: “Antes da chegada da Corte ao Rio de Janeiro, o Brasil era um amontoado de regiões com pouco contato, isoladas umas das outras, sem comércio ou qualquer outra forma de relacionamento”. E a língua mais falada até aquela época era o tupi-guarani. Isso mesmo, a língua indígena foi a língua mais falada no Brasil até a metade daquele século. Nessa época a população branca era consideravelmente pequena. Em 1600, por exemplo, era de apenas 30.000 e em 1766 a população livre girava em torno de 800.000 (Cronologia de história do Brasil Colonial – 1500 – 1831 / Andrea Slemian… et al. São Paulo; FFLCH-USP. 1994). Em 1756 o Marquês de Pombal proibiu a utilização de qualquer outra língua, inclusive a língua geral, de base tupi.

Os africanos foram escravizados e os indígenas dizimados, o mesmo, felizmente, não conseguiram fazer totalmente com a língua destes povos que, incorporada ao idioma oficial do país, atravessou séculos e permanece viva através dos milhares de termos que usamos no dia a dia.

O legado da cultura negra é bastante presente no Brasil, percebemos isto na religião, na comida, música, no modo de ver a vida, nos mitos e lendas, e também na própria língua. Para cá vieram negros de quase toda a África, sendo o destaque por conta de dois grandes grupos: o guineano-sudanês e o banto – que habitava o litoral africano. Provenientes em sua maioria do Benin, Angola, Nigéria e Congo, falavam diversas línguas e dialetos como o quimbundo, quicongo e o umbundo, dos quais herdamos inúmeros termos, sendo: vatapá, quitute, farofa, acarajé, canjica, mandinga, oxalá, iemanjá, ogum, senzala, Bangu, quilombo, miçanga, tanga, samba, berimbau, maxixe, maribondo, camundongo, mangangá, mutamba, dendê, quiabo, moleque, bagunça, cachimbo, coringa, dengo, quitanda, fubá, bunda, calombo, banguela, e incontáveis outros. Algumas se misturaram com o português: pé-de-moleque, angu-de-caroço, mini-tanga, molecagem, etc. Um maiúsculo legado para nossa língua que não cabe em um simples texto, mas em um volumoso dicionário.

Do tupi-guarani são milhares as palavras herdadas dos primeiros habitantes do Brasil. “Do Oiapoque ao Chuí!” a língua inicial tira de letra. São nomes de lugares – a maioria dos nomes dos estados brasileiros são de origem indígena –, acidentes geográficos, nomes de pessoas, etc. A culinária brasileira típica é profundamente indígena. Mas a gente pode começar por uma palavra que pipocou na rede mundial, ao menos aos usuários do Facebook: cutucar – tocar alguém com algo em forma de ponta. Não menos lembradas: cuia, embiocar, espocar, canoa, igapó, abacaxi, capenga, aipim, jacá, araçá, Aracaju, taquara, beiju, bocó, boitatá, buriti, bruaca, iara, Ipanema, Itaipava, Itamaracá, Itapemirim, tororó, jiqui, jirimum, jururu, piracema, pirão, pitada, pixaim, Piauí, Ceará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Pará, Goiás, Acre, perereca, peteca, pipoca, pindorama, mandioca, maniçoba, maruim, mingau, mirim, moqueca, mussum, mutirão, mutuca, paçoca, socar, pamonha… E tantas e tantas outras.

Os termos indígenas e africanos não raro sofreram um doloroso processo de depreciação, como parte de uma política de dominação do vencedor luso. Vemos isto, por exemplo, em mulher (cunhã), menino (curumim), interiorano (caipira), garoto (guri), morada (tapera), piolho / sovina (muquirana), vadia (piranha), pobre (pindaíba), bruxaria / ritual (pajelança), lerdo / tonto (pamonha), pereba, etc.

A influência estrangeira na nossa língua e cultura também é muito presente. Temos então, a título de exemplo. Do francês: abajur, ateliê, baguete, baton, bege, bistrô, bijuteria, boate, carrossel, capô, cassetete, etc. Catalã: beldade, baixela, capacete, convite, disfarçar, esmalte, faixa, nau, moscatel, etc. Do inglês: bife, blecaute, blefe, club, coquetel, craque, dólar, drinque, futebol, gol, etc., quase todos os termos utilizados na informática. E tantas outras participações alógenas.

A mudança da nomenclatura da língua – de português para O BRASILEIRO – será um enorme ganho, principalmente através da atividade turística, uma ótima oportunidade de divulgação da cultura nacional genuína, uma forma de emergir a cultura local gerando riquezas e empregos aos nacionais, pois o estrangeiro ainda tem muita curiosidade com relação à cultura brasileira. Outro ganho imensurável é que as incursões governamentais que tentam diminuir a desigualdade entre ricos e pobres ganhariam reforço, vez que o resgate de tão valoroso legado afro-indígena traria para a pauta as duas culturas secularmente marginalizadas pelo privilégio branco.

Para um país que vem galgando enormes passos e vencendo degraus na economia é importante atentar também ao campo cultural sob pena deste não acompanhar a contento o avanço do nosso mercado e não fincarmos marcos mais profundos, quando todos sabem que o poder não prescinde de uma forte produção cultural (existe exemplo mais flagrante do que a produção Hollyhoodiana?). Os galhos do poder constituído são uma tentação, é verdade, mas não devemos ter receio das idéias alternativas, pois, neste caso, a justa adoção dO BRASILEIRO, ainda que não nos leve ao Jardim do Éden, aumentará a estima dos brasileiros e poderá ser um vetor a mais na atração de fluxos estrangeiros a este paraíso para conhecerem esta terra ainda tida por muitos como sem males. Sonho do imaginário estrangeiro que perdura, sem, no entanto, ser devidamente explorado através da nossa atividade turística.

Viva o idioma BRASILEIRO!

*Turismólogo, escritor e Sócio-efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão.


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Sindicato mobiliza professores da Raposa no Dia Nacional de Lutas da categoria

Mobilizados pela Asismu,: Associação Representativa dos Servidores Ativos e Inativos do Serviço Público Municipal de São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Raposa e Bacabeira os professores da Raposa realizaram onte, 16, uma grande manifestação em defesa em defesa da aplicação de 10% do PIB( Produto Interno Bruto) na área da Educação. Beka Rodrigues, presidente da Asismu explica que atualmente, o governo federal aplica somente 4.5% do PIB neste setor e que esta luta não é apenas da Asismu ou dos professores da Raposa mas de toda a população brasileira “Os professores da prefeitura Municipal de Raposa estão sendo convocados a somarem força com os demais colegas de todo o país neste dia de luta”, ressalta

Beka Rodrigues ressalta que foi através da luta organizada e com total apoio da ASIMU que os professores da Raposa conquistaram vitórias importantes como o direito como a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração, a transferência do calendário da Formação Continuada do sábado para o dia da Semana e instituição do Auxílio Vale Transporte, lei de autoria do vereador Clodomir que será paga agora no mês de março, bem como outras conquistas onde sempre foi marcante a mobilização dos professores der Raposa .

O sindicalista ressalta que a mobilização do dia 16 de março pretende também reivindicar busca de condições mais dignas de trabalho e melhores condições de ensino Ele acrescenta que a luta dos professores de todo o Brasil, reforçada pelos professores da Raposa é também pela melhoria na estrutura das escolas e o pagamento retroativo do valor do piso salarial nacional referente ao mês de janeiro, definida como data base para o reajuste anual do salário.


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Prefeitura de Ribamar garante promoções e titulações de professores

Benefício já está inserido na folha de pagamento deste mês de março e será retroativo a janeiro.

Gil Cutrim continua investindo no setor educacional de Ribamar (foto: Oswaldo Ceará)

Gil Cutrim continua investindo no setor educacional de Ribamar (foto: Oswaldo Ceará)

A Prefeitura de São José de Ribamar já inseriu na folha de pessoal deste mês de março o pagamento das promoções e titulações dos professores da rede municipal de ensino. O referido pagamento, que beneficia professores efetivos que deram entrada, junto as Secretarias Municipais de Educação e de Planejamento, Administração e Finanças, no processo de habilitação para receber promoções e titulações, é retroativo ao mês de janeiro.

O pagamento, que é mais um benefício implantado pela administração do prefeito Gil Cutrim (PMDB

direcionado aos profissionais do magistério, foi a principal reivindicação dos professores do município que participaram, durante esta semana, das atividades nacionais em defesa do Plano Nacional de Educação (PNE).

Em pouco mais de um ano, o governo Gil Cutrim atuou em diversas frentes que contribuíram para melhorar, ainda mais, o sistema educacional de São José de Ribamar. Além de ampliar o número de matrículas na rede municipal de ensino com o oferecimento de mais de 1.500 novas vagas – o que aconteceu em função das inaugurações de quatro novas unidades públicas de ensino (Escola Municipal Liceu Ribamarense II; Escola Municipal Raimundo Rocha Leal Júnior, Vila Tamer; Escola Municipal do Residencial Olímpico e Escola Municipal do Alto do Turu) – a  prefeitura implantou o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) dos profissionais do magistério do município e concedeu dois reajustes salariais (o primeiro de 15% e o segundo de 22%) para todos os professores e diretores ribamarenses.


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