Poder

Vereador e guarda municipal de Chapadinha são investigados por pedofilia

Vereador Emerson Aguiar PV e Antonio Gedeao Neto Netinho guarda municipal

O vereador da cidade de Chapadinha Emerson Aguiar (PV) e o guarda municipal que esta a disposição da desembargadora Nelma Sarney, Antônio Gedeão Neto, estão sendo investigados por aliciamento de menores para a prática ilegal da pedofilia.

A Policia Militar e o Conselho Tutelar foram acionados na noite do dia, 7, após denúncias que duas jovens de 16 e 17 anos, estariam embriagadas em plena praça pública do município. Segundo relatos de vizinhos, as duas menores chegaram de carro e foram deixadas no Bairro da Corrente.

O fato registrado e denunciado ao Conselhor Tutelar e ao Ministério Público, por uma professora da escola CEM. Raimundo Araújo, que após uma mulher de nome desconhecido, se passar por madrinha das menores, que no momento estariam em sala de aula, e acabou liberando-as.

Depois do inusitado, as jovens foram vista em um bar na companhia do vereador Emerson Aguiar e Antônio Gedeão Neto, Guarda Municipal licenciado e atualmente a disposição da desembargadora Nelma Sarney.

O depoimento da professora e as denúncias sobre o suposto caso de pedofilia, já se encontra na Promotoria de Justiça do município. Atenção CPI da Pedofilia!


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Poder

Veja a realidade e o caos da educação de Barra do Corda

Em Barra do Corda, a realidade da educação na zona rural é exatamente essa, um município onde o prefeito Manoel Mariano de Sousa (PV) e o ex-secretário de Finanças, seu filho Pedro Alberto Teles de Sousa, desviaram mais de R$ 50 milhões de reais. Como se observa, os estudantes não tem uma estrutura escolar descente, merenda escolar e nem dignidade. Abaixo o vídeo:

 


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Poder

Assessores do ministro do PCdoB ajudaram PM a burlar fiscalização irregularmente

Em gravações obtidas por VEJA, funcionários do ministério ajudam o PM a se livrar de ofício que o acusava de irregularidades

O PM João Dias, que narrou a VEJA os bastidores do esquema de corrupção operado no Ministério do Esporte (Lula Marques/Folhapress)

A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado traz mais um capítulo do esquema de corrupção que transformou o Ministério do Esporte numa fábrica de dinheiro para o PCdoB – e também para políticos e entidades ligadas a ele.

Depois de relatar, na semana passada, denúncias do policial João Dias Ferreira contra o ministro Orlando Silva e seus comandados, VEJA teve acesso a novas provas da maneira como a máquina do Esporte se corrompeu. São gravações de uma conversa de abril de 2008 entre João Dias e dois assessores próximos de Orlando Silva: Fábio Hansen, então chefe de gabinete da Secretaria de Esporte Educacional, que cuida do programa Segundo tempo, e Charles Rocha, então chefe de gabinete da secretaria executiva do ministério.

Foi o próprio João Dias quem registrou a conversa. Militante do PCdoB e dirigente de uma ONG, ele havia sido pego de surpresa por um ofício do Ministério do Esporte, enviado à polícia militar, responsabilizando-o por irregularidades e desvios de dinheiro num convênio de sua entidade com o programa esportivo federal Segundo Tempo. Em sua visita aos assessores de Orlando Silva, ele cobrava uma solução para o problema. E a pressão surtiu efeito imediato.

A gravação demonstra que Hansen e Rocha se esmeraram para arquitetar uma fraude que livrasse João Dias da investigação. “A gente pode mandar lá um ofício desconsiderando o que a gente mandou”, propôs Charles Rocha. E Hansen completou: “Você faz três linhas pedindo prorrogação de prazo.” Ele ainda explicou que esses pedido de prorrogação deveria ter data falsa.

Nos dias seguintes, a operação foi realizada exatamente como programado. Os dois ofícios enviados à PM – o original e o que pede que a investigação seja esquecida – foram reproduzidos pelo site de VEJA.

Alvejado pelas denúncias de João Dias, o ministro Orlando Silva passou a semana se explicando. Tentou desqualificar o acusador, qualificando-o de “bandido”. A gravação obtida por VEJA mostra que figuras graúdas do ministério não pouparam esforços para beneficiar o “bandido” com uma fraude.

Em depoimento no Congresso, Orlando Silva chegou a mencionar o vai-e-vem de ofícios entre o Esporte e a polícia militar, qualificando-o como procedimento administrativo regular. Também não é isso o que transpira das gravações.

Sim, é verdade que um terceiro documento, informando sobre a abertura de uma auditoria nos convênios do policial, foi enviado à PM pelo ministério. Só que um ano e meio depois da inacreditável – e reveladora – reunião entre João Dias, Hansen e Rocha, que VEJA esmiúça na edição desta semana.


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Crime

Sequestro do motel Le Baron acaba há quase 24 horas

Motel

Motel

Benedito Francisco dos Santos Lesbinos, de 36 anos, estudante de Direito, acaba de se entregar à poplícia e liberar a refém, a ex-companheira de 17 anos, presa há quase 24 horas.

Benedito foi conduzido pela polícia para a Delegacia Especial de Investigação Criminal, localizada no Bairro de Fátima.

A adolescente está ferida. Benedito disparou contra o abdomêm da jovem que foi levada para o Socorrão I.

Entenda o caso

Benedito sequestrou a estudante e a levou para um motel no Turu. A polícia localizou o sequestrador que, assustado, trancou-se com a estudante no banheiro. A polícia passou a noite em negocioação com o sequestrador.


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Crime

Polícia Paraguaia está investigando outros traficantes Brasileiros

Uol Notícias

O delegado da Divisão de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal (Dcor), Vítor Poubel, afirmou nesta sexta-feira (21) que a Senad (Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai) está monitorando a movimentação de outros traficantes brasileiros no território do país vizinho. Na quarta-feira (19), a polícia paraguaia anunciou a captura de Alexander Mendes de Silva, o Polegar (ex-chefe do tráfico na favela da Mangueira), que desembarcou hoje no Rio de Janeiro. O criminoso seguirá para o presídio Bangu 1, na zona oeste.

“Eles [polícia paraguaia] não querem traficantes brasileiros atuando em território paraguaio. Eles já tinham a informação de que o Polegar e outros traficantes estavam atuando no Paraguai. A informação que temos é que essa prisão não foi por acaso, o Senad já sabia quem era o Polegar no momento da abordagem. (…) Sabíamos da existência de elementos [criminosos] que estavam em território paraguaio. Contamos com um adido policial no Paraguai e a troca de informações é frequente”, explicou Poubel.

“Não posso passar mais detalhes desse trabalho porque a investigação ainda está em andamento para prender outros elementos naquela área. Eles vão e voltam, e traficam utilizando as fronteira. São elementos que estão refugiados no Paraguai ou que por ventura pretendem ir para lá”, complementou.

O delegado confirmou a informação de que Alexander Mendes da Silva foi detido no momento em que tentava comprar um carro de luxo na cidade de Pedro Juan Caballero, conforme o UOL Notícias publicou na quarta-feira (19) –informações passadas pela PF em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, indicaram a hipótese de que ele teria sido preso em um lava-jato. De acordo com o delegado, os veículos ficarão à disposição da Justiça paraguaia.

“Ele estava vivendo uma vida fora dos padrões daquela localidade [em sua casa foram encontrados dois carros de luxo]. Depois que a polícia paraguaia constatou a documentação falsa, eles solicitaram à PF as impressões digitais e compararam com as individuais datiloscópicas colhidas no momento da prisão”, disse.

Segundo Poubel, há um mandado de prisão contra José da Silva Targino Júnior, o indivíduo cujo documento era utilizado de forma ilegal por Polegar. Poubel informou ainda que o criminoso estava vivendo em Pedro Juan Caballero junto com familiares, mas não soube especificar quais eram. Os parentes de Polegar também já retornaram ao Rio de Janeiro.

Polegar, que foi expulso do Paraguai por uso de documentação falsa e entregue à PF de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, desembarcou no fim desta tarde no aeroporto Santos Dumont, e seguiu para a Divisão de Combate ao Crime Organizado (Dcor), onde passou pelo procedimento de identificação. Antes disso, realizou exame de corpo delito no Instituto Médico-Legal (IML). Ele será transferido ainda hoje para o presídio Bangu 1, no complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Em nota, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, já adiantou que solicitará à Justiça a transferência de Polegar para um presídio fora do Estado. A viagem do ex-chefe do tráfico na Mangueira foi feita em um avião descaracterizado e contou com escolta reforçada


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Poder

Michael Jackson pode ter causado a própria morte

Em seu quarto dia de depoimento, o especialista mundial em anestesiologia Steven Shafer disse que é possível que Michael Jackson tenha dado a si mesmo a dose de propofol que o matou, informou o jornal “Los Angeles Times”.

Michael Jackson

Michael Jackson

Interrogado por advogados de defesa do médico Conrad Murray, que é acusado de homicídio culposo do cantor, Shafer afirmou que era possível que o cantor tenha removido um gancho na bolsa intravenosa que continha o poderoso anestésico quando estava sozinho.

Reafirmou, no entanto, que isso não tirava a culpa de Murray no episódio. Segundo Shafer, o médico não poderia deixar o paciente sozinho com aquele tipo de remédio.

O nível de propofol nas veias de Jackson após sua morte eram muito altos, afirmou Shafer, mas é impossível saber quem administrou a droga.

( Com Informações da Folha.com )


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Crime

Suspeito de mandar matar empresário falsificava documentos de terrenos

Elias Nunes é suspeito de mandar matar o empresário Marggion Lanyere Ferreira.

Elias Nunes

Elias Nunes

A polícia tem evidências de que o corretor de imóveis Elias Nunes, suspeito de mandar matar o empresário Marggion Lanyere Ferreira, falsificava documentos de compra e venda de terrenos em um cartório clandestino.

Hoje (21), os delegados que estão investigando o caso se reuniram com representantes do Conselho Regional de Corretores de Imóveis.

A polícia também investiga a participação no esquema de policiais, que foram citados em depoimentos. O inquérito policial sobre a morte do empresário deverá ser concluído na segunda-feira (24).

(Com informações do Imirante)

 


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Poder

Mulher de ministro do PCdoB recebeu dinheiro por meio de ONG

Orlando Silva e esposa Ana Cristina

Orlando Silva e esposa Ana Cristina

Documentos obtidos pelo Grupo Estado mostram que Anna Cristina Lemos Petta, mulher do ministro do Esporte, Orlando Silva, recebeu dinheiro da União por meio de uma ONG comandada por filiados ao PCdoB, partido do marido e ministro.

É a própria Anna Petta quem assina o contrato entre a Hermana e a ONG Via BR, que recebeu R$ 278,9 mil em novembro do ano passado. A Hermana é uma empresa de produção cultural criada pela mulher do ministro e sua irmã, Helena. Prestou serviços de assistente de pesquisa para documentário sobre a Comissão da Anistia.

A empresa foi criada menos de 7 meses antes da assinatura do contrato com a entidade. Pelo trabalho, recebeu R$ 43,5 mil.

A ONG Via BR tem em seus quadros Adecir Mendes Fonseca e Delman Barreto da Silva, ambos filiados ao PC do B. A entidade também foi contratada em maio do ano passado pelo Ministério do Esporte, para promover a participação social na 3ª Conferência Nacional do Esporte. No negócio, recebeu mais R$ 272 mil.

A informação sobre negócios da União com a empresa de familiar de Orlando Silva teria preocupado a presidente Dilma Rousseff, que deve se reunir ainda hoje com o ministro. Silva poderá deixar o Palácio do Planalto na condição de ex-ministro do Esporte.

(Com informações do Estadão)


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Poder

Secretaria de Segurança é investigada por 23 promotores

Blog do Itevaldo Júnior

O Ministério Público Estadual instaurou inquérito civil para apurar as responsabilidades da secretaria estadual de Segurança Pública, comandada por Aluísio Mendes pela “situação de extremo abandono e caos” em que se encontram o Instituto de Criminalística (ICRIM), Instituto Médico Legal (IML), Instituto de Identificação (IDENT) e Centro de Perícia Técnica da Criança e Adolescente (CTPCA”. A representação é assinada por 23 promotores de Justiça.

O secretário de Segurança Pública

O secretário de Segurança Pública

Segundo os promotores por diversas ocasiões, inclusive em visitas in loco, realizadas por membros do Ministério Público, “que os Institutos vêm exercendo suas funções em condições precárias e insalubres, evidenciando-se o completo descaso do poder público“.

De acordo com o MP os reiterados atrasos nas entregas dos laudos, inclusive cadavéricos, tem prejudicado a conclusão de processos criminais e, “via de consequência, diversos relaxamentos de prisões por excesso de prazo, prejudicando a aplicação da lei penal“.

Os promotores de Justiça vão investigar o destino de R$ 2,4 milhões ( incluídos seis veículos Amarok) que foi destinado a Secretaria de Segurança, após o Ministério Público firmar dois Termos de Ajustamento de Condutas, com empresas  privadas. Segundo o MP, até hoje esses recursos não foram utilizados em nenhuma melhoria nos institutos.

Os promotores vão requisitar a Comissão Central de Licitação a cópia integral dos processos licitatórios:

Processo nº 6971/2010, datado de 03 de dezembro de 2010, cujo objeto é a aquisição de material de informática para os órgãos IML, ICRIM, IDENT e CTPCA, no valor estimado de R$ 339.000,00;

Processo nº 6231/2010, datado de 26 de outubro de 2010, para serviços de reforma e adequação do IML, no valor de R$ 340.725,51;

Processo nº 6970/2010, datado de 03 de dezembro de 2010, para aquisição de material permanente para a SPTC, abrangendo seus órgãos IML, ICRIM, IDENT e CTPCA, no valor de R$ 62.467,84;

Processo nº 6972/2010, datado de 03 de dezembro de 2010, para a aquisição de material de informática para os Órgãos IML, ICRIM, IDENT e CTPCA, no valor de R$ 318.819,00;

Processo nº 5050/2010, datado de 30 de agosto de 2010, para a construção e reforma do ICRIM, no valor de R$ 312.204,11.

 


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