Poder

No Maranhão, Lupi andou em dois aviões pago por ONG

Do G1

Carlos Lupi

Carlos Lupi

O empresário Adair Meira, dirigente de ONGs beneficiadas por convênios com o Ministério do Trabalho, afirmou nesta terça-feira (15) ao G1 que o ministro Carlos Lupi andou em dois modelos de aeronaves durante viagem em 2009 pelo Maranhão, um bimotor Sêneca e um turbo-hélice King Air. Adair confirmou ter intermediado o aluguel do King Air, mas negou ter arcado com os custos.

Ele contou que recomendou ao ex-secretário de Políticas Públicas e Emprego Ezequiel Nascimento que alugasse o King Air na empresa de taxi aéreo Aerotec. “As empresas têm dificuldade em alugar para desconhecido. Eu recomendei ao Ezequiel a Aerotec e falei sobre ele para os dirigentes da empresa”, disse. O G1 tenta contato com Ezequiel Nascimento.

O G1 tentou contato com a Aerotec, que teria alugado o avião, mas foi informado por um funcionário que os diretores, que falam pela empresa, estavam viajando. O G1 deixou recado no celular de um dos diretores, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

Segundo Adair, Lupi estava cumprindo a agenda pelo Maranhão no avião de modelo Sêneca, quando Ezequiel o convidou a andar no King Air por ser maior.

Foto divulgada pelo site “Grajaú de Fato” mostra que Lupi também teria desembarcado em Grajaú com o turbo-hélice modelo King Air. No último fim de semana, o Ministério do Trabalho divulgou nota dizendo que Lupi apenas utilizou o modelo Sêneca durante a agenda no Maranhão. O G1 tenta contado com a assessoria da pasta.


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Cidade

Feriado movimenta praias e restaurantes de São Luís

Com o tempo favorável bastante ensolarado, os turistas e banhistas aproveitaram ao feriado do dia Nacional da Proclamação da República para visitar as praias de São Luís. Chegando a ser considerado a prévia da estação do verão que logo se aproxima.

O cenário da capital modificou-se, as ruas e avenidas foi tomada por carros e pessoas no feriado de hoje (15). A alta temperatura perfeito para banhistas que aproveitarem a manha e tarde para curtir com a familía.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, apesar da movimentação nas praias de São Luís, não houve nenhum registro de mortes por afogamento.

Agora só aguardar o próximo feriado…


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Brasil

Até que ponto a imprensa produz a glamourização dos ‘mitos do tráfico’?

Por Milton Corrêa da Costa

No mundo de preocupante guerra urbana que vivenciamos, qualquer de um de nós -não há nenhuma dúvida- pode ser a próxima vítima fatal de um tiro de fuzil na próxima esquina, é preciso também, de quando em vez, analisarmos, ainda que não profissionais de imprensa, o trabalho do binômio mídia e violência.

A vida humana, para perigosos e frios marginais da lei, nada vale. Matar, traficar, assaltar, estuprar, viraram crimes rotineiros. Já nos acostumamos inclusive a consumir, no dia a dia, como clientes assíduos, a violência estampada a todo instante nas redes sociais, no jornalismo televisivo ou nos jornais impressos. A violência tornou-se, também, uma fonte rentável de mídia, na luta pela audiência, sem falar numa importante fonte geradora de lucros da indústria da segurança privada face o temor ao crime, aí incluída a parafernália eletrônica, cada vez mais sofisticada, da tecnologia de segurança.

Registre-se que as Editorias de Polícia foram as que mais cresceram nos últimos anos em jornais impressos e televisivos. Profissionais, do mais alto gabarito, se aprofundaram no jornalismo investigativo sendo inclusive hoje importantes fontes de referência para a polícia , através de furos jornalísticos, contribuindo para a elucidação de vários crimes. Há também apresentadores de televisão- alguns são por demias sensacionalistas- especializados em programas que retratam especificamente a violência e a atividade policial. A mais nova profissão gerada pela violência é a figura- necessária pelo conhecimento técnico e sofisticação do crime- do comentarista de segurança, especialmente em redes de televisão. Algumas vezes, como pretenso estudioso do tema e articulista, também sou chamado para dar algum pitaco sobre o tema violência e segurança, num canal de televisão ou num jornal impresso e até mesmo em redes sociais. De violência acho que todos nós sabemos um pouco hoje.

No entanto, uma entrevista com o traficante Nem, antes de ser preso, efetuada na semana passada no Rio e anteriormente à ocupação da Favela da Rocinha, onde era o chefe do tráfico e de tudo que tinha direito, publicada na edição de 14/11/11, da ‘Revista Época’, de autoria da ilustre e competente jornalista Ruth de Aquino, causou-me espécie. Ressalte-se o destemor da nobre profissional de imprensa em dirigir-se ao encontro do entrevistado, no interior do habitat do bandido, ficando cara a cara (corajosamente) com o traficante mais procurado do Rio. Poucos teriam a bravura da citada jornalista -vide o triste episódio da morte do jornalista Tim Lopes imposta impiedosamente pelo ‘tribunal do tráfico’ num forno de ‘microondas’. Há que se reconhecer, primeiramente, então, a elogiável coragem de Ruth de Aquino.

Por um outro aspecto, porém, até que ponto tal tipo de reportagem, na obtenção do furo jornalístico, levado pelo amor à profissão, pode produzir o efeito colateral, indesejável, da glamourização de um perigoso criminoso tornando-o ainda mais um verdadeiro ‘mito do tráfico’? Quem não se lembra do caso do bandido/ herói, do final dos anos 60, o boa pinta dos olhos verdes, Lúcio Flávio, que gerou o filme ‘O Passageiro da Agonia’? E do filme “Bandido da Luz Vermelha” de Rogério Sganzerla, que retrata a vida de um bandido legendário e enigmático? Quem se lembra de que o bandido Uê, o inimigo quase invisível da polícia do Rio nos anos 90, mereceu um caderno especial na edição de um jornal quando de sua prisão?

Assim é que, para quem leu a entrevista de Nem à Ruth de Aquino ficou com a impressão de que o bandido/traficante não é tão mau assim como se pensa. Talvez alguns passem a entendê-lo, daqui pra frente, como um ‘herói do bem’, uma grande vítima da sociedade injusta e excludente. Alguns que tinham por ele aversão talvez nem tenham mais. Estaríamos diante de uma nova versão da Síndrome de Estocolmo? Tal tipo de matéria jornalística pode influenciar negativamente jovens adolescentes em processo de formação social? Poderão considerar que o frio e sanguinário Nem é um novo tipo de herói, um assistencialista de pobres que apenas lhes cobra ‘pedágios’ para viver melhor (casa com piscina) que os comandados? Até que ponto tal reportagem- com a palavra o Observatório da Imprensa de Alberto Dines- fere princípios da ética jornalística? Há mais conclusões positivas ou negativas a serem extraídas da entrevista em questão? Ou a liberdade de imprensa nesse ponto fala mais alto?

Em Mídia e Violência, (2007), Silva Ramos e Anabela Paiva retratam aspectos convergentes da questão com a seguinte afirmação: A imprensa não deixou de publicar entrevistas com criminosos. O autor do crime de grande repercussão – pela sua crueldade, audácia ou por atingir personalidades ou pessoas indefesas, como crianças e idosos – continua a serem procurados por jornalistas, interessados em “ouvir o outro lado”, obter informações que possam esclarecer o crime ou compreender as motivações do ato criminoso. Tentar compreender os valores e os objetivos de um criminoso é uma meta válida para a imprensa.

Pelo sim e pelo não, ainda que o Estado tenha a maior culpa pelo vácuo e abandono, durante longos anos, de morros e favelas do Rio, propiciando a criação da figura dos ‘donos dos morros’ não resta dúvida que é preciso refletir e discutir, ainda que se trate de matéria muita subjetiva, o papel da mídia e a linha tênue da glamourização do banditismo. A figura do traficante Nem fez jus a quatro páginas da ‘Revista Época’, duas delas referentes à entrevista concedida. Está aberta, portanto, a difícil e complexa discussão.

Milton Corrêa da Costa
Coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro


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Poder

Bomba! Carlos Lupi ajudou aliado a criar sindicatos-fantasmas

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, concedeu registro a sete sindicatos patronais no Amapá para representar setores da indústria que, segundo o próprio governo local, não existem no Estado.

Os certificados saíram a pedido do deputado Bala Rocha (PDT-AP), dirigente do partido de Lupi, que afirma ter se valido da proximidade partidária com o ministro.

As certidões foram dadas pelo ministério em abril e agosto de 2009 e levam a assinatura de Lupi, ao lado da inscrição “certifico e dou fé”, e do então secretário de Relações do Trabalho, Luiz Antonio de Medeiros.

O ministério diz que não atendeu a interesses políticos para conceder o registro aos sete sindicatos do Amapá e que seguiu os “procedimentos previstos nos normativos legais que tratam da matéria”.


Da Folha


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Poder

37 cidades terão hoje protestos contra a corrupção

Pela terceira vez no ano, internautas de todo o país devem ir nesta terça-feira às ruas participar de protestos contra a corrupção. Ao menos 37 cidades têm atos agendados e promovidos em redes sociais.

Da Folha de São Paulo

Manifestantes em ato contra a corrupção na avenida Paulista, em Sao Paulo

Manifestantes em ato contra a corrupção na avenida Paulista, em Sao Paulo

Os manifestantes unificaram a pauta de reivindicações em três temas principais, diz Cristine Maza, do movimento carioca “Todos juntos contra a corrupção”.

Eles querem o fim do foro privilegiado, que permite que autoridades sejam julgadas diretamente em instâncias superiores da Justiça.

Além disso, reivindicam que a corrupção seja considerada crime hediondo, tendo sua pena elevada.

Os manifestantes defendem ainda a Lei da Ficha Limpa, cuja constitucionalidade está sendo analisada pelo Supremo Tribunal Federal. A lei prevê que políticos condenados em julgamentos por mais de um juiz sejam impedidos de assumir cargos eletivos.

Nos feriados de 7 de Setembro e de 12 de outubro foram convocados protestos semelhantes, que registraram baixa participação em relação ao divulgado antes na internet.

O principal “alvo” é o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, investigado por supostas fraudes quando era ministro do Esporte, entre outras acusações.

O protesto parte do local hoje, às 14h. Em outubro, 2.000 participaram da marcha. Desta vez, passeatas também acontecerão em Lorena, Santos e São Vicente.

No Rio, o protesto começa às 15h, na Cinelândia. Outras marchas estão listadas na página do Facebook.

Os organizadores pedem que ninguém leve bandeiras partidárias.


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Poder

Município de Timon sofre com falta d'água em bairros

Um impasse entre o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e a Polícia Militar de Timon está deixando muitas famílias sem água no bairro Parque Piauí. O poço que abastece parte do bairro fica na área do quartel da PM, mas o comando da corporação diz que não tem obrigação de pagar a conta de energia pelo funcionamento da bomba. Assista à reportagem de Edna Maciel, da TV Mirante.

A Cemar informou que, apesar da pendência no pagamento das faturas de consumo, ainda não suspendeu o fornecimento de energia elétrica para não comprometer o abastecimento de água à comunidade. (Do Imirante)


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Poder

Grupos anticorrupção protestam amanhã

Movimento Contra Corrupção

Movimento Contra Corrupção

Grupos que se organizam pelas redes sociais marcaram para o feriado de 15 de novembro (Proclamação da República) um novo protesto contra a corrupção.

Segundo os manifestantes, estão marcados atos em 37 cidades de 17 Estados. Este será o terceiro protestos desses grupos no ano, que agora unificaram a organização dos eventos.

No dia 12 de outubro, as manifestações reuniram 20 mil pessoas em Brasília, 2.000 na avenida Paulista, em São Paulo, e 1.500 na praia de Copacabana, no Rio, segundo cálculos da Polícia Militar.

Outras cidades, como Florianópolis, Belo Horizonte, Goiânia, Recife, Manaus, Fortaleza e Curitiba reuniram desde 15 participantes (caso de Manaus) a 2.500 (Goiânia).

Os manifestantes têm bandeiras como o fim do voto secreto no Congresso Nacional e a aplicação da Lei da Ficha Limpa.

Em São Paulo, os grupos prometem fazer nesta segunda-feira uma “virada contra a corrupção”, que vai começar às 22h no Masp (avenida Paulista) e durar até o início do protesto marcado para as 14h.

Da Folha


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Brasil

Mico: ator Global é expulso de avião; veja o vídeo

Ator Global

Ator Global Marcos Pitombo

Convidado a se retirar de um avião pela Polícia Federal, neste domingo, ao ser pego falando ao celular, o ator Marcos Pitombo deu sua versão sobre o incidente. “O voo atrasou muito e eu estava tentando tranquilizar minha mãe que me aguardava há duas horas no aeroporto do Rio. Não me recusei a desligar o celular, apenas pedi para terminar a ligação ao ser chamado atenção pela aeromoça”.

Pitombo, que está no ar como Lucas da novela “Vidas em Jogo” e já participou de “Malhação”, estava em um voo proveniente de Manaus com destino ao Rio. Segundo o ator, o avião teve que arremeter em Belo Horizonte o que atrasou ainda mais o voo. Ao aterrissar no aeroporto Confins, o ator ligou para a mãe.

“ Houve um exagero da aeromoça. Ela avisou imediatamente ao comandante que me jogou contra os passageiros pelo autofalante e chamou a polícia”. Veja abaixo a Polícia Federal expulsando do voo:


O Globo


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Cidade

Incêndio põe em risco Restaurante Cabana do Sol

Restaurante Cabana do Sol

Restaurante Cabana do Sol

Por volta das 23h da noite de ontem, 13, um incêndio nas proximidades do famoso restaurante Cabana do Sol localizado na Avenida Litorânea assustou bastante aos clientes e pessoas que trafegavam pelo local.

No momento alguns clientes evadiram-se do restaurante após ser alertados do incêndio provocado em um terreno que fica atrás do estabelecimento como se observa na foto ao lado.

A proporção das chamas se alastrou muito rápido, chegando a colocar em risco a estrutura milionária do restaurante construída de madeira.

Até o momento, não há informações do que realmente teria ocasionado os indícios do incêndio naquele local.

Terreno que fica atrás do restaurante pega fogo

Terreno que fica atrás do restaurante pega fogo


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Crime

Lourival Bogéa do JP, confessa que dirige bêbado

Blog do Gilberto Leda

Lourival Bogéa do Jornal Pequeno

Lourival Bogéa do Jornal Pequeno

Uma verdadeira confissão de culpa a notinha do Dr. Pêta em que o proprietário do Jornal Pequeno, Lourival Bogéa, vangloria-se de, por conta das comemorações do seu aniversário, ter “escapado ‘fedendo’ do bafômetro”.

Pêta diz na nota que, perdido no Rio de Janeiro, sem GPS no veículo e “já com os ‘trabalhos iniciados’”, parou numa blitz da PM para pedir informações. E ainda conta vantagem: “Convenhamos!!! Nem mesmo o mais experiente PM do Rio de Janeiro imaginaria que um ‘queimado’, embora no início dos ‘trabalhos’, seria capaz de parar o carro em frente a uma blitz para pedir informação!!! Hahahahahahahahahahaha!!!”

Uma vergonha! Principalmente porque num momentoem que São Luísinteira volta a se mobilizar pela efetivação da Lei Seca.

Veja abaixo a íntegra da nota infame.

“Pior foi meu chefe, que, sem GPS e já com os ‘trabalhos iniciados’, parou em frente a uma blitz para pedir informação a um PM sobre a localização de um bar que havia combinado com a tchurma!!! Escapou ‘fedendo’ do bafômetro!!! Claro!!! Convenhamos!!! Nem mesmo o mais experiente PM do Rio de Janeiro imaginaria que um ‘queimado’, embora no início dos ‘trabalhos’, seria capaz de parar o carro em frente a uma blitz para pedir informação!!! Hahahahahahahahahahaha!!!”


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