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Após críticas de Edilázio, Rubens Júnior e Marcelo Tavares saem em defesa de Flávio Dino

Edilázio usa tribuna para criticar postura de Flávio Dino.

Edilázio usa tribuna para criticar postura de Flávio Dino.

O presidente da Embratur, Flávio Dino, foi alvo de criticas na sessão de ontem (22), na Assembleia Legislativa do Maranhão. Edillázio Júnior, que tem ligações no mundo juridico, ocupou a tribuna para criticar a postura do ex-deputado federal do PCdoB, que discutiu com o juiz Sérgio Muniz nos corredores do Tribunal Regional Eleitoral (reveja o bate-boca).

Para Edilázio Júnior, a atitude do comunista em agredir verbalmente e físicamente do juiz da Corte Eleitoral, foi um mero desrespeito a um colega do judiciario.

Em defada de Dino, os deputados Marcelo Tavares (PSB), Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e Bira do Pindaré (PT) acham correto esclarecer os fatos para que as pessoas não possam distorcer e para que não se possa inverter a lógica do que aconteceu.

Rubens Júnior garantiu que “no mesmo dia, por coincidência, o presidente do PC do B no Estado do Maranhão, Flávio Dino, tinha uma audiência marcada com procurador eleitoral, Marcilio Dias, e a outra era para tratar de denúncia de compra de votos, denúncia que não ficou apenas nesta visita do Flavio Dino”. De acordo com o deputado, “o ex deputado Flávio Dino, presidente da Embratur ou não mais do que isso, é militante político do Estado do Maranhão com filiação partidária e, portanto tinha legitimidade de ir até o procurador Eleitoral fazer a denúncia que achasse conveniente”, afirmou.


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Neto Evangelista se volta contra militares que antes defendia na greve

Candidato a Vice Neto Evangelista.

Candidato a Vice Neto Evangelista.

Favorável a greve dos militares no ano passado, o deputado estadual Neto Evangelista (PSDB) mudou de posição, achando que a liderança grevista usa de ação “vergonhosa ou sórdida”, por ter decidido apoiar a candidatura de Edivaldo Holanda Júnior para prefeito de São Luis.

Até agora, ninguém entendeu a reviravolta do posicionamento do parlamentar, que é candidato a vice na chapa de reeleição do prefeito João Castelo, do PSDB.

Logo ele que fez discursos em favor da greve dos militares e, agora mostrou a sua verdadeira face. O que não faz a mudança de posição e caráter numa eleição.

Neto Evangelista publicou em sua pagina de relacionamento (Facebook), que “segundo a documentação, o candidato não pode se beneficiar de sua própria torpeza, ação vergonhosa ou sórdida”, disse Evangelista condenando a pratica dos seus agora ex-aliados.

Defensor ferrenho da greve dos militares e do comando da manifestação paredista, o deputado tucano agora se volta contra aquelas que ele apoiou durante a greve. Uma vergonha!

Não é de se estranhar que Evangelista, se manifeste, inclusive, contra todos aquelas que não apoiam a reeleição do seu chefe.


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Até coronel Durans foi preso por apoiar Edivaldo Holanda Júnior

Coronel Jonas Batista Durans.

Coronel Jonas Batista Durans.

Além do sargento e cabos presos na noite de ontem (22), após declararem apoio a Edivaldo Holanda Júnior, foi preso administrativamente o coronel Jonas Batista Durans, subchefe do Estado Maior Geral do CBMMA.

Durans, que também participou da reunião e declarou apoio ao candidato a prefeito do PTC, foi mais uma das vítimas da perseguição do governo Roseana, que tenta desde o ano passado alguma forma de punir militares que participaram da greve na Assembleia Legislativa do Maranhão.

O secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, encaminhou nota informando o nome dos militares que estão presos e, considerou transgressão por parte dos PMs manifestar-se, publicamente, fardado, em manifestações de natureza político-partidária.

Leia abaixo a íntegra da nota:

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), por meio da Polícia Militar (PMMA) e do Corpo de Bombeiros (CBMMA), informa que foram presos administrativamente na noite desta segunda-feira (22), o coronel Jonas Batista Durans, subchefe do Estado Maior Geral do CBMMA; o sargento Juarez de Morais Aquino Júnior, da Companhia de Policiamento de Guarda (CPGD); o cabo Roberto Campos, do 6º BPM; o cabo Marcos Antonio Ramos Barros, do 2º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM); o cabo Marco Aurélio Ribeiro, do 1º GBM; e o cabo Jorge Henrique Sousa da Costa, do Subgrupamento de Busca e Salvamento.

Os militares foram identificados nas imagens contidas em vídeo divulgado pela imprensa no domingo (21). O recolhimento administrativo se deu em cumprimento ao exposto pela Legislação Militar e tem por base os pressupostos da ordem e da disciplina, segundo a qual o militar não deve se desviar dos objetivos que visem o bem comum da tropa.

De acordo com os preceitos da disciplina militar, é considerada transgressão “Manifestar-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária; Tomar parte, fardado, em manifestações de natureza político-partidária; Discutir ou provocar discussão, por qualquer veículo de comunicação, sobre assuntos políticos ou militares, exceto se devidamente autorizado”.

A medida cautelar representa uma ação de Pronta Intervenção, cujo objetivo é a manutenção dos princípios da hierarquia e preservação da ordem e da disciplina, em vigor nas Corporações Militares, baseado na Legislação, conforme o Decreto Federal nº 4.346, de 23 de agosto de 2002, não os isentando das responsabilidades subsidiárias decorrentes dos fatos.


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Castelo já não consegue esconder aliança com a oligarquia Sarney

Castelo ladeado pelo grupo Sarney.

Castelo ladeado pelo grupo Sarney.

O candidato a reeleição em São Luís, João Castelo (PSDB), já não esconde mais de ninguem o apoio recebido pelo grupo Sarney durante o segundo turno das eleições da capital.

No debate realizado na manhã desta terça-feira (23), entre os candidatos, Castelo disse que em sua “nova gestao tera parceria com Goverdo Estadual”.

A fala do tucano mostra claramente os laços estreitos políticos com o Palácio dos Leões. Prova disto, são os vereadores alinhados ao grupo Sarney declararem apoio a sua reeleição.


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Derrota de Castelo será o primeiro passo para o fim da oligarquia Sarney

Castelo em conversa com Sarney.

Castelo em conversa com Sarney.

Não tenho o dom da adivinhação e, também graças à imprevisibilidade da política, não posso afirmar com absoluta certeza o resultado de uma eleição que ocorrerá apenas daqui a uma semana.

À parte isso, inúmeros indicadores apontam a derrota de João Castelo (PSDB) – entulho da ditadura ainda vagando pela vida política brasileira – na sua tentativa de reeleição à prefeitura de São Luís (MA).

A péssima avaliação do governo “Caostelo” e a alta rejeição do tucano, próxima a 40%, segundo vários institutos; o próprio resultado do 1º turno (na véspera da eleição o Ibope cravou 36% para Castelo e 31% para Holanda, mas as urnas revelaram justamente o inverso) e a ampla adesão ao candidato do PTC por parte de vereadores eleitos e de lideranças partidárias que apoiaram outros nomes na primeira etapa da disputa, entre outros fatores, sugerem a veracidade das pesquisas que dão Edivaldo Holanda Jr. como o vencedor da eleição do próximo domingo (28).

Caso o triunfo se confirme, este significará uma tripla vitória do campo liderado pelo ex-deputado federal Flávio Dino (PCdoB): sobre os tucanos, sobre a família Sarney (que age na surdina para impedir o fracasso de Castelo) e sobre a parte do PT maranhense que foi subjugada à oligarquia mais longeva do País.

Para o grupo de Dino, conquistar a prefeitura da capital, que concentra cerca de 15% do eleitorado e 40% da riqueza do estado, é uma tarefa fundamental rumo à disputa de 2014.

Daqui a dois anos, o único nome viável da oligarquia para suceder Roseana Sarney será o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), que enfrentará a campanha com 77 anos.

Castelo e Roseana Sarney.

Castelo e Roseana Sarney.

Caso o clã Sarney aplique uma rasteira em Lobão e opte por construir outra via, a batalha fratricida – provavelmente entre o super-secretário Luís Fernando Silva – será deflagrada no seio do grupo e a derrota dificilmente será evitada.

O futuro êxito eleitoral da oposição de esquerda (ainda que certos elementos conservadores/fisiológicos componham a coalizão) costurada por Flávio Dino, entretanto, além da aposentadoria forçada de Castelo, dependerá de uma grande administração de Edivaldo Holanda Jr., obra que não será fácil, após quatro terríveis anos do PSDB à frente da prefeitura, que agravaram ainda mais os sérios problemas estruturais da cidade.

Vale lembrar que, após o fim da ditadura, em 1985, a população de São Luís jamais experimentou uma grande gestão municipal. Jackson Lago conseguiu ter dois governos (1989-1992 e 1997-2000) relativamente bons, mas jamais uma gestão que pudesse ser considerada excelente.

Além destes dois desafios – a vitória no 2º turno e uma grande administração – na capital, Flávio Dino e seus aliados terão ainda que demonstrar fôlego e competência para outra ação vital: articular os atores políticos do interior do estado e a chamada “sociedade civil organizada” de esquerda e/ou anti-oligárquica, hoje bastante fragmentada com o deslocamento do PT para o campo do “El Bigodón” e com a passagem de Jackson Lago e a desestruturação do PDT, historicamente de larga capilaridade nas grandes cidades e na periferia de São Luís.

De qualquer modo, no domingo vindouro poderá ter início a transformação do cenário político maranhense das próximas décadas.

Por Rogério Tomaz Jr., no blog Conexão Brasília-Maranhão:


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Roseana Sarney manda prender policial para beneficiar Castelo

Após declarar apoio a Edivaldo Jr., Cabo campos é preso.

Após declarar apoio a Edivaldo Jr., Cabo campos é preso.

Ex-candidato a vice do PPS, Cabo Campos, foi preso pela Polícia Militar do Maranhão. Candidato a vice-prefeito na chapa da deputada estadual Eliziane Gama (PPS), Cabo Campos foi detido pela Polícia Militar após declarar apoio ao candidato de oposição a João Castelo (PSDB), atual prefeito de São Luís. A prisão política pode ter acontecido pela aliança entre Castelo e Sarney.

Ao lado de familiares, lideranças comunitárias e de outros policiais militares, civis e bombeiros, Cabo Campos participava de uma reunião em manifesto apoio a Edivaldo. Depois da “revelação” do vídeo, o ex-candidato do PPS foi preso no início da noite de hoje (22). Não há informações sobre o motivo da prisão.

Diante da falta de informações da Polícia Militar, supõe-se que o ex-candidato foi preso por participar de um evento em apoio ao candidato Edivaldo Holanda Júnior. O vídeo, postado no youtube e usado pela campanha de João Castelo com a nomenclatura “Milícia 36”.

Na verdade, é clara a ligação cada vez mais estreita entre João Castelo e a governadora Roseana Sarney (PMDB) nessas eleições. Chefa da PM, a governadora pediu a prisão dos policiais para beneficiar seu aliado Castelo e instaurar um clima de tensão na cidade, com uma suposta formação de uma suposta organização.

Também na noite de hoje, a juíza Luíza Nepomuceno impediu a divulgação do vídeos. Os militares presentes na reunião lançaram também lançaram nota em que esclarecem os motivos da reunião.

“Temos o direito de nos manifestar politicamente, respeitando a lei. O vídeo divulgado apresenta trechos de forma descontextualizada para distorcer a real intenção da reunião e dos discursos feitos. Utilizamos expressões próprias ao nosso dia a dia e nos referimos a missão secreta que é o singelo trabalho de apoio ao candidato, visitando as famílias de nossos colegas para pedir votos.”


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TRE decide solicitar força federal para São Luís

Corte do TRE-MA.

Corte do TRE-MA.

Os membros do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão decidiram, durante reunião extraordinária realizada na noite desta segunda-feira (22), deferir os pedidos dos candidatos a prefeito de São Luís para que forças federais atuem durante a realização do 2º turno.

Antes de encaminhar o pedido ao Tribunal Superior Eleitoral, a presidente do TRE-MA, desembargadora Anildes Cruz, aguardará resposta de Ofício enviado ao governador em exercício para que o Governo do Estado se manifeste quanto à necessidade do reforço.

O TSE recomenda que os TREs, em respeito à autonomia dos entes federados e em defesa da harmonia entre os poderes constituídos, ouça o chefe do Poder Executivo Estadual sobre a capacidade das forças de segurança em propiciar as necessárias garantias à eleição.


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Pesquisa aponta vantagem de 16,8% para Edivaldo

Blog do Luis Cardoso

Edivaldo Holanda Júnior

Edivaldo Holanda Júnior

A pesquisa do Instituto DataM divulgada nesta segunda-feira (22),  aponta uma diferença de 16,8% para Edivaldo Holanda Júnior (PTC), segundo revela o os dados divulgados pelo jornal O Imparcial.

No cenário de votos válidos, Edivaldo pontua com 59% nas intenções de voto contra 41% de João Castelo.

Em outro cenário, na espontânea, ele teria 54,6% dos votos contra 37,1% do candidato à reeleição, prefeito João Castelo.

Ao contrário do que apregoou o juiz Sérgio Muniz, 5,4% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos e 3% não votam em nenhum dos dois postulantes.

800 pessoa foram souvidas entre os dias 18 e 19 de outubro e a pesquisa foi registrada no TRE sob o protocolo MA- 539/2012.


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