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Progressistas firmam compromisso com pré-candidatos da oposição

Lideranças suprapartidarias e os pré-candidatos a Prefeitura de São Luís

Lideranças suprapartidarias e os pré-candidatos a Prefeitura de São Luís

O presidente estadual do Partido Progressista, deputado federal Waldir Maranhão (PP), e o secretário-geral da legenda, Hamilton Ferreira (PP), participaram na última sexta-feira, 27, em São Luís, da reunião suprapartidária com os pré-candidatos à prefeitura de São Luís, Tadeu Palácio, presidente do PP da capital, Bira do Pindaré (PT), Eliziane Gama (PPS), Flávio Dino (PCdoB) e Roberto Rocha (PSB).

A reunião contou ainda com a participação do dirigente do PTC, Milton Calado, que representou o pré-candidato Edvaldo Holanda Júnior (PTC). Os dirigentes progressistas e pré-candidatos participaram em seguida de uma coletiva de imprensa e divulgaram nota ao povo de São Luís, onde oficializaram as suas pré-candidaturas e assumiram o compromisso de trabalhar por candidatura unificada e mais competitiva.

“Temos compromisso com São Luís e com o Maranhão. Por isso, estamos oficializando as nossas pré-candidaturas, almejando com determinação uma candidatura unificada mediante entendimento entre os partidos dos pré-candidatos. Uma candidatura que seja uma alternativa vencedora, pois as pesquisas mostram que juntos representamos mais de 50% das intenções de voto. Uma candidatura que irá superar os fracassos administrativos em São Luís e no Maranhão”, diz trecho da nota.

Leia a carta na íntegra:

“Ao povo de São Luís

Agora em 2012 São Luís completa 400 anos e tem uma grande oportunidade de reencontrar um caminho capaz de torná-la uma cidade de oportunidades para todos, bem cuidada, socialmente justa e desenvolvida. É o melhor presente que todos nós podemos dar à nossa querida São Luís.

É com esse compromisso que apresentamos nossos nomes à apreciação da sociedade, dos partidos políticos, dos movimentos sociais, como postulantes a uma candidatura à prefeitura de São Luís.

É hora de renovar esperanças, apresentando uma alternativa às práticas oligárquicas, à incompetência administrativa e ao festival de promessas não cumpridas, que são as marcas dessa política atrasada e patrimonialista que aí está.

Partilhamos do mesmo compromisso de apresentar à cidade um projeto de governo que garanta qualidade de vida ao povo, honestidade na gestão, prioridade às políticas sociais, educação para todos, atenção à saúde básica, prioridade para o transporte coletivo, apoio à cultura e ao esporte, transparência administrativa.

Partilhamos ainda a compreensão de que as eleições de 2012 e de 2014 são etapas da mesma luta que ocorre nos nossos 217 municípios, pela construção de um caminho novo para o Maranhão, que elimine a inaceitável contradição entre um estado rico e um povo pobre e abandonado.

Temos compromisso com São Luís e com o Maranhão. Por isso, estamos oficializando as nossas pré-candidaturas, almejando com determinação uma candidatura unificada mediante entendimento entre os partidos dos pré-candidatos. Uma candidatura que seja uma alternativa vencedora, pois as pesquisas mostram que juntos representamos mais de 50% das intenções de voto. Uma candidatura que irá superar os fracassos administrativos em São Luís e no Maranhão”.
São Luís, 27 de janeiro de 2012

Flávio Dino – pré candidato do PCdoB

Bira do Pindaré – pré candidato do PT

Eliziane Gama – pré candidata do PPS

Roberto Rocha – pré candidato do PSB

Tadeu Palácio – pré candidato do PP

Milton Calado (representando o pré-candidato Edvaldo Holanda Júnior – PTC).


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Após 58 anos, maranhenses que vive em (SP) se reencontrará com família

Depois de 58 anos sem contato, duas irmãs que vieram do Maranhão para interior de São Paulo vão finalmente se reencontrar. Elizabeth da Silva Manca vive hoje em Maríliae depois de muita procura conseguiu a reaproximação com irmã, Ivone, por meio da internet. O encontro da família está marcado para este domingo (29), em Barra Bonita.

Uma foto é a única recordação que a aposentada tem da família. Pai, mãe e os 11 irmãos saíram do Nordeste do país para tentar a vida no interior de São Paulo, em Quatá. Ela se casou aos 20 anos e os pais e os irmãos resolveram voltar para a cidade natal, no Maranhão. “Eu casei e fiquei no interior de São Paulo. E eles foram para o norte e desse tempo pra cá, eu nunca mais os vi. Foi assim que desapareceram de mim e eu não tive mais notícia”, conta a aposentada.

Isso há 58 anos. Elizabeth construiu sua própria família, teve oito filhos, 22 netos e 13 bisnetos. E ainda sim, se sentia sozinha. Sempre preocupada com os pais e os irmãos, ela começou uma busca incansável por notícias dos parentes. “Procurei muitas vezes, por rádio, até que uma irmã minha, a Ivone, me escutou falar no rádio, mas não deram o endereço e ela não pode entrar em contato comigo”.

A procura da aposentada comoveu a neta que, para encontrar os familiares, usou um recurso que os jovens dominam bem: a internet.

“Colocamos a foto da minha vó em um site de relacionamentos. Um dia recebi um e-mail de uma pessoa falando que viu a foto e que minha avó era muito parecida com a mãe dele. Ela, inclusive, ficou bem emocionada, porque viu que era parecida e contou toda a história. Que a mãe dele não via a irmã há muito tempo, a mesma história da minha vó. Então como todas as informações batiam contei para minha mãe, que entrou em contato com eles e decidiram se encontrar. E realmente elas eram irmãs”, explica Maria Gabriela Totti de Souza, neta da aposentada.

Antes de dar a notícia a Elizabete, eles trataram de confirmar todos os dados para não haver erros como da última vez. “Eu fiquei preocupada, ainda mais pela internet, você recebe um e-mail e não sabe de quem é. Procurei primeiro ter certeza, através de e-mails e depois eu liguei para o Maranhão e falei com uma tia. Foi muito emocionante, na hora que eu falei que era filha da Elizabeth, ela já começou a chorar no telefone, eu chorei do lado de cá. Foi quando eu tive certeza mesmo, então, falei para minha mãe”, conta a professora Neide Manca.

O encontro com os irmãos foi marcado e como dona Elizabete não resistiu, a tecnologia ajudou de novo, desta vez, por telefone, eles adiantaram um pouco a emoção. “Eu vou querer saber de tudo. Principalmente dos meus pais, se estão vivos ou mortos. Estou muito feliz”, afirma a aposentada. O G1 vai acompanhar o reencontro marcado para este domingo.

Do G1


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Rita Lee alega que agiu por emoção, diz delegado sobre show em SE

Do G1

O delegado Leoginis Correa, da Delegacia Plantonista de Aracaju, afirmou neste domingo (29) que, em seu depoimento, a cantora Rita Lee alegou ter agido por emoção em seu show de despedida na Barra dos Coqueiros. A cantora foi detida porque teria xingado policiais que faziam a segurança no local de “cachorros” e “filhos da puta”, segundo testemunhas.

“O delegado de plantão no evento, Carlos Frederico Murici, expediu um mandado de intimação, que solicitava que a cantora comparecesse à Corregedoria de Polícia Militar para dar explicações sobre o ocorrido, o que não foi acatado por ela. Diante da negativa, ela foi comunicada que deveria se dirigir à Delegacia Plantonista de Aracaju”, explicou o delegado Leoginis.

Leoginis afirma que, em seu depoimento, a cantora disse que toda a ação foi gerada pelo calor das emoções e por ter achado truculenta e desnecessária a ação dos policias com seus fãs. Rita Lee, ainda de acordo com o delegado, citou como suas testemunhas a ex-senadora e vereadora de Maceió, Heloísa Helena (PSOL-AL), e a deputada estadual do Rio de Janeiro Janira Rocha (PSOL-RJ), que não compareceram à delegacia, mas que estariam presentes no show

Pouco após show, cantora seguiu para delegacia por críticas feitas a policiais (Foto: Reprodução/TV Sergipe)

Pouco após show, cantora seguiu para delegacia por críticas feitas a policiais (Foto: Reprodução/TV Sergipe)


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Genro da prefeita Socorro Waquim é desmascarado em site de Timom

Site Tribuna do Maranhão / Blog do Ademar Sousa

Versão de genro da prefeita de Timon era falsa e gato foi encontrado

Prefeita Socorro Waquim e seu genro Jefferson Sampaio e a esposa Ângela Waquim

Prefeita Socorro Waquim e seu genro Jefferson Sampaio e a esposa Ângela Waquim

A pedido o Blog Ademar Sousa publicou uma informação inveridica. O empresário Jefferson Sampaio Júnior, genro da prefeita Socorro Waquim, ligou, na semana passada, para este blog informando que na sua residencia não teria sido confirmado o desvio de energia, ou seja, o chamado “gato,” conforme a Cemar. Mas, a apressada informação do genro da prefeita acaba de ser contestada.

A verdade acaba de vir atona. A informação dada pelo empresário era falsa. A Cemar, conforme laudo encaminhado ao juiz Hélio de Araújo Carvalho Filho, responsável pelo Juizado Especial Cível de Timon, confirmou a existência de um “bichano bem gordinho” de desvio de energia.

Veja toda a matéria sobre o caso no blog do jornalista Luis Pablo, que inclusive chegou a ser processado por Jefferson Sampaio por ter publicado a informação da denúncia, acusando-o de difamação e calúnia, além de ter exigido idenização por danos morais.


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Escolha do novo diretório do PP de Itapecuru será neste domingo

Empresário José Luiz Maranhão Chaves (PP) será oficializado pré-candidato

O presidente do Diretório Estadual do Partido Progressista, deputado federal Waldir Maranhão (PP), e o presidente de Diretório Municipal de São Luís e pré-candidato à prefeitura da capital, Tadeu Palácio (PP), prestigiarão neste domingo, 29, a Convenção Partidária para Escolha do novo Diretório de Itapecuru-Mirim (108 km da capital). A convenção terá início às 9h, no Plenário da Câmara Municipal de Itapecuru.

Os trabalhos serão organizados pela Comissão Provisória do PP de Itapecuru-Mirim, presidida pelo empresário itapecuruense José Luiz Maranhão Chaves (PP), que será oficializado pré-candidato “Estamos prontos para unir forças com todos os filiados, respeitando-os e respeitando os princípios que regem o Partido Progressista, nos preparando, inclusive, para estarmos representados nas eleições municipais de 2012”, disse José Luíz Maranhão.


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Que benefícios o STF trará á sociedade descriminalizando a maconha?

Por Milton Corrêa da Costa

Os defensores da descriminalização,  legalização e regulamentação da cannabis cada dia estão mais esperançosos. Além da propaganda subliminar, com divulgação de constantes pesquisas, tentando incutir na sociedade brasileira que a maconha é menos ofensiva que o álcool e o cigarro, o Supremo Tribunal Federal, conforme anuncia o jornalista Merval Pereira, em sua coluna de ‘O GLOBO”, de 20/01/12, decidiu deliberar, neste ano de 2012, sobre a descriminalização do consumo da erva, e tudo leva a crer que a maioria do plenário tenda a favor, comenta o jornalista. Recorde-se que recentemente o STF já deliberou  pela autorização da realização de passeatas reivindicatórias para a descriminalização de qualquer espécie de droga.  Seria estranho observar, por exemplo, os cerca de um milhão de dependentes  do crack no país – trapos humanos que vivem nas cracolândias da vida- (vejam o problema atual na capital de São Paulo), em passeatas invocando a descriminalização da ‘droga da morte’.

Por falar em crack, a questão é tão complexa que alguns estudiosos aconselham a internação compulsória para o tratamento dos dependentes. Outros consideram que na internação obrigatória o dependente, logo em seguida, voltaria ao vício. Para tal corrente o melhor é esperar a internação voluntária. No entanto, é possível também que poucos consigam chegar com vida (1/3 dos dependentes morrem em cinco anos) até pedirem socorro para livrarem-se da dependência. Talvez o meio termo seja o caminho. Tirar os traficantes de circulação forçando assim os dependentes a procurar ajuda. Um outro dado assustador é que a ‘indústria’do crack’ movimenta diariamente R$ 20 milhões e estimativas da Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados e e da Polícia Federal indicam que os dependentes consomem, todos os dias, de 800 quilos a 1,2 tonelada de “pedra” de crack.

Vale aqui ressaltar a prisão, na noite de 27/01, do traficante Fabiano Eutanázio Silva, o FB, um dos mais procurados do Rio, encontrado residindo com a família em uma casa de alto luxo, em Campos do Jórdão/SP. O traficante, que deverá ser enviado à penitenciária de segurança máxima fora do Estado, preso com mais três cumplices, foi o responsável pelo ataque e queda de um helicóptero da Polícia Militar, em 2010, próximo ao Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio. Tal importante ação da polícia demonstra, inegavelmente, muito embora alguns cientistas sociais considerem que a guerra contra as drogas está perdida, que a investigação policial bem executada traz frutos positivos no processo de enfraquecimento ao narcotráfico e precisa prosseguir de forma obstinada e permanente. A repressão é uma das mais importantes vertentes na estratégia do combate às drogas, quer imaginem ou não os defensores da descriminalização de drogas.

Abre-se aqui um parênteses, no que se refere ao uso do álcool e do tabaco -comparação que se utilizam os progressistas da maconha reivindicando a descriminalização- para dar conta das duas mórbidas dependências, expressas em números. Sobre o álcool, uma matéria publicada numa revista semanal de grande circulação no país, em setembro último, dá conta que o Brasil tem um número de alcoólatras estimado em 15 milhões, o dobro da população da Suíça. Mas a realidade, segundo a reportagem, pode ser ainda pior. Os médicos da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e outras Drogas, que se dedicam a estudar a dependência química, estimam que,  na verdade, 10% dos 192 milhões de brasileiros, ou cerca de 19 milhões, tenham problemas graves com a bebida. O alcoolismo mata 32 mil pessoas por ano no Brasil, está por trás de 60% das mortes no trânsito e 70% dos homicídios.

Sobre o cigarro, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), os dados do tabagismo são assustadores. No país, 200 mil mortes anuais são causadas pelo uso do cigarro, sendo que 16% dos brasileiros adultos são fumantes. Cerca de 8% dos gastos com internação e quimioterapia no Sistema único de Saúde (SUS) são atribuídos a doenças relacionadas ao consumo do tabaco.

Segundo a pesquisa INTERHEARTH- desenvolvida para avaliar a importância dos fatores de risco para o infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ao redor do mundo e realizada com mais de 27 mil, mostra que o risco do infarto aumenta em 63% nas pessoas que fumam menos de dez cigarros diariamente. Essa chance é muito maior (2,6 vezes) para fumantes que acendem entre 10 e 19 cigarros e de 4,6 vezes para aqueles que fumam mais de 20 cigarros/dia. “ As pessoas precisam ter a consciência de que o cigarro deve ser gradativamente extinto, pois fumar causa males à saúde e ao nosso meio ambiente. O cigarro é uma droga lícita que, consequentemente, abre as portas para o consumo de drogas ilícitas” ( a corrente progressista sempre relativiza tal afirmação), comenta Silvia Cury Ismael, chefe do Serviço de Psicologia e responsável pelo Programa de Cuidado Integral ao Fumante do HCor.

Associado a uma recente pesquisa, recentemente publicada, de que o uso moderado da maconha pode fazer bem para os pulmões (será?), a corrente progressista, que sempre compara os males do cigarro e do álcool, como piores do que o da maconha, alega ainda que “ninguém pode ser preso por fazer só mal a si mesmo”. Por que não também legalizar a cannabis? Por que restringir o direito de usar e dispor do corpo da melhor forma que convier a cada um?  Legalizando a cannabis não seria a melhor maneira de combater o tráfico de drogas? São argumentos de que se valem os progressistas para descriminalizá-la. Alegam também que a maconha é apenas uma droga “recreacional” e que fumar um ‘baseado’ até que é um bom “relaxante” para desestressar no mundo de hoje.  Um barato que pde sair muito caro. Almejam, em verdade, a meu ver, é liberar mais uma desgraça para a sociedade, como se  viciados em maconha não trouxessem nenhum problema familiar. A maioria trabalha e/ou estuda e não faz mal nenhum, dizem. Conheço também gente que é fumante e/ou bebe a vida toda e não morreu disso. É preciso lembrar também que a potência do princípio ativo da erva o THC, não é o mesmo de 30 ou 40 anos atrás.

O depoimento de um ex-viciado de crack, à Revista Veja, de 25/01/12, hoje já recuperado, mostra a escalada perigosa do uso de droga. Diz o jovem hoje com 24 anos:”Conheci o crack aos 19 anos. Já havia experimentado MACONHA, COCAÍNA, LSD e ECSTASY. Quando meus pais descobriram, pararam de me dar dinheiro e tiraram meu carro. Aí passei a trabalhar com um traficante, que acabou morto pela polícia. Entendi que o meu destino seria igual, se continuasse naquela vida. Há dois anos, decidi me internar. Fui para uma chácara perto de Brasília, onde tinha de fazer limpeza, cuidar da horta e até fazer serviço de pedreiro. Isso me deu noção de disciplina, senso de coletividade. Fiquei lá um ano. Venci o crack. Hoje acredito que não sou mais um escravo dele”, disse. Note-se que estamos falando de um jovem de classe média o que significa dizer que o crack, já tendo se alastrado por 90% dos municípios brasileiros está invadindo as casas de classe média. Registre-se que o citado jovem primeiramente fumou maconha numa escalada de outras drogas chegando até a ‘droga da morte’.

Nesse contexto de dúvidas, o que se deve discutir é se o álcool e o cigarro já fazem tanto mal à sociedade, por que incorporar ainda mais um mal?. Que benefícios reais traz para a sociedade a descriminalização da maconha?  O Supremo Tribunal Federal precisa ter isso em mente ao decidir sobre a descriminalização da droga. Onde será consumida? Em praça pública? Ou em espaços delimitados de orgia de droga, num ‘falso mundo colorido’? Poderá ser consumida nos pátios de colégios e universidades? Vamos implantar as narco- salas para consumo de maconha? Quantas precisarão ser implantadas no país? Vai ser vendida pelo próprio governo nas farmácias? Será permitido plantar em cada residência de maconheiro a cannabis para consumou próprio? É esse o exemplo que os pais estarão darão aos filhos em casa?  Já não basta os pais que sob o efeito do álcool chegam embriagados e trôpegos diariamente em suas residências, causando sequelas psicológicas aos filhos? É esta a sociedade, ainda mais permissiva, que queremos? Querem também encobrir o pequeno traficante? Algum traficante, ao descriminalizar a maconha, vai depor o seu arsenal de guerra? O mecado negro da droga desaparecerá? Ou os traficantes farão uso da venda casada de drogas, como fazem com a maconha e o crack ao mesmo tempo, para atrair viciados? Tais indagações precisam ser respondidas.

Por outro lado, inúmeras pesquisas também dão conta de que a maconha faz mal à memória, causa esquizofrenia, diferentes tipos de câncer, causa a síndrome amotivacional, sem falar que, tal e qual o álcool, também é uma perigosa porta de entrada para as drogas mais pesadas, como vimos no depoimento acima. Lembrem-se que o governo holandês declarou recentemente que vai nivelar a chamada “maconha de alta concentração”, vendida no país, na mesma classificação de tóxicos como a cocaína e o êxtase, drogas consideradas pesadas. O ministro da Economia da Holanda, Maxime Verhagen, afirmou que a droga, com mais de 15% na composição de sua substância psicoativa, o tetrahidrocanabinol (THC), tem uma potência muito maior do que a forma mais leve da erva. Segundo ele, o tóxico “causa um prejuízo crescente na saúde pública do país”. A medida é o passo mais recente do governo holandês para tentar reverter a notória política de tolerância da Holanda com as drogas.

Não se trata de preconceito, conservadorismo ou moralismo. A dependência química é uma doença crônica e progressiva. A maconha também é uma grave ameaça à juventude sadia. O Estado Brasileiro não pode tornar-se perigosamente permissivo descriminalizando a droga. Drogas não agregam valores sociais positivos. A prevenção ao uso de qualquer droga, inclusive o álcool e o cigarro, e a repressão qualificada são os melhores caminhos. Há inclusive quem afirme que a proibição do uso de drogas ainda consegue conter o que a legalização e a permissividade jamais conseguiriam. A proteção dos mais jovens, de suas famílias e de toda a sociedade brasileira está em jogo. O que de positivo mudará, na vida de milhões de jovens brasileiros, com a descriminalização da maconha? O Supremo Tribunal Federal terá que responder. Direitos e garantias individuais não podem sobrepujar o interessse maior coletivo. É preciso ter tal assertiva em mente.

Milton Corrêa da Costa é coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro


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Obras de pavimentação são intensificas em Paço do Lumiar

Homens trabalham na pavimentação asfaltica de Paço do Lumiar

Homens trabalham na pavimentação asfaltica de Paço do Lumiar

A Prefeitura de Paço do Lumiar no intuito de dirimir o mais rápido possível os problemas de mobilidade dos moradores luminense, intensificou aos trabalhos de infraestrutura no município que atualmente tange as avenidas Nº07 e 08 do Maiobão,  além da recuperação da estrada do Sitio Grande.

A população que a muito tempo esperava por estes serviços, hoje ver com outros olhos a iniciativa da gestão Bia Venânio.

Além das obras oriundas da Prefeita de Paço do Lumiar, foi garantidotambem melhorias e revitalização de ruas e avenidas em todo município.

É nesse ritmo de obras e trabalhos em todas as áreas que a administração de Paço vêm se destacando no cenário de Políticas Publicas Estadual.


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Desembargador pede solução para superlotação em unidades prisionais do Maranhão

Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) será assinado em 15 dias para resolver o problema de superlotação e insalubridade no Centro de Triagem, Centro de Detenção Provisória (CDP) e na Central de Custódia de Preso de Justiça (CCPJ). A decisão foi tomada em reunião entre o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerária do Tribunal de Justiça, desembargador Fróz Sobrinho, e o secretário estadual de Justiça e Administração Penitenciária, Sergio Tamer.

Froz Sobrinho pede medidas urgentes para sistema prisional

Froz Sobrinho pede medidas urgentes para sistema prisional

A superlotação, a sujeira, lixo e o forte mau cheiro vêm agravando as precárias condições das mencionadas  unidades prisionais, onde os presos estão amontoados em condições degradantes de saúde, em celas escuras, sem ventilação, evidenciando a falta de condições de abrigamento e salubridade. Froz Sobrinho pediu a adoção de medidas urgentes para solucionar o problema.

“A situação é caótica, as condições insalubres dos presos nessas unidades prisionais afrontam a dignidade da pessoa humana, violando direitos fundamentais. O que queremos é o adequado funcionamento das mesmas, tendo em vista o cumprimento da Lei de Execuções Penais”, apontou o desembargador, durante a reunião, que contou com a presença do juiz da 2ª Vara de Execuções Penais (VEP), Fernando Mendonça, do defensor Público, Alberto Bastos, e do assessor jurídico do Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerária, Ariston Apoliano.

De acordo com a inspeção realizada na última quinta-feira (26), o Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerária do TJMA constatou que o problema de superlotação no Centro de Triagem – para onde são encaminhados presos provisórios – é grave. Nas duas celas existentes na unidade – que têm com capacidade para 12 presos – estão confinados hoje 33 detentos.

No Centro de Detenção Provisória a situação é também preocupante. A unidade tem capacidade para receber 402 presos, mas mantém hoje 653 pessoas encarceradas, amontoadas em celas em condições aviltantes à dignidade da pessoa humana.

Na CCPJ de Pedrinhas – que possui 40 celas e capacidade de alocar 160 presos – possui atualmente 297 encarcerados, que disputam espaços mínimos muitos quentes e insalubres.

A situação do Centro de Triagem também é semelhante e a Vigilância Sanitária já declarou, inclusive, que o local é insalubre, quente, sem ventilação. Os presos confinados naquela unidade dormem no chão e, segundo relato dos mesmos, em meio a ratos e insetos. Inclusive foi feito pedido de interdição das três unidades citadas.

Os detentos confinados nas mencionadas unidades prisionais são presos provisórios, não existindo a formação de um titulo condenatório definitivo.


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Karateca ribamarense é eleita Atleta do Ano de 2011

A estudante e karateca ribamarense Débora Raquel Freire, 11 anos, foi eleita a Atleta do Ano de 2011 durante a sétima edição do Troféu Mirante Esporte, cuja solenidade de premiação ocorreu na semana passada no Teatro Arthur Azevedo.

Campeã brasileira de Karate Tradicional, categoria infantil, Débora, que reside no Parque Vitória, bairro pertencente ao território do município de São José de Ribamar, foi eleita por votação popular. O Troféu Mirante Esporte premia, todos os anos, os destaques do esporte maranhense.

Débora e a também atleta ribamarense Magdalene Pinheiro Nogueira, terceira colocada no Brasileiro de Karate, categoria adulto, fizeram uma rápida apresentação durante a cerimônia de inauguração da Escola Municipal do Alto do Turu.

O prefeito Gil Cutrim (PMDB) parabenizou as duas atletas e fez questão de ressaltar a importância do poder público investir no esporte amador. “Esporte significa saúde, disciplina, interatividade no meio social. Nossa administração investe e continuará investindo em ações que promovam o desporto em todo o município de São José de Ribamar”, afirmou.

Débora sagrou-se campeã brasileira ano passado, durante o 23º Campeonato Brasileiro de Karate Tradicional, realizado na cidade de Joinvile, em Santa Catarina.  Também em 2011, a jovem atleta ribamarense conquistou o terceiro lugar no Campeonato Norte/Nordeste e no Brasileiro da modalidade.


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62 processos contra trabalho escravo no MA estão parados no Tribunal Regional do Trabalho

Presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Ilka Esdras Araújo

Presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Ilka Esdras Araújo

O Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão e outras 12 instituições, incluindo a Polícia Federal, o Incra e o Ministério Público do Trabalho, assinaram um documento em prol do combate ao trabalho escravo que ocorre há anos no Maranhão.

No documento, o (TRT) destaca o comprometimento de todos os órgãos competentes para combater o trabalho iregular no estado, onde terá também acompanhamento dos magistrados nas operações.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) se prontificou inicialmente em trabalhar na agilidade dos processos de desapropriação das áreas afetadas pelo trabalho escravo.

Ao todo, os números são vergonhosos chegando em (62) sessenta e dois processos parados no Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão.

A presidente do (TRT), Ilka Esdra Araújo afirmou que “não é fácil combater a escravidão do homem pelo homem porque isso implica no resgate da dignidade desse trabalhador”, enfatizou a magistrada.

É por esses e outros motivos que o Maranhão é um dos estados que liderá os piores índices da estatística do trabalho escravo do Brasil. Que vergonha!


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