Poder

Weverton Rocha diz que avião foi cedido por empresário maranhense

Evandro Éboli, O Globo

Rocha afirma que avião é de empresário maranhense produtor de soja

Rocha afirma que avião é de empresário maranhense produtor de soja

Além do King Air, providenciado pelo dono de uma ONG, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (foto acima), usou na viagem ao Maranhão, em dezembro de 2009, um outro avião cedido por empresário.

O ministro também se deslocou em um Sêneca, de propriedade de um fazendeiro maranhense, de nome Pedro, produtor de soja. A revelação foi feita pelo deputado Weverton Rocha (PDT-MA), ex-assessor especial do Ministério do Trabalho.

O parlamentar afirmou que o empresário, que se recusa a fornecer o nome completo, é amigo e simpatizante do PDT e sempre cedeu esse avião para atividades da legenda no Maranhão. Lupi andou neste avião nos dias 11 e 12 de dezembro de 2009.

No 11 de dezembro, o ministro viajou no Sêneca no trajeto de São Luís a Imperatriz. Naquele dia, ele esteve ainda em Icatu, onde lançou e inaugurou programas do ministério. No sábado, dia 12, depois de andar um trecho no Sêneca, ele trocou de aeronave, para o King Air.

O deputado Weverton assumiu que foi ele quem providenciou o Sêneca e que não vê conflito de interesse na cessão de um avião privado para o cumprimento de agenda pública.

Weverton não quer revelar os nomes completos do empresário, nem do piloto, que se chama Michel.

Leia mais em Weverton diz que Sêneca foi cedido por empresário


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Poder

Secretário de Comunicação de Timon suplica por pagamento de atrasados

Secretário de Comunicação de Timon

Secretário de Comunicação de Timon

A Folha de Pagamento da Prefeitura Municipal de Timon virou deboche. Vítimas de piadas, gracinhas e humilhações, os servidores municipais amargam todo de tipo de coisa por conta desse atraso interminável, que só fica em dia quando a prefeita Socorro Waquim vai as TVs de Teresina e diz que “tudo está normal, não existe atraso na prefeitura”.

No episódio mais recente, ocorrido na última sexta-feira (11), o secretário de Comunicação Murilo Noleto fez um bilhete que deixou servidores de sua secretaria estarrecidos com a atitude de desespero e sem nenhum efeito. Segundo o teor do bilhete, Murilo suplica a Tesoureira Josefina para que pague a folha de sua secretaria e usou o termo: “esta é uma súplica”.

Seria cômica a situação se não fosse trágico para milhares de servidores que estão com quase metade do ano sem receber seus salários. Alguns se desfazendo de bens particulares como celulares, tvs, dvds, que são vendidos a todo preço para garantir o pagamento das dívidas e até mesmo para comprar o que comer. Próximo à prefeitura, numa roda de bate papo diária é comum aparecer servidores municipais negociando seus bens e os mesmos são disputados a preço de banana pelos frequentadores do local.

No dia 11 de novembro, obtivemos a informação de que a prefeita Socorro Waquim havia autorizado ao Dr. Magno Pires o pagamento da folha dos servidores da Comunicação, mas não era por conta da “súplica” de Murilo Noleto. Inconformados, servidores municipais, que ainda não receberam seus salários, relataram o fato do famigerado “bilhete” do secretário Murilo Noleto em toda cidade, servindo de chacota.


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Poder

Escola pública vira estábulo em Colinas

Blog do Hilton Franco

Rede escolar do minicípio de Colinas

Rede escolar do minicípio de Colinas

Esculhambação! Uma escola da rede pública municipal de Colinas-MA se transformou em um estábulo no povoado Sitiozinho, na zona rural do municipio.

Tomada por um matagal a Unidade Escolar Capitão Lili, localizada às margens da BR 135 possui dois “alunos” ilustres – um jumento e um cavalo que se alimentam do capim que verdeja com a chegada das chuvas.

O slogan Colinas para todos, no muro da escola já diz tudo. A cidade é de todos,inclusive  dos animais.

Em consulta ao site do MEC, foi verificado que a escola está extinta. Porque foi extinta? Se a escola seria extinta, porque construiram?

Escola em total estado de abandono

Escola em total estado de abandono

E assim segue o Maranhão com 19% da população analfabeta…


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Poder

Aliada de Lupi repassou mais de R$ 1 milhão sem licitação a ONG

Chico Otávio e Cássio Bruno, O Globo

Um convênio do Ministério do Trabalho com a Prefeitura de Maricá, no ano passado, simboliza o grau de aparelhamento político da pasta comandada por Carlos Lupi.

Logo depois do repasse de pouco mais de R$ 1,5 milhão, destinado à qualificação profissional, a então secretária municipal de Trabalho, Márcia Cristina Garcia Pereira, transferiu o dinheiro, com dispensa de licitação, para a ONG Centro de Atendimento Popular da Leopoldina (CAPL).

Coube à ONG atender cerca de mil jovens do município, em aulas das mais variadas profissões, oferecidas em escolas municipais e templos religiosos.

Ocorre que Márcia Cristina é filiada ao PDT e irmã de Felipe Augusto Garcia Pereira, ex-motorista e ex-assessor de Carlos Lupi. Também filiado ao partido, Felipe ganhou cargo comissionado, em 2007, com salário de R$ 13,6 mil mensais, na Superintendência Regional do Trabalho (SRT) do Rio de Janeiro.

Ele foi exonerado pelo Ministério do Trabalho em setembro deste ano.

De acordo com o Diário Oficial da prefeitura, em 12 de maio de 2010, Márcia autorizou a contratação do CAPL. Mas, para justificar a dispensa de licitação, ela se baseou no inciso IV do artigo 24 da Lei das Licitações, ou seja, utilizado apenas em casos de emergência ou de calamidade pública.

Leia mais em Pedetista repassou R$ 1,5 milhão sem licitação para ONG


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Poder

Lula recebe visita de Mano Menezes

Em tratamento contra câncer, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu na tarde de ontem, 18, a visita do técnico da seleção brasileirade Mano Menezes, (veja foto abaixo) em sua residência na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo.

Mano Menezes dá força a Lula

Mano Menezes dá força a Lula

 


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Poder

João Alberto consegue ver a realidade de Bacabal em 3D

Blog do Louremar

João Alberto ver em 3D

João Alberto ver em 3D

Dia desses o senador João Alberto deu uma entrevista em que dizia que não sabia da aliança do prefeito Lisboa com o deputado federal Zé Vieira. Publiquei o post “João Alberto está tipo marido traído. Vai ser o último a saber”.

Nos últimos dias, a dupla Lisboa/Zé Vieira resolveu expor o casamento em três banquetes. Publiquei as fotos de dois deles. O terceiro foi realizado domingo na fazenda do prefeito, em São Paulo Apostolo.

Não sei se todos esses fatos são suficientes para que o senador João Alberto veja com clareza a coisa. Em todo caso, os alunos da Escola Militar resolveram dar uma ajudinha para ele. Prepararam uns óculos 3D, na medida certa.

Quando João Alberto colocou os óculos exclamou: “Eureka”.

A célebre palavra grega é atribuída a Arquimedes, significa “encontrei”. Pronto, todos entenderam que João Alberto havia encontrado finalmente a verdade.

O que virá agora eu não sei. Mas que o Senador não está mais inocente na história, isso não está.


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Poder

As razões de Dilma Rousseff para segurar Carlos Lupi

Por Kennedy Alencar

A divisão política do PDT, a intenção de enfraquecer feudos partidários e não parecer refém da imprensa foram as três principais razões da sobrevida de Carlos Lupi na pasta do Trabalho. Sobrevida temporária, ressalte-se de passagem.

Ministro Lupi abraçado com Dilma Roussef na pose

Ministro Lupi abraçado com Dilma Roussef na pose

Pesou menos, mas pesou um pouco, a simpatia pessoal de Dilma por Lupi, que foi companheiro de partido da presidente quando ela pertencia ao PDT de Leonel Brizola.

No PDT, predomina a sensação de que Lupi não tem as credenciais de Brizola para se comportar como caudilho. Se com Brizola tal imagem já era ruim para o partido, é um desastre com Lupi. Nesse contexto, prosperou a contestação interna ao manda-chuva da sigla.

O deputado federal Brizola Neto (RJ) e o senadores Pedro Taques (MT) e Cristóvam Buarque (DF) são bons quadros do PDT que pregam, com razão, uma renovação partidária. Mas Lupi não quer ceder espaço.

Ele deixou a presidência pedetista quando a Comissão de Ética da Presidência, no governo Lula, recomendou que evitasse acumular esse cargo com o de ministro. Foi uma saída de fachada. Na prática, continuou a dar as cartas no PDT. Lupi deixou na presidência um aliado, André Figueiredo, amigo do ministro que, hoje, anda meio louco para dar uma de Brutus.

No tiroteio de acusações de má conduta, Lupi obteve, por ora, a façanha de segurar o movimento que contesta sua permanência no ministério e no leme partidário. A presidente não ignorou essa falta de unidade, o que ajudou o ministro do Trabalho. Sem consenso no partido, Dilma poderia abrir uma outra crise com seus aliados.

As quedas em série de ministros de pastas comandadas pelo mesmo partido havia tempo levaram Dilma a refletir sobre uma reforma ministerial que promova, além da troca de nomes, uma mudança de posições entre as siglas que sustentam seu governo.

No episódio Orlando Silva, houve uma incipiente articulação para tirar o Ministério do Esporte do PC do B e dá-lo ao PT. A contrapartida seria uma troca na Cultura para abrigar os comunistas. Mas vazou antes da hora, as reações negativas foram rápidas, e Dilma abandonou a ideia.

Para realizar uma reforma que acabe com feudos, a presidente precisaria do maior número de cadeiras disponíveis. É complicado envolver na reforma as oito mudanças que já aconteceram no primeiro escalão. Os ministros que entraram em campo ao longo do ano continuarão onde estão.

Cinco pastas receberam novos titulares devido a suspeitas de corrupção: Casa Civil, Transporte, Agricultura, Turismo e Esporte. Na Defesa, Celso Amorim assumiu o lugar de Nelson Jobim devido a desacerto político. Ideli Salvati deixou a Pesca pela Secretaria de Relações Institucionais para Dilma tentar melhorar sua articulação política. O titular anterior da secretaria, Luiz Sérgio, recebeu o ministério de Ideli como prêmio de consolação.

O Trabalho foi esvaziado nos últimos governos e tem 86% do seu orçamento anual (R$ 52 bilhões) carimbado. Leia-se: destinações fixas. Mesmo assim, é um ministério cobiçado politicamente. As DRTs (Delegacias Regionais do Trabalho) estão sob a sua alçada. E o ministro pode dar um empurrão para verbas de repasse para convênios com ONGs e centrais sindicais. Enfim, é uma pasta interessante para as negociações de qualquer reforma ministerial. O PT adoraria voltar a ocupá-la.

Administrar a imagem de que a decisão de degola depende mais dela, a presidente, do que da imprensa ajudou Lupi a obter gás. A versão de faxina implacável estimulada na queda de Alfredo Nascimento dos Transportes gerou incômodos perigosos quando a vassoura se aproximou do PMDB.

Orlando Silva acabou de cair. A saída de Lupi no calor de reportagens estimularia, na visão do Palácio do Planalto, a ideia de uma presidente refém das pressões da mídia. Dilma não gosta de receber de jornalistas conselhos de como governar.

PLANO B – Se um fato novo agravar a situação de Lupi, uma opção é deixar um interino no Trabalho até a reforma ministerial.

ISOLAMENTO CRESCENTE – As declarações de Marta depois de ter sido obrigada a desistir da pré-candidatura a prefeita de São Paulo têm sido mal recebidas por Dilma e a cúpula do PT.

FREI LULA – De bigode e de cabeça e barba raspadas, Lula ficou a cara de Frei Chico. No PT, brincam que ele usava a barba só para esconder a semelhança com o irmão mais próximo e que o influenciou a entrar na política.


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Maranhão

Produção de mel cresce no Maranhão

A produção de mel se tornou uma das principais fontes de renda na agricultura familiar no noroeste do Maranhão.

Extraindo o mel

Extraindo o mel

Os apicultores, a maioria vinda do Sudeste do país, estão tirando proveito da exuberância das flores nativas para criar abelhas. Os apiários são montados entre a vegetação que nasceu após o corte da selva.

O catarinense Auri Lanius montou 55 apiários no município de Presidente Médice, perto da divisa com o Pará. A produção atingiu 25 quilos de mel por colmeia e ele conta que este ano o clima foi muito favorável, propiciando uma ótima colheita de safrinha.

A produção de mel no Maranhão está no início ainda. O maior produtor do Brasil é o Rio Grande do Sul, com cerca de sete milhões de quilos por ano. Mesmo assim, a atividade deu tão certo na região, que hoje emprega cerca de 300 apicultores. Juntos eles estão produzindo em 2011, 1.300  toneladas de mel, segundo o Sebrae.

Uma parte da produção é vendida a granel e tem como destino o mercado internacional, Europa e Estados Unidos. A outra parte é negociada no mercado interno e destinada sobretudo à merenda escolar.

Com informações do G1


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